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História Pokémon World - A Grande Imersão - Capítulo 3


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Notas do Autor


Quem curte uma ficção vai gostar desse
Violência também, esse ta cheio kkkkkkk
Espero que gostem!

Capítulo 3 - Exspiravírus


Sunyshore, Sinnoh - 2012

 

Aquele centro de pesquisas do Governo de Sinnoh estava movimentado naquele dia em especial. Todos andavam tensos, isso porque um novo patógeno seria testado. O mais letal e perverso até então desenvolvido pela indústria biotecnológica, conhecido como Exspiravírus.

 

O agente infeccioso recebeu esse nome em alusão aos pokémons fantasma, visto que a sua intenção era a destruição total do sistema nervoso humano e a liberação de todos os instintos monstruosos da natureza humana, pouco a pouco, para que o infectado sentisse a morte chegar lentamente.

 

O Exspiravírus era uma espécie mutante do vírus da Raiva, doença que, por si só, já devasta o sistema nervoso humano. Alguns genes especiais foram inseridos ao vírus, retirados do fungo Cordyceps, que infecta o cérebro dos pokémons fantasmas, controlando-os para procurarem locais propícios(úmidos e quentes) para a reprodução do fungo.

 

O Dr. Henry Wu aguardava, ansioso, na observação da sala de testes. Depois dos testes em Aipons e em Bunearys serem um sucesso, o Exspiravírus finalmente seria testado em seres humanos. A sala que ele se encontrava possuía diversas cadeiras em frente a um vidro transparente que dava para outro local, que seria onde as cobaias receberiam doses controladas do vírus.

 

Depois que tudo estava pronto, a cobaia foi levada até a sala de testes. No local possuía uma cadeira no centro, onde o prisioneiro politico que receberia a dose do Exspiravírus se sentaria e seria algemado. Todos os executivos responsáveis pelo funcionamento da pesquisa científica daquele vírus  assistiam o que ocorreria a seguir, e muitos deles demorariam para esquecer o horror que presenciaram.

 

A cobaia, que chamava Shido Tensei, recebe uma dose de um líquido azulado em suas veias. Ele geme dolorosamente quando o fluido entra em sua circulação. Os funcionários que aplicaram a dose-teste se retiram do local e o trancam.

 

 

Por cerca de vinte minutos nada acontece. As pessoas que assistiam prestavam muita atenção, parando apenas para anotar algumas observações, tais como suor frio no paciente, febre alta, ânsias de vômito, entre outros sintomas comuns. Porém, passado esse tempo, o paciente começa a tossir dolorosamente. A cada tosse, mais sangue saía.

 

Em menos de dois minutos, Shido sangrava pelos olhos, ouvidos, nariz e boca. Gritava de dor e tinha um começo de convulsão. Quando a crise atinge o ponto máximo, o homem vomita sangue no chão. Seus olhos estavam esbugalhados, e ocorria uma espécie de hemorragia interna dentro de seus globos oculares, deixando em um vermelho doentio onde antes era branco. E, então, subitamente, ele morre. Como se fosse desligado, o homem tomba inerte na cadeira.

 

 

Os representantes executivos do Governo de Sinnoh começam a conversar fervorosamente entre si. Anotavam o que viram, e discutiam como aquilo poderia ser lucrativo para a guerra, algo tão mortífero. Mas logo o papo se encerra quando eles percebem que Shido volta a se mexer.

 

Ele se chacoalhava nas algemas. Seus olhos, antes castanhos escuros, agora estavam em um vermelho doentio. Uma das funcionárias da empresa entra na sala de testes usando uma roupa à prova de contaminação biológica. Assim que a mulher entra na sala, Shido se agita. Solta um rosnado animalesco e gutural para a mulher.

 

 

Sangue e saliva misturados escorriam de sua boca enquanto ele rosnava para a funcionária. Ele batia os dentes, como se tentasse mordê-la à distância.  A mulher mal sabia, mas cometeu o pior erro de sua vida ao, sem querer, soltar Shido das algemas. Assim que ele fica de pé, ele se joga em cima dela, que cai ruidosamente no chão.

