História Por amor Tudo por amor - Capítulo 20


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Categorias Harry Potter
Personagens Harry Potter, Personagens Originais, Severo Snape
Tags Romance, Snarry
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Palavras 5.824
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Bishoujo, Bishounen, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fluffy, Hentai, Lemon, LGBT, Magia, Romance e Novela, Yaoi (Gay), Yuri (Lésbica)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Estupro, Gravidez Masculina (MPreg), Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Oi meus morangos tudo bem com vcs? Espero que sim
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Boa leitura 😊👓📖💋

Capítulo 20 - Confiança? Jura?


- Filho da puta! E isso que Fudge é UM GRANDE FILHO DA PUTA! - Rômulo entrou no departamento de aurores descontando toda a sua raiva numa pobre cadeira que foi chutada para outro lado do departamento - Alguém me diz como aquele bastardo voltou a ser ministro?! Pelo sangue de Merlin ele é patético! - nenhum outro auror ousou interferir no ataque de fúria do grisalho 

Harry se sentou na sua mesa e suspirou, ele próprio queria matar Fudge com as próprias mãos mas tinha planos pro homem que incluíam uma vingança fria e dolorosa em nome de Lúcio Malfoy futuramente, Rony se sentou na mesa ao seu lado suspirando em frustração, Fernanda sentou em cima da mesa de Harry, Marcos sentou em sua própria mesa enquanto Carla e José apenas cruzaram os braços e ficaram em pé esperando que seu superior se acalmasse.

- Já acabou? - Fernanda, José, Marcos e Carla perguntaram quando Rômulo se jogou em sua cadeira bagunçando seus cabelos 

- Eu definitivamente odeio Cornélio Fudge - Rômulo rosnou 

- Nós também - sua equipe rosnou de volta 

- Que tal falarmos com Shacklebolt? Ele é o chefe dos aurores tem que ter como interferir certo? - José perguntou 

- Sim mas Fudge tem o conselho ao lado dele - Carla falou - O que Shacklebolt pode fazer?

- Ele pode fazer muito - Rony se pronunciou lembrando dos livros de política bruxa que Hermione o forçou a ler - Tecnicamente Shacklebolt como chefe dos aurores e o representante legal da segurança de toda a Grã-Bretanha bruxa, tem voz ativa no conselho então se ele quiser pode acabar com essa palhaçada do ministro

- Sim! Afinal o que aconteceu naquele vilarejo envolve magia pesada o que significa que é um risco para os bruxos - Fernanda concluiu - Fudge não pode ser negligente com a segurança principalmente agora que acabamos de sair de uma guerra - Rômulo assentiu em compreensão

- Vou falar com ele - Rômulo se levantou e foi até a sala de Shacklebolt 

Harry olhou para Rony com sobrancelha arqueada.

- Hermione vai adorar saber que as seções de estudo forçado estão valendo a pena - Rony revirou os olhos mas não deixou de sorrir - Éi - Harry se aproximou mais do ruivo - Sei que estou te pedindo muitos favores hoje mas...

- Do que precisa? - Rony levou a mão até um dos cachos de Harry 

- Que os distraia por alguns minutos enquanto eu vou ter uma conversa com Fudge - Rony assentiu 

 

 

 

Severo andou entre as estantes empoeiradas da biblioteca secreta a procura de um livro particular, ele se surpreendeu com o tamanho do local que era maior do que a biblioteca principal, foi até uma prateleira no fundo escuro e viu que abaixo dela tinha uma coleção de livros sem título, ele ameaçou pegar um deles mas Monstro que estava limpando o lugar puxou sua mão antes que tocasse a capa do livro. 

- Não mestre! - o elfo puxou Severo para trás e se colocou entre o homem e os livros 

- O que foi? 

- Amaldiçoados - apontou para os livros - Podem machucar o mestre - Severo olhou os livros semicerrando os olhos 

- Eu não sinto nada

- Maldição oculta - Severo assentiu, maldições ocultas eram armadilhas mortais para bisbilhoteiros principalmente por não serem detectadas facilmente 

- Consegue identificar? - Monstro negou - Tudo bem, depois eu vejo isso 

Severo foi para o outro lado do lugar e voltou a passear entre as prateleiras, Monstro viu o bruxo sumir entre as estantes e suspirou aliviado, olhou para os livros sem títulos e fez uma nota mental de avisar ao seu mestrisinho sobre eles. 

