História Pokémon - The Last Cubone - Capítulo 7


Escrita por: ~

Postado
Categorias Pokémon
Personagens Cubone, Personagens Originais
Tags Cubone, Depressão, Glaceon, Mãe, Noibat, Pichu, Poderes, Pokémon, Vingança
Visualizações 24
Palavras 1.113
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção, Hentai, Luta, Magia, Mistério, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Desculpa pela demora, deu rolos hoje e quase não pude mandar :3

Bem, aproveitem

Capítulo 7 - O projeto de café 2 de 2


*bebe e limpa a garganta* - Ahh, como eu adoro água :3

- Bem, se sente melhor agora?

- Sim Sim. Então, podemos?

- Claro

Bem, aqueles assassinos são profissionais então achar algo que me pudesse levar as respostas seria um saco, mas para minha sorte essa missão tinha sido levada por Luxy, O Gengar.

- Então esse era o nome de-, pera é o homem ou mulher?

- Mistérios e mais mistérios.

- Fala logo.

- Mulher, ok? Eu hein.

- Ok, agora pode continuar.

Bem, ela tem uma falha que quem a conhece pode se utilizar disso muito bem. Ela tem mania de mistério e coloca pistas complicadas para levar as respostas que as pessoas querem.

- Ou seja?

- Ela deixa dicas muito difíceis de encontrar.

Pedi á Ninetails para nós deixar a sós. Ela claro ficou relutante, mas depois de um pouco de conversa a convenci, mas antes de sair ela perguntou:

*iniciando conversa dentro da historia*

- Nossa me desculpa a minha má educação, quais são os seus nomes?

- Patrick- O mesmo diz com um pouco de arrogância.

- ...Luck, e o seu?

- Lucy

*saindo da conversa dentro da historia*

- Pergunta séria... Ela sorriu? Se sim, você corou?

- Sim e não respectivamente.

- Uau, ela com certeza estava gostando de você. Talvez um tempo juntos teria mostrado isso.

- Eu sinceramente vou te matar se ficar falando merda.

- Mas você nunca ficou apaixonado?

- Sim, mas essa historia é mais para frente.

- NÃOOOO. Ahh, continua para eu tentar me esquecer desse último fato.

Bem, eu e o Patrick começamos tentando procurar algo escondido e como já esperado não encontramos nada, então fomos para a próxima fase. Que era usar alguns produtos químicos para poder encontrar algo escondido, tentamos varias coisas como sprays, visão de calor e noturna até que ele deu uma ideia muito boa.

- Qual?

Se Luxy tinha botado fogo ali então a dica estava relacionada a fogo e assim acendi um fosforo e comecei a passar ele perto das paredes até que apareceu 3 “X” escondidos no mapa da cidade. Era obvio que o resto das dicas estavam naqueles três locais e então fomos explorar até que chegamos no primeiro X no norte da cidade e estava exatamente encima de um grafite peculiar.

- Sobre o que era?

- Um monte de pokémons do tipo fantasma, mas só existia um Gengar no desenho, ele estava bem baixo e de costas.

- O que você fez com essa informação?

Bem, fiquei tocando naquela parte até perceber que um dos tijolos estava meio solto e então eu o retirei com extrema facilidade, mostrando que lá dentro tinha um pequeno pedaço de papel.

- O que estava escrito?

- Você quer realmente saber?

- CLARO Q SIM

- Ok, ok. Estava escrito “txlqch, rlwr”

- O que significa?

- Significa “quinze, oito”. Estava criptografada com a cifra de Cesar.

Demorou um pouco, mas depois de algumas horas pegamos os outros dois papeis que davam mais números.

- Mas como você sabe a criptografia de Cesar? E para que os números?

- Uma coisa de cada vez. Eu tive que aprender todas as formas de criptografia do mundo, primeiro achei que fosse um anagrama mas as palavras não davam então usei a cifra que deu certo.

- E os números?

- Davam coordenadas para outra parede, só que ela não tinha grafite e parecia solida.

- Parecia?

- Depois de eu dar uns empurrões, percebi que era oca então depois de uma batida forte a parede desmoronou.

- O que tinha ali? 

- Umas escadas que desciam.

Depois de descermos eu percebi que alguém estava nos seguindo, fingi que nada estava acontecendo até achar uma chance para pegar quem é que fosse. Quando finalmente descemos tudo, chegamos em um laboratório extremamente avançado com tudo vazio, eu sabia que ali acabava a trilha então usei o meu spray de tinta que mostrou que havia fios transparentes no topo e escreviam algo.

- Oq?

- Você chegou no seu destino.

- Como assim?

- Eu cheguei a conclusão obvia, ela queria que chegássemos aqui e ponto. Não tem uma continuação para o que tinha alí, mesmo que isso não fosse um problema.

- Q?

Eu tinha chegado a resposta um tempo antes, no momento que descobrimos que Luxy tinha roubado aquele projeto. Ela gosta de mostrar que as pessoas não são realmente que dizem ser.

- Então ele era?

- Algum tipo de cientista com invenções ou ideais tão avançadas que apenas os melhores assassinos da organização seriam confiados a roubá-las.

- Pera você ainda não sabe oq ele era?

Te conto quando chegarmos em um momento que me encontrei com ela. Bem, depois disso Lucy sai das sombras e olha para mim com fúria.

- Fúria!?

E depois diz:

*iniciando conversa dentro da historia*

- Aquela pessoa tinha razão... você veio terminar o trabalho, não?

Patrick responde:

- Não, nós estamos procurando quem fez isso!

Ela depois mostra um projeto e percebo que o meu erro em dedução. Na ficha da missão dizia que ela tinha sido um fracasso, mas não dizia porque e agora que eu entendi. Ela estava esperando até agora para alguém vir pegar o ultimo projeto. Por isso achava que era a gente.

- Lucy- Eu falei calmamente – Estamos aqui para investigar e procurar quem fez isso. Estou atrás das pessoas que fizeram isso com o seu primo e vou não apenas vingar ele, mas também todos as outras famílias que foram destruídas e vidas não terminadas.

Ela ficou quieta por um tempo pensando de olhos fechados. Quando os abre ela nós olha e fala de forma muito seria:

- Vão embora e não se atrevam a voltar.

Patrick ia tentar argumentar quando eu o parei e percebi que ele estava tentando de tudo para me ajudar. Até mesmo argumentar contra alguém que ele sabia que tinha todas as razões para me matar, afinal eu de certa forma era companheiro daqueles assassinos.

- Vamos Patrick.

Depois de sairmos e continuarmos para a próxima cidade, eu paro e digo a ele:

- Seu treinamento começa amanhã, leio os seus livros para você se preparar também mentalmente.

- Espera, você tá me dizendo que agora eu sou o seu...

- Sim.

*terminando dialogo dentro da historia*

Ele parecia que ia chorar, mas bem. Foi assim que ele conseguiu minha confiança e se tornou o meu pupilo.

- Isso foi até que comovente.

- Bem, vou para o meu hotel. To cansado, amanhã continuamos com as minhas historias.

- Ok.

*Saindo da agencia de detetives*

- Eu vou te encontrar parceiro... Eu prometo.


Notas Finais


Caso você tenha gostado, favoritem a historia e me sigam para saber quando o próximo vai sair. E para tambem me mostrar que estão gostando.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...