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História Pokémon World - A Grande Imersão - Capítulo 5


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Capítulo 5 - Chacina


Fanfic / Fanfiction Pokémon World - A Grande Imersão - Capítulo 5 - Chacina

Jason Beckendorf – 2007

 

 

Jason tem flashes de memória do que ocorreu em seguida. Tem uma vaga lembrança de Abomasnow o arrastando para dentro do ginásio, com uma terrível certeza que Candice perceberia que ele era integrante da Marreta e o assassinaria ali mesmo.

 

Porém apaga de novo, e acorda sem saber quanto tempo depois, com Candice colocando água gentilmente em sua boca. Depois disso, mergulha na inconsciência novamente. Muito tempo depois, Jason acorda em uma cama confortável, sentindo-se renovado, apesar do ombro estar enfaixado em um curativo.

 

- Eu tirei a bala de seu ombro – diz Candice, quando Jason olhava ao redor tentando entender o que acontecia – estava bem feio. Fiz um curativo, acho que vai servir.

 

- Quanto... – Jason balbucia.

 

- Você ficou apagado por dois dias – responde Candice.

 

- Cacete... – diz Jason, tentando se levantar – preciso avisar o meu amigo...

 

- Vá com calma, você vai abrir os seus pontos – diz Candice – daqui a pouco pego o seu rádio e você fala com ele.

 

- Porque você está sendo gentil comigo? – pergunta Jason, confuso – eu invadi o seu ginásio.

 

- Qualquer um que se oponha a esse Governo ditatorial maldito de Sinnoh é considerado meu amigo – responde Candice – e você e seus amigos assassinaram três políticos que só trouxeram desgraças para esse Estado. É o mínimo que eu podia fazer em agradecimento.

 

- Mesmo assim, eu poderia lhe matar... – responde Jason.

 

- Você acha? Meus pokemons o massacrariam antes mesmo de tentar – Candice responde com simplicidade – e confiei em minha intuição, você parece uma boa pessoa, apesar de ter pulado o muro de meu ginásio altas horas da noite. Então usei meus conhecimentos que obtive em um curso de primeiros socorros para o ajudar, e creio que não me arrependerei.

 

- Bem... obrigado, eu acho. – responde Jason – sou Jason, Jason Beckendorf. Posso usar o rádio?

 

- Claro, Jason. – a líder de ginásio o traz até o soldado.

 

- Luke... Está me ouvindo? – Jason diz após apertar o botão.

 

- Jason... caralho, graças a Arceus que você me chamou! – responde Luke alguns momentos depois – o que aconteceu?

 

Jason relata resumidamente para Luke o que havia acontecido com ele.

 

- Cacete, irmão... Você tem alma de guerreiro mesmo... Agradeça à Candice por mim – responde Luke – conseguiremos fazer uma missão de resgate em aproximadamente uma semana ou duas, creio eu.  Vou conversar com Sílvio e Mauro, te passo os detalhes mais tarde.

 

- Certo, câmbio desligo. – responde Jason.

 

Jason deixa o rádio em um criado mudo.

 

- Lembro daquela vez em que a Marreta seqüestrou Dr Oscar, o cientista louco responsável por diversas atrocidades em nome da ciência – comenta Candice – achei muito merecido ele estar preso em Sinnoh até hoje.

 

- Ah, sim – Jason lembra-se dele e Luke torturando o cientista com requintes de crueldade – eu estava nessa missão

 

- Nossa, você devia ser muito novo – comenta Candice, lembrando-se do caso de seis anos antes.

 

- Vinte e um anos – responde Jason.

 

 

Jason, que sente que poderia confiar na líder de ginásio, conta para ela tudo sobre a Grande Imersão. Candice, que tinha 27 anos, um ano mais velha do que o soldado, ouve tudo espantada.

 

- Eu cuido desse ginásio há quase dez anos – conta Candice – é praticamente uma casa para mim.

 

- Vi reportagens sobre você e a dificuldade de ser derrotada – fala Jason – tem uma porcentagem muito alta de vitórias.

 

Os dois conversam um pouco mais. Alguns momentos depois, Luke liga para Jason pelo rádio, contando que, após conversar com Sílvio e Mauro, traçaram um plano que levaria duas semanas para ser realizado, porém que resgataria Jason com sucesso. O soldado confia nas palavras de seu melhor amigo.