 

 

Shido morde o pescoço da mulher com tanta força que rasgou o plástico da roupa de proteção contra contaminação biológica, assim como a sua garganta. O sangue jorrava abundante enquanto o homem mastigava vitorioso um naco de pele, músculo, nervos e cartilagens.

 

 

Uma equipe de contenção chega e consegue retirar Shido do local, mas era tarde demais. A mulher morre, e Shido é levado para uma cela, onde seria estudado. Enquanto eles retiravam o corpo da mulher, percebem que ela começa a se mexer assim como a primeira cobaia. Levam, também, para a mesma cela onde Shido se encontrava. Os dois não se atacavam, e se agitavam quando alguma pessoa se aproximava da cela.

 

Mais quatro testes do Exspiravírus em seres humanos foram realizados, e todos obtiveram o mesmo resultado, embora em tempos diferentes.

 

No segundo teste, a cobaia foi uma mulher chamada Shirley Young, uma viciada em heroína que possuía diversas passagens pela polícia, inclusive a sua última prisão havia sido por agredir o próprio pokemon, um Clefairy.  Ela demorou oito horas para se morrer e se transformar na canibal lunática que Shido se tornou. Durante esses momentos, teve a sua sanidade perdida aos poucos, tosses, tonturas, desmaios, febre escaldante, entre outros sintomas agoniantes. O tempo foi diferente, porém, tudo ocorreu igual, principalmente a hemorragia ocular que tornou seus olhos, antes verdes, completamente vermelhos.

 

No terceiro teste, um homicida chamado Michael Heyers, que matou a própria esposa a facadas, foi a cobaia da vez. Ele levou duas horas para passar pelo processo que Shido e Shirley passaram, mas o resultado foi o mesmo: morreu da mesma forma e se tornou um canibal descontrolado sem um pingo de sanidade.

 

O quarto teste foi, de longe, o mais demorado. Uma mulher idosa com tumor cerebral em fase terminal que se ofereceu para ser cobaia, chamada Anastasia Udo. Ela levou quase um dia para se transformar completamente. À medida que esse dia passou, ela foi enlouquecendo pouco a pouco, se tornando cada vez mais descontrolada. Não chegou a morrer por conta da doença, mas tentava atacar os funcionários da mesma maneira que as outras cobaias. No final, o câncer a matou, e ela acordou novamente, idêntica aos três anteriores, ensandecida e com olhos vermelhos em tom hemorrágico.

 

O quinto teste foi o mais enigmático. Um homem que foi preso por estuprar a sua filha de um ano, chamado Carlos Parkinson, recebeu a dose-teste do Exspiravírus. Durante quatro horas ele passou pelos mesmos sintomas que todos os outros passaram, até que, num ato de total insanidade, ele morde o próprio punho, rompendo a sua artéria radial e o matando em pouco tempo. Alguns minutos após a sua morte, ele se levanta, em um estado idêntico ao dos outros infectados.

 

 

Os cientistas, liderados pelo geneticista Dr. Henry Wu, quebravam a cabeça para descobrir o por que o vírus agia de forma diferente em pessoas diferentes. O Exspiravírus era instável, o que o tornava muito mais perigoso, virulento e contagioso. Era a arma perfeita para uma guerra biológica, pois além da fácil contaminação, havia o fato de que os mortos pela doença se levantavam e atacavam os vivos, contaminando-os também.

 

 

 

 

 

Luke Kannemann – 1990

 

As primeiras semanas da Grande Imersão estavam sendo exaustivas para aquelas crianças. Treinavam muito duro, estudavam muito. Sílvio e os outros oficiais eram muito exigentes com eles. Eram mais de oito horas de treino por dia, sem parar.

