História Ponte do suicídio - Capítulo 2


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
Tags Drama, Histórias, Suspense
Visualizações 20
Palavras 836
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Suspense, Violência
Avisos: Linguagem Imprópria, Mutilação, Suicídio, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Boa leitura!

Capítulo 2 - Detenção


Fanfic / Fanfiction Ponte do suicídio - Capítulo 2 - Detenção

Eles chegaram na escola faltando 5 minutos pra aula começar. Aproveitando o tempo livre, May mostrou a escola para Henry que já não parecia mais o mesmo garoto que estava prestes a se matar. 

Então a aula começou. Na 3° aula (aula antes do intervalo) May estava muito entediada e então, como de costume, começou a fazer rabiscos no seu caderno até achar a coisa certa pra desenhar e então começou. Mas o Senhor Phillips, professor de geografia, percebeu a falta de interesse de May e foi caminhando lentamente até a sua mesa.

May não conseguia ouvir mais o tok dos lápis no papel e então uma sombra surgiu na sua frente. Ela levantou a cabeça.

- Senhorita Evans, posso saber o que você está fazendo?- disse ele se aproximando da mesa.

- eu estou desenhando. O senhor é cego?- May disse com o maior deboche do mundo. 

O senhor Phillips ficou furioso e com apenas um olhar May já sabia seu destino.

- ok, ok...eu já sei. " Senhorita Evans vá já para a diretoria porque você é obrigada gostar da minha aula por mais chata e inútil que ela seja e você não deve aumentar seu conhecimento artístico porque é óbvio que você vai querer ser uma velha dona dos gatos." - disse May tentando imitar a voz do professor enquanto arrumava sua bolsa.

 Então May foi para a diretoria sendo seguida pelos olhos dos seus colegas e principalmente os olhos de Henry. 

May chegou na diretoria e logo foi reprovada com um suspiro do diretor Harris.

- Aqui de novo, senhorita Evans? O que te trás aqui?- Disse ele com a maior calma do mundo.

May jogou seu caderno desenhado em cima da mesa do diretor e se sentou na cadeira. 

- Hummm...- disse ele olhando pro desenho. 

May havia desenhado Henry. Ela era talentosa.

- você desenha muito bem mas isso não irá fazer você passar de ano- disse ele.

May bufou

- o senhor sabe tão bem quanto eu que eu tenho boas notas e agora me diga em que situação eu terei que dizer o maior país do mundo enquanto escrevo um livro? O senhor sabe que eu nunca vou precisar disso. Não precisa falar nada, eu sei seu discurso até de trás pra frente e sei que tenho que ficar na biblioteca até as 18:00 horas então se já tiver terminado, será que posso ir?- disse May.

O diretor fez que sim com a cabeça e May foi embora. 

No recreio ela se sentou junto com Henry.

-Você não tem muitos amigos, não é?- disse Henry.

-Eu não gosto de ficar perto de muito gente, mas você é uma exceção- ela disse.

Derrepente um cupcake é jogado na bochecha de May e todos os alunos começam uma guerra de comida, o que era normal naquela escola. 

May ia se levantar para possívelmente agredir alguém mas Henry a chamou para de baixo da mesa. 

Já de baixo da mesa ele limpou sua bochecha azul por conta do creme do cupcake e então os dois caíram na gargalhada(autora: maconha, com certeza ) e então o diretor chegou. Todos calaram a boca.

-Quem começou isso?!- Disse o diretor furioso.

Todos apontaram para Henry que era o único que não estava sujo. O garoto foi culpado e condenado à ficar 3 horas na biblioteca. Exatamente o mesmo tempo que May (autora: consciência? Eu acho que não)

As 15:00 horas os dois foram para a biblioteca. May conheica cada canto daquele lugar como a palma da sua mão e ela muito amiga da jovem bibliotecária.

May foi para a seção de mistério sendo seguida por Henry que olhava para todos aqueles títulos de livros e ficava com um leve medo. 

May pegou um livro da prateleira. Capa preta, folhas petras e algo escrito na capa em cinza que quase não se podia ver. O nome do livro era " Escuridão total sem estrelas"   e começou a ler. Henry, por outro lado ficou encarando ela.

- por que você gosta de ler?- perguntou ele.

- eu gosto de imaginar as coisas como se eu fosse parte do livro, como se eu realmente estivesse ali. É bom pra esquecer da realidade, você devai tentar- disse ela para o garoto curioso.

Então ele se levantou e pegou um livro, " o homem de giz " e começou a ler.

Em determinados pontos do livro ele olhava para May um pouco assustado com as coisas que lia.

- você já leu esse livro?- perguntou ele.

-sim, li na última vez que fiquei de castigo- disse ela.

Os dois voltaram a ler e só pararam quando o relógio marcou 18:00 horas então eles foram embora. 

Os ônibus não passavam as 18:00 da noite então eles voltaram à pé. 

Enquanto andavam May parou e apontou pro céu, para uma estrela que brilhava mais que as outras e então disse:

- olha...ela está orgulhosa de mim- May disse apontando pra estrela e uma lágrima correu sobre a sua bochecha.


Notas Finais


Espero que tenham gostado!


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