História Pokémon: War - Capítulo 76


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Categorias Pokémon
Personagens Personagens Originais
Tags Destruindo Infancias, Guerra Pokémon, Origem Dos Pokémon, Pokémon Versão Adulta
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Palavras 1.030
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Luta, Romance e Novela, Saga, Suspense, Terror e Horror, Universo Alternativo
Avisos: Drogas, Estupro, Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Capítulo saiu bem antes do previsto, é pra compensar o atraso do anterior kkkk'

Capítulo 76 - Véspera de Batalha


Giovanni foi morto e finalmente a Resistencia concluiu seu objetivo. Seria motivo para comemoração o fato do governo finalmente ter sido derrubado após todo esse tempo, se não fosse o fato de que uma guerra se aproxima.

Ainda não podemos instaurar uma democracia. Temos que manter um poder com total controle para organizar os preparativos para a guerra.

O que me faz questionar sobre como isso se difere do que o antigo governo fazia. A questão é que não se difere.   

Vitor foi nomeado como governante temporário por ser descendente direto de Giovanni. Ele fez declarações públicas se colocando como o herói da resistência responsável por destruir os tiranos das três grandes famílias. 

Apesar disso ele não passa de uma figura de proa utilizada como estratégia para obter o apoio da população. E funcionou.   

Logo conquistou o amor de todos, inclusive o do exercito. Eles estavam cansados de seguir o boçal do Giovanni então qualquer um que o substituísse seria recebido de braços abertos.

A resistência começou a instalação de bases por todo o território, inclusive em Alola e na região que antes pertencia à Kanto, além das outras instalações que o governo e a própria resistência já possuía.

A fusão do exercito oficial e a resistência gerou diversas modificações nos cargos, patentes e na organização geral. Os times se tornaram divisões especiais; o Valor comandado por Vitor, o Mystic por Ryan e Luckas assumiu o comando do Instinct após Sparkles se tornar comandante geral da Resistência devido a morte de Candella.  

Mas agora existe a formação de uma nova divisão: Integrity, simbolizados pela cor prata e o símbolo de Lugia. São os soldados rasos que não possuem nenhuma habilidade especial de luta, inteligência ou furtividade logo não podem pertencer a nenhum dos times anteriores.

Mira está liderando as equipes nos laboratórios para a obtenção de novos pokemon e eu mantive minha patente, focando no treinamento para podermos ter alguma chance para derrotar Mewtwo.

Foi basicamente isso que aconteceu nos últimos dias.

À noite me deito ao lado de Vitor. Durante a noite é o único momento em que posso ter contato com ele, assim como meus únicos momentos com Luckas é durante o café da manhã. Vejo Ryan e Mira ocasionalmente durante as demais refeições.

Sinto seus braços passarem ao redor de minha cintura e seu corpo se posicionar atrás de mim.

— Tá quase acabando — diz ele.

Suspiro.

— Isso não necessariamente é uma coisa boa — respondo. — Até onde sabemos podemos todos morrer nisso tudo.

Ele beija minha nuca por trás e aumenta a força de sua pegada em mim. Aparentemente está mais carente hoje do que o normal.

— Nós sempre estamos correndo perigo de morte. A batalha vai aquietar a ansiedade que estamos sentindo, se morrermos ao menos será rápido.

Não posso evitar concordar com ele. Me sinto muito melhor lutando, mesmo em condições adversas, do que esperando lentamente o que pode vir a ocorrer.

Sempre preferi forçar as circunstancias a acontecerem a simplesmente esperar passivamente pelo seu impacto. Isso acabou, por vezes, a me colocar em situações bem ruins, mas não é algo que eu consiga mudar. É minha essência, é quem eu sou.

Viro-me na cama e beijo Vitor ternamente nos lábios. O que contrasta com os beijos sensuais e cheios de luxuria que trocamos durante as transas que tivemos nos últimos dias.

Sou muito grato por tê-lo comigo, assim como Luckas. É difícil imaginar minha vida sem os dois nela, são basicamente a única coisa que me resta junto de minha família e os meu pokemon.