 

- Muito bem, agora vamos entrar em uma nova fase, a das lutas – diz Sílvio, quando eles foram conhecer a Arena de Lutas – vocês lutarão entre si, e no final da Grande Imersão as vitórias contarão pontos e poderão dar uma patente mais alta no exército. Comecem Luke Kannemann e Eric Kenneth!

 

Luke e o garoto loiro sobem no ringue de luta. Quando eles se encaram, o garoto entende que ambos não queriam fazer aquilo, mas mesmo assim, se não fizessem, as conseqüências seriam graves.

 

Eric tenta acertar um soco na cara de Luke, que desvia facilmente e segura o punho do menino em suas mãos. Ele prende o antebraço do oponente ao seu, impedindo-o de escapar, e começa a desferir murros e mais murros em sua cara. Acerta chutes em suas costelas, e finalizando o adversário com uma avassaladora cabeçada no nariz, quebrando-o.  Os chutes, também, fraturaram algumas costelas.

 

Luke era um guerreiro nato, dava para ver só pela facilidade que ele venceu Eric, que era um garoto mais alto e musculoso que ele. Outras lutas ocorrem, dessa vez mais equilibradas. Depois de algumas, chega a vez de Jason confrontar um dos outros garotos, chamado Myke.

 

Os dois entram no ringue e Myke acerta um soco na cara de Jason. Porém aquilo mal abalou o garoto, que responde acertando um golpe no rosto do outro com a sua mão aberta. A palma de sua mão quebra o nariz do adversário, tamanha a força que Jason aplicou, e o sangue jorra, abundante.

 

- Certo, Luke e Jason foram os melhores até agora. Estão dispensados para almoçar! – diz Sílvio – depois, teremos prática de tiro.

 

Eles caminham até o refeitório, animados com os resultados. Todos os outros garotos sentavam-se para comer sozinhos, menos Luke e Jason, inseparáveis.

 

- Cara, você viu o que eu fiz com o Myke? – pergunta Jason, e depois enfia uma colher de arroz e feijão na boca.

 

- Foi genial, como você fez aquilo? Você arrebentou o nariz dele com um só golpe! – Luke colocava sal em sua salada.

 

- Cara, sinceramente não sei – diz Jason, sincero, cortando um pedaço de carne – parecia que eu estava no automático, eu simplesmente sabia o que fazer. Mas, ei, você com Eric foi genial, também. O arrebentou. Ele não teve nem chance

 

- Obrigado, cara – responde Luke – eu fiquei com muita raiva e descontei tudo nele.

 

- Ele é um pé no saco, mereceu muito. Mandou muito bem.

 

Os dois dão risada da declaração de Jason.

 

- Cara, meus músculos estão crescendo muito rápido – comenta Jason – eu era muito magro antes.

 

- Sim, você está forte demais! Eu também ganhei muito músculo, olha isso! – o bíceps de Luke tinha até estrias, de tão rápido que havia crescido.

 

- Está sinistro. Vamos ser os melhores desse programa, engolir todos. Ser os melhores soldados. – Os olhos de Jason brilham após dizer aquilo.

 

- Nós vamos nos tornar generais do exército. Iremos, juntos, esmagar aqueles imbecis de Sinnoh – diz Luke, também empolgado – vamos ficar de olho nesses frangotes ao nosso redor. Somos melhores que todos.

 

- Não tenho duvidas disso – responde Jason, tomando um gole de suco de morango – vou arregaçar eles um por um nas lutas.

 

O que eles não sabiam é que em todas as mesas tinham escutas. Sílvio e os outros oficiais ouviam, felicíssimos que aquelas duas crianças estavam demonstrando uma aptidão fora do normal para matar.

 

 

Jason Beckendorf – 1993

 

 

Jason e Luke tinham doze anos agora, mas facilmente poderiam se passar por rapazes de dezessete. Estavam fortíssimos, muito altos e com duras expressões no rosto. Eram os melhores lutadores, haviam vencido todos os outros garotos. A amizade também se estreitara, eram quase irmãos.

