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História Polos Opostos - Capítulo 1


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Notas do Autor


Oi! Uma introdução teste, espero que gostem :)
É uma segunda ideia que eu tive pra reescrever Polos Opostos.

Capítulo 1 - 000 - introdução


Fanfic / Fanfiction Polos Opostos - Capítulo 1 - 000 - introdução

Polos Opostos 

 

Kiara, tem dois significados possíveis, uma aponta para o lado de “brilhante ou clara” e outro ironicamente a outra é "escuro", intenso e marcante. 

Durante grande parte da sua vida, era muito brilhante, uma garota sorridente e feliz com a vida que levava, mas uma traição fez seu mundo desabar, tirando a luz de sua vida, com a escuridão vindo a tona. 

Harry Styles, artista britânico que resolveu tentar a sorte na América, a arte é sua forma de expressar sua opinião e felicidade com a vida, sua maneira de arte é colorida. 

 Gentil, encantador mas para Kiara, ele mostra outra face, a de um irritante mulherengo, uma forma que ele encontrou para estar próximo dela, perturbando ela. 

Kiara's point of view  

— Zoo, o Harry está tirando minha paciência,nao sei se sobrevivo se eu ver mais uma vez a cara dele. 

— Eu ainda acho que vocês seriam fofos juntos. 

Faço uma cara de nojo em resposta.

— Você tem que se dar uma chance de diversão, Harry seria uma diversão e tanto. 

Fechei os olhos me preparando para o discurso motivacional de Zoe. 

— Kiara, você tem que parar de ser workaholic e pensar mais em você, você tem que viver mais! — continuou. 

Estou no meio do meu horário de almoço com minha melhor amiga e colega de quarto , Zoe, que insiste na ideia de me fazer ter um pouco de paixão em minha vida. 

 — Zoe, eu realmente quero focar só no trabalho — digo dando um meio sorriso tranquilizador — Sério, eu estou bem assim. 

— Eu só não quero que você vire uma tia cheia de gatos. — torceu o nariz imaginando a situação. 

Zoe Ballard é minha amiga desde sempre, mesmo sendo totalmente de mim, nós fazemos uma ótima duplas dês do jardim. Ousamos juntas ao sair das asas de nossos pais vivendo uma nova vida na Big Apple independentes, em um bairro novo e quase sem nenhum dinheiro. 

— Eu adoraria discutir mais sobre a minha inexistente vida social com você. — digo levantando da mesa. — Mas tenho que voltar pra galeria, tenho que resolver grandes coisas. 

Dei um leve abraço de despedida na minha amiga. 

— Boa sorte minha artista, você é a melhor — fazendo um coração com a mão.

— Beijos, eu te amo Zoo. — joguei beijinhos no ar para minha amiga. 

Na arte eu encontrei uma forma de expressar minha dor, então eu juntei todo o dinheiro que consegui trabalhando com meu pai, e abri um pequeno ateliê de pintura, obviamente não recebi o apoio da família, que queria que eu assumisse as rédeas da empresa familiar. 

Meu ateliê ultimamente está passando por uma situação difícil, meu concorrente está incrívelmente roubando minha clientela. Concorrente esse que por um acaso divido o espaço alugado, o inglês que diariamente arranja um modo de tirar minha paciência, Harry. 

Meu pequeno espaço fica em um adorável bairro do Brooklyn, cercado de cafeteiras e bares culturais. 

A caminhada do restaurante até a galeria é relativamente curta, mas especialmente hoje as coisas estão mais difíceis, o porque? o Dia dos namorados. 

A grande quantidade de pessoas era algo que eu já estava acostumada em Nova York, mas as vésperas de feriados desse jeito, virara um inferno. Turistas, trabalhadores e pessoas comprando tais presentes para seus amados lotavam a ruas. 

Assim que passo pela porta do ateliê, sou surpreendida por uma enorme bagunça, tintas, cavaletes e... um sutiã. 

Minha expressão endureceu. — Que porra é essa? 

— Nem um boa dia, Kiara? — disse entrando no cômodo. 

Claro, mas de quem aquela bagunça poderia ser a não ser dele? O mulherengo inglês. 

— Que porra é essa Harry? — repito ameaçadora. 

— O que? — franzeu a sobrancelha. 

— Essa bagunça, esse sutiã Harry! 

Harry notou o sutiã que estava pendurado em um dos cavaletes — Oh, por que você colocou seu sutiã aqui? — sorriou malicioso. 

