História Por Algum Motivo Que Eu Não Sei - Capítulo 4


Escrita por:

Postado
Categorias Boku no Hero Academia (My Hero Academia)
Personagens Dabi, Denki Kaminari, Eijirou Kirishima, Iida Tenya, Katsuki Bakugou, Midoriya Izuku (Deku), Shouto Todoroki, Tomura Shigaraki, Uraraka Ochako (Uravity), Yagi Toshinori (All Might)
Tags Abo, Bakudeku
Visualizações 107
Palavras 2.124
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Drama (Tragédia), Ficção Adolescente, Lemon, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


CANSEI!!!!
mano fiquei sem net quando finalmente ia postar o ultimo cap dessa estoria!!
eu vegetei em casa!!! sem anime pra ver ou qualquer outra coisa, tipo a querida netflix, o que me salvou da insanidade foi um livro e a TV.
e ainda estou sem internet em casa... só estou conseguindo postar pq to na faculdade, e tem uma galerinha olhando pra mim aqui, não gosto disso! essas pessoas não podem cuidar das próprias vidas e deixar a estranha aqui trabalhar em paz? isso tdo pq eu to vendo anime na sala de estudos, como se não tivesse gente fazendo pior.


de qualquer forma depois de breve desabafo, eu estou feliz em ter internet de novo e não precisar ouvir minha lista emo dos anos dois mil, venho com esse cap, sinceramente espero que apreciem, eu gosto muito de uma cena desse cap u.u


eu desenhei isso durante o meu exílio da internet :3

Capítulo 4 - Querida Mãe


Fanfic / Fanfiction Por Algum Motivo Que Eu Não Sei - Capítulo 4 - Querida Mãe

Querida mãe

Um dia você me contou que um(a) ômega possuía com seus filhotes um laço forte, que só poderia ser desfeito por outro mais forte ainda, esse que todos desejam carregar um dia e que agora eu carrego com muito orgulho e amor.

Você pôde sentir? O laço mais forte que um ser humano pode criar? Sim, querida mãe, eu estou vivo e fui marcado, pela ultima pessoa nesse planeta que você desejava, marcado por Bagukou Katsuki, o amor da minha vida, que me ama tão intensamente que nem mesmo eu esperava, não sabia que a marca revelava tanto assim sobre alguém, e mesmo ele me conhecendo mais ainda, por algum motivo isso só o fez me amar mais ainda, você não sabe a surpresa que tive ao ter conhecimento desse fato.

Eu estou bem e muito feliz agora, mais feliz do que qualquer outro momento da minha existência, peço que não venha me procurar, vou começar minha vida com a pessoa que amo, sentirei saudades, isso é fato, do mesmo modo como acho que está sentindo em relação a mim. Eu não fugi por que queria, tenha certeza disso, apenas por que não tive escolha, sabe quando começou minha fase rebelde, logo após você colocar o Kacchan naquele internato? Sabe muito bem o quão chorei aquele dia, você tirou minha alma gemia de perto de mim, e isso me fez odia-la, mas meu coração não queria odia-la, infelizmente esse sentimento foi forte de mais.

Pois bem, minha rebeldia começou no dia quando fui apresentado a Tomura Shigaraki, ele era o tipo de alfa que você jamais aceitaria que eu tivesse um relacionamento romântico, achei que estaria me vingando de você caso saísse com ele, estranhamente quando aconteceu à primeira vez me senti tão sujo por ter gostado daquele contato, confuso até, porque em nenhum momento o kacchan saia da minha mente. E então aconteceram tantas coisas de que me arrependo agora, eu tento não sentir isso, já que foram por causa dessas decisões que você me trouxe Kacchan de volta, e eu fiquei tão feliz.

Todavia, da mesma forma que senti felicidade, meu coração pesou mais quando pensei que Kacchan me odiaria pelo o que eu fiz, foi o ano mais difícil, não sabe quantas vezes tentei me abrir pra você, e ainda sim não conseguia isso. Num fim de semana que você viajou kacchan não aguentou mais, me encurralou e me fez contar tudo, aquele foi o segundo dia em que mais chorei, porque tinha medo dele me odiar, mas o seu amor por mim foi tão forte que ele fez algo que eu não pude fazer com a senhora, perdoar porque amava, e ainda mais suprimiu a raiva que sentia toda a vez em que me encontrava com Tomura.

Entenda-me, por favor, não continuei me encontrando com Tomura porque queria, ele me dava medo, ele queria continuar a me possuir, mas por algum motivo, não queria me assumir, da mesma forma que eu não o queria, ele criou um modo estranho de estabelecer contato, para representar que eu queria que se repetisse, eu deixava alguma coisa minha com ele, e então ele vinha me devolver e tudo se repetia, saiba que, quando soube que Kacchan voltaria, perguntei a ele o que aconteceria caso parasse de deixar minhas coisas para trás, e ele deu a entender que me mataria do jeito mais humilhante.

Então eu bolei esse plano estranho junto com Kacchan, entenda ele queria falar com a senhora e tudo mais, mas a escolha de fazer tudo isso foi minha.