 

Três anos de treinos pesadíssimos, artes marciais e estudos os deixaram craques na arte da guerra. Todos os garotos da Grande Imersão estavam ficando bons, mas Jason e Luke eram melhores até mesmo que muitos soldados adultos. Naquele dia específico, os dois, junto com o resto da junta militar, terminam uma corrida em pelotão.

 

- Muito bem, agora entraremos em outra fase da Grande Imersão – Sílvio explica enquanto eles tomavam água – vocês terão aulas de tiro, comigo e com outro grande franco atirador do exército de Hoenn.

 

Após ele dizer isso, outro moreno forte com farda do exército chega. Encarava os pré-adolescentes com uma expressão de poucos amigos.

 

- Boa tarde, sou Mauro, franco atirador do exército – ele diz – deixarei vocês bons em tiro com diversos armamentos. Levem a sério esse curso e garanto que vocês sairão bom. Se não levarem à sério, bom... Não preciso nem falar. – e dá um sorrisinho.

 

A morte do garoto que foi racista com Jason ainda estava bem viva na memória de todos os pré-adolescentes. Ninguém protesta.

 

Eles seguem Mauro e Sílvio até um  grande espaço aberto.  Haviam diversos alvos nas mais diferentes distâncias, em uma crescente de cem metros a um quilômetro.

 

- Muito bem, vocês vão praticar tiros com os melhores rifles de alta precisão que o exército de Hoenn possui. Os Barret M82. Essas belezinhas aqui tem alcance de mil e quinhentos metros, se o atirador for bom o bastante para cobrir a distância.

 

 

Era uma arma robusta e grande, com um suporte para tripé. O coice devia ser fortíssimo. Todos os garotos atiram e iam muito mal, errando grosseiramente os tiros. A maioria sequer conseguia segurar a arma com o coice que dava. Porém, novamente, Jason e Luke se mostraram muito eficientes, com uma pontaria muito prodigiosa. Acertaram tudo em todas as distâncias.

 

 

- Você já viu algo assim antes, Mauro? – pergunta Sílvio, espantado com o desempenho de Jason e Luke nos tiros.

 

- Nunca, Sílvio – Mauro também estava assombrado – já é difícil acertar um tiro de 100 metros com muito treino, esses dois conseguiram acertar os de 1 km sem treino algum. Sem dúvidas serão grandes franco atiradores.

 

Jason e Luke dão soquinhos um nas mãos dos outros. E, por vários anos, a rotina daqueles jovens soldados seria assim. Treino pesado com diversos exercícios e musculação, luta e prática de tiro. Em breve, tornariam-se exímios assassinos.

 

 

Ash Ketchum – 2017

 

 

Ash, ainda de ressaca, sente o seu coração acelerar quando vê Serena. A loira corre em sua direção com um sorriso de orelha a orelha e o agarra em um abraço apertado, cheio de amor.

 

- Eu senti tanta saudade de você – Serena o apertava forte – esses anos se arrastaram... eu não via a hora de estar contigo de novo...

 

-  Eu senti tanta falta de você, Serena... – Ash sentia as lágrimas descerem – não via a hora de a gente estar juntos de novo.

 

- Eu assisti tudo! – diz Serena, segurando o rosto de Ash em suas mãos – a sua vitória... Ash, eu sei o quanto você mereceu aquilo... você é tão determinado... é uma inspiração para muitos... tenho orgulho de você.

 

- Você é tão linda... e tão boa comigo. – Ash não sabia o que dizer diante daqueles lindos olhos azuis o encarando.

 

 

Serena não diz nada, apenas o beija, sem se importar com Red, Barry e Paxton observando à cena. Os três ficam muito quietos, desconfortáveis. A sineta que indicava o início da aula da manhã os separa. Serena se despede e vai junto a suas amigas, enquanto Ash, Red, Barry e Paxton vão para a aula.

 

- Cara, você tem um problemão em mãos – diz Red para Ash, longe para que Paxton e Barry não ouvissem – está gostando da May e da Serena, não é?