— É seu! — peguei o sutiã cautelosamente e joguei em seu peito. 

— Eu não uso sutiã querida. 

— É de uma das suas peguetes. — falei em um tom mais alto. 

Harry está a empalidecido. — Oh. 

— Não acredito que você transou no meu ateliê.  — Um músculo na minha mandíbula contraiu-se

— Ei, também é meu. — revirou os olhos. 

O respondi  com meus olhos perfurando os dele. 

— Trate de arrumar essa bagunça, seu imprestável. — disse me dirigindo ao meu pequeno escritório. 

— Você tá muito irritada. 

Harry me seguiu. 

— Por acaso você está com ciúme, Elsa? — continuou zombateiramente. 

Elsa, como ele carinhosamente me chama, por causa do meu modo sem emoções, a rainha do gelo.

— Vai se fuder Styles. 

— Eu adoraria. — murmurou saindo do meu campo de visão. 

Harry e eu nunca conversamos adequadamente, mas, a única coisa que me fez já sorrir para aquele homem, foi o nosso amor em comum pela arte, mesmo que a arte pra ele seja totalmente da minha, algo mais colorido e alegre. 

Fora isso em comum, só brigamos à todo tempo, por um usar o material do outro, acusar de plágio, e suas transas regulares no ateliê, e qualquer outra coisa que possamos fazer para tirar a paciência do oitrom

Naquela tarde um importante comprador do quadros queria conversar comigo, uma grande oportunidade de conseguir mais dinheiro e de me livrar de Harry. 

— Sra.Winter é um prazer recebê-la em meu ateliê. — disse educamente para a senhora em minha frente. 

Margot Winter, uma madame de alta classe que é fascinada por arte, dona de galeria de Nova York, que alguns meses vem comprando muito de meus quadros, em contragolpe de Harry também. 

— Me chame de Margot, me sinto velha com esse besteira de senhora. — murmurou. 

Assenti com a cabeça. 

— Você quer beber algo? 

— Não querida. 

Me sentei em minha cadeira e encarei a mulher em minha frente. 

— Então, o que devo de sua visita? 

— Você já vai saber, só espere o rapaz..— Margot é interrompida pela porta do meu escritório abrindo. 

— Olá senhoritas, desculpe pela demora. — disse com seu horrível sotaque britânico. 

Harry deu dois beijinhos em Margot, eu franzi o cenho, estranhando esse ato. 

— O que você está fazendo aqui? — murmurei. 

— Margot me chamou. — se virou para mim piscando o olho. 

— Mas... — Margot me interrompe — Menina Davies, eu chamei o Harry porque eu quero falar sobre a próxima obra que eu estou interessada. 

— Como vocês dois sabem eu gasto muito dinheiro com vocês dois, mas dessa vez eu quero algo diferente pra minha galeria, uma obra-prima fascinante. 

Concordei com a cabeça mesmo não entendendo o que estava acontecendo. 

Harry se mantia indiferente. 

O que a próxima obra tinha haver com Harry Styles? Essa mulher tá doida? 

— Eu quero uma colaboração de vocês dois, os dois artistas que eu mais me interesso juntos. 

— Juntos? — Harry e eu dissemos em uníssono. 

Meu queixo caiu, Harry estava em choque também. 

— Como assim Margot? — indagou. 

— Eu quero o modo que Kiara retrata a escuridão junto do seu jeito alegre e colorido Harry. 

— Meu deus. — me deixei escorregar mais para dentro da cadeira. 

Ficamos borquiabertos por um longo minuto silencioso, digerindo o que ela falará.  

— Isso nunca vai dar certo. — comecei. 

— Nós odiamos. — ele  completou minha frase. 

— Vocês teriam o maior cachê de suas vidas até hoje. — disse confiante — 100 mil dólares para cada um.

As nossas pupilas estavam dilatadas, surpresos com aquela oferta. 

— Aceitamos — Harry e eu dissemos em um uníssono novamente. 

100 mil dólares valiam qualquer raiva que eu teria que passar trabalhando com meu maior inimigo, afinal esse mesmo dinheiro vai me fazer nunca mais vê-lo após esse trabalho. 

Harry Styles nunca vai me impedir de realizar esse trabalho, mesmo que eu tenha que aturar ele por mais tempo que eu gostaria. 

Por mais que sejamos. 

Polos Opostos,

tentando fazer algo juntos, uma bomba explosiva que à qualquer momento vai explodir. 

     


Notas Finais


o que acharam? me deem esse feedback :)
Bye bye babys.


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