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História Por Amor. - Capítulo 7


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Notas do Autor


Olá, quem é vivo sempre aparece!
Espero que gostem do capítulo, em breve teremos atualizações.
Boa Leitura❤️

Capítulo 7 - Capítulo 6


No capítulo anterior 

“Letícia e o chefe chegaram no hospital, assim que entraram, ela avistou sua mãe cochilando ao lado de Tomás e Tomasa (A mãe do Tomás)”. 

***

Letícia: Tomás - Sussurrou para o amigo tentando acordar ele. 

 - Hm... - Ele disse despertando devagar – Oi Lety – Ele disse esfregando os olhos.  

Letícia: Vem comigo... - Ela estende a mão para ele. 

Tomás: Mas, e elas? - Disse apontando para a mãe e para Dona Julieta que ainda cochilavam. 

Fernando: Eu fico com elas, não se preocupe – Disse olhando para eles. 

Letícia: Obrigada seu Fernando, mais uma vez – Ela sorri sem jeito.  

Tomás se levanta e Letícia o puxa para fora do hospital rapidamente, eles entram em um taxi... 

 - Pra onde está me levando Lety? - Ele pergunta sem entender o que estava acontecendo.  

Letícia: Preciso te mostrar uma coisa, mas sei que você só vai acreditar se ver com seus próprios olhos... - Ela disse e ficou em silencio ao ver que eles já estavam chegando.  

Tomás olhou pela janela do carro e em seguida se virou confuso para a amiga.  

 - O que estamos fazendo nesse condomínio de granfino? - Ele disse olhando para a amiga com estranheza.  

Letícia não pode responder pois finalmente eles haviam chegado no destino final, ela pede pro taxi esperar trinta minutos que eles já regressariam. Ela se virou para casa e depois olhou para o amigo que ainda tinha uma expressão de confuso estampado no rosto.  

 - O que estamos fazendo de frente para essa casa chique? - Ele perguntou olhando para a amiga.  

Letícia: O seu Fernando me deu essa casa... - Disse sem olhar para o amigo. 

Tomás ficou boquiaberto, mas minutos depois começou a rir. 

 - Você e suas piadas Lety, se não fosse economista daria uma ótima humorista! - Ele ri. 

Letícia olha para o amigo com uma expressão séria e diz – Eu não estou brincando Tomás, é sério! - Ela mostra a chave.  

Ela segura na mão do amigo e segue até a porta da casa, ela abre e puxa o amigo para dentro.  

  - Agora você acredita? - Disse fechando a porta. 

Tomás: Mas... você... essa casa... - Ele disse confuso. 

Depois uma longa conversa explicando tudo que estava acontecendo, Letícia observava o amigo arruma um sanduíche em silencio. 

Letícia: Não vai falar nada, está me preocupando – Disse olhando para o amigo. 

Tomás: Ele te deu essa casa? - Disse enquanto comia um pedaço do sanduíche.  
Letícia: Sim, Tomás eu não sei o que está acontecendo, ainda não consigo entender, o que ele ganha com isso? - Disse se sentando ao lado do amigo.  
Tomás: Bom de duas a uma, ou ele gosta de você - Letícia olha pro amigo incrédula com o que ele disse - Ou... ele só é uma boa pessoa e quis fazer - Disse gesticulando círculos com as mãos - Só por boa fé, mas continuo achando que é a primeira opção. 
Letícia: E eu acredito em fadas Tomás... Não seja ingênuo o amor não existe Tomás! 

Tomás: Lety... - Ele é interrompido. 

Letícia: Não Tomás! Eu ainda não entendo o porquê o seu Fernando está sendo tão bom conosco, mas nesse momento, na situação do meu pai eu não posso dizer não... - Disse com um olhar triste – Quero que você e a sua mãe venham pra cá o quanto antes, vai ser mais seguros pra vocês... 