 

- Eu não sei o que quero – admite Ash – e tenho medo delas descobrirem.

 

- Fique tranqüilo, se envolva com as duas que eu te ajudarei a esconder delas. – Red garante.

 

- Obrigado, irmão – diz Ash – como foi com a Misty ontem?

 

- Cara, ela rebola que é uma delícia – diz Red – Foi muito bom.

 

Eles se juntam aos outros amigos e vão para a aula de geografia. Era com um professor de vinte e tantos anos, muito novo, mas parecia ser muito legal. Chamava Guilherme.

 

- Bom dia, alunos – cumprimenta o jovem professor – sou o professor Guilherme, vou ensinar geografia para vocês. Alguém tem alguma pergunta?

 

Ninguém se pronuncia. Ash olha para um lado da sala e vê Serena, que lhe dá um sorrisinho cativante. Olha para o outro e vê May, que lhe manda um beijo.

 

- Muito bem, vamos começar falando dessa guerra que vivemos. A guerra que assola as regiões de Hoenn e Sinnoh desde 1988. Vai completar trinta anos, em breve. A origem? Lá atrás, quando acontecia a revolução das indústrias dessas regiões, elas disputavam economicamente a hegemonia do mundo. Kalos e Kanto tomam partido pelo aliado econômico Sinnoh; Unova e Johto por Hoenn. A única nação neutra foi Alola, que possui uma economia de subsistência baseada em pesca e agricultura. – o jovem professor explicava muito bem – Essa disputa econômica começou a tomar rumos militares, o que acelerou muito a produção de armas, o uso de pokemons como armas, e o fortalecimento dos exércitos. Em 1988 com o bombardeio do porto de Dewford por Sinnoh, a guerra se iniciou.

 

 

A sala inteira ouvia, absorta, à explicação. Desde que nasceram , aquela guerra existia.

 

- Depois desse bombardeio, tivemos diversos confrontos, muitos deles usando pokemons como armas. Grandes perdas se deram nesses quase trinta anos de guerra, mais de quatrocentos mil mortos ao todo. – o professor conta.

 

- Essa guerra acontece a muito tempo, não é? – comenta Red, quando o professor o deixa falar – desde que me conheço por gente vejo fatos macabros dela no noticiário. Vários embates de pokémons e humanos, bombas fortíssimas...

 

 

O professor Guilherme imediatamente confirma a opinião de Red. Logo em seguida Ash complementa.

 

- Fora o risco de uma guerra nuclear. Todas as nações, menos Alola, possuem armas nucleares. Para a nossa sorte, não aconteceu. – Ash diz. Como atual campeão da Liga Alola, conhecia a região como ninguém.

 

- Sensacional o que esses dois disseram. Alguém tem mais algum comentário a fazer? – pergunta o professor, e a sala fica em silêncio – muito bem, meio ponto para Red e Ash Ketchum pelos excelentes comentários. Estão liberados para o almoço!

 

 

Ash sai com os amigos rumo ao refeitório. No caminho, cruza com o grupo de Drew, Paul e Trip.

 

- Ora, ora, Ketchum – diz Drew, em um tom de deboche – está melhor? Deu um show e tanto ontem. Não sabe beber.

 

- Escuta, seu imbecil, pode ficar tentando me perturbar o dia todo que não estou nem aí – responde Ash, não gostava nem um pouco do rival – não faço questão nenhuma de ser seu amigo. Você é maldoso e não quero alguém como você na minha vida. Está sendo cuzão comigo só porque eu fiquei com a menina que você gosta. Percebe o quão idiota isso é?

 

Bem quando Drew ia responder, uma voz feminina se sobressai. May abraça Ash com tudo.

 

- Está bem? – pergunta May, olhando Ash nos olhos e rindo de sua cara de ressaca – tomou umas cervejas extras ontem, certo?