 

 

 

- Eu sei que quer falar comigo - Harry lançou feitiços no escritório do ministro para que não fossem incomodados

- Por acaso é algum vidente senhor Potter? - Cornélio largou a pena que tinha entre os dedos em cima do pergaminho 

- Não - "Não sempre" completou mentalmente - Como esta seu carrasco? 

- Eu não sei exatamente, hoje de madrugada naquele vilarejo...

- O vilarejo trouxa exterminado? O mesmo que você impediu uma investigação? - perguntou sarcástico - Eu sei que seu carrasco esteve lá e que é o responsável por aquela chacina 

- Como sabe que foi ele? 

- Magia - deu de ombros 

- Ele esta ferido, provavelmente vai precisar de tempo para se recuperar - "É impossível ele se recuperar daquilo" Harry pensou 

- Imagino, era apenas isso? 

- Não, se você sabe que ele esteve lá obviamente sabe que Snape também esteve - Harry deixou a cabeça cair levemente de lado 

- Mesmo? E o que ele fazia lá? 

- Eu não sei mas seja lá o que for frustrou um pouco os planos do carrasco - Harry mordeu os lábios para conter o sorriso - E colocou um preço na cabeça de Snape 

- Como? - Harry se esforçou para parecer neutro 

- Tem muitas pessoas envolvidas nisso Potter, o carrasco e apenas uma pessa nesse tabuleiro, como eu já disse eu não sei o que aconteceu naqueles vilarejo mas sei que um ritual obscuro foi feito assim como sei que o números de corpos esta menor do que o esperado, Severo Snape pode ou não ter algo a ver com isso mas o que importa é que ele entrou nesse jogo mas infelizmente do lado errado e acabou de se tornar um alvo...

 

 

Hermione acordou com uma pequena dor de cabeça, se sentou na cama mas estranhou sentiu frio e quando viu estar sem roupa, ela rapidamente se cobriu com o lençol no chão e se assustou quando não reconheceu o quarto luxuoso que estava, ela ouviu passos vindo do que parecia ser o banheiro que se abriu e revelou Pancy Parkinson só de langerie vermelha secando os cabelos. 

- Bom dia querida - Pancy disse sorridente - conseguiu recuperar as forças? 

Hermione ficou em silêncio por alguns minutos enquanto sua mente era bombardeada por memórias da noite passada onde encontrou com Parkinson num bar trouxa, Pancy estava quieta em um canto apenas observando as pessoas se divertindo com um sorriso triste, Hermione decidiu se sentar com a ex comensal, ela lembrou que havia conversado uma única vez com a sonserina na época em que Draco e Harry ainda tinham um relacionamento, elas conversaram por um tempo e tomaram algumas bebidas, em um certo momento a conversa começou a ficar mais íntima, a troca de olhares mais intensa e alguns toques começaram a acontecer e depois Pancy levou Hermione a Parkinson Manor. 

- O que foi? - Pancy estranhou o silêncio de Granger 

- Ressaca - Hermione pegou o hobbe que a outra ofereceu e vestiu - Bom dia 

- Como esta? 

- Melhor impossível - Hermione sorriu e Pancy ficou aliviada pois por um segundo pensou que Hermione agiria indiferente a noite passada - Você viu minha bolsa? 

- Ali - apontou para sua pentiadeira - Quer tomar o café da manhã aqui no quarto? - Hermione pegou celular vendo a ligação perdida de Rony 

- Claro - Hermione retornou a ligação 

- Hermione ainda bem - Rony suspirou 

- O que houve? - um elfo trouxe uma bandeja de café da manhã, Mione se sentou na cama e pegou um copo de suco 

- E difícil explicar mas precisamos que você ajude a esconder um corpo na mansão Potter não me pergunte o porquê? Coisas do Harry 

- Ok, aonde? - Hermione memorizou o endereço e desligou - Preciso ir - ela começou a recolher a própria roupa pelo chão e vestir 

- Aconteceu alguma coisa? - ela se intristeceu quando viu Hermione colocar a calça jeans preta e em seguida a camisa vermelha de ceda 

- Nada importante - "Espero que Harry tenha uma boa explicação" ela calçou as botas de salto médio pretas e prendeu os cabelos num rabo de cavalo e se dirigiu a porta quando pegou a bolsa e a varinha 

- Adeus - Pancy abaixou a cabeça e se concentrou no suco em sua mão 

Hermione arqueou uma sobrancelha caminhou até a outra e ergueu seu queixo e sem que Pancy esperasse a beijou, Parkinson ficou surpresa mas entreabriu os lábios quando Hermione pediu passagem com a língua, a grifinoria levou uma das mãos até a nuca de Pancy e aprofundou o beijo, era um beijo calmo mas não menos quente, Hermione mordeu o lábio inferior da sonserina e se afastou dando selinhos demorados.

