História Pokémon: Honor, Freedom and Peace - Interativa - Capítulo 3


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Categorias Pokémon
Personagens Aaron, Absol, Aggron, Articuno, Braixen, Bulbassaur, Celebi, Charizard, Charmander, Chikorita, Cubone, Eevee, Fennekin, Gardevoir, Gastly, Greninja, Gyarados, Honedge, Jigglypuff, Jolteon, Leafeon, Lucario, Luxray, Meowth, Mew, Mewtwo, Mimikyu, Moltres, Ninetales, Oshawott, Personagens Originais, Pichu, Pidgey, Pikachu, Ralts, Regigigas, Registeel, Riolu, Snivy, Snorunt, Squirtle, Togepi, Trapinch, Treecko, Umbreon, Xerneas, Yveltal, Zapdos, Zekrom
Tags Interativa, Pokémon, Pokemon Interativa, Revolução
Visualizações 39
Palavras 1.285
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Drama (Tragédia), Ficção, Mistério, Romance e Novela, Suspense, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Pansexualidade, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Gente, eu to super estranhando o fato de eu ter várias ideias para capítulo e conseguir escrever elas em questão de horas!
Alguma desgraça vai acontecer comigo eu to sentindo ;-;

Provavelmente vou ficar de recuperação e um castigo lindo ; - ;
Ok, vamos ao capítulo.

Capítulo 3 - Um Alarme


Naquele beco escuro, um trio de Pokémon com forma de raposa se encaravam. Sendo duas delas, bem magras, elas tinham alguns ossos das costelas aparentes enquanto a outra parecia saudável. A raposa branca de lencinho azul olhava para as patas um tanto envergonhado. Ele odiava sua família, mas mesmo assim, mencionou o sobrenome novamente.

Por poucos segundos passou por sua mente que deveria parar de falar o nome dele por aí e inventar um outro, como um disfarce.

– Frostell? – Quatro virou a cabeça de lado, como alguém da nobreza e de uma família muito conhecida colocava as patas em um lugar tão impuro quanto o Distrito Antigo?

– Tem algum problema? – O Vulpix branco olhou incerto, tinha um certa intuição sobre aquelas crianças e não queria ignorar a mesma. Eles pareciam ser até um pouco fortes, para alguém que estava no início da juventude.

– Na verdade nenhum... – O Fennekin subiu em cima de uma velha caixa de madeira – Só estou um pouco curioso, o que faz aqui?

– Nesse momento, sendo salvo por vocês dois. – Brincou e olhou preocupado para o céu que escurecia aos poucos e lentamente, como se estivesse com preguiça de anoitecer – Estava ajudando alguém...

– Hm... – A Zorua fechou os olhos pensativa e depois os abriu voltando-os para a raposa branca de pelos felpudos – Você está bem longe de casa...

– Um pouco.

Os dois não-catalogados se olharam e concordaram com a cabeça novamente. Ice em comparação não entendeu nada, eles tinham algum tipo de conexão psíquica por acaso? 

O Fennekin voltou a olhar para o jovem nobre á sua frente e deu um belo sorriso.

– Concordamos em te levar até sua moradia, vossa magnificência. – Quatro inflou o peito tentando imitar um guarda, mas logo a postura “nobre” desapareceu quando escutou a amiga rindo escandalosamente dele, suas bochechas esquentaram e ele se sentiu como um Magcargo, vermelho, lento e burro – Treze para de rir de mim! Quer estragar a minha moral?!

Treze não suportou mais uma vez e se jogou no chão poeirento, batendo uma das patas dianteiras no chão e chorando de tanto rir do colega. Enquanto Ice tentava assimilar o que tinha acabado de acontecer.

 – Treze! Para! – O Fennekin olhou envergonhado para o Alola Vulpix que deu uma risadinha baixa, a raposa de pelos amarelos deu um sorriso desconcertado com as orelhas viradas para trás. De repente o som alto de uma trombeta soou alarmando á todos que se olharam assustados.

– O que foi isso? – O Vulpix virou a cabeça para os lados procurando a direção de onde o alarme havia vindo.

– Um alarme... – Quatro murmurou e a raposa de pelagem escura levantou uma das sobrancelhas como se dissesse: “Conte-me uma novidade”. Sem nem pensar duas vezes o Pokémon de fogo mostrou a língua para a amiga que se fez de ofendida – Um alarme para os guardas reais se reunirem.

– Então algo grande vai acontecer... – A Zorua se levantou, e correu para fora do beco. Parou quando chegou na frente e olhou para os lados, depois para os colegas ainda no beco – Vocês não vêm? 

[...]

Em um outro lugar, no Distrito Nobre. Uma Braixen de pelagem bagunçada e alguns fios de pelo grisalhos por conta da idade procurava algo no chão de sua biblioteca em meio aos montes de pastas, livros e documentos largados. Estava uma completa bagunça, como se tivessem feito uma festa no lugar.

