História Pokémon: Um Novo Começo - Interativa - Capítulo 6


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Categorias Pokémon
Personagens Personagens Originais
Visualizações 74
Palavras 1.988
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Pansexualidade, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olá Treinadores Pokémon!
Bom, aqui está o capítulo que era para ser lançado ontem ^^'

Mil desculpas pelo atraso, mas a falta de tempo e bloqueios de criatividade me limitaram...
Bom, como há dois grupos separados, vou tentar escrever em dois capítulos, cada um com um grupo em foco, caso assim não fique bom, por favor, me falem e eu busco outra forma de escrever!

O capitulo ficou meio curtinho, mas tem tudo o que precisam saber!
Espero que gostem!

XoXo

Capítulo 6 - Ep. 04 - Alerta! Perigo às Margens da Floresta!


Fanfic / Fanfiction Pokémon: Um Novo Começo - Interativa - Capítulo 6 - Ep. 04 - Alerta! Perigo às Margens da Floresta!

Dia 19/01/2018 – Quinto Dia de Jornada

Um dia se passou depois do grupo de treinadores se separar em dois, a viagem foi um tanto mais quieta por certo tempo, até o “estranhismo” da falta de companhia ficar para trás e os jovens logo voltaram ao seu estado habitual. Maxell ia um tanto eufórico à frente, sua confiança estava nas alturas após ganhar sua primeira insígnia, Daniel também mantinha-se confiante, porém sua fome falava mais alto, Saya foi quem mais diminuiu o semblante, no entanto, logo o recuperou, afinal, foi uma sábia decisão, Theodore por sua vez, mantinha-se quieto e reflexivo, como o habitual.

- Max-san... Vamos parar?! – Daniel disse em tom lamentoso. – Eu to com muita fome!!! – O rapaz fingiu choro.

- Danny-san! Você come demais! – Maxell observou. – Não sei como não engorda! Parece até um Snorlax comilão! A única diferença é que você é magro hahahaha. – Maxell caçoou do amigo.

- Aaaah! – Daniel ignorou a brincadeira. – Eu gasto muita energia... – Justificou-se.

- Hahahaha... – Saya sorriu. – Seria bom se todos pudéssemos ser iguais a você, não é Teddy-san? – Saya tentou incluir Theodore na conversa, percebeu que o rapaz sempre ficava um tanto mais afastado e sentiu a necessidade de ajudá-lo a se enturmar.

- Sim... – Theodore tentou, mas sua timidez o impediu de aproximar-se mais.

Viajando pela margem da Floresta de Viridian, o caminho até Pewter City tornava-se mais rápido, porém quase nunca encontravam outro treinador ou Pokémon selvagem.

- Danny-san, vamos fazer o seguinte, eu paro, mas só se você me vencer em uma batalha! O que me diz? – Maxell o desafiou um tanto confiante.

- Se você está pedindo isso, é porque já quer parar! – Daniel fez sua Pokébola, que estava minimizada, aumentar de tamanho.

Os jovens logo começaram uma batalha amistosa, Mudkip vs Froakie, uma batalha que com certeza demoraria para ter um vencedor, enquanto os dois definiam como seria o trajeto, Saya e Theodore sentaram-se para descançar.

- Teddy-san... Posso te perguntar uma coisa? – Saya o olhou curiosa.

- Sim... – Theodore assentiu.

- Você e Emma-chan tinham alguma coisa? – Saya o olhou inocente.

- Hã-hã... Nã-não... – Theodore negou envergonhado. – Apenas conversávamos um pouco mais...

- Entendi, apenas amigos, então... – Saya sorriu. – Bom... ela deve fazer falta pra você agora, porque estou te achando muito sozinho... – Saya ponderou.

- Oh... – Theodore não tinha pensado nisso até o momento, apesar de ainda não considerar Emma sua melhor amiga, ou talvez até mesmo como amiga, Theodore não havia percebido que a jovem sempre buscava conversar com ele, como Saya fazia agora. – Eu...

- ?? – Saya o olhou confusa quando o rapaz não terminou sua fala.

- Eu... – Theodore não conseguiu se abrir, como queria. – Eu sinto falta do grupo, como um todo. – Theodore disse um tanto sem expressão. A única coisa que sentia, era que ele era uma enorme pilha de lixo, nem manter uma conversa ele era capaz. Arrependeu-se do dia que se uniu àquele grupo, sentiu que deveria se manter isolado, sozinho, assim era o melhor.

- Eu também. – Saya concordou. – É difícil ser a única mulher no meio de tantos homens hahaha... Às vezes vocês são bem infantis hahaha...

- Haha... é verdade... – Theodore concordou lembrando-se do que sempre lhe diziam “Isso é coisa de criança, você parece criança com isso”. Sentiu que deveria se manter reservado quanto a isso.

- Buuááááááá... – O choro de uma criança foi ouvido perto dali.

