História Por acaso - Capítulo 23


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Categorias Anneliese van der Pol, Erik Durm, Roman Bürki
Personagens Anneliese van der Pol, Erik Durm, Roman Bürki
Tags Bvb
Visualizações 42
Palavras 1.285
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Insinuação de sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Depois de quase um ano sumida, resolvi terminar a fic, acho que ninguém sequer lembra dela, mas não gosto de deixar minhas fics inacabadas, espero que eu ainda tenha leitoras!

Capítulo 23 - Capítulo vinte e três.


Fanfic / Fanfiction Por acaso - Capítulo 23 - Capítulo vinte e três.

-Está tudo uma loucura, quem disse que vida de estudante é fácil é o maior mentiroso a história. -Digo ao celular, que está preso entre minha orelha e o meu ombro. -Estudar, trabalhar, respirar, a vida é bem cansativa. Não aguento mais esperar  minha avó aparecer e me dizer que sou a princesa de Genóvia e que posso jogar tudo para o alto sem culpa. -Digo bastante séria e logo fico quase surda ao ouvir a risada de Nastassja do outro lado da linha.

-Você é hilária, Julie. E devia reclamar menos, tem uma vida perfeita. 

-Reclamar faz parte da vida, e a essência de qualquer ser humano. -Rebato revirando os olhos, mesmo que a Nastassja não vá ver.

-Eu não te liguei para ouvir reclamações. Te liguei para te fazer um convite. Preciso distrair mente depois de todo o ocorrido, estou pensando em fazer uma viagem, vamos comigo?

-Eu não tenho disponibilidade para isto, pelo menos não agora. -Respondo um tanto chateada por não poder viajar.

-Mata aula, mata o trabalho. Vem comigo, Julinha. -Nastassja começa a fazer seu tipíco draminha.

-Nast, eu não ganho dinheiro igual a você para viajar o mundo e tirar fotos. -Me sento no sofá e abro meu caderno da faculdade e começo folhear até encontrar a disciplina desejada.

-Vire modelo então e ai vamos viajar juntas e ganhar dinheiro com isto. -Nastassja começa a rir e eu reviro novamente os olhos.

-Esta não é a minha vocação. Mas enfim, para aonde planeja ir? -Pergunto, em quanto abro meu estojo atrás de uma caneta.

-Não sei ainda, talvez Ibiza ou Itália, ou só quero me distrair, clarear a mente. 

-É por causa do Roman?- Coloco a ligação no viva-voz e começo a copiar uma matéria nova no caderno.

-Parece coisa de adolescente, eu sei, pode me julgar. 

-Não vou te julgar, eu sei que não é fácil ter um coração  partido, eu já passei por isto. 

-O pior de tudo é que me sinto uma idiota falando sobre isto logo com a prima dele. 

-Acontece que somos amigas acima de tudo isto. Não importa quantos homens tenhamos em nossa vida. -Pego o corretivo e passa sobre a palavra que escrevi errado.

-Tem razão. Eu tenho que desligar, tenho uma sessão de fotos agora.-Nos despedimos e desligamos a ligação.

   Termino de escrever a matéria e jogo meus materias de lado e ligo a televisão em uma série que sou muito viciada. Três episódios depois e eu já estou com um balde cheio de pipocas e um copo de refrigerante enorme em mãos. 

     Meu celular começa a tocar tirando minha concentração da série, coloco pause na série e atendo a ligação.

-Desça aqui.

-Boa tarde para você também, eu estou bem, obrigada por perguntar. E sim, eu estou em casa, quer que eu abre a porta para você? -Digo sarcarsticamente cada palavra.

-Anda logo Julie. 

    Desligo a ligação e desço as escadas do apartamento, assim que chego no terréo  procuro pelo meu namorado, mas nada dele. De repente alguém chega de surpresa por trás de mim e me assusta, me fazendo soltar um grito de susto e sem intenção chamo a atenção de algumas pessoas que passavam pela rua. Fico de frente ao loiro e desfiro alguns tapas em seu ombro.

-Sua praga, quer me matar do coração? -Brigo com ele lhe lançando um olhar raivoso.

-Pare de drama, nem foi tudo isto. -Erik me puxa para um abraço e eu retribuo.

-Não sou dramática. -Digo antea de roubar um selinho.

-Tá mais para violenta, mesmo. -Durm sorrir e me abraça novamente. -Que tal darmos uma volta pela cidade? -Propoe o tucano.