Na noite anterior a minha morte, kacchan cuidou para que todas as armas de fogo fosse eliminadas e que laminas de Tomura tivesse uma quantidade mínima de um veneno que simula a morte, saiba mãe que tomei muito cuidado com isso, Tomura tinha que achar que eu e Kacchan havíamos morrido, só assim ele me deixaria em paz, não sabia que ele tiraria a própria vida.

E por esse motivo não posso voltar para você, iriam prender a mim e a Kacchan, eu não suportaria ficar sem ele novamente, Kacchan significa tudo, e eu vou o amar sem precedentes até o resto da minha vida.

Um dia no futuro, quando não ver mais perigos vou querer que conheça seus netos, mas até lá, peço que não me procure.

Com todo amor desse mundo,

Midoriya Izuku.

A mulher respirou profundamente, seu menino estava vivo, mas ela devia agir como se estivesse morto, aqueles definitivamente seriam anos difíceis para si.

- Então é isso?

- Sim Toshinori, Midoriya e Bakugou então vivos.

- Assim que esses meninos aparecerem vou lhes dar uma boa surra.

- É capaz de eles estarem muito velhos quando você tiver a oportunidade de fazer isso. – sorriu para o velho amigo guardando a carta com cuidado, pois iria a ler e reler infinitamente ela ao longo dos anos, enquanto esperava pela próxima.

-o0o-

Cinco anos haviam se passado, e Katsuki finalmente fora promovido no trabalho, agora seria chefe da unidade local de bombeiros, mal podia esperar para contar ao esposo, ele iria levar o esverdeado para sair, e comemorar, afinal foram quase quatro anos de trabalho árduo que tivera.

- Tadaimasu – gritou animado esperando a habitual resposta enquanto retirava os sapatos – Onde esta o meu lindo ômega – gritou procurando pelo apartamento – Deku? – Perguntou batendo na porta do banheiro, o esverdeado abriu a porta envergonhado tentando não olha para o marido, Katsuki preocupado levantou o rosto do companheiro – Oe, Deku o que houve?

- Kacchan, o que vamos fazer? – indagou choroso com as lagrimas descendo pelo rosto – Eu.. Queria tanto... Mas ele... Não... Quis esperar... Esse não é... O momento dele... Aparecer – completou entre os soluços se debulhando em lagrimas, Katsuki não estava entendendo uma só palavra do que ele queria dizia.

- Oe Deku! Quem te fez mal? – questionou desesperado apertando o amado nos braços, só depois de um tempo quando o mesmo estava mais calmo que ele voltou a falar.

- Eu já dei uma bronca nele...

- Ele quem amor? Quem mexeu contigo hein? – indagou levando o esposo para sala todo preocupado e sentando no sofá com o esverdeado no colo.

- Ele não fez nada – respondeu derretido com o jeito que estava sendo tratado.

- Uhmm? Mas você ta chorando amor, não quero te ver assim tão abalado, fala pra mim quem foi que eu mato esse filho da puto – Izuku riu do comentário, deixando o loiro aliviado, mas logo inflou as bochechas olhando acusador para o companheiro.

- Olha lá como me chama Katsuki Midorima – chamou a atenção do amado pondo as mãos na cintura, vendo o alfa frisar o cenho com aquele comportamento.

- Oe... eu não disse nada... sobre você – comentou ficando um tanto desconcertado com uma hipótese que passou pela cabeça.

- Uhmm? Tem certeza? Cuidado hein a mãe dessa pessoa não deve gostar de ser chamado assim – retrucou com um brilho no olhar

- Izuku... Você está...? – Perguntou piscando os olhos.

- Hey, meu filhote já ouviu uma bronca hoje, por aparecer assim do nada – lembrou ao parceiro, que cobriu a base da barriga do esposo com a mão piscando ainda.

- NOSSO filhote pode aparecer a hora que ele quiser – corrigiu o alfa com um sorriso abobalhado na face, pegando, de certa forma, Izuku de surpresa.

- Mas, nosso filhote podia esperar um pouco mais não? – Perguntou um tanto incerto.

- Nosso filhote chegou no momento certo pra ouvir a super nova novidade do pai – apontando para si mesmo com o dedão e vendo a expressão de surpresa do esposo que só aumentou com a próxima fala do loiro – Hey filhote, seu super pai tem um dos empregos mais legais do mundo agora, já que eu fui promovido a chefe do bombeiros – O grito de felicidade de Deku não poderia ser menor, ele se enganchou no pescoço de Katsuki.

- Kacchan, porque não me contou antes? Eu teria feito uma comemoração mais apropriada.

- Deku, você já fez tento por mim, eu não posso ser mais grato por você do que sou agora – respondeu dando um selinho no mesmo – Né filhote, você fez duas pessoas muito felizes, então desconsidera o que o seu papai disse antes ok? E me promete que nunca mais na sua vida vai o fazer chorar de novo, porque ele é muito mais lindo sorrindo – completou olhando nos olhos de Izuku.

- O seu Otou-san é muito bobo filhote – riu um pouco.

- Né, você não pode ver agora, mas ele é muito lindo mesmo – repetiu – agora filhote eu vou roubar vocês dois pra comemorar essas noticias.