- Se quiser me ver de novo - um aceno de varinha e apareceu um pequeno cartão entre os dedos de Pancy com o número de Hermione - Basta chamar - um último beijo foi deixado na bochecha vermelha de Parkinson - Até qualquer hora senhorita Parkinson - com um sorriso maroto Hermione deixou o quarto 

Hermione aparatou na floresta ao lado do vilarejo e a adentrou seguindo as instruções que receberá de Rony, enquanto andava recordava da noite passada com a sonserina, Mione sempre teve curiosidade sobre o sexo feminino e apesar de ter tido alguns momentos bem quentes com Viktor Krum essa sua curiosidade ainda existia mas foi deixada de lado com a proximidade da guerra, por outro lado essa "curiosidade" retornou com força total quando ela começou a reparar demais na beleza da viúva Malfoy.

Falando nela, Hermione até pensou em conversar com a loira mas achou muito anti ético pois a loira mau acabará de perder o marido e poderia pensar que Hermione não tinha consideração por sua dor.

Hermione saiu de seus pensamentos quando chegou no local, olhou em volta e lançou o feitiço para mostrar o que estava sendo ocultado, tampou o nariz e boca quando o cheiro de podre subiu no ar, caminhou até onde o cheiro ficava mais forte e viu o corpo. 

- Eu achando que ficaria pelo menos alguns meses sem voltar a ver um corpo - Hermione olhou o estado podre  do corpo e consiguiu sentir aquela magia escura vindo dele, reparou que ao redor do corpo o chão parecia estar apodrecendo junto - Magia negra - concluiu 

 

 

 

- Os únicos sobreviventes foram uma mulher grávida salva por Potter e Weasley - Shacklebolt disse - Não podemos continuar com essa obsessão em caçar comensais da morte quando uma chacina a esse nível acontece

- Os seguidores de Valdemort são nossa prioridade - Dolores se pronunciou - Muitos julgamento ainda precisam ocorrer

- Um vilarejo com exatas 997 pessoas morreram, 47 delas eram bruxas, 150 crianças é realmente preciso que eu continue? - Shacklebolt levantou apoiando as mãos na mesa - Sem falar que  se não resolvermos isso rápido os trouxas vão querer investigar e se meter aonde não devem 

- Inventaremos uma desculpa - Fudge viu o conselho lhe lançarem olhares acusatórios 

- Então vamos simplesmente iguinorar 997 pessoas mortas? - Amélia semicerrou os olhos - Eu achei que o senhor já havia aprendido a não iguinorar os problemas óbvios com Valdemort - Bones fingiu não ver que muitos estremeceram com o nome citado - Realmente cometerá o mesmo erro? 

- Não podemos nos dar ao luxo de deixar foragidos por aí ameaçando a segurança! - rosnou Dolores

- 47 bruxos mortos! 950 trouxas mortos por um bruxo! - Shacklebolt respirou fundo vendo que os ânimos já estavam exaltados entre Bones, Fudge e Umbridge 

- Essa discussão não levará a lugar nenhum eu já tomei uma decisão - Shacklebolt ajeitou seu distintivo - Como chefe dos aurores tenho a responsabilidade e o poder de garantir a segurança de todos os bruxos e bruxas em solo britânico por tanto a caça aos comensais será tratada como qualquer outro caso já que no momento a real prioridade e descobrir quem foi o responsável por aquela chacina e garantir que não voltará a acontecer - Shacklebolt não esperou uma resposta e saiu voltando ao departamento mais precisamente a sua sala 

 

 

 

Harry aproveitou a comemoração dos colegas de trabalho sobre a atitude do chefe e foi para o corredor para atender o telefone. 

- Diego do que precisa? 

- Achei a conexão entre o ministro e meus "familiares" - disse com claro desgosto - E também para avisar que a trouxa que encontraram já tinha ficha no hospital, ela é casada com um bruxo e eles faziam acompanhamento aqui desde de a descoberta da gravidez 

- Isso é bom e sobre o ministro eu vou até aí para conversarmos 

- E melhor não, a imprensa esta aqui Harry 

- Como? Como descobriram tão rápido? - Harry estava chocado

- Isso é um mistério - Diego suspirou - Por que não posso falar por telefone? 

