História Police and Criminal (Jotakase) - Capítulo 4


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Categorias João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", Maria Luiza Ramos (MoonKase)
Personagens Felipe "Febatista" Batista, João Victor Negromonte Queiroz "Jvnq", MoonKase
Tags Jkase, Jotakase, Os Opostos Se Atraem, Policial, Romantico
Visualizações 181
Palavras 1.417
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Crossover, Luta, Policial, Romance e Novela, Violência
Avisos: Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 4 - Heart Attack


Fanfic / Fanfiction Police and Criminal (Jotakase) - Capítulo 4 - Heart Attack

***Jvnq*** 

Eu me odeio. Eu me odeio. Eu me odeio. Eu me odeio. Eu me odeio. Eu já disse que me odeio?

Pq eu tive que pena daquela puta???? Não é algo que João Victor faz! João Victor roubaria, estupraria, drogaria, bateria, faria de tudo! Menos ter pena!!! Passei o dia inteiro com raiva de mim mesmo. Se eu contasse o que aconteceu ao chefe. Estava pronto para me considerar morto literalmente! Passei uma hora na cama pensando sobre o que aconteceu.

Eu não liberto.

Eu não salvo.

Eu não tenho pena

Eu não perdoo

Mas...

Se eu não fasso nada disso...

Será que eu amo?

***Moon***

Eu me odeio. Eu me odeio. Eu me odeio. Eu me odeio. Eu me odeio. Eu já disse que me odeio?

Mal dormi naquela noite. Encarei o traficante olho no olho!!! Senti seu perfume!!! E... Não o prendi.

Era aquele dia. Eu prendia um. Não importa qual. Mas eu tinha que prender UM!!! TENHO QUE PRENDER!!!!! Percebi o que eu havia perdido. As fotos daquele filho da puta!!!!!! E a criança nem viu a semelhança dos dois. Eu tinha MUITAAAAA vontade de me bater. Mas sei que seria ridículo então não o fiz. Queria matar quele bosta! Sonhei comigo na frente dele. Olho no olho. Eu com um revólver carregado na mão e ele com com as suas au alto.

Eu sorri.

Só precisava atirar. Afinal ele também tinha uma pistola na mão. Seria legítima defesa.

Enfiei o dedo no gatilho.

Mas aí eu não vi ele mais.

Ao invés disso. Vi o rosto de uma criança. Um garoto descalço de camisa sem manga e bermuda sujos. 

Ele estava assustado.

Ele estava chorando. 

Ele estava com braços e pernas vermelhos, como se tivesse levado palmada.

Eu larguei o revólver.

Ele caiu no chão.

E pulei a janela do lugar.

Acordei.

Não parava de pensar na minha grande estupidez. Tentei me concentrar no caso em minha sala. Mas o João rodeava meus pensamentos. O que aquilo significava? E... Porque estou chamando aquele merda de João??? Não é como se fôssemos amigos! Ele é um traficante! Eu sou uma detetive! AMIGOS??? Eu só podia dar risada, mas não ri. 

Mordi o lábio com tanta força que senti gosto de sangue. Voltei a me concentrar na minha missão. Observei com atenção os lugares nos quais os bandidos já haviam sido vistos. Uma boa parte era em uma favela em especial. Favelas... Que lugar de paz não é mesmo? Peguei a pasta do caso, minha bolsa e tomei o último gole do meu café às pressas.

Convercei um pouco com umas pessoas que estavam por lá. Pedindo informações. Nada de mais. Então eu decidi dar uma volta pelo lugar.

Mas aí...

***Jvnq***

Eu estava na casa jogando videogame com o Felipe quando o chefe entrou.

-Tenho ótimas notícias!!

Me virei e fiquei chocado com o que vi. A Mara!!!! A policial que vi no aeroporto!!!! Ela estava desmaiada no colo do chefe. Meu queixo caiu enquanto os dos outros esboçou um sorriso. 

-Ela é a tal policial que queria nos pegar???

-Exatamente!

-ELA ESTÁ MORTA?????- eu berrei, mostrando minha decepção por acidente. Quando eu percebi, já era tarde e todos já olhavam para mim confusos

-Am... Não!- disse o chefe sem entender meu incomodo- Só desmaiada. Lhe dei uma injeçãozinha quando percebi que ela estava perguntando a multidão sobre nós! Afinal, seria nojento estuprar um morto não é mesmo?

Fiquei aliviado ao saber que ela estava viva, porém triste ao saber que estuprariam ela. Porque? Não sei! Mas algo nela me fazia com que eu queira sua sobrevivência. Fiquei nervoso ao perceber isso. 

-Mas... Pq vc ficou incomodado com isso?- ele perguntou

-Ah... Nada. É que... Ela é linda e eu não ia aguentar ter a possibilidade de estuprala mas ter a jogado fora!!

-Ok então...- um dos meus amigos disse

-Vomos logo! Antes que ela acorde!!! Botem ela na cadeira!!! Tomem conta dela até eu voltar.

