História Poker - Capítulo 6


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Categorias Batman, Christian Bale, Esquadrão Suicida, Gary Oldman, Heath Ledger, Jenna-Louise Coleman
Personagens Bruce Wayne (Batman), Christian Bale, Coringa (Jack Napier), Heath Ledger, Jenna-Louise Coleman, Personagens Originais
Tags Christian Bale, Coringa, Coringa Oc, Coringa X Oc, Drama, Heath Ledger, Joker Oc, Romance
Visualizações 52
Palavras 4.646
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Ficção, Ficção Científica, Hentai, Luta, Mistério, Policial, Romance e Novela, Sci-Fi, Sobrenatural, Suspense, Terror e Horror
Avisos: Álcool, Drogas, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


oiooooi meus amoreees, como vão, se protegendo do frio ou se refrescando no calor? aqui na minha cidade tá um frio que só!! capítulo novo na área galera, com interações de di e joker que eu sei que vocês amam de paixão, mas ei, espera, pera um pouco!

why you so serious?

boa leitura! 💟💟

Capítulo 6 - Tag You're It


Fanfic / Fanfiction Poker - Capítulo 6 - Tag You're It

A definição de insanidade é fazer a mesma coisa repetidamente e esperar resultados diferentes..❞ 
—  αℓвєят єιηѕтєιη     

▇▇▇▓▒░        「★」「★」「★」        ░▒▓▇▇▇

arece nervosa. Minha pergunta te assustou tanto assim? — Diana abaixou a cabeça desligando os computadores assim que checou seu relógio e viu que seu expediente havia acabado.

— Não é pela pergunta, mas sim as capacidades da resposta que eu der você me sufocar de novo e dessa vez eu morrer de verdade. — a mesma fechou o caixa onde Coringa olhava firmemente. — Ah não, você roubou um banco você quer o dinheiro daqui por quê?

— Tudo pra você é dinheiro? — arqueou a sobrancelha direita o palhaço.

— Você é ladrão meu querido. Você quer roubar o que além disso? — tentou passar por ele que a impediu segurando seu braço.

— Não mude de assunto. O que você e Bruce Wayne tem de tão importante para conversarem? — Coringa olhou nos olhos da mulher que desviou o olhar um tanto incomodada com o sombrio daqueles escuros e sombrios. 

— É sobre o trabalho. — respondeu na mentira descarada. — Eu comentei uma teoria que não fazia sentindo e ele ficou curioso, só isso.

— Sabe que se estiver me enganando eu vou descobrir, certo? — o aperto se tornou mais forte esbranquiçando a pele dela que provavelmente ficaria roxa aquelas alturas. — Que teoria foi essa? Sabe, as teorias podem não fazer sentido para alguns, mas para pessoas como eu, elas fazem. 

— Nossa senhora, mas isso tudo é ciúmes? Ele é um amigo. É apenas um jantar qualquer. — negou com a cabeça. 

— Aprende minha querida, nem sempre quem está do seu lado quer seu bem, colega não é amigo. 

Por mais profunda que a frase fora, por mais que ele não se importasse, ele falou a verdade, jogou a realidade para ela. 

— A teoria foi que você teria fugido do hospício querendo vingança. 

Coringa abaixou a cabeça afrouxando o aperto no braço de Diana e livrou-se fazendo-a soltar um suspiro, o que a fez estranhar. Então levou os dedos ao local passando por cima livrando-se da ardência. 

— Tantas teorias, uma pior que a outra. — a expressão neutra de Coringa tornou-se com uma risonha enxugando no nariz. — Vamos, vou te acompanhar até em casa.

— Vai levar como meu filho? Eu vim de bicicleta. — avisou ela finalmente passando por ele pegando seu casaco jeans, a bolsa e o capacete.

— Não seja por isso. Algum problema? — Coringa observou-a colocar o capacete lilás ajeitando-o entre a cabeça.

— Quer em lista cronológica ou alfabética? — respondeu-o. — Sério mesmo Coringa? Cara, você é o terrorista de Gotham, agora imagina se você aparece na garupa da minha bicicleta?