Instintivamente Theodore e Saya se levantaram para ver de onde era, enquanto os outros dois rapazes nem ao menos escutaram, concentrados em sua batalha.

- Mudkip... – Daniel estava pronto para dar uma ordem quando Saya interferiu na batalha.

- Shhhiuuuu! – A garota levou o indicador ao lábio e logo todos calaram.

O choro da criança aumentou, até que viram a silhueta se aproximando cada vez mais. O pequeno garoto de pele negra e cabelos crespos corria chorando o mais alto que podia, queria socorro, mas ninguém o ouvia.

- Hey, hey hey... – Saya agachou-se e segurou o garoto, amparando-o em seus braços. – O que foi? O que aconteceu?

- E-e-e-eu estav-estava... – O garoto disse aos prantos. – c-c-com me-meu...

- Hey... acalme-se... – Saya soltou Chikorita da Pokébola. – Chikorita, lance um perfume agradável para acalmarmos esse mocinho... – Saya foi o mais carinhosa possível.

- Humm... – Theodore agachou-se até ficar próximo do garoto. – Olha... Eu tenho isso aqui... – Mostrou-lhe uma garrafinha de água e um pirulito. – Que tal você tomar um gole, se acalmar e nos dizer o que aconteu...

- Uhumm... – O menino disse secando as lágrimas.

- Primeiro, vamos por partes... – Saya disse carinhosa. – Como é seu nome?

- Lucas. – O menino respondeu após tomar um gole d’água.

- Então, Lucas. – Theodore continuou. – O que aconteceu pra você estar chorando.

- Meu pai... – As lágrimas voltaram a escorrer pelos seus olhos. – Eu estava caminhando com meu pai, quando um homem mal tentou levar o Pokémon dele embora...

- Meu Deus... – Saya surpreendeu-se.

- E onde seu pai está agora? – Maxell perguntou.

- Eu não sei... – O menino lamentou. – Ele me mandou correr e eu corri...

- Você pode nos levar até ele? – Theodore perguntou.

- Cara... tentaram roubar o Pokémon do pai do menino, não é melhor a gente procurar uma Oficial Jenny? – Maxell repreendeu, aquela era coisa mais certa a se fazer.

- Vão atrás da Oficial, eu vou com ele. – Theodore afirmou.

- Eu também! – Saya se prontificou. Não veria injustiças como aquela.

- É muito perigoso... – Daniel advertiu. – Deixe então que eu e Max-san vamos, vocês dois procuram a Jenny da região.

- Eu vou fingir que não ouvi isso, Danny-san! – Saya respondeu indignada. – Não é porque eu sou mulher que não posso lidar com algo perigoso!

- Não foi isso que eu quis dizer!!! – Daniel sorriu sem graça, queria apenas proteger.

- Então vão atrás da Jenny-san que eu e Theodore vamos com Lucas! – Saya decretou.

- Mas... – Maxell tentou argumentar.

- Sem “mas”. – Saya disse decidida.

E assim os jovens se separaram, Theodore e Saya acompanharam o garoto até o local onde vira seu pai pela última vez, enquanto Maxell e Daniel saíram à procura da Oficial Jenny local.

Uma pequena corrida de dez minutos os levaram até onde a criança deixara seu pai, Saya e Theodore vasculharam o local, mas não encontraram nada. Foi quando o garoto viu algo brilhando no chão.

- Olha! – O menino correu. – Essa é a corrente do meu pai! – O jovem levantou uma fina corrente banhada a ouro com um crucifixo de pingente. As lágrimas vieram à seus olhos. – Papai...

- Não chora. – Saya estendeu um lenço para a criança. – Nós vamos te ajudar!

- Não importa o que seja! – Theodore disse convicto. – Nós vamos te ajudar. – O rapaz rapidamente colocou sua mochila no chão e começou a retirar certos objetos.

- O que... – Saya observou o rapaz um tanto confusa. – É um Pokémon Egg? – A garota se surpreendeu. – Emma tinha um também...

- Ganhei... – Theodore disse um tanto sem graça. – ... do meu irmão... – O rapaz retirou um binóculo. – Aqui! – Exclamou contente. – Seja quem for que atacou seu pai, não deve estar longe. – O rapaz começou a escalar uma árvore, era um tanto difícil, no entanto, quando deu por si, os chicotes da Chikorita de Saya o erguiam até o alto.

- Está vendo alguma coisa? – Saya gritou de baixo.

- SIM! – Theodore respondeu. – Ele não está longe daqui!

Os jovens correram até onde Theodore os levou. Um homem caído ao chão estava muito ferido, Lucas correu até ele, era seu pai, o garoto chorava em seu colo enquanto os dois treinadores encaravam o homem em pé à frente.

- Ora, então o garoto trouxe “ajuda”. - Um homem de cabelos negros e olhos profundamente azuis debochou. – Mostre-me seus Pokémons e eu decido se vale a pena a perca de tempo.

