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História Polythermo. - Capítulo 2


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Capítulo 2 - Novo lar.


Bem, qual seu nome? – Toriel pergunta a Chara.

Chara. – Ela responde, bastante assustada e com medo.

Como o Sans disse, é melhor ir se acostumando. Você não vai sair daqui tão cedo, ou talvez nem saia. – Toriel fala.

Poque? – Chara pergunta.

Tem uma barreira muito forte que não conseguimos quebrar. – Toriel responde.

Oh. – Chara fica meio cabisbaixa. Eles continuam andando pela cidade de Snowdin, até chegarem em uma casa marrom, com o teto coberto de neve e diversas luzes de natal piscando ao redor da casa.

Toriel adentra a casa, carregando a pequena Chara.

Bem, este é o seu novo lar, pequenina. – Toriel coloca Chara no chão. Chara olha ao redor e começa a andar pela casa, com um certo medo. Asgore suspira e se senta no sofá, ligando a TV.

Ei, garota. – Asriel chama Chara, que olha para ele com medo. – Já que você vai morar aqui, eu tenho que te mostrar a casa. Me segue. – Asriel anda pela casa e mostra para Chara. – Ô Mãe.

Diga. – Toriel olha pra Asriel.

Onde ela vai dormir? – Asriel pergunta.

Bem, ela pode dormir naquele quarto vazio do lado do seu. – Toriel fala.

Certo. – Asriel olha para a Chara e mostra o quarto dela, com uma cama relativamente pequena, provavelmente do Asriel quando ele era mais novo. Vários armários com coisas inúteis ao redor, um tapete e uma mesa com gavetas.

Enquanto isso...

Metta, Gaster, Papyrus e Sans andando de carro rumo a capital. Várias cidades pequenas, vilas e fazendas podem ser vistas no caminho.

Metta, certo? Esse é realmente seu nome ou é apenas um apelido? – Papyrus pergunta.

É um apelido. Meu nome é Mettacrit. – Ele responde, ainda meio atordoado e sem saber onde está.

(Puta que pariu, isso só piorou.) Certo, Mettacrit. Você provavelmente vai passar o resto da sua vida preso aqui dentro. A barreira só pode ser quebrada com almas humanas, mas, como vocês dois não representaram ameaça alguma, eu vou deixar vocês viverem. – Papyrus fala.

Certo. – Mettacrit não estava entendendo absolutamente nada do que está acontecendo. Após alguns minutos de pilotagem, eles chegam em uma casa relativamente grande, no topo da capital, com cerca ao redor.

Bem-vindo ao seu novo lar. – Papyrus desce do carro, logo em seguida, Gaster e Mettacrit também. Sans estaciona o carro na garagem e logo depois desce. Mettacrit anda calmamente, olhando ao redor.

Metta. Eu vou te mostrar a casa. – Gaster cutuca ele e os dois começam a andar pela casa, com Gaster falando sobre os locais. No dia seguinte, Metta acorda com um fantasma com uma roupa de cientista o encarando.

Então esse é um dos humanos, certo, Papyrus? – O fantasma pergunta, olhando para o esqueleto.

Sim. – Papyrus responde.

Bom, eu sou Napstablook, o cientista real. Já que você agora faz parte da realeza, eu tenho que me apresentar a você. Espero que nos demos bem. – O fantasma agacha na altura de Metta para falar isso e depois volta a ficar “em pé”. – Vou voltar ao laboratório. Ah, uma coisa, o outro humano está sob os cuidados de quem?

Da Toriel. – Sans responde, encostado na parede.

Certo. – Napstablook começa a ir para fora da casa, indo rumo ao tal laboratório. No laboratório, Toriel estava guardando algumas caixas, outros monstros também, alguns mexendo em computadores, estantes, armários, alguns estavam até mesmo fabricando algumas peças de metal. Napstablook “anda” até Toriel e segura no ombro dela.

Bom dia, chefe. – Toriel olha pra ele, com medo.

É verdade que você está com o outro humano? – Ele pergunta, com uma expressão neutra.

Sim. Por que? – Ela responde e pergunta.

Nada. – Napstablook volta a andar pelo laboratório e a ajudar os outros monstros.

No ano seguinte... (2005)



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