Tomás: Porque diz isso Lety? - Perguntou olhando para a amiga. 

Letícia: Eu vou denunciar o Romeo, nós dois sabemos bem para onde ele vai quando faz essas coisas, mas dessa vez ele mexeu com a minha família, ele não vai ficar impune! E eu tenho medo de que ele faça algo para você e sua mãe, então os dois estando aqui conosco é o melhor a se fazer nesse momento – Ela sorri fraco. 

Tomás: Bom eu aceito amiga e minha mãe virá com prazer, bom acho que nós temos que ir, não é? - Perguntou colocando a louça na máquina de lavar.  

Letícia: Sim, antes de irmos ao hospital nós iremos a delegacia de polícia, eu irei fazer o boletim ainda hoje – Disse decidida.  

Tomás: Está certo amiga – Disse acompanhando-a para fora da casa.  

Eles retornam ao táxi e partem rumo a delegacia, Letícia cumpriu o que disse ao amigo e denunciou o roubo e a tentativa contra a vida de seu pai, o policial responsável prometeu ligar para ela assim que encontrassem o Romeo. Após saírem da delegacia eles seguiram rumo ao hospital, onde encontraram Fernando conversando amigavelmente com as duas senhoras. 

 - Parentes de Erasmo Padilha – Um doutor disse se aproximando.  

 - Aqui! - Letícia disse indo até o Doutor.  

Dr: O paciente está consciente e pediu para que os familiares entrassem para vê-lo.  

Letícia sorriu e deu a mão para a mãe e para Tomás, ao lado deles ela entrou no quarto onde estava o pai, enquanto Fernando ficou no corredor conversando com a mãe do Tomás.  

 - Minha filha – Seu Erasmo disse com um pouco de dificuldade.  

Letícia: Paizinho - Disse sem segurar as lágrimas. 

Tomás: O senhor nos deu um grande susto.. 

DJ: Meu velho – Ela tocou a mão do marido com carinho.  

Julieta – Ele sorri para a esposa. 

DJ: Me desculpa meu velho, eu não devia ter saído naquela hora, se eu estivesse na casa... 

SE: Se você estivesse lá poderia ter sido nós dois, eu estou bem, sou bicho velho não é um tiro que vai me derrubar – Ele segura a mão da esposa.  

Letícia: Tive tanto medo de perder o senhor papai – Ela chorava beijando o rosto do pai.  

SE: Eu jamais deixaria vocês, mas e a casa? O prejuízo foi grande? - Perguntou preocupado.  

Letícia: Não se preocupe papai... 

SE: Claro que me preocupo, vou precisar arruma novas trancas para aquela porta velha – Disse se arrumando na cama hospitalar.  

Letícia: Não será necessário – Ela disse tocando o rosto dele com amor. 

SE: E porque não? - O senhor perguntou olhando para filha. 

Letícia: Mamãe a senhora poderia se sentar – Ela olha para mãe com um sorriso envergonhado.  

Dona Julieta olhou para Tomás e em seguida fez o que a filha pediu, mesmo sem entender a razão para tal podido.  

 - Nós iremos mudar de casa, na verdade até a manhã nossas coisas já estarão todas na nova casa.. - Letícia disse de uma vez. 

SE: Como mudar de casa filha, com que dinheiro? Não me diga que fez um empréstimo, Letícia Padilha Solís eu já lhe disse que esse tipo de empréstimo é arriscado...  

Letícia: Calma paizinho, eu não fiz empréstimo nenhum – Ela explica. 

Tomás: Explica de uma vez Lety – Disse cutucando a amiga.  

Dona Julieta: Explicar o que? Vocês dois tratem de falar agora mesmo, estão me assustando – Disse segurando a mão do marido. 

Letícia: O Seu Fernando nos deu uma casa, ele ficou preocupado com o que aconteceu com o papai... 

SE: Seu chefe deu uma casa pra gente? - Perguntou sem entender. 