-Me parece uma boa ideia, só preciso ir no meu apê rapidinho. 

      Depois de desligar a tv, pegar meu celular e trancar a porta do apartamento, nós dois saimos de mãos dadas pelas ruas, conversando sobre coisas alheias. Paramos em uma sorveteria e sentamos na mesa mais reservada da sorveteria.

-Eu tenho que lhe contar algo. -Durm segura minha mão e olha em meus olhos.

-Ah não, não estou gostando disto, por favor me diz que cometeu um assassinato e não que vai terminar comigo. -Fecho os olhos fortes e aperto de leve sua mão antes de abrir os olhos e encarar aquelas órbes azuis encantadoras.

-É isto mesmo que fiz fazer, Julie. Dizer que matei o Rasputin. -Erik solta uma gargalhada gostosa e eu o acompanho.

-E agora está fugindo da policia russa? -Sussurro ao meu aproximar de seu rosto.

-É exatamente isto e vim te pedir para ser meu álibi. Que tal? -O loiro se aproxima de minha orelha e sussurra tais palavras.

-E o que eu ganho com isto? -Pergunto lhe lançando um olhar um tanto sugestivo.

   Vejo Durm mudar de tonalidade branca para rosada em questão de segundos, eu começo a rir de sua vergonba de algo tão natural.

-Você ficou com vergonha disto? Jura?- Questiono segurando o riso.

-Não é um assunto para se conversar em um local público. -Responde Erik toltamente sem graça.

-Eu sei Erik, mas somos os namorados mais santos da história. -Digo gargalhando, fazendo o loiro se sentir mais envergonhado ainda.

-Julie, você é assanhadinha assim sempre ou só quer me envergonhar? -Sussurra Durm antes de encher a boca de sorvete.

-Só estou lhe pertubando, tucano. -Digo beijando sua bochecha e em seguida voltando a atenção para o meu sorvete.

  Voltamos para o meu apartamento e ficamos jogados no sofá vendo um filme de ação. Logo Durm começa  fazer carícias no meu braço e eu olho desconfiado para ele, o loiro sorrir e em seguida ataca meus lábios.

        Começamos com um beijo calmo, mas logo sentimos a necessidade de aprofundar o beijo. Estamos sedentos por um beijo selvagem e de um contato mais quente um com o outro. As mãos do loiro começam passear pelo meu corpo, em quanto as minhas mãos estão se revezando entre seu pescoço e seus cabelos.

Logo minhas pernas estão entrelaçadas em sua cintura e as mãos do loiro estão repousadas sobre minha barriga. Quando o ar falta, paramos o beijo e nos encaramos por alguns segundos antes de voltarmos a se beijar novamente.

Minutos depois:

        Estamos os dois deitados no sofá, eu sobre o peitoral do loiro, totalmente nus e suados.

-Uau! Não acredito que eu estava perdendo isto este tempo todo. -Digo rindo.

-Vai me deixar envergonhado Julie. -Erik beija minha têmpora e me aperta em seu abraço.

-Vem, vamos tomar um banho.

  Seguimos em direção ao banheiro e novamente compartilhamos um momento íntimo e quente. Depois do banho, vamos em direção a cozinha e atacamos batatas chips e suco natural.

-Eu ia lhe dizer algo na sorveteria e acabamos mudando de assunto. 

-E o que você tem de tão importante para me contar, loirinho? -Indago antes de encher a boca de batatas chips.

-Eu vou me transferir de time. -Durm me olha neutro.

-Vai para qual time? Schalke? Leverkusen? Colônia? Leipzig? Hamburgo? -Pergunto em quanto encho nossos copos com mais suco.

-Como sabe tantos nomes de time? -Erik me observa com olhos arregalados.

-Às vezes, só às vezes, eu presto atenção no que o Bürki diz. -Respono dando de ombros.

-Ele vai gostar de saber disto. -Durm começa a gargalhar e eu lhe lanço um olhar mortal.

-Se contar a ele, é um homem morto. -Finjo segurar uma faca e cortar o meu pescoço. -Agora diz tucano, para qual time vai ser transferido? 

-Huddersfield Town.

-Não me recordo deste time, de que região da Alemanha é? É da primeira divisão?

-É da primeira divisão, mas não é da Alemanha. -Durm se vira em minha direção e segura minhas mãos.

-Como assim? De onde é então? Ai meu Deus, você veio terminar comigo



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