 

- Eu fiquei muito bêbado – Ash ri – e você não ficou muito atrás.

 

 

 

May também ri. Depois, junta-se a Dawn e Misty para almoçar. Ash come um grande prato composto de costela, batata frita e salada.

 

-  Quero muito ver essa aula de anatomia como vai ser – comenta Barry, descontraído.

 

- Acho que não vai ser muito bacana olhar cadáveres de pokemons – Red torce o nariz só de imaginar a cena.

 

 

Então, Ash recebe em seu celular duas mensagens que o deixam em uma dúvida cruel. Uma era de Serena, um áudio o convidando para assistir um filme em seu apartamento, o qual estava vazio. A outra era de May convidando-o para um mergulho na piscina da escola.

 

Ash Ketchum realmente não sabia o que fazer naquela situação. Mostra para Red as mensagens e ouve o conselho do primo:

 

- Fique com a Serena. Com a May você já transou. – Red diz, curto e grosso.

 

Ash concorda com o que Red diz. Dá uma desculpa esfarrapada para May e vai ver Serena, matando a aula de anatomia para ir ao apartamento da garota que gostava.

 

 

Vai até o seu apartamento, passa o seu melhor desodorante, pega uma camisinha e sai rumo ao de Serena. Ash estava nervoso, gostava muito dela, mais do que queria admitir. Passa pela escola muito arborizada, entra no bloco feminino, chega ao predinho de Serena e a encontra na frente.

 

 

Ela o beija ali mesmo e pega em sua mão. Os dois sobem três andares de escada, e Ash observa o lindo bumbum de Serena balançar suavemente enquanto ela subia as escadas. Finalmente chegam até o apartamento,  e entram.

 

 

Era idêntico ao que Ash morava com os outros garotos. Serena para em frente à sua cama, mordendo os seus lábios, extremamente excitada. Ela tinha virado uma bela mulher, mas ainda haviam traços da garotinha de cinco anos a qual Ash acalmou naquele acampamento em Kanto. Os dois se encaravam com muito desejo, e Ash vai até a cama e começa a beija-la.

 

 

Ash e Serena se beijam com paixão, e logo deitam-se na cama com os corpos colados. Eles se esfregavam, muito excitados, loucos de desejo. Não demora muito para que ela se levantasse e se despisse na frente do garoto que gostava.

 

 

 

 

O corpo de Serena era uma verdadeira obra de arte. Seus cabelos caíam preguiçosamente em seus ombros em uma bela cascata loira, tinha coxas grossas, bumbum redondo e bem definido e seios firmes.

 

 

 

Os dois se beijavam, ele apertava as nádegas da garota, que suspirava, adorando. Ash a beija e começa a massagear o seu sexo, Serena gemia, gostando muito.

 

- Tem certeza que quer fazer isso? – pergunta Ash, sem parar de massageá-la – é a sua virgindade. Não vou achar ruim se você ainda não estiver pronta.

 

- Eu estou – Serena arfava, louca de desejo.

 

Ash dá mais um beijo em seus lábios e desce. Sentir a barba de Ash roçar no meio de suas pernas simplesmente enlouqueceu Serena, ela gemia muito alto de prazer.

 

 

Ash faz sexo oral em Serena por vários minutos, levando-a ao primeiro orgasmo de sua vida. Não demora muito para ele colocar a camisinha e iniciar a penetração.

 

 

Leva vários minutos para a dor inicial passar e Serena começar a sentir prazer. Assim, quando chegam ao ápice, os dois gozam juntos em um poderoso orgasmo, Ash deita-se do lado da amada.

 

- Ash, eu te amo. – diz Serena, e deita-se em seu peito.

 

- Eu... também te amo, Serena. – responde o moreno.

 

 

 

Os dois dormem juntos.


Notas Finais


Deixem a sua opinião nos comentários, é muito importante para o escritor ter o feedback de quem consome a sua obra, ou seja, como os leitores se sentem quando a leem. Muito obrigado, e até a próxima.


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