- Onde vc vai?- Perguntei

-Preciso de maconha...

Assim ele saiu. Eu e os meninos nos olhamos.

-E aí?- o Rafa começou- Que vai tomar conta dela?

-Nem vem!- o Batista disse- Eu e o João estamos jogando Fifa! 

-Ah! Mas o João já tá jogando a uma hora... Se divertindo a uma hora

-Ah!- disse o Samuel- Mas ele não vai...

-EU QUERO!!- berrei- Eu quero cuidar dela.

Os três me olharam.

-What?

-Já to indo!- eu peguei a Mara no colo e fui para o quarto. Eu não queria nenhum deles de olho nela. Eu queria ficar de olho nela a cada segundo, mesmo sabendo que isso poderia significar que eu tinha o controle em liberta-lá e que queria isso. 

A prendi na cadeira. Velozmente porém cuidadosamente. Por outro lado, eu queria  MUITO aquele corpo junto ao meu. Mas decidi não lhe fazer mal.

***Moon***

Eu sentia dor em meu copo todo. Em todas as partes. Minha respiração estava fraca. Fui acordando lentamente. Foi aí que percebi que estava presa em uma cadeira com fita multi reforço. Precisava escapar. Primeiro passo foi babar na fita que tinha na boca, para a cola sair. Liberar a mandíbula e o maxilar é bom nesse caso. Após um tempo, consegui. Minhas mãos. O que somos nós sem as mãos? Não estavam amarradas nas costas, mas sim no tronco, melhor. Mordi a fita com força. Meus pulsos pareciam tomates de tão vermelhos. Sangraram um pouco mas consegui cortar a fita. Eu me depilo, não foi tão incômodo puxa-lá.

Liberei as mãos e a boca. Ok. Dei uma olhada em volta e notei um armário. Arrastei a cadeira até ele. Abri a porta com os dentes e a empurrei. Avistei o rolo da fita e uma tesoura. Bingo! Devem ter usado isso para me prender. Me inclinei o máximo que pude e abocanhei a ponta da tesoura. Cortei o resto das coisas que me prendiam na cadeira. Meu revólver estava encima do armário. E a baixinha teve que subir na cadeira para pegar.

 Ouvi vozes masculinas de trás da porta berrando: “Chuta! Chuta! CHUTA!!!” “Vc joga muito mal!! Me passa logo!” “GOOOOOOOLL!!!” Não podia passar por lá.

Abri a janela do quarto. Dois andares... Já pulei de 4. Me inclinei para pular. E ia faser isso. Mas ouvi o som de porta abrindo. Por instinto, posicionei o revólver na mão me virei. Apontando para a porta. Aí notei que não era só um traficante. Mas o do aeroporto. Pisquei os olhos agitadamente e vi que a imagem era incentiva a de meu sonho! Mesma arma. Mesmas roupas. Mesmo lugar. Mesma posição. Me assustei e olhei em volta. Com medo. O sonho!!

Não.

Eu vou matar ele.

VC VAI MATAR ELE MARA LUIZA!!!

Meu coração acelerou. Comecei a tremer. Eu precisava matar naquele segundo. Não conseguiria matar uma criança. E se eu visse ele virar uma criança... Não conseguiria matar. Como no sonho.

Será que eu previ o futuro?

De qualquer forma. Eu não consegui atirar. Comecei a tremer e a chorar antes que visse uma criança. 

Minha visão ficou embaçada. Senti um aperto enorme no peito. Deixei o revólver cair e tudo ficou preto.

***Jvnq***

Não aguentei mais. Fiquei parado na porta por um bom tempo. Aí ouvi barulho. Ela acordou.

Decidi abrir a porta e a ajudar. Não aguentei mais. Abri a porta e fiquei muito surpreso. Ela não só havia acordado como havia se libertado. COMO??? A cadeira estava no canto da sala abandonada. E ela estava livre!!! Apontou sua arma para mim com raiva nos olhos. Eu botei as mãos ao alto. Como essa vaca saiu???

Que vadia... Inteligente e incrível!

Sua raiva foi substituída por susto. Como uma sensação de “deja vu” e seu susto foi substituído por lágrimas...

LÁGRIMAS SANGRENTAS!!!!!

Era sangue a sair de sua boca! Juro! Ela deixou o revólver cair no chão!!! DEUS!!!! SAIU SANGUE DE SUA BOCA!!!!! Por fim ela caiu no chão, desmaiada!

Teve um ataque cardíaco!!!!

Não sabia o que faser. Peguei minha pistola lentamente. Ao voltar meus olhos a ela. Não era mais Mara Luiza ali. Mas sim uma garotinha de cabelos pretos presos em um laço de fita cor de rosa no cabelo e roupas brilhantes. Com lantejoulas. Me assustei com aquilo. Pisquei duas vezes e ela voutou ao a ser a mulher de antes.

Gaguejei um pouco a observando. Aí a peguei no colo e a levei para a garagem. Os obcecados no vídeo game nem viram.

Puz ela no carro e a levei ao hospital.



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