História Poison - Capítulo 16


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Categorias Gorillaz
Personagens 2-D, Murdoc Niccals, Noodle, Personagens Originais, Russel Hobbs
Tags 2-d, Amizade, Animais Mágicos, Aranha, Cortez, Corvo, Drama, Família, Fantasmas, Gato, Gorillaz, Katsu(gato-da-noodle), Magia, Mistério, Murdoc, Músicas, Noodle, Romance, Russel, Suspense
Visualizações 36
Palavras 1.466
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Luta, Mistério, Misticismo, Romance e Novela, Sobrenatural, Survival, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Cross-dresser, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capítulo, espero que gostem :)


Obs: não falo espanhol, usei o Google tradutor.

Capítulo 16 - Ruim até os ossos


— O meu imbecil… — Balbuciou Murdoc ainda em choque vendo o quarto vazio. — Não… De novo não…

 

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Feel Good Inc., 7 de março de 2006:

— Está tudo bem aí, querida? — Perguntou Murdoc para a garota do outro lado da linha telefônica e se irritando por ouvir mais estática que qualquer outra coisa pelo celular.

“Merda de sinal, mal dá pra ouvir a Macarrão” pensou o baixista irritado.

— Sim, Murds-san — respondeu a garota acenando sorridente para a torre a sua frente enquanto se encostava confortavelmente no moinho da ilha flutuante. — Mas… — Agora o sorriso da japonesa sumiu e o baixista ouviu que o tom de voz dela mudou de alegre para um tom sério, até mesmo arrependido e culpado. — Isso é realmente necessário?

— É claro que é! Quantas vezes temos que discutir isso, princesa?

— O suficiente pra você conseguir me convencer de que não estou sendo cúmplice de um assassinato!

“Droga! De novo essa merda!” Pensou Murdoc furioso.

Olha, parece que a super arma japonesa tem consciência! Quem diria hein, Murds?” Comentou Cortez de forma irônica através do link existente entre a mente do corvo e a do baixista.

“Cale o bico, pássaro estúpido!” Respondeu Murdoc irritado através do mesmo link. “Não vê que estou no telefone?!”

— Então cê prefere passar o resto da vida sendo perseguida pelo psicopata aí? — Pergunto o baixista irritado para a garota no telefone. — Cê sabe que o idiota do Jimmy Manson nunca superou o fato de ter perdido o posto de guitarrista da banda pra uma menininha de nove anos que nem sabia falar inglês na época, né?

— Sim, mas…

— Também sabe que ele já tentou te matar e me matar diversas vezes, né?

— Sim, mas…

— Mas nada! Você quer ou não quer que eu te deixe sair da banda?!

— Quero sim! E vou levar o D-san comigo! Desde que flagrei você batendo no D-san mês passado não consigo parar de pensar nisso. Como vocês puderam mentir pra mim esse tempo todo inventando uma mentira tosca atrás da outra toda vida que o D aparecia machucado sem nenhuma razão aparente?!

— Simples: o que eu faço com Faceache não é assunto de ninguém, muito menos de pirralhinhas enxeridas de quinze anos! Agora, se quiser mesmo permissão pra sair da banda, pare de reclamar e me obedeça! Principalmente se quiser levar o imbecil junto!

— Ok… Entendi, estou indo para o meu posto agora, chefe. Só espero que cumpra a sua parte do trato e não procure a mim e ao 2D-san nunca mais depois que eu e o maninho formos embora — respondeu a guitarrista de forma amargurada e desligando o celular, encerrando a conversa. Depois disso ela caminhou até o outro lado da ilha, se sentando na beirada fazendo cara de quem estava relaxada, curtindo a vista.

Você vai mesmo deixar eles irem?” Perguntou o pássaro na mente do baixista.

“É claro que não! Noodle é minha guitarrista, minha bonequinha que ganhei de presente direto do Japão e 2D é meu vocalista e uma de minhas maiores criações! De jeito nenhum vou deixar minhas posses mais valiosas saírem da minha banda” respondeu Murdoc em pensamento. “Mas preciso da cooperação da minha Axe Princess pra me livrar da praga do Manson, então…”

Você a está enganando pra ela fazer um video clipe foda pra caralho e ao mesmo tempo te ajudar a matar o Manson, unindo o útil ao agradável. Que cruel! Isso é baixo até pra mim” concluiu o corvo. “Quero é ver o que ela vai fazer quando descobrir sua mentira!

“Provavelmente vai ficar gritando e chutando a porta e as paredes do quarto que fiz especialmente para conter monstrinhos com força sobre-humana na minha mansão nas Maldivas, hehe” respondeu Murdoc em pensamento, mais uma vez verificando os bolsos pra ver se não tinha se esquecido do vidrinho de clorofórmio e o pedaço de tecido. “E ela vai ficar trancada lá de castigo até criar bom senso e desistir de sair da minha banda… Mesmo que pra isso eu tenha que trancar o Faceache no quarto ao lado do dela… Pensando bem, eu vou fazer isso mesmo! Quero é ver quanto tempo a birra dela irá durar se os resultados de sua teimosia atingirem o seu querido irmãozinho também...”