 

- Você acordou bem na hora do jantar – diz Candice – coma, você parece que vai desmaiar.

 

Jason levanta-se bem devagar da cama, com auxílio de Candice. Seu ombro estava bem melhor se comparado ao dia em que ele tomou o tiro, mas ainda latejava dolorosamente.  Ele acompanha a líder de ginásio até um grande salão onde continha uma mesa. Nele, um rapaz de aproximadamente dezoito anos se servia de um panelão de macarrão com frango e legumes, que cheirava muito bem.

 

- Esse é meu primo, Peregrin Suzuna, mas  chame-o de Grilo – diz Candice, indicando o rapaz magro – ele tem dezoito anos e  me ajuda com o ginásio, e um dia irá me substituir como líder.

 

- Prazer, Jason Beckendorf – Jason estende a mão para o rapaz, que a aperta.

 

- Candice me contou que você é da Marreta – diz Grilo – e que tomou um tiro.

 

- Ela contou também que Abomasnow quese me matou? – pergunta Jason, rindo.

 

 

Os três gargalharam daquele comentário de Jason. Ficou um clima muito agradável no jantar, mesmo com Grilo sendo deixado um pouco de lado por conta de Candice e Jason estarem conversando muito um com o outro. Depois do jantar, Grilo volta para a sua casa e ficam apenas os dois.

 

- Tem um quarto aqui – diz Candice.

 

- Não quero incomodar, Candice – Jason diz, um pouco sem graça e educado.

 

- Deixa de besteira – diz a líder de ginásio – em hotel você pode ser reconhecido. Fique aqui, não tem problema, não vai incomodar nem um pouco...

 

- Vendo por esse lado, é verdade – diz Jason, coçando a sua barba – muito obrigado.

 

 

Candice lhe dá um sorriso cativante. Depois disso, o mostra o quarto no qual possuía apenas uma cama de solteiro. Jason dorme que nem pedra.

 

***

 

Aquelas duas semanas se arrastam. Com a promessa de que Luke o buscaria, Jason passa quinze dias no ginásio de Snowpoint com Candice. Os dois conversavam quase que o dia todo, tinham muito em comum, apesar das diferenças de ocupações.


- Acho que podemos abrir um vinho para comemorar - diz Candice, após Jason a ajudar a pintar o ginásio inteiro em dois dias - essa grande amizade que fizemos. Tenho um dos bons aqui.

 

- Acho muito justo - Jason ri.



Jason prepara o jantar para ela: peixe frito, batata doce e salada. Candice abre o vinho e os dois começam a tomar antes do jantar ficar pronto.


- O ginásio ficou muito bonito com essa pintura - comenta Candice - obrigado por me ajudar com isso, Jason.

- Que isso, você tirou uma bala do meu ombro! - diz Jason, sorridente - era o mínimo que eu podia fazer.

 

- E o jantar ficou maravilhoso – diz Candice – você sabe mesmo como cozinhar.

 

- Já posso casar? – pergunta Jason, risonho.

 

- Pode, comigo. – responde Candice, estava um pouco alta por conta do vinho.

 

Jason ri e fica muito vermelho.

 

- A gente se dá tão bem - diz Candice - parece que nos conhecemos há anos.

 

- Sim, nem parece que se passaram apenas quinze dias - responde Jason.

 

 

Os dois conversam animadamente pelo resto do jantar. Após terminarem de comer e lavar as louças juntos, Candice dá uma sugestão:

 

 

- Vamos ver um filme. – ela diz, olhando Jason profundamente.

 

- Vamos. – concorda Jason.

 

Jason senta-se no sofá da sala, mas Candice traz um colchão do quarto e se deita. Olha para o soldado com confusão.

 

- Vem. Deita comigo. – diz Candice.

 

Jason deita-se ao seu lado. Os dois ficam deitados juntos com as testas encostadas. Sem dizer nada, Candice lhe dá um beijo.

 

Era o melhor beijo da vida de Jason, ele, no fundo, sabia que gostava muito daquela mulher. Os beijos e as trocas de carícia entre ele e Candice começam a ficar mais animados, com mãos bobas no grande bumbum da garota e um agrado em seu sexo.

 

Ela enlouquece quando ele se levanta e começa a se despir, revelando o seu corpo de um fortíssimo soldado que treinava há mais de dezessete anos sem parar. Quando Candice tira toda a sua roupa, Jason enlouquece de vez. O corpo dela também era muito lindo, com fartos seios, bumbum redondo e cintura fina.