- Não eu preciso conversar pessoalmente

 

 

 

Severo entrou no quarto e estava um pouco mais tranquilo por saber o ritual que faz Lúcio Malfoy andar entre os vivos, se tratava de uma espécie de "prisão", a alma de Lúcio estava "presa" ao corpo do mesmo por magia e sangue - sangue das pessoas mortas na igreja - e como se tivessem correntes prendendo o loiro numa parede fria bem no fundo do subconsciente do seu corpo que estava apenas drenando a magia de sua alma.

Mesmo depois de mortos as almas dos bruxos ainda continham magia, ninguém sabia até que ponto do caminho entre vida e morte se tinha magia e quão forte ela era, por isso magia necromante era tabu no mundo bruxo pois além de ser perigoso tanto para o bruxo era também para a alma já que o mundo dos mortos era um universo paralelo completamente desconhecido.

Severo ainda não entendia algumas outras coisas que tinha visto naquela cena macabra da igreja mas deixou isso de lado quando sentiu duas criaturas pequenas atravessarem as barreiras da propriedade, ele foi até a sacada e abriu iguinorando o frio e viu de longe dois pontos negro e branco se aproximando se afastou e viu sua curuja pousar em cima do corrimão da sacada sacudindo as penas negras para tirar a neve, Severo se aproximou da mesma e levou a mão até a cabeça da ave e começou acariciar as penas.

- Você demorou para me encontrar - sorriu pequeno quando a coruja se enclinou para seu toque - Também senti saudades garoto 

Severo viu que outra coruja vinha até a sacada, era branca "Uma coruja das neves?", a ave branca  voava com dificuldade, Severo se inclinou para a sacada e estendeu os braços e por pouco consiguiu pegar a coruja branca nos braços, a coruja branca estava ofegante e parecia doente, uma das asas estava com as penas queimadas o que deveria ser o motivo da mesma estar voando tão mau.

Severo viu *Eru* voar até seu ombro e manter seus olhos alaranjados na coruja branca em seus braços.

- Por isso demorou? Estava a ajudando? - Eru olhou para Severo e voltou a fitar a ave branca - Eu te deixo por alguns dias e você decide socializar? - disse enquanto caminhava até o laboratório 

Deixou a coruja debilitada em cima do balcão e foi até o armário procurando por uma pomada de cura, quando achou passou com cuida na asa queimada e depois enfaixou, Severo não pode ignorar o fato de Eru a nenhum momento desviar os olhos da amiga branca. 

- Você é a coruja do Harry certo? - ela o fitou com seus grandes olhos amarelo - Edwiges né? - ela bico levemente o dedo dele - Bem, senhorita Edwiges seu dono não esta mas aposto que ficará muito feliz quando lhe ver...

 

 

 

Harry aproveitou que tinha uma hora livre e foi para o bar bruxo aonde viu Diego o esperando, foi até o medibruxo iguinorando os olhares que recebia. 

- Oi - Harry sorriu e se sentou ao lado de Diego - Não tenho muito tempo desculpe - lançou um feitiço de privacidade em volta deles 

- Tudo bem serei rápido, Paula min_minha madrasta é dona de um hospital psiquiátrico trouxa - Diego desviou os olhos dos de Harry - Aparentemente Fudge paga uma quantia para manter sua filha bem cuidada - "Como se aquele lugar fosse bom para alguém" 

- Eu não sabia que Fudge tinha uma filha

- Ninguém sabe, ele paga bem por esse segredo mas ela foi transferida para um novo local recentemente 

- Para aonde? 

- Isso eu já não sei desculpe

- Não se preocupe isso ajudou muito mas - Harry segurou o queixo de Diego e o forçou a olhá-lo - O que você tem a ver com esse lugar? - Diego não respondeu - Sua madrasta, você fala com certa mágoa e...medo dela, ela te mandou pra lá não foi? Por isso quer destruir ela? - Diego assentiu - Me deixa ver? - demorou alguns segundos mas ele assentiu 

Harry segurou ambos os lados do rosto do mais velho e olhou no fundo dos seus olhos, as lembranças passavam como um filme diante de Harry. 

Harry viu o pequeno menino de 10 anos vendo  o corpo do pai ser retirado da piscina da casa.

Viu a madrasta do menino lhe lançar uma olhar de aviso enquanto a mesma segurava uma criança. 