– Onde estão eles? – Perguntou alto e depois soltando um “Ah!” de surpresa quando finalmente achou o que queria e colocou no rosto – Finalmente achei os meus óculos. – Disse ajeitando os óculos de leitura e depois o lenço branco com babados de seu pescoço. 

A porta do estabelecimento se abriu e uma figura azul segurando uma pilha de livros entrou com certa dificuldade – O-Onde eu deixo isso Sra. Fleming?

– Oh! Deixe tudo aí no chão mesmo. Depois eu arrumo. – A Braixen pegou uma lista e riscou algo com a caneta tinteiro que estava no final de uma das pilhas. A outra Pokémon se abaixou colocando os livros no chão e suspirou aliviada. Sra. Fleming olhou bem para a Lucario em sua frente e comentou com voz calma – Você é sempre muito gentil, igualzinha á sua mãe Aurea.

– Obrigada – A Lucario sorriu e se aproximou da menor que mordia a caneta olhando a lista – Tem certeza que é a última pilha?

– Sim, sim. Eu tenho, com toda a certeza! – Respondeu de olhos arregalados e depois voltou a olhar a lista – Agora que você falou... eu não sei. 

– Hum. Depois podemos verificar isso. – Kali olhou a biblioteca, com os olhos brilhando de admiração – Eu realmente admiro a sua decisão e a do seu marido de criarem uma biblioteca que todos vão poder usar. 

– A única coisa que tem de admirar é a si mesma Srta. Reynard. Que conseguiu fazer com que nós dois abríssemos os nossos olhos para o mundo de verdade. – Um Delphox Shiny com uma gravata vermelha entrou segurando alguns documentos e deixou todos sobre uma mesinha. A Braixen fez uma cara de espanto quando viu o marido entrar em sua biblioteca – Você esqueceu os documentos que contam da lei de catalogação, minha querida.

– Como conseguiram esses documentos? – Kali falou surpresa olhando as folhas manuscritas em Unown, um dialeto antigo e difícil de decifrar. Enquanto a Sra. Fleming se ocupava em arrumar os livros nas prateleiras por ordem alfabética e categoria.

- Ah, isso? São apenas cópias, as originais estão no escritório da Governanta Aria. – O Delphox respondeu, e procurou um livro que decifrasse a língua antiga. Puxando um livro da prateleira que a sua querida esposa tinha acabado de arrumar e depois entregando para a jovem – Você me parece bem interessada nisso... Quer que eu lhe empreste? 

– Claro! Eu posso levar essas cópias? Não vai ter problema? – Kali disse pegando o livro com o título: “Dialetos Antigos e Suas Interpretações.” 

O Delphox Shiny riu se divertindo, ele tinha uma risada um tanto anasalada que fazia parecer que estava se engasgando. 

– Não terá problemas se me prometer que vai devolver. – Ele olhou para a esposa que concordou. 

Uma trombeta foi tocada, e Kali suspirou, reconhecendo muito bem que toque era aquele – Tem como deixar ‘eles’ reservados para mim? Eu vou buscar na volta. 

– Claro, pode ir. – O Sr. Fleming pegou o livro e alguns documentos deixando-os separados das outras coisas – Até mais Srta. Reynard, e boa sorte!

A Lucario saiu da biblioteca indo em direção ao Pátio Central, um local privado dos outros cidadãos muito utilizado pela guarda real para treinamento. Na frente de vários soldados estava o Capitão da Guarda, Dante Reynard que respectivamente era o pai de Kali. Ele estava com as mãos nas costas andando de um lado para o outro, lançando um olhar rigoroso aos soldados.

– Muito bem, vocês devem estar se perguntando, o que vieram fazer aqui, estou certo? 

Alguns dos soldados concordaram com a cabeça e outros simplesmente gritaram: “Sim, senhor!”. Kali ficou parada em silencio olhando para o pai.

– Como alguns de vocês sabem, grupos rebeldes vem crescendo nos distritos Comercial e Antigo. E hoje tivemos noticias de um dos nossos espiões infiltrados que confirma as nossas suspeitas. 

Os soldados de baixa patente se olharam confusos e um burburinho foi escutado. Dante soltou um rosnado alto fazendo com que todo o barulho fosse cessado.

– Eles pretendem tirar a nossa Governanta usando a força, irão fazer uma rebelião, não entendendo que esse sistema é a única coisa que irá salvar todos nós. E também foi descoberto que eles tem espiões entre nós... – Os soldados se manterão indiferentes e Dante olhou diretamente para sua querida filha – Caso, vocês desconfiem de alguém da guarda. Devem contar imediatamente para mim e mais ninguém! Entenderam bem?! 

Imediatamente todos os soldados gritaram em uníssono:

– Sim, senhor!


Notas Finais


Curiosidade:
O Sr. e Sra. Fleming tiveram um casamento arranjado, eles meio que se odiavam. Mas, com o tempo Diana(Braixen) aprendeu a conviver com isso até descobrir que o seu marido Charles também tinha uma paixão por livros. E aí uma coisa, levou a outra e eles se apaixonaram. Charles é o secretário da Governanta.

Meus filhos lindos
Um Bye! da Tia Méuri.


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