— Não entendi o motivo até agora. — deu de ombros. Claro que ele entedia, se vestia de palhaço mas não era um, estava fazendo aquilo parra irritá-la.

— O palhaço é você mas quem está parecendo aqui sou eu. — a garota revirou os olhos. — Olha tudo bem, se formos agir como sequestrador e vítima, vou tentar no mínimo de tolerar já que não é fácil. Eu tenho que trabalhar em outro lugar agora.

— Você não vai trabalhar. Vai fazer uma coisa pra mim. — Coringa andejou a frente dela que segurou a sua bolsa firmemente avaliando as flores e sinceramente, sentia vontade de jogar um jarro na cabeça. Vontade não faltava.

Hah! — Diana gargalhou irônica. — Está brincando com a minha cara né? Vai me pagar? 

— Sua vida e da sua querida família. — virou-se o mais alto com um sorriso cínico. 

— Vou fazer porra nenhuma não. Nasci pra ser limpa não podre igual a você. — proferiu irritada procurando mais um capacete de proteção, achando um azul e erguendo-o. — Coloca isso, por mais que eu deseje que você morra, todo cuidado é pouco.

Garota. Acho que você não entendeu. — Coringa retirou o estilete de dentro do seu sobretudo tirando o capacete da mão da mulher jogando no chão e colocando o objeto afiado por cima da pele de Coleman que não ousou mover-se um milímetro. — Eu não estou pedindo, estou mandando e acho bom você começar a me respeitar agora, ou, teremos sérios problemas. Não estou pra brincadeiras principalmente para uma mimada feito você. Não teste a minha paciência.

Os olhos castanhos dela estavam arregalados as mãos abertas em forma de rendição, a troca de olhares fora forte e quando ele percebeu que ela permaneceria quieta, guardou a sua arma branca novamente passando as mãos pelos cabelos, assoviando, caminhando com seu jeito torto em frente a porta girando a maçaneta, abrindo-a. Estendeu sua mão como quem deixasse-a passar primeiro.

Enfia o cavalheirismo no meio desse seu rabo. Pensou ainda assustada.

Passando por ele trocou a placa como "ғᴇcнᴀᴅo". Diana caminhou e parou, não havia muitas pessoas, o céu estava azul, alegre, e bem forte, contrário do que Coleman estava. Ouviu o som da porta fechar-se. Coringa ajeitou o seu sobretudo olhando para os lados como quem não quer nada. 

— Escuta. — a brasileira virou-se. — Veste minha jaqueta e eu visto o seu sobretudo.

— Gostou da roupa? — o palhaço indagou. 

— Não, é porque se formos ser vistos, que seja alguém achando que é um louco, cof.. cof... — tossiu falsa. — Que é mesmo, mas não o louco Coringa.

— Se não bancasse a certinha toda hora seria uma perfeita criminosa. — o mais alto passou o polegar pela bochecha da acastanhada que sorriu falsa. — Eu tinha um disfarce melhor, mas já que quer sentir meu cheiro...

— O que? Eu não... — sentiu tanta raiva que nem falar Diana conseguia. — Eu não quero sentir seu cheiro seu Chapeleiro Maluco! Era uma sugestão, eu tenho amor pela minha família mas preso pela minha identidade. 

Coringa retirou seu sobretudo roxo fazendo pouco-caso da mulher que perdia as contas de quantas vezes revirou os olhos, mas retirou sua jaqueta jeans e entregou para ele. Claro que ficou ridículo, a veste era pequena, aos olhos de outras pessoas ele estava diferente. Mas revelava seus antebraços brancos fortes, lisos, graças a camisa erguida aos cotovelos, todavia, suas mãos estavam cobertas pelas luvas de couro. A Coleman depositou sua bolsa na cesta da bicicleta.

Diana tirou seus óculos de grau e estendeu para ele que os colocou imediatamente.

— Own que fofinho! — a florista fez voz como se tivesse falando com cachorro levando a mão ao rosto de Coringa e ao sentir o úmido da tinta branca preencher sua mão retirou rapidamente limpando na sua jardineira.  — Nem parece que quase me matou ou que ameaça a minha família.