Viu o menino apanhando do que parecia ser uma sinto enquanto tentava proteger a outra criança que tudo indicava ser um irmão menor. 

Viu o menino vestir uma camiseta de mangas longas e cobrir os hematomas e em seguida pegar uma faca e com as mãos trêmulas a levar até o próprio pescoço e...

 

 

 

Draco aparatou em Prince Manor ao mesmo tempo em que uma nova coruja deixava um bilhete para Severo. 

- Cheguei em má hora? - o loiro ainda estava parado em frente a porta 

- Não - Severo terminou de ler o bilhete - Ainda bem que apareceu eu realmente precisava falar com você - Draco caminhou para mais perto - Estávamos certos sobre o ritual necromante com Lúcio, eu o vi

- Quando? Aonde ele está? Quem fez isso com ele? 

- Uma pergunta de cada vez - vociferou fazendo Draco se calar e respirar fundo - O vi hoje, não sei aonde ele está agora, e ainda não sei quem fez isso mas uma das responsáveis esta morta - Severo lembrou da mulher com um punhal atravessado na garganta e ainda se perguntava o que Harry fizera com o corpo 

- Você a matou! Alguém viu? - Draco não queria que Severo tivesse problemas com o ministério 

- Nunca disse que foi eu quem a matou - deu de ombros - Digamos que talvez tenha sido apenas o motivo para a morte da bruxa 

- Como assim você foi o motivo? - Draco não intendeu mas derrepente um nome veio - Harry? - Severo não confirmou ou negou mas nem era preciso Draco sabia do que o menor era capaz quando ameaçavam o que era dele - Entendo, ele esta bem?

- Sim, deve estar no ministério agora 

- Achei que ele e o Weasley estivessem de férias? 

- Emergência, agora vamos - Severo colocou a mão no ombro de Draco 

- Para aonde vam...- Severo os aparatou antes que o loiro terminasse 

- Vem - Severo começou a andar até o bar e Draco ainda confuso o seguiu

- O que foi? - perguntou quando Severo parou em frente a porta 

- O que ele faz aqui? - Severo  sentia a presença de Harry dentro do bar - Por que ele esta aqui? - Severo não entrou pois viu Roberto o barmen vindo até eles 

- Eu consegui nomes, quem é? - apontou para o loiro 

- Meu afilhado agora os nomes - Draco acenou para o homem 

- Solteiro? - Severo semicerrou os olhos 

- Os nomes - falou entre dentes pois queria logo entrar no bar e saber o porquê Harry estava ali e com quem 

- Sim sim esta lá dentro mas e melhor esperar aqui fora tem um auror lá dentro 

- Harry Potter 

- Exato, como sabe? - Severo passou por Roberto e entrou - Eu vou pegar lá dentro 

- Não disse que Harry estaria no ministério? - Draco via Severo olhar em volta a procura do cacheado 

- Ele deveria estar - Severo consiguiu ver numa mesa no fundo Harry parecendo confortar Garinto - Tinha que esse doutorsinho 

Harry estava um pouco abalado pelo o que viu, tentava segurar as próprias lágrimas enquanto confortava Diego o abraçando pelos ombros, Harry queria matar Paula com as próprias mãos, como uma pessoa conseguia fazer aquilo com uma criança ele não sabia, Harry duvidava que Diego tenha sido o único. 

- Ela vai pagar não se preocupe - deixou um beijo na testa de Diego - Eu vou garantir que ela sinta na pela o que fez com vocês - Diego assentiu enxugando as lágrimas por conta das recordações que teve que mostrar a Harry - Eu preciso voltar mas você pode me li...- só naquele momento ele sentiu Severo - Mas o que...

Um estalo alto foi ouvido e logo depois uma garrafa quebrada, no segundo seguinte Severo tinha puxado Draco e Roberto para o chão, Harry fez o mesmo com Diego mas mesmo assim ergueu a mão e lançou um protego em volta dele e dos poucos clientes não por que estava preocupado com eles e sim por que não sabia aonde estava Severo exatamente. 

Uma rajada de balas foi disparado contras as janelas, Harry teve que reforça o escudo pois sentia que a qualquer momomento aqueles fragrimentos prateados o perfurariam, durou por 2 minutos inteiros até que parou e Harry abaixou o escudo e se levantou rapidamente indo até as janelas quebradas, viu que um dos atiradores ainda não havia aparatado e moveu a mão como se estivesse segurando algo vendo o homem ficar com os braços rígidos ao lado do corpo, puxou a mão para trás e o homem seguiu o movimento batendo na parede dentro do bar que continha algumas bebidas quebrando todas, Harry se aproximou respirando fundo para manter sua magia sobre controle, o homem tentou se levantar mas com um chute na cara que ganhará de Harry voltou a cair desacordo. 