 

Logo, os dois transavam com paixão, chegando a um poderoso orgasmo juntos. Eles estavam deitados, nus. Candice deita a sua cabeça no peito arfante e suado de Jason. O soldado já havia transado com várias mulheres, mas aquela era diferente e melhor do que todas. Ele sentia-se no paraíso.

 

- Vou te contar de uma loucura que quero fazer  - diz Candice, mexendo na barba de Jason.

 

- Conte. – Jason sorri.

 

- Sempre sonhei em entrar no exército. Acontece que o exército de Sinnoh segue os ideais de um tirano sanguinário, e eu não queria lutar e muito menos morrer por isso – Candice conta – Então eu assumi o ginásio. Tudo bem, foi legal, mas dez anos é muita coisa. Nesse tempo que passei com você, vi o quanto você gosta do que faz, e o quanto você é uma boa pessoa, por mais que faça pouco tempo, tenho uma certeza disso. Então pensei em deixar o ginásio para Grilo cuidar, e ir com você para Hoenn para integrar a Marreta. O que acha?

 

- Acho ótimo – conta Jason, surpreendido – eu já estava muito triste porque ia ter que deixar você. Quero muito conviver mais com você, acho uma ótima idéia. Tenho certeza que Sílvio e Mauro permitirão. Mas os treinos são pesados...

 

- Está achando que sou o que? – pergunta Candice, mas era um tom risonho – faço musculação há oito anos!

 

- Eu percebi, gostosa para caralho! – diz Jason, rindo.

 

- Obrigado pela delicadeza – mas Candice sorri.

 

- Enfim – diz Jason – fique tranqüila, eu e Jason só passamos pela Grande Imersão pois fomos selecionados pelo Governo de Hoenn.

 

Depois disso, os dois conversam mais um pouco e dormem. No dia seguinte, Luke, Sílvio e Mauro chegam de lancha até a praia de Snowpoint. Junto com Jason, Candice parte rumo a Hoenn.

 

 

 

Luke Kannemann – 2017

 

Com seus olhos verdes, cabelos loiros, 1,92 de altura, músculos que quase rasgavam a sua camiseta depois de vinte e sete anos de treinos diários, Luke Kannemann caminhava imponente, com semblante de pedra, diante de centenas de homens e mulheres enfileirados. Encontravam-se todos em um pequeno quartel general da polícia, visto que um grande Comando do exército de Hoenn(o de Petalburg) havia sido invadido pelas forças conjuntas de Sinnoh e Kanto.

 

Aquela guerra entre Hoenn e Sinnoh se estendia por quase trinta anos, muitos habitantes foram treinados para lutar pelas forças de Hoenn, muitos deles jovens nascidos em meio ao caos de uma guerra mundial. Luke Kannemann logo se destacou, tornando-se um soldado eficiente em missões, e, assim, conseguindo o posto de general das forças armadas da Marreta, uma tropa de elite do exército de Hoenn. E no seu próprio estilo de quem cresceu em um mundo assolado pela guerra, junto com o outro general Jason Beckendorf, criou a tropa mais bem preparada entre todas as que já protegeram Hoenn. Seus vinte e sete anos de treino o tornaram extremamente forte e ágil.

 

Naquele dia em específico, o ataque era tão forte que a Marreta uniu forças com o exército de Hoenn. A base militar de Petalburg havia sido tomada, e junto com ela valiosos recursos e uma posição estratégica.

 

Luke passa em revista os seus mil soldados perfilados. Muitos eram homens feitos, com filhos e até mesmo netos. Outros eram rapazes em seus dezoito anos. Muitas mulheres, também. Alguns, ao ver seu comandante próximo, começaram a soltar gritos de guerra:

 

-  Arceus salve Luke, nosso general! – grita um deles.

 

- Luke, a ruína de Sinnoh! – uma mulher berra de punhos cerrados.

 

- Estou pronto para morrer, meu general!

 

Luke para e o avalia de cima a baixo. Pousa a sua mão pesada em cima do ombro do rapaz.

 

- Eu prefiro que você volte vivo, soldado. Lembre-se disso. – os olhos do rapaz brilham ao ouvir aquilo.