 — Sabe, você consegue ser bem irritante quando quer?  — o vilão revirou os olhos. — Eu adoro o som que você faz quando cala sua boca.

— Ih, dá pra saber que é você. Me devolve. — sem permissão Diana retirou o objeto e colocou de volta no próprio rosto ajeitando o enorme sobretudo longo. Coringa tinha um cheiro único, masculino, por incrível que pareça, era perfumado e cheiroso. — Se você tirasse a maquiagem...

Calada. — Coringa retirou uma máscara do bolso e vestiu, era a máscara de Salvador Dalí, um famoso pintor espanhol.  — O primeiro que perguntar quem é que está na bicicleta com você, vai pessoalmente visitar Deus.

 — Você ama, ou gosta de alguém, se simpatiza?  — Diana perguntou ajeitando o sobretudo roxo em seu corpo que mais parecia com um vestido. 

 — Ora, tem muitas pessoas que eu me simpatizo. Por exemplo, a criatura que habita com você, Marley.  — Coringa estalou o pescoço seguindo Diana que destrancou o cadeado de sua bicicleta e montou na mesma esperando o palhaço subir na garupa. 

 — O Marley não conta. Você tem raiva de todo mundo parece.

 — Eu?  — cínico se fazendo de desentendido.  — Eu não tenho nada contra ninguém. São as pessoas que tem contra mim. 

 — Elas tem razão né?  — Diana começou a pedalar sentindo um cansaço por conta do peso de duas pessoas na bicicleta.  — Faz uma força aí pra ajudar sua baleia vestida de palhaço.

 — Ok, vadia cuspida do inferno.  — a Coleman revirou os olhos bufando com a cabeça.  — Não tente brincar com as piadas de um palhaço docinho. Você não aguenta. E há... sobre as pessoas. Poucos entendem mas a vida nós nascemos com milagres, vivemos uma ficção, transformamos em aventura. No meio disso vem a ação, no meio termo o drama, acabamos caindo no terror, transformando em tragédia, mas poucos entenderão que tudo não passa de uma comédia.

A brasileira abaixou o olhar, se deixasse por pouco estaria sendo manipulada pelo criminoso psicopata. Permaneceu em silêncio não falando mais sobre o assunto, afinal, toda falta de palavras era muito. Parou de pedalar quando  seu celular começou a tocar, parou a bicicleta mas sentiu um cano de uma pistola contra as suas costas.

— Continua pedalando, atenda depois. 

Diana revirou os olhos, mas compreendeu, sentiu o inimigo guardar a pistola e mais alguns minutos em silêncio, finalmente chegou em seu apartamento. Desceu da bicicleta retirando seu capacete, Coringa desceu também observando cada ação que a brasileira fazia, desde guardando a bicicleta em uma área específica para moradores. Alguns que passavam e a cumprimentavam, estranhavam a presença do rapaz ao lado dela que apenas ignorava.

— Você parece ser bem conhecida aqui, não é? — Coringa perguntou assim que entraram no elevador após ela apertar o botão do andar. A acastanhada estava com a aparência cansada, uma mão nas costas e a outra apoiando-se na parede.

— Sou gringa, rapidamente eles querem fazer amizade e conhecer mais. — suspirou ela após o elevador abrir, Diana saiu caminhando já pegando as chaves de seu apartamento, fitando a porta arranhada quase em um buraco por conta dos sérios estragos que Coringa havia feito quando ela o prendeu. — Sabe deveria fazer você pagar isso aqui. Não tive dinheiro até hoje pra arrumar.

— Problema seu. — fez pouco-caso o palhaço. Depois de destrancar o apartamento deparou-se com Marley pulando. 

— Oi filho! Que coisinha mais linda! — Coringa entrou na frente como se o apartamento fosse seu enquanto seus ouvidos sentiam a poluição sonora que era de Diana brincando com o seu cãozinho que pulava sobre ela pedindo colo. — Está bem o que você quer que eu faça?

O maquiado jogou tanto a jaqueta quanto si mesmo no sofá da florista.