- Ohh e onde vamos comemorar senhor Midorima? – perguntou curioso.

- Onde você e o bebê quiserem, senhor Midorima – retrucou com um brilho no olhar beijando com cortesia a mão do esverdeado.

-o0o-

- Olha Shin-chan! Os vizinhos chegaram – apontou Izuku para o caminhão de mudança em frente à casa na qual morava.

- Papai, o Otou-san falou que eles iam chegar hoje.

- Ohh, tem certeza? Não lembro do seu Otou-san falar isso.

- Mas ele falou papai – argumentou o menino cansado.

- Ta bem meu amor, vamos lá cumprimentar eles? – A criança sorriu acenando com a cabeça.

Izuku começou a falar com uma ômega, e descobriu que era ela quem estava se mudando, eles começaram a conversar e do nada apareceu uma criança alucinada indo na direção deles, Shintarou, o filho dos Midorima’s, correu em direção a própria casa assustado.

- Shintarou! Volta aqui – gritou Izuku – Desculpa Kazunari-san, ele normalmente não tem esse tipo de comportamento.

- Que isso Midorima-kun, eu que peço desculpas, meu filho que o assustou, vamos peça desculpas para Midorima-kun.

- Não não, seu filhote não fez nada de mais, mesmo assim bem vinda ao bairro. – se voltando para onde seu pequeno fora.

- Muito obrigada.

- Eu peço que venha jantar em minha casa se não for muito incomodo. - a mulher sorriu.

- Eu agradeço muito, que horas podemos chegar?

- Meu marido chega normalmente as 19hrs, aviso ele agora mesmo.

- Ok! Muito abrigado, Midorima-kun

- Eu que agradeço, vou achar o meu filhote agora, estou um pouco preocupado com ele. – ambos acenaram com a cabeça e cada um foi pro seu canto – Shin-chan, cadê você? – Gritou abrindo a porta da frente que não fora fechada devidamente.

- Papai? – perguntou a criança no alto da escada com a respiração rápida – porque demorou tanto?

- Oh meu bebê, eu estava falando com a vizinha, vim o mais rápido possível sem parecer mal educado, quer me falar porque fugiu?

- Você vai contar pro Otou-san? – questionou.

- Talvez – respondeu sincero com um sorriso maroto.

- Não vou contar então – fez bico.

- Ora! É assim então? Deixar o papai nesse impasse?

- O que é impasse? – questionou curioso.

- É quando você deixa o papai na duvida.

- Duvida de que?

- Duvida entre duas coisas. – respondeu divertido fazendo a criança rir.

- entre o que papai?

- Entre te fazer cosquinhas ou ligar pro seu Otou-san – o menino soltou um grito esganiçado.

- Não é pra ligar pro Otou-san! – gritou.

- Uhmm? Então vou te fazer cosquinha até você me contar hein. – disse agitando os dedos no ar.

- Não! – o menino gritou correndo pro quarto.

- Oh eu vou te pegar – fez uma voz estranha indo atrás do filho.

- Não vai não – entregou fechando a porta do quarto, mas seu papai não estava batendo nela nem nada, ele abriu a porta com cuidado e espiou ele não estava ali, então onde estaria? Com cuidado foi na pontinha do pé procurar o mais velho, quando chegou à escada ouviu a voz dele, e logo decifrou que o mesmo estava no celular. – Ahhhh – gritou chegando até o maior que estava na sala conversando com o marido por telefone, sem resistência Izuku nem tentou segurar o aparelho – Otou-san! Não é verdade!

- Oe... não é pra gritar Shintarou.

- Desculpa...

- O que não é verdade? – perguntou suspirando.

- Você não sabe?

- Oe como assim? Conta o que aconteceu.

- Nada não Otou-san!

- O que?

- Tchau – Entregou o telefone para Izuku, que acenou ao menino ir fazer a lição de casa.

- Shintarou?

- Desculpa por isso Kacchan! Shin-chan ainda não sabe controlar seus sentimentos.

- Uhmm, então o que houve com ele?

- Nada de mais, ele se assustou com o filho da vizinha, só isso.

- Puf... E você ainda convida eles pro jantar...

- Olha os modos Kacchan – bufou o ômega.

- Certo, vou desligar agora esta bem?

- Claro, até mais.

- Até mais, te amo.

- Também.

E assim passou mais um dia, não tão calmo como o usual, na vida dos Midorima’s.


Notas Finais


ai gente quem não se comoveu esse chuchuzenho entre a família???
e alguém ai sacou o nome novo? eu sinceramente não esperava por esse personagem na lista e sinceramente tenho uma estoria em andamento agora mesmo e pelo visto só dá certo se eu ficar postando cap se não terminei a estoria, logo sim! essa estoria tem continuação !!! talvez eu poste ela só nas férias de dezembro quando essa loucura de faculdade terminar, amo vocês <3

Ps: Galerinha escrever estoria está certo, pois enquanto a palavra "historia" é escrita com "H" se refere a coisas reais, já "estória" escrita com "E" a coisas criadas.


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...