- Estão todos bem?! Alguém se feriu?! - alguns clientes começaram a se levantar negando - Ótimo - Harry ajudou alguns que ainda tentavam se levantar com dificuldade, viu Severo e Draco se levantaram também e suprimiu a vontade de correr até o mais velho e abraçá-lo - Alguém viu o que aconteceu? - todos negaram 

- Foi muito rápido - um cliente disse 

- É, primeiro ouvimos um estalo e no segundo seguinte estávamos todos chão - disse o senhor que Harry acabará de ajudar a se levantar 

- Certo - Harry deu uma rápida avaliada em Severo e Draco soltando um suspiro de alívio - Diego! - Harry lembrou que praticamente jogou o medibruxo no chão de qualquer jeito - Você tá bem? - correu até a mesa vendo Diego com a mão no corte em sua cabeça - Aí Merlin me desculpe 

- Não tudo bem - ele se levantou 

- Eu não queria foi sem querer - apontou para o corte 

- Ah isso? Foram os estilhaços das janelas não se preocupe, alguém se feriu?!

- Não! Aparentemente estão todos bem - Roberto tirava os cacos de vidro da roupa - Menos ele - todos olharam para o homem desacordado com o nariz sangrando 

- Ele não é importante - Harry deu de ombros vendo uma equipe de aurores aparecer - Finalmante! Por favor é importante que todos fiquem exatamente aqui - avisou indo até os aurores 

Severo fingiu não ver como Diego e Harry se tratavam e iguinorou a vontade de perguntar se ele estava bem mas não se impediu de olhar o menor de cima a abaixo a procura de ferimentos mas também suspirou aliviado quando não os achou, Severo olhou para o chão e viu aquele pedaço de metal pequeno, Draco pegou um deles e olhou com curiosidade. 

- O que é isso? - Draco sentia a magia do objeto tão pequeno - Nunca tinha visto esse artefato mágico 

- Por que não é um artefato mágico - Severo pegou sentindo a magia aparentemente inofensiva - Pelo menos não deveria ser um 

 

 

 

Hermione seguiu as instruções de Harry e não tocou no corpo podre mas lançou um feitiço de reparação que geralmente era usado nos enterros bruxos para encobrir imperfeições ou cicatrizes do defunto fazendo com que ele parecesse normal ao olhos de todos, o feitiço também ajudou com o cheiro o que Hermione agradeceu. 

Ela saiu da cela e foi para a outra ao lado vendo os bebês em pequenos caixões com flores, sentiu o coração doer com a imagem "Que Merlin não permita que eu ponha as mãos nas pessoas que fizeram isso se não...", ela saiu da sela a trancando e depois saiu das masmorras de Potter Manor.

- Phibi! - chamou a elfa

- Sim senhorita Granger 

- Cetifiquisse de que tudo foi feito do jeito certo eu preciso ir e não vou tempo de supervisionar nada 

- Sim senhorita Granger Phibi faz - Hermione assentiu e entrou no quarto em que deixará algumas coisas para tomar banho e se trocar 

 

 

 

Depois de responder todas as perguntas dos aurores sobre o ocorrido no bar Severo e Draco foram liberados, Harry por ordem de Rômulo que não ia com a cara de Severo acompanhou o mais velho até a área de aparatassão.

- Vocês estão realmente bem? - Harry perguntou quando estavam no elevador apenas os três 

- Sim - Draco respondeu já que Severo nem se quer olhou para Harry 

- Que bom eu fiquei preocupado - Harry olhou para Severo e se aproximou - Aconteceu alguma coisa? 

- O que você estava fazendo lá? - Draco se encostou na parede do elevador e se preparou para o que estava por vir 

- Eu posso te perguntar a mesma coisa afinal você prometeu que ficaria em casa - Harry cruzou os braços 

- Mudança de planos mas não mude de assunto por que estava lá com aquele dou_Garinto? 

- Estávamos conversando 

- No seu horário de trabalho? Deve ter sido uma conversa bem importante 

- Muito - Harry teve que se segurar para não estremecer com as lembranças de Diego 

- Posso saber o conteúdo dessa conversa? - Harry negou - Por que? 