— Primeiro: devolva o que me pertence. Você tem sérias manias de roubar as coisas dos outros. Deveriam te prender. — antes que terminasse Diana já jogou o sobretudo contra a face de Coringa que fez uma careta, logo retirou a máscara de Dalí.

— Olha quem fala. — a facultativa pegou sua garrafinha de água tirou a tampa e levou aos lábios bebendo um pouco. Pegou o celular e leu algumas mensagens, a dona do Pet Shop que trabalhava a deu uma folga.

— Segundo: você vai invadir o sistema de televisão de Gotham. 

A brasileira estava bebendo o líquido e sentiu-o parar na garganta onde cuspiu tudo.

— Eu não posso invadir o sistema de televisão de Gotham! Eu vou ser presa! De ficha suja já basta eu trabalhando com você. — vociferou fechando a tampa e colocando sobre a mesa da sala, também guardou o celular no bolso. — Me peça até pra dar pra você, mas isso não dá! Espera, o que?

Quando viu na velocidade em que as palavras emitiram de seus lábios, Coringa após vestir seu sobretudo, sorriu malicioso.

— É uma tentação a segunda opção, mas fica para outro dia. No momento o que eu quero de você é o que sabe fazer de melhor que é hackear. — saudou teatral remexendo os dedos como se tivesse feito uma mágica. Levantou-se do sofá e caminhou a frente de Diana. — Estou mandando, tem certeza que vai testar a minha paciência hoje?

— Coringa, eu não posso, eu simplesmente não posso. — a de óculos levantou a cabeça para fitá-lo. Estava acostumando-se com a sua cara. — Você sabe o que vai acontecer se descobrirem.

— Não vão. Sabe por quê? Se descobrirem não só como você, mas todos da sua família estarão condenados, e combinamos que você não quer isso, não é mesmo Dianazinha? — o mais alto levou sua mão ao lado direito do rosto da hacker que tinha os olhos mais tristes que poderia ter, tanto que abaixou a cabeça. — Oh... você é tão perfeita, é uma pena que eu tenha que convencer você a fazer as coisas do pior jeito. Sabe... eu não queria isso, mas você não coopera comigo. 

Ela continuava com a cabeça baixa sentindo os dedos com luva do palhaço remexer em seus cabelos lisos, Coringa acariciava levemente o pescoço da Coleman que negou com a cabeça e com os olhos lagrimejados levantou a cabeça.

— Está bem. Mas eu preciso que você me diga o porquê. — a facultativa atraiu um sorriso aberto do palhaço de cabelos verdes cacheados.

— Isso você só vai saber na hora, querida. Não vai demorar muito, eu prometo. — o vilão olhou para o relógio da sala e fez uma careta desanimada, frustrada. — Ah... é uma pena que não poderei ficar para o jantar, tenho compromissos, infelizmente, terá que curtir a festa sozinha.

Sentiu um arrepio quando esse se afastou.

— Por que festa? — ela arqueou a sobrancelha confusa.

— Hoje é dia trinta e um de outubro, querida. Dia de Halloween! Soube que sua priminha está dando uma festa. — Coringa emitiu ajeitando os cabelos. — Talvez eu apareça por lá.

— E como você sabe? — o fitou abrindo a porta da sala pronto para retirar-se, logo, caminhou em direção a ela e sussurrou em seu ouvido.

— Acha que eu tenho o controle de tudo como? — Coringa sorriu psicótico e depositou um beijo leve na bochecha de Diana. — Sabe, e sobre você dar pra mim. Acho a ideia fantástica, não me esquecerei disso tão cedo.

Antes que ela pudesse responder ele saiu da sala.

— Vou te contar, viu. — com as mãos na cintura ela fez uma expressão indignada olhando para Marley. — E você? Ainda fica do lado dele? Assim não dá pra te defender não meu filho.

Marley latiu.

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— Aí, acho que estou grávida! — de braços cruzados, Diana ouviu Amélia falar ao seu lado.

— Por quê? — a estudante de ciência forense indagou com a frase inesperada. 

— Eu vi o Bruce Wayne. — a ruiva disse sorrindo.

Diana revirou os olhos.