Sim, o plano era perfeito e, se tudo desse certo, assim que a japonesa pousasse de paraquedas no local indicado (acabada, provavelmente bastante ferida e, principalmente, cansada) e ficaria lá, em pé naquele local desolado, esperando Murdoc aparecer pra dar uma suposta ultima ordem pra que ela depois pudesse finalmente se ver livre… E ele iria para lá, mas apenas depois de se certificar de que a gravação tivesse saído perfeita e de despistar todos os outros… Mas ele não iria dar a suposta ordem, muito menos libertá-la como havia combinado, em vez disso o baixista apareceria por trás dela e a doparia com clorofórmio então a levaria de helicóptero até a prisão que ele havia feito pra ela…

Pena que quando o baixista chegou ao ponto de encontro ele não encontrou a guitarrista, em vez disso encontrou apenas sangue, fios de cabelo e pedaços de tecido rasgado da roupa dela espalhados por todo lugar. E no meio daquilo tudo, pra completar aquela visão do inferno, havia uma mensagem escrita em chamas dizendo:

Já que não pagou a sua dívida estou levando um de seus tesouros.

Mas não pense que acabou!

Estou te dando o prazo de 3 anos, se não pagar o que deve até lá levarei o outro também.

 

Seu velho amigo do Outro Lado,
Sun Moon Stars

 

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Spirit House, 2 de novembro de 2016, 18:37 horas:

Murdoc?” Chamou o corvo entrando voando pela janela do quarto e pousando no ombro do baixista estático. “Murdoc?

Nenhuma resposta vinda do satanista.

Murds?” Perguntou Cortez em pensamento, bicando de leve o rosto do Murdoc.

Nada.

Ei! Estou falando com você, baixista idiota!

Novamente sem resposta.

¡Hombre, cálmate!” Gritou a ave em seu idioma natal em pensamento se descontrolando e bicando agora com com força o rosto do baixista. "Él está bien, ¿entiendes? ÉL. ESTÁ. BIEN!

“Mas… O Faceache… Ele…” Respondeu Murdoc finalmente saindo de seu transe.

Ele está bem! Ele não foi levado por demônios! Nem pelo psicopata do e-mail!” Interrompeu Cortez. “O seu pássaro azul apenas fugiu da gaiola enquanto cê dava uma de abestado caindo num trote tosco e rodando o lado de fora da casa que nem uma barata tonta.

“Tem certeza?” Perguntou Murdoc ainda perturbado demais pra se importar com o insulto.

"Já se esqueceu do quão bom ele se tornou em desatar nós, depois de anos e anos sendo amarrado e trancando dentro de caixas de madeira minúsculas ou malas apertadas por você toda vida que você decidia que 'estava cansado de ver a cara dele naquele dia'?"

"É claro que não! Por que cê acha que usei algemas pra prender os pulsos do imbecil?"

"Então por que a surpresa? Pelo que eu saiba, pra correr é necessário pernas, não braços."

"Sim, mas como..."

"Ele é flexível, esqueceu? Se ele for capaz de ver o nó prendendo os  seus pés, é capaz de desamarrá-lo em menos de quinze minutos, mesmo com as mãos presas atrás das costas... E você passou mais de vinte sendo feito de idiota lá fora!"

"É... Talvez você esteja certo" pensou Murdoc ainda em dúvida.

Talvez? Talvez?! Quem é você?! E o que fez com Murdoc?

“Que?!”

Nem tente me enganar! O Murdoc de verdade jamais fraquejaria assim! O Murdoc de verdade é mau! Cruel! Ruim até os ossos! E inteligente pra caralho! O futuro governante do mundo! Não um viadinho emotivo que se desespera fácil! O Murdoc de verdade manteria a calma e procuraria pistas de onde o imbecil azul está, além capturar o sequestrador ou cúmplice e fazer o infeliz pagar por tentar roubar um de seus pertences!

“Verdade” respondeu o baixista se recompondo e sentindo vergonha por ter demonstrado fraqueza por um momento.

Beleza!" Comemorou o corvo. "Quem é mau?

“Eu sou mau!”

Quem vai trazer o imbecil de volta?

“Eu!”

Isso! Agora dê as ordens, chefe!

“Muito bem, procure o Faceache e me avise quando encontrá-lo” mandou Murdoc. “Enquanto isso vou verificar todas filmagens das câmeras que escondi pela casa pra ver como o imbecil sumiu.”

Entendido!

E com isso o corvo voou pra fora da janela, a procura de um homem de cabelos azuis algemado em fuga… Ou alguém (alguma coisa) levando esse mesmo homem pra algum lugar desconhecido.

“É melhor que você tenha mesmo fugido e esteja apenas ‘brincando de esconde-esconde’ como sempre, Songbird… Pois se tiver sido sequestrado… Não tenho nem ideia do que farei com o responsável, não importa quem ou o que seja.” Pensou Murdoc consigo mesmo cerrando os punhos, enquanto caminhava em direção ao próprio quarto, onde havia telas mostrando todos os cantos da casa.

 


Notas Finais


E então, o que será que aconteceu com 2D?

Descubra nos próximos capítulos.


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