Tomás: Não é só uma casa, é praticamente uma mansão, aquilo sim é uma casa! - Completou. 

Dona Julieta: Mas porque ele fez isso? - Perguntou confusa. 

SE: Chamem ele, quero falar com ele a sós - O senhor disse sério. 

Letícia: Papai ele fez isso de coração... 

SE: Chamem ele, agora! - Disse em tom de ordem. 

Letícia se calou e saiu do quarto do pai ao lado do Tomás.  

Dona Julieta: Erasmo, não ofenda o rapaz! - Disse acariciando o rosto do marido, ela saiu do quarto em seguida.   

Fora do quarto

Fernando conversava com Dona Tomasa quando Letícia saiu ao lado de Tomás com uma expressão muito séria. 

 - Ele quer te ver... - Letícia disse sem olhar para seu chefe.  

Fernando: Me ver? - Disse sem entender. 

Letícia confirmou com a cabeça.  

Fernando ia em direção ao quarto quando encontrou Dona Julieta saindo do mesmo. 

 - Boa sorte querido – Dona Julieta disse acariciando o braço dele. 

Fernando respirou fundo e entrou no quarto.  

 - Feche a porta, por favor! - Seu Erasmo disse sério. 

Fernando fez o que o senhor e pediu e com receio ele se aproximou aos poucos. 

SE: Minha filha disse que o senhor nos deu uma casa – Disse olhando para o rapaz de forma séria.  

Fernando: Seu Erasmo por favor não considere esse meu ato como algo ruim, eu só quero... 

SE: Eu ainda não terminei de falar – Disse cortando a fala do rapaz, que assentiu para que ele continuasse – Eu sou de um tempo em que nós homens somos os responsáveis por sustentar a família, eu fui criado assim, mas eu não criei minha filha para ser uma mulher que aceita tudo das pessoas, eu criei a Letícia para que ela trabalhasse para ter o que quiser, então me diga, porque deu uma casa, algo assim tão caro para ela? - Ele perguntou.  

Fernando: Seu Erasmo, eu não fiz isso só por ela, eu fiz pela sua família, fiz isso pois me foi ensinado a ajudar as pessoas, e eu sei que vocês não precisavam, mas eu não podia deixar o senhor continuar morando naquele bairro perigoso, onde qualquer pessoa poderia invadir sua casa novamente, eu sei que não posso mudar o mal do mundo, mas eu posso ajudar os que são bons, eu posso ajudar as pessoas boas que sofrem por circunstâncias da vida... Meu avô sempre dizia que os homens bons ajudam. E eu só quis ajudar, eu fiz isso nas melhores das intenções e espero que o senhor aceite, até porque a casa já está no nome da Letícia - Ele concluiu. 

SE: Seu avô certamente é um homem de bem, fico feliz que ele tenha te ensinado a ser um homem igual a ele – Disse olhando-o nos olhos – Eu agradeço esse seu gesto... 

Fernando: Não me agradeça seu Erasmo, eu admiro sua família e admiro muito o senhor e sua filha, espero que o senhor não veja o que eu irei fala com maus olhos.  

SE: Diga rapaz – Disse o observando. 

Fernando: Gostaria muito que o senhor aceitasse uma proposta de trabalho, o senhor poderia trabalhar da sua casa, ou como preferir... 

SE: Trabalhar da minha casa? Mas que oportunidade de trabalho me permitiria fazer isso? - O olhou estranheza.  

Fernando se senta de frente para Seu Erasmo e explica a proposta, depois de algumas horas conversando com o senhor, ele se retira do quarto.  

 - Ele pediu para vocês entrarem – Fernando disse olhando para Letícia e Dona Julieta.  

As duas logo entraram no quarto e ficaram por alguns minutos, até que uma enfermeira veio avisar que o horário de visita tinha acabado.  

 


Notas Finais


Continuem acompanhando...❤️


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