— Espero que possamos ter um momento para relaxar após essa guerra. Nunca dei valor ao tempo que tivemos em Alola e agora tudo o que quero é um tempo como aquele.

— Podemos ir para Johto, como sugeri para morarmos depois de nos casarmos. *

Sorrio.

— Devemos levar Luckas e quero que minha família vá também. Talvez Mira e Ryan.

Ele me olha com curiosidade, perguntando silenciosamente porque proclamei o nome Ryan.

— Ele até que não é tão ruim. — Dou de ombros. — Nos aproximamos um pouco depois da missão no túnel. Não diria que somos amigos, mas meio que estamos no processo.

Vitor me beija e afasta as cobertas de cima de seu corpo, exibindo seus músculos enquanto traja apenas uma cueca. Nesse momento já sei que iremos transar.

 

 

No dia seguinte eu me encontro com Luckas no refeitório. Como de costume nos sentamos em uma mesa afastada de todos e conversamos sobre coisas aleatórias.

— Mira e eu ficamos ontem à noite — diz ele de repente.

— Isso é ótimo, cara. — Toco em seu ombro, o chacoalhando de leve. — Fico feliz por você! Como é que foi?

Ele coça a cabeça, um pouco desconfortável.

— Não foi nada demais, simplesmente comemos uns sanduiches no meu quarto e conversamos um pouco. Bom, rolou algumas outras coisas também...

Sorrio de sua falta de jeito. Acho irônico um garoto tão extrovertido quanto ele ter dificuldade em falar de um assunto tão natural quanto sexo.

No dia anterior a data marcada para a invasão de Mewtwo Luckas, Vitor e eu ficamos no quarto juntos. Jogamos cartas e conversamos. Rimos de piadas e histórias que passamos juntos. Nossos pokemon também estavam presentes.

Descobri que Luckas e Vitor jogaram muito truco após a invasão de Orion.

Acho que a melhor definição para aquele momento é aconchegante. Me senti tão seguro e feliz, muito mais do que senti em muito tempo. Estar ali fez com que eu fosse tomado por uma completa sensação de paz.

Era como nas manhãs de fim de ano em que minha mãe fazia torradas e meu pai levava a mim e meus irmãos para pescar. A noite todos fazíamos uma roda e dançávamos, celebrando o novo ano que se aproximava.

E exatamente a mesma sensação; conforto, paz, aconchego...

— Eu amo vocês — declaro.

— Também amo você — responderam Luckas e Vitor em uníssono enquanto os pokemon se afagavam em mim. Depois os garotos proclamaram as mesmas palavras um para o outro.

Acabamos dormindo ali, juntos. Aquela era a véspera da pior batalha que enfrentaríamos e o que estava por vir não era nem um pouco agradável. Mas naquele momento tudo o que eu estava sentindo era paz.  


Notas Finais


* A menção à Johto acontece no capítulo 42, intitulado "Dean e Vitor"

Achei importante ter esse capítulo antes do último arco. Se preparem que apartir de agora é só morte, destruição e sofrimento e exatamente por conta disso senti a necessidade de um capítulo mais tranquilo focado no amor que os personagens sentem um pelo outro.

Eu achei bem fofo. Adoro a amizade do Dean e Luckas e DeanVitor é um casal mega fofo <3

Falando neles, eu cogitei a ideia de fazer uma cena explícita de sexo entre os dois nesse capítulo, mas abandonei a ideia porque percebi que a simples menção já cumpriria o meu objetivo: mostrar que como casal eles realizam tais atos assim como a maior parte dos relacionamentos. Era pra acontecer isso no capítulo especial onde começam a namorar. Mas enfim... Vamos deixar isso pro Spin off deles (sim teremos um Spinn Off desse casalzão da Porr*, assim como alguns outros).

Normalmente eu não escrevo tanto nas notas finais, então me aguentem um pouco. Tô triste pela aproximação do fim dessa história.


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