História Poison Girl 2 : Tal Mãe, Tal Filha... - Capítulo 4


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Categorias Naruto
Personagens Boruto Uzumaki, Himawari Uzumaki, Hinata Hyuuga, Inojin Yamanaka, Itachi Uchiha, Mebuki Haruno, Mitsuki, Naruto Uzumaki, Personagens Originais, Sakura Haruno, Sarada Uchiha, Sasuke Uchiha, Shikadai Nara, Shinki
Tags Álcool, Borusara, Boruto, Nudez, Paixão, Sarada, Sedução, Uchiha, Uzumaki
Visualizações 251
Palavras 651
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Famí­lia, Ficção Adolescente, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 4 - Nightmare


Durante os três primeiros dias, não foi difícil ficar tranquilo. Eu relaxei bastante, pra falar a verdade. 

Eu só mantinha contato com meus avós, meus pais e minha irmã. 


Mas a paz não é duradoura. 


Na quarta-feira, acabei escutando uma conversa de Himawari, no telefone:


— Então você vai poder vir? — disse, empolgada. — Ai meu Kami, Sarada! Isso é ótimo! Podemos aproveitar pra organizar a playlist do baile... Okay... Beijo. 


Minha irmã sorriu pra mim. 


— Sarada vai dormir aqui hoje! — e subiu as escadas, passando correndo ao meu lado. 


Fiquei parado no mesmo lugar. Eu tava muito fodido! Isso não podia estar acontecendo... Por quê ela tinha de ir dormir lá naquela noite? Por quê ela não podia esperar eu ir embora?

Eu sentia que não vou poderia me conter, se houvesse uma única brecha, por mais mínima que fosse. 


Aquilo me matou durante todo o dia... E só piorou quando Sarada e minha irmã entraram em casa, aos risos, depois de chegarem da escola. Quer dizer, minha irmã ria. A Uchiha provavelmente apenas estaria com um sorriso curto nos lábios. Eu não tive nem coragem de ir recebê-las. Minha mãe fazia isso melhor do que eu. 


[...]


Durante o jantar, as duas pareciam muito animadas. Minha irmã tagarelava com mamãe sobre a decoração, já que ela se dispôs a ajudar, e Sarada ria da empolgação exagerada dela. E meu pai tagarelava comigo sem parar sobre a construtora.

Só que em determinado momento, senti o olhar da Uchiha pesar sobre mim. 


Sarada é o tipo de pessoa que tem o olhar marcante e penetrante demais, impossível de desviar. Naquele momento, era difícil definir o que ela pensava e sentia, mas senti seu pé delicado no meu joelho, o quê quase me fez engasgar. Olhei para ela com os olhos arregalados e  Sarada mordeu os lábios, bebendo um gole de seu suco de laranja, enquanto seu pé subia vagarosamente pela minha coxa. 


— Eu acho que vou dormir — falei, me levantando da mesa. — Com licença. 


— Mas eu nem coloquei a sobremesa — mamãe fez beicinho. 


Beijei o topo da cabeça dela e olhei para Sarada, que me olhou de volta como quem quer desafiar. 


— Boa noite, filho — meu pai desejou. Dei boa noite para eles e subi para meu quarto. 


Juro que tentei dormir, de verdade. Mas não tinha como. Sarada invadia meus pensamentos, me deixando duro e molhado. Tentei tomar um banho gelado, mas pouco adiantou.


Droga. 


Sarada é, definitivamente, meu pior pesadelo!


Desci as escadas para beber água. Já era mais de meia-noite, e a casa tava um breu. Peguei uma garrafinha de água gelada e voltei pro quarto. Fiquei estático ao ver Sarada saindo do quarto da minha irmã, que ficava no fim do corredor. 

Pensei em entrar rapidamente no meu quarto, mas ela me viu. 


Merda!


— Boruto? — disse, baixinho.


— Oi — sorri forçado. — Boa noite.


Tentei fechar a minha porta, mas Sarada foi mais rápida ao adentrar meu quarto. 

Que Kami me ajude. 


— Por quê você está me evitando? — ela indagou. 


— Não estou evitando você — tentei parecer indiferente. 


Ela sorriu irônica. 


— Claro que não. 


Ela só pode estar brincando. E com a minha sanidade, ainda por cima. 

Foi então que resolvi entrar no jogo dela. 

A encurralei contra a porta, agora fechada, apoiando minhas duas mãos em cada lado da sua cabeça.


— Era isso que você queria? — indaguei, rente ao seu ouvido. 


— Você é muito lerdo pra sacar as coisas — Sarada abraçou meu pescoço. — Eu sempre consigo tudo o quê quero. E eu quero você. 


Sorri de lado, fazendo uma pressão sutil na sua cintura. 


— Vai ficar querendo. Porque eu jamais tocaria você. 


Ela sorriu de forma que até me daria medo, se eu não estivesse me controlando para não fodê-la ali  mesmo. 


— Veremos, Bolt — disse, me roubando um selinho. — Veremos. 





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