Quem havia ligado era Eleonora a pergunta se a prima iria à festa que Lele Gordon convidara em uma boate que ela especificamente havia alugado para isso. A maioria das pessoas que estavam lá eram estudantes da faculdade, empresários, policiais, entre outros. Uma festa a fantasia, o que aos olhos de alguns era maravilhoso, de outros, uma tremenda vergonha. Assim como Diana, os amigos dela também haviam sido convidados, afinal, eram os grandes ganhadores do estágio e convidados a conhecer o Batman que era febre de fantasia assim como o Coringa também.

A batida da eletrônica ᴅנ sɴᴀκᴇ, sᴇʟᴇɴᴀ ɢσмᴇz, σzυɴᴀ ᴇ cᴀʀᴅı в  – тᴀκı тᴀκı ecoava em todo o ambiente da boate, as luzes azuis e vermelhas iluminavam os cidadãos que bebiam, dançavam e se requebravam no ritmo.

— Até havia esquecido que hoje era Halloween e que tinha essa merda de festa pra ir. Na real, quem que faz uma festa na quinta-feira? — Diana afirmou sentada em um banco no bar. — Glen não veio por quê?

— Ele foi para casa da vó. Você é muito sedentária menina. Pois se eu tiver que ir trabalhar e ir em uma festa no mesmo dia eu vou. — Amélia revirou os olhos levando o bloody mary em seus lábios bebendo, estranhou com a sua amiga batucando os dedos em um suspiro e olhar caído. — Ultimamente você anda tão cabisbaixa, tão tristinha. Está acontecendo alguma coisa?

— Amy, estudamos sobre a Síndrome do Estocolmo? — do nada a sobrinha de Gordon fez a pergunta.

— Estudamos... — enquanto segurava a taça a ruiva umedeceu os lábios tentando se recordar. — Cinco meses atrás, se bem que me lembro é quando a vítima passa a ter simpatia e até mesmo amor ou amizade perante o seu agressor. Por quê?

Diana arregalou os olhos sentindo o coração acelerar.

— Não é que... eu... veja bem. — a acastanhada coçou os cabelos.  — Estava assistindo a um documentário e só citou o nome, fiquei interessada.

— Ah, então é isso mesmo. — confirmou Amélia que estava vestida de Cruela de Vil, seus seios voluptuosos estavam realçados pelo cropped preto decotado, as pernas delineavam as meias de rede também pretas. Usava uma peruca de cabelos curtos que os dividia em duas cores: cinza e preto. — Você foi sequestrada pelo Coringa? É isso? Pode me contar amiga, ele é bom de cama?

— Ah por favor Amélia. Vai dar, pelo amor de Deus que eu estou achando que isso é fogo no rabo. — exclamou Diana impaciente. — Eu esperava um "nossa, você está bem?". 

— Não é que você me deu uma boa ideia? Vamos eu e você. — a sobrancelha da brasileira nunca foi tão arqueada em toda sua vida. — Não a três, digo eu e você.

A castanha focou-se no copo de bebida da amiga.

— É o seu sétimo bloody mary não é? — então negou com a cabeça revirando os olhos. 

— Sexto, na verdade. — fez o número com as mãos. Diana soltou um riso.

ᴅᴇмı ʟoνᴀтo – soʀʀʏ ɴoт soʀʀʏ com sua batida estridente começou a tremendo as paredes da boate.

— É a nossa música, Diana! — Grey berrou no ouvido da facultativa que quase caiu do banco quando esta a puxou para o meio da pista, com risos soltos.

Amélia e Diana começaram a dançar no meio da pista, os cabelos castanhos achocolatados da Coleman se misturava na multidão, sua cintura balançava conforme o ritmo lento da batida de fundo, Grey acompanhava a amiga cantando a música. Os corpos estavam suando conforme a eletrônica as faziam sair do chão. Os óculos de Diana caíram no chão.

— Meu óculos! — berrou ela procurando.

A amiga ruiva continuava dançando e quando viu a amiga procura os óculos feito cega lembrou-se da cultura de sua amiga brasileira.