- É pessoal eu não tenho o direito de compartilhar com você 

- Então aquela história de compartilharmos tudo não passou de uma baboseira - a porta do elevador se abriu - Achei que confiasse em mim - Severo saiu do elevador com Draco ao seu lado 

Quando chegaram no local aonde podiam aparatar Draco segurou o braço de Severo e foi para Largo Grimmauld não percebendo que Harry havia segurado pulso e foi junto com ele.

- Como pode dizer que eu não confio em você? - Draco foi até o bar se servindo de um copo de whisky - Você a pessoa que eu mais confiou no mundo Severo sabe disso 

- Não parece já que fica me escondendo coisas e não estou falando só do Garinto - Harry parecia magoado 

- Primeiro sobre o Diego e muito íntimo eu não posso dividir com você - Severo tinha os punhos cerrados toda vez que Harry chamava Garinto pelo primeiro nome - Segundo eu não escondo nada de você apenas não vejo a necessidade de te envolver  em assuntos que eu posso resolver sozinho

- Então o fato de eu ser seu marido o que segundo suas próprias palavras significa que devemos compartilhar tudo e mentira?

- Não distorça minhas palavras Severo!

- Não estou distorcendo! Você que esta tirando a credibilidade delas

- Não vamos falar disso agora e você ainda não respondeu, o que fazia naquele bar?

- Imformações sobre meu pai - Draco disse ao mesmo tempo que Narcisa descia as escadas 

- Informações? - Narcisa e Harry perguntaram em uníssomo 

- Sim sobre o corpo dele já que estávamos...

- Draco! - Severo o cortou

- Por um acaso você pretendia me esconder a sua ida aquele lugar Severo? 

- Não iria te esconder nada apenas não vejo necessidade em te envolver em algo que posso resolver sozinho 

- Eu não acredito que estamos realmente brigando por isso - Harry suspirou - Eu não acredito que você tá me cobrando isso? 

- Sinceridade e confiança? 

- Você realmente esta me cobrando sinceridade e confiança Snape?! Não se esqueça que quem anda recebendo visitas do ministro aqui é você e não fez questão nenhuma de me dizer isso! - Harry explodiu 

- Como você sabe disso? 

- Pelo Fudge Severo! Eu tive que saber que meu marido tem um alvo no peito pela boca do ministro da magia 

- Por que ele te contaria algo assim? - o mais velho estava confuso 

- Não interessa o porquê e sim que cantou e...

- Interessa sim! Desde quando você conversa as escondidas com Fudge?!

- Desde quando você vai naquele lugar um busca de Imformações?!

- Por favor se acalmem - Narcisa tentou mas os dois fizeram questão de iguinorar 

- Você não tem o direito de me cobrar nada Potter - se aproximou do menor e disse entre dentes 

- Sim eu tenho Snape mas pra você é mais fácil cobrar dos outros o que você não dá, confiança, você é hipócrita! - deu um passo a frente colocando o dedo no peito de Severo que segurou seu pulso 

Os dois estavam perigosamente perto. 

- Olha como fala comigo Potter 

- Fala direito comigo também Snape 

- Chega! Os dois se acalmem agora! - Draco se pois no meio dos dois pois realmente estava com medo do casal se agredir a qualquer momento - Padrinho por favor - pediu e depois de alguns segundos soltou o pulso de Harry - Que tal os dois se afastarem mais um pouco e só conversarem quando  estiverem realmente calmos - Severo assentiu 

- Assim evitamos de falar besteiras - Severo ainda olhava para a tempestade de esmeraldas que eram os olhos de Harry 

- Concordo afinal é só o que você consegue falar - disse frio, pegou seu distintivo e saiu 

- Severo poderia se acalmar eu gosto demais dessa casa - o moreno olhou para Narcisa quando apontou para os moveis que ainda flutuavam 

- Eu não percebi - Severo respirou devagar voltando ao controle de sua magia 

- Bem acho que teremos que repor algumas bebidas - Draco apontou para o mini bar aonde algumas garrafas estavam estourada - Vocês deveriam praticar autocontrole 

- Ou qualquer outra atividade sabe? Talvez uma atividade entre quatro paredes não só para gastar magia mas também como reconciliação - Narcisa mexia as sobrancelhas de maneira sugestiva para descontrair o que ajudou já que Severo revirou os olhos mas deu um pequenino sorriso de canto 

- Mãe acho que não é momento para isso - era óbvio que Draco ficou um tanto incomodado com o comentário da progenitora - Temos que conversar sobre meu pai certo? 