- Então é você que está tentando roubar o Pokémon desse homem? – Theodore o encarou.

- Tentando? – O rapaz continuou com o tom de deboche. – Eu já consegui. – Sorriu vitorioso.

- Então eu sinto te desapontar... – Saya tomou frente, odiava ver injustiças. – Mas terá que devolver!

- Chiko chiko! – Sua Chikorita tomou frente da dona, encarando o inimigo.

- HHAHAHAAHAHAHA! – O rapaz sorriu triunfante. – E acham que essa pequena Chikorita vai me deter? Já enfrentei coisa muito pior, garota insolente. Mas se quer me enfrentar mesmo assim, venha! – Vai RAICHU!

- Rai! Rai! – O Pokémon saiu da Pokébola com um sorriso vitorioso.

- Saya-chan... – Theodore disse baixo. – Ele me parece muito poderoso.

- Não interessa! Ele não vai roubar Pokémons quando bem entender! – A jovem disse com os olhos em chamas. – Chikorita, Razor Leaf! – Saya estendeu o indicador e Chikorita lançou seu golpe contra o oponente.

- Raichu, desvie e use Iron Tail! – O homem ordenou ao Pokémon.

- Rairai!

- Chikorita, esquive! – Saya alertou o Pokémon. – Agora, Poison Powder! – Saya percebeu que aquele Raichu já era muito mais experiente, deveria ser esperta para enfrenta-lo, do contrário, Chikorita sofreria.

- Raichu... – O ladrão de pokémons o chamou com pesar.

Raichu ainda estava de pé, mas o veneno sob seu corpo o deixava mais cansado, a exaustão veio quando, depois de muitos golpes e esquivas, Chikorita conseguiu acertar sua Razor Leaf.

- Muito bem... Você conseguiu vencer meu amado Raichu, mesmo Poison Powder não sendo um golpe tão bem efetivo, aos poucos ele acaba com a energia do Pokémon, a esquiva de sua Chikorita é surpreendente. – O homem observou a garota e o Pokémon ao seu lado. – Você conquistou minha atenção e, portanto, devo me apresentar à você, meu nome é Hatori Kino, membro da Team Doom. – O rapaz voltou seu Raichu para a Pokébola. – Você ainda vai ouvir falar de mim!

- Vamos ouvir você devolvendo o Pokémon desse homem! – Theodore o encarou. – Saya o venceu!

- Humm... Saya, então... – Hatori fitou sua oponente. – Nós não apostamos nada!

- PODE PARAR! – A oficial Jenny chegou com os outros dois rapazes. – Você está preso! – Jenny indicou o polegar e um poderoso Arcanine pulou contra o rapaz.

- Adeus, Saya-san! – Hatori lançou uma Pokébola negra e de lá saiu um Aerodactyl envolto por uma densa camada negra as batidas de asa do Pokémon fez com que todos protegessem os olhos, dando a chance do ladrão e do Pokémon escaparem.

Quando a ventania foi embora, Hatori e Aerodactyl já não eram mais vistos. Jenny ajoelhou-se ao homem ferido e à criança.

- Precisamos de uma ambulância. – A Policial Pokémon pegou seu comunicador e avisou a central. – Mandem uma ambulância para o Km 12 da Rota 2.

- Jenny-san. – Daniel a chamou. – O que é essa... Team Doom?

- Sinto muito terem que passar por isso... – Jenny olhou aos jovens. – Team Doom é uma organização criminosa que já há anos opera nas sombras. Pelo pouco que sabemos, possuem os mais brilhantes cientistas Pokémon, e foram eles que fabricaram as Snag Balls. – A oficial mostrou uma foto pelo seu celular, uma Pokébola negra com detalhes arroxeados. – Com isso, eles conseguem capturar os Pokémons de treinadores, dizem que assim que capturados, os Pokémons esquecem-se de seus antigos donos e sofrem influência de uma energia maligna, que os deixam motivados apenas por dor e sofrimento.

- Isso é horrível! – Saya apertou seu punho contra o peito.

- E existe alguma forma de reaver o Pokémon de volta? – Maxell perguntou.

- Até onde sabemos, sim. Basta que o treinador consiga destruir a Snag Ball e recapturar o Pokémon... Mas... muitos desistem, já que seus Pokémons tornam-se descontrolados e agressivos.

- Nós... Podemos fazer algo? – Theodore perguntou assustado.

- Apenas tomem cuidado, e caso os encontrem novamente em sua jornada, reportem a Oficial Jenny mais próxima.

O fim da tarde chegou, Jenny levara o homem ferido e seu filho para um Hospital, iria ainda o interrogar e descobrir o que aquele homem queria ali. Saya, Theodore, Maxell e Daniel, descobriram o que era a Team Doom e deram apenas o primeiro passo rumo ao perigo que a equipe oferecia.

Continua~

  


Notas Finais




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