— Meu óculos, ninguém sai, meu óculos! — a louca da Amélia gritou gargalhando. Diana negou com a cabeça e não conseguiu segurar o riso colocando as mãos na barriga e gargalhou finalmente encontrando os óculos que por um milagre não havia sido pisoteado, e então guardou na sua bolsinha. 

Sentia-se feliz, nunca havia ido a uma festa tão eletrizante em toda a sua vida, esquecer-se dos problemas era viver, e admirava Amélia, que estava sendo a sua melhor amiga naquele instante. Enquanto dançava olhava em direção a sua amiga ruiva que sorria enquanto balançava seu quadril, os olhos castanhos de Diana Louise abaixaram-se em um misto de lágrimas, sentia vontade de contar tudo que estava vivendo para a sua amiga. Mas sabia que não podia, não se perdoaria caso acontecesse alguma coisa com eles.

Amélia, eu te amo. — sussurrou Diana pensando que a ruiva não escutaria, mas a estudante forense lia lábios.

— Ah, que isso Di! — mesmo alcoolizada entendia e sorriu e abraçou sua amiga enquanto pulava. — Eu também te amo minha amiga. 'Tu é a minha melhor amiga, sabia?

A sobrinha do tenente sorriu consigo mesma, sabia que a ruiva não lembraria nada no dia, apenas sorriu retribuindo o abraço com as mãos espalmadas nas costas. Após se separarem, cᴀмıʟᴀ cᴀвᴇʟʟo – oмɢ foi resplandecida, cansadas de tanto dançarem, sentaram-se.

— Não sabia que curtia festas a fantasia. — no momento em que se virou, encontrou com Bruce Wayne sentado ao bar com um meio sorriso em seus lábios.

— Eu não curto. Mas Eleonora, que é minha prima, encheria meu saco  por um mês por não ter ido. Segundo ela eu tenho que manter a tradição. Até agora eu não peguei uma bala sequer e nem disse a tradicional frase "doces ou travessuras". — desabafou virando um copinho de tequila. — Eu nunca bebo, é a primeira vez desde que pisei aqui.

— Valeu um pouco, não é mesmo? — Wayne disse também virando a taça de dry martini em seus lábios ainda com os olhos charmosos sob a garota. 

— Estou me divertindo. — deu de ombros. — Mas e o senhor? Vai comer uma mulherada...

Mal percebeu as palavras saindo de sua boca, só quando ia levar outro copinho de tequila.

— Ah, eu não... — tentou disfarçar.

— Não se preocupe Diana. Essa impressão que você tem sobre mim é válida. — gargalhou o dono da Wayne Enterprises. — Gostei da fantasia.

Ela olhou pra si mesma. Estava com um vestido da Rainha Vermelha que ia até suas coxas, as pernas ficavam com meias de rede acompanhado dos saltos vinhos, seu rosto estava maquiado com batom escuro, algumas marcas de palhaço e uma coroa em seus cabelos presa. 

— Valeu. — agradeceu. — Gostei da sua também.

O bilionário estava vestido de Faraó.

— Não costumo a ir em festas desse tipo, mas hoje é Halloween, não é? — Wayne não disfarçava o olhar que mantinha sob o corpo de Diana que após virar mais um copo de tequila colocou sobre o balcão e arrastou o banco levantando-se.

— Amélia, olha quem está aqui. — a melhor amiga da estudante estava virada para o lado ao contrário conversando com Spencer. Os olhos azuis vivos da ruiva brilharam ao girar e fitar Wayne.

— Ah! Senhor Wayne! — a administradora nunca sorriu tão verdadeiramente como antes. — Não imaginava encontrá-lo aqui.

— Como vai Senhorita Grey. — cumprimentou educado mas perdendo de vista quem ele realmente queria conversar.

— Ah, só Amélia por favor...

Spence e Diana se olharam maliciosos, a hacker deu a volta ficando ao lado de Spencer que estava fantasiado de Victor Van Dort, do filme, "A Noiva Cadáver". Os minutos se passaram e já haviam desaparecido Wayne e Grey no meio da festa.

— Eu estou sinceramente com medo do verdadeiro Coringa dar as caras aqui, é tanta gente fantasiada que se ele estiver no meio eu não vou saber quem é. — Eleonora comentou sentando-se erguendo a mão e pedindo uma bebida.