 

- Meus irmãos, estamos juntos novamente para combater ao mal que assola a nossa Hoenn a décadas! – Luke sobe em cima do capô de um jipe para se fazer ser ouvido. Todos os soldados estavam em silêncio – não contentes em fazer mal à própria população, esses tiranos uniram as suas forças e atacaram a nossa base, e não satisfeitos com isso, mataram diversos civis.

 

 

Sua voz soava forte como um trovão.

 

 

- A pouco mais de 10 quilômetros daqui, a base de Petalburg jaz tomada por cinco mil soldados de Kanto e Sinnoh. Além dos nossos recursos militares, os desgraçados tem em mãos diversos irmãos soldados de Hoenn como reféns. – ele diz – vocês sabem disso. Há muito tempo treinamos para esse momento. Minhas ordens básicas são: cheguem arregaçando. Os arrasaremos com blindados e artilharia pesada, se esses putos vierem com pokemons para cima de nós depois de morrerem, como já fizeram antes, façam parte da Muralha.  Esses filhos da puta tem pouca munição, usarão pokemons contra nós, sejam fortes!  Portanto sigam os seus líderes,  e assumam as suas posições, e, ao meu sinal, abriremos as portas do inferno!

 

O imenso grupo de soldados vai ao delírio. Todos gritavam e batiam os pés, fazendo o chão tremer. Estavam mais do que prontos para aquele momento. Kanto e Sinnoh iriam sentir o peso da fúria de Luke Kannemann e Jason Beckendorf.

 

 

Luke desce do jipe ainda sob os gritos exaltados dos soldados. Os outros líderes dos outros pelotões se aproximavam.

 

- Tenho mil soldados prontos para massacrar os desgraçados de Kanto e Sinnoh – Mauro diz, depois de cumprimentar Luke – espero que seja rápido.

 

- Está com medo? – pergunta Luke, risonho.

 

-É lógico que estou, teria de ser muito burro para não ter medo daqueles loucos jogando pokemons contra nós – diz Mauro.

 

- Depois de vinte e sete anos, você não perdeu a sensatez, meu amigo. – Sílvio se aproxima – meus mil soldados estão prontos, também.

 

 

Sílvio e Mauro, apesar de agora contarem com mais de cinqüenta anos de idade, ainda se encontravam em boa forma. Ambos possuíam  a patente de coronel da Marreta, o que já era um grande cargo. Só haviam sido superados por Luke e Jason, os únicos sobreviventes da Grande Imersão.

 

- Parece que chegou a hora do pau comer – Jason se aproxima de Luke.

 

- Chegou, irmão. – os dois se abraçam.

 

- Minha mulher está nas fileiras. – diz Jason – vai cuidar de mim. Se cuide, irmão.

 

- Sempre – responde Luke – cuidarei de mim e de você.

 

- Coitado... quem perdia para mim na luta mesmo? – pergunta Jason.

 

Luke dá um soquinho no braço de Jason. Os dois se separam e vão comandar os seus pelotões.

 

 

A missão fora um sucesso. Em uma guerra que dura quase um dia inteiro, as forças de Luke e Jason massacram mais de cinco mil soldados invasores, e junto com eles quinze mil pokemons dos mais variados tipos. O que ele não sabia era que o verdadeiro mal ainda estava por vir. O Exspiravírus havia sido, finalmente, liberado contra a população de Hoenn. Era só questão de tempo até os zumbis dominarem Hoenn por completo.

 

 

 

Ash Ketchum – 2017

 

 

 

Três meses depois que as aulas começaram, Ash observa àquela cena horrorosa de Shane Abernathy morrendo em frente à escola toda. Ele ainda não havia assimilado aquilo quando o corpo era transportado para o necrotério.

 

- Não entendi porque a escola não cancelou a festa de halloween – comenta Red – uma pessoa acabou de morrer aqui!

 

- Sim, bem lembrado – responde Ash, ainda horrorizado com o que tinha visto – até tinha esquecido que ia ter essa festa.

 

 

Ainda tentando tirar a cena da cabeça, os dois vão tomar café da manhã. Ash come pães na chapa e toma café com leite. Depois disso, vai para a aula de geografia.