Severo não se incomodou com a súbita mudança de assunto e muito menos o motivo para tal, Severo secretamente admirava muito o comportamento de Draco que mesmo ainda se sentindo incomodado apoiava completamente seu relacionamento com Harry. 

 

 

 

- Você demorou - Rony disse a Harry ainda lendo o documento que tinha nas mãos - Mas não perdeu nada importante - finalmente olhou para Harry - O que houve? 

- Nada 

- Então se controle por que o seu "nada" esta visível - Harry notou que alguns de seus fios chocolate quente flutuavam e tratou de se acalmar - Snape? 

- Eu tô bem 

"Eles brigaram", não era necessário ser vidente para ver o óbvio na opinião de Rony, o ruivo não sabia o que tinha acontecido mas tinha quase certeza que pelo descontrole de Harry segundos atrás, muito provavelmente no meio da discussão do casal algum pobre objeto foi quebrado "acidentalmente".

 

 

 

- Eu quero Severo Snape morto! - rosnou com o fim do ritual 

- Não podemos tocar nele se ele tiver qualquer envolvimento com o mestre da Morte! - disse já perdendo paciência - Já conseguimos a ira dele por atravessar o véu e perdemos uma de nós - L.M ficou muito frustrada quando soube da existência do mestre da Morte, por conta desse fato seus planos tiveram que ser modificados bruscamente - Cuidaremos de Severo Snape depois temos assuntos mais urgentes agora 

- O que seria? 

- Cornélio Fudge não pode evitar a investigação temos que agir...

 

 

 

Eram 03:47 da manhã quando Harry voltou para Prince Manor, Harry estranhou quando sentiu um calor confortável envolver seu corpo, olhou em volta  a procura da fonte de calor mas parecia vir de todo lugar, Harry levou a mão até o corrimão da escada olhando em volta mais uma vez antes de sorrir e passar os dedos pelo corrimão. 

- Oi - sussurrou sentindo sua própria magia reagir ao calor da mansão - Você finalmente me aceitou, obrigado 

Subiu as escadas e andou lentamente pelo corredor tomando cuidado para não acordar os quadros, entrou no seu quarto e fechou a porta lentamente, iguinorou Severo ao lado da cama sentado numa poltrona lendo um livro e foi direto para o clouset. 

Severo  não havia deitado na cama desde que acordará e mesmo estando cansado a cama lhe parecia tão estranha e desconfortável que preferiu passa a madrugada lendo, sentiu Harry chegar, viu ele entrar no quarto e seguir até o clouset e depois ao banheiro, suspirou fechando o livro e decidindo dar o primeiro passo para quebrar aquele clima com o esposo "Se não der certo ao menos ao tentei certo? ".

 

 

 

No próximo capítulo de  (Por amor, tudo por amor)...

- Severo eu sou capaz de tudo por você  - sentiu o maior abraçar sua cintura e puxa-lo mais pra perto - Se for preciso eu...- Harry não consiguia colocar em palavras do que era capaz de fazer - Se você soubesse o que eu sou capaz de fazer por você  minha vida - as ônix viram alguns cachos brancos surgirem e sorriu pequeno - Fugiria de mim?

- Eu também sou capaz de fazer muitas coisas por você - Harry afastou e olhou as ônix com seus olhos bicolor - Se você prometer nunca fugir de mim, nunca me deixar eu ficarei ao seu lado para sempre Harry não importa o aconteça...

 

Hermione se sentou ao lado de Lady Bones e cruzou as pernas delicadamente, lançou um olhar cortante a Fudge. 

- Não estou aqui para lhe agradar e sim para cumprir meu dever para com Lord Grifinoria Peverell Sonserina - a nome causava impacto quando dito em voz alta - Sou a representante legal dele e não pretendo deixar  que mais atos incompetentes ou deslumbre com o poder de certos bruxos coloque o mundo a qual meu Lord deseja proteger em apuros ou guerra novamente...

 

 

 

 


Notas Finais


Eru ➡ nome élfico que siguinifica "O único"
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Iai gostaram?
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Vocês devem tá reparando que tem muitos personagens inventados né? E que eu particularmente acho muito melhor assim, pois assim posso criar a história que eu quiser em cima do personagem desde o zero e me livrar dele quando eu quiser sem remorço e tal.
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Eu não sei sobre o grande vilão ainda mas tô planejando uma surpresa 😈
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Desculpem os erros e até a próxima


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