— O que o Tio Gordon sabe sobre isso? — a prima perguntou a estudante de estilismo.

— Não falo muito com ele. — deu de ombros Lele.

— Sabe que você e seu pai não podem ficar muito tempo sem se falar, não é? — questionou Spencer que também era amigo de longa data da filha do tenente.

— Eu não estou sem falar com ele, ele que está sem falar comigo. — defendeu-se a loira.

— Sabemos que não é verdade... — Diana fitou as olhas vermelhas. — Você deu uma festa na casa dele sem pedir sua permissão, e ainda roubaram os carrinhos de seu irmão.

— Que seja. — cruzou os braços emburrada e se retirou deixando os estudantes falando sozinho.

— Ah se ela fosse tão boazinha quanto o irmão. — suspirou Di. Logo avistou Amélia com um sorriso de orelha a orelha saindo do banheiro saltitando descalça apenas com as meias de rede, ajeitando o decote em seus seios.

— Virgens até morrer né Di. — comentou Spencer erguendo um copo de tequila.

— Estou a tanto tempo na seca que eu estou achando que a capaz de ficar virgem de novo é possível. Mas... virgens até morrer né Spence? — ambos brindaram, quando Amélia pulou abraçando Diana de lado e depositando vários beijos em seu rosto. — Cade seus saltos, sua peruca e seu chapeuzinho? 

— Saltos? Minha filha, eu nem lembro disso! Reclamei tanto que queria alguém pra dar que consegui logo dois. Melhor noite da minha vida. Ah, Diana! Você é o maior cúpido que pode existir na minha vida! Te amo, te amo, te amo! — os beijos dos lábios da administradora eram molhados no rosto de Di enquanto apertava ela fazendo boca de peixinho, as mãos de Diana estavam abertas sem reação enquanto Spence gargalhava.

— Pronto. Matou a seca e a vontade. — a de cabelos de chocolate gargalhou observando a amiga com os peitos repleto de marcas, o pescoço roxo e algumas marcas de maquiagens vermelhas e borradas.

— Eu estou até rouca de tanto que gritei naquele banheiro, quem passava achava que eu estava chorando. — Amélia roubou o dry martini da mão da sua amiga engolindo. — O Wayne, ele é perfeito! Um membro duro que nem pedra, grande que eu estou rasgada, parece que foi o Hulk que eu transei. Geme baixinho mas com fode com força. Oh Deus! Foi tudo pra mim.

— Tá bom, tá bom, ninguém quer ouvir os detalhes. — Spence disse com nojo, mas Amy não deu ouvidos.

— E eu tive a chance de transar com o Coringa. — no momento em que Diana foi colocar a bebida na boca virou para o lado cuspindo toda. — Calma, calma, não foi com o real, foi com um fantasiado. Que pena mas valeu, é grande também, mais duro que pedra, aquele sim me arrombou, eu não sinto minha bunda por que foi cada tapa... 

— Ô Amélia, chega viu. — Gubler interrompeu de novo. 

— Deixa eu contar Spencer! — bradou. Di estava rindo das besteiras da amiga. — Nossa, mas sério, ele parecia tanto o Coringa, o jeito psicótico de falar, a voz, eu acho que era o Coringa e eu não enxerguei.

— Se for, que bom que ele não te matou. — Coleman afirmou com um meio sorriso. 

— Foi aquele ali Di! — apontou a amiga para a brasileira que levantou os olhos.  

Assustou-se, seu coração tremeu de cima a baixo, faltou ar em seus pulmões. Seu corpo arrepiou-se e não teve reação se não entrar em pânico, mas controlando-se para não transparecer. Levou o bloody mary aos lábios e o bebeu tão rápido que sentiu o líquido descer queimando por sua garganta, tocou no ombro gelado de Amy afastando a cadeira e levantando-se. Grey estranhou, entretanto, não ligou muito achando que a amiga também queria se divertir.