 

- Retomando o conteúdo da aula anterior, falaremos sobre a guerra que assola nosso mundo – começa o professor Guilherme – Kanto e Johto. Ambas muito próximas uma da outra, mas ao mesmo tempo tão longe no sentido de sociedade. Kanto tomou as dores de Sinnoh, Johto as de Hoenn, e assim diversos conflitos já se abateram naquelas regiões. Isso ocorreu por conta de que Kanto, assim como Sinnoh, vive uma ditadura; Johto, assim como Hoenn, vive em uma democracia, ainda que com erros, é uma democracia.

 

A sala toda ouvia em um silêncio absorto, não apenas por ser matéria de prova, e também por ser muito interessante.

 

- E diversos ataques ocorreram de ambas as partes – conta o professor – Johto e Kanto já se atacaram com bombas fortíssimas, pela distância entre esses continentes podiam se atacar com obuseiros, morteiros e outras artilharias pesadas.

 

 

Ash olha para Serena e essa lhe dirige um sorriso. Ao seu lado estava May. Ele ficava hora com uma, hora com outra, ainda sem se decidir, gostava muito delas. O resto do dia se passa rapidamente, com todos tentando esquecer a horrorosa morte de Shane Abernathy. A noite chega, e, junto com ela, a festa de halloween.

 

- Cara, vai ser muito perigoso de a May me ver com a Serena ou a Serena me ver com a May. – Ash estava em choque enquanto eles se arrumavam no apartamento.

 

- Fica tranqüilo, cara – diz Red – a festa vai estar lotada, você consegue ficar um pouco com cada uma sem nenhuma te ver.

 

Os dois estavam bem arrumados e perfumados, e seguem até a festa. Estava bem lotada como Red previu, cheia de bebidas alcoólicas. Quanto menos espera, Ash estava bêbado.

 

Ficava se alternando entre ficar junto com May e junto com Serena. Parecia que tudo ia dar certo, mas então uma comoção se inicia.

 

 

***

 

Com o som alto de música eletrônica ecoando, os zumbis começam a se acotovelar na porta de ferro da enfermaria. Pouco mais de duas horas depois, eles finalmente conseguem arrebentar. O primeiro infeliz que cruzou o caminho daquela multidão foi um dos seguranças da escola, que rapidamente foi cercado e destroçado sem chances de reagir.

 

Logo depois, os zumbis, indo em direção ao alto som da festa, dão de cara com um casal aos beijos atrás de uma árvore, e logo devoram os dois também. Outra vítima da multidão foi um pobre Tepig de um dos seguranças que, assim como o seu dono, foi chacinado sem pena pelos canibais.

 

 

***

 

Ash, abraçado em Serena, ouve uma gritaria abafada pelo alto som da música. Olha ao lado e vê o que parecia ser diversas pessoas disfarçadas de mortos-vivos entrando na festa. Estranhou muito aquilo, ainda mais quando as pessoas começaram a avançar umas nas outras, saindo até mesmo sangue no meio.

 

Assim como Ash, o DJ da festa achou que se tratava de uma brincadeira boba de halloween, e tratou de seguir tocando normalmente por quase dez minutos. Porém, quando o forte cheiro do sangue que já lavava o chão e de vísceras preenche o ar daquele local fechado, todos vêem que não se tratava de uma brincadeira. O pânico se instala nos alunos daquela escola e todos saem correndo.

 

Com muita dificuldade, Ash e Serena conseguem fugir da muvuca, quase sendo pego pelos zumbis diversas vezes. Aquele lugar se assemelhava muito a um matadouro, o chão estava ensopado de sangue e vísceras, cadáveres jaziam no chão, devorados pelos canibais lunáticos. Era uma correria sem fim, uma gritaria infernal.

 

 

A muito custo, Ash e Serena conseguem chegar ao bloco masculino, onde correm para dentro do prédio onde Ash morava.  Se escondem no apartamento, aparentemente não sendo vistos pelos zumbis.

 

Ficam por várias horas escondidos, chegando mesmo até a ver o nascer do sol. Não havia sinal dos amigos de Ash, tampouco de May.  Ele arrisca uma olhada pela janela, abrindo uma fresta na cortina para não ser visto pelos canibais, e o que ele vê o faz arrepiar por completo. Uma multidão de quase trezentos zumbis se encontrava na escola.


Notas Finais


Não se esqueçam de deixar a sua opinião nos comentários, é muito importante para o escritor ter o feedback de quem consome a sua obra, ou seja, como os leitores se sentem quando a leem. Muito obrigado, e até a próxima.


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