Passou no meio da multidão até chegar ao ser que a esperava com um sorriso sem mostrar os dentes em sua cara de palhaço maquiada. Coringa usava apenas o colete verde, a camisa social de palhaço, a calça roxa, e os sapatos. Os olhos castanhos de Diana estavam surpresos e ao mesmo tempo assustados.

— Por favor, me diz que você não transou com a minha melhor amiga. — ela fechou os olhos por alguns segundos e abriu encarando-o.

— Oras, mas por que não? Está incomodada? Deveria saber, sua amiga é ótima, implorava a todos os momentos para eu fodê-la. — o psicopata saudou psicótico.

— Por favor, sem detalhes. — Diana olhou para os lados. — Você não vai fazer um atentado no Halloween, não é?

— Olha, detesto ser tão inconveniente, mas para a sua alegria não irei. É uma pena, seria maravilhoso ver tantas pessoas se contorcerem. — Coringa soltou psicótico. 

— Então o que veio fazer aqui? — de braços cruzados ela questionou simples.

— Um mágico nunca revela seus truques. E acho que não é da sua conta. Mas garanto, estou me divertindo como nunca. — Coringa estava encostado na parede apenas fitando as pessoas que passavam, enquanto a mulher a sua frente tinha o olhar duro. — Sabe, eu pensei em convidar você para a nossa festinha no banheiro. Entretanto, eu sei que você é uma garota muito difícil.

— Coringa. — Diana olhou suas mãos que não estavam com luvas, mas sem, revelando suas mãos brancas fortes com algumas veias saltadas, a tinta da qual ele fazia a maquiagem, seus polegares brincavam entre si. Imediatamente ela começou a tossir, uma tontura passou pelo seu corpo e ela perdeu o equilíbrio apoiando-se na parede.

— Sabe... enquanto eu fodia a sua melhor amiga eu só pensava em uma pessoa. — o palhaço com seus olhos profundos e negros tão sádicos encarou a acastanhada que estava perdendo a respiração. A visão de duplicava. — Você.

Não, não. Pensou ela.

— Mas eu sei que isso jamais aconteceria. — Diana perdeu o equilíbrio sentindo-se sonolenta e caiu para frente nos braços de Coringa que a pegou segurando firme em seus braços, a cabeça da mulher estava de frente para seu rosto apoiada como se fosse um neném de colo. 

— Por que você fez isso? — Coleman segurou na mão de Coringa sentindo aquela pele gelada, o criminoso entrelaçou seus dedos. 

Shh, shh, shhh não se preocupe querida. Vou garantir de verdade que você vai trabalhar pra mim. — os lábios tingidos de vermelho depositaram um beijo sobre os lábios de Diana que após o ato fechou os olhos. Coringa levou os lábios aos ouvidos da brasileira. — Good dreams, sweet.

❝uni, duni, tê
pegue uma dama pelos dedos dos pés
se ela gritar, não deixe-a ir
uni, duni, tê
sua mãe disse para escolher a melhor garota
e essa sou eu
❞​
мᴇʟᴀɴıᴇ мᴀʀтıɴᴇz – тᴀɢ ʏoυ'ʀᴇ ıт


Notas Finais


💰 garrafinha de diana: https://i.pinimg.com/564x/9d/a6/b8/9da6b8b94d0e935ed45bcdf208a87a6c.jpg
fantasia de amélia: https://i.pinimg.com/564x/08/55/2c/08552c9d576890525c2c10835736cc23.jpg
fantasia de diana: https://i.pinimg.com/564x/89/19/45/891945a4847ec7b3ac4708dc8c9d4657.jpg
fantasia de spence: https://i.pinimg.com/564x/0c/07/16/0c07166fe91d476d2c37011458947638.jpg
bicicleta de diana:
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e aí meus pudinzinhos!! por que será que o coringa precisou dopá-la? pra onde vcs acham que ele vai levá-la? pq ele fez isso? sexta no globo repórter kkkkkkkkkkkkk o que acharam minhas belezuras? esse capítulo só foi tensão sexual total, fora esse momento entre joker e di na casa dela, coitada, teve que carregar ele! mas enfim, espero que vocês tenham gostado, não esqueçam de dizer o que estão achando, fico feliz lendo cada comentário de vocês 💟💟


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