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História Por entre as esquinas - Capítulo 35


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Capítulo 35 - 35 - Festa Do Branco


Fanfic / Fanfiction Por entre as esquinas - Capítulo 35 - 35 - Festa Do Branco

Estava no meu quarto escrevendo algumas ideias para uma música, quando a porta abre e Shawn aparece ali. Ele entra e fecha a porta atrás dele e fica com um sorriso travesso nós lábios e suas mãos estão pra trás.


Três dias se passaram desse o episódio que tive com minha mãe. E confesso toda noite antes de dormir pensava em tudo o que ela falou e claro chorava.


-Por que você está com essa cara? - ergo as sombrancelhas.


-Eu só quero que você não fique brava comigo.


-É algum presente né? - estreito meus olhos, ele sabia que não gostava quando ele gastava dinheiro comigo, eu não me sentia bem.


-É. Mas é um bom presente que vai te ajudar muito, principalmente para falar com uma pessoa que mora lá na Itália. - ele fala e trás as mãos a frente e com uma caixinha. Ele se joga de bruços em cima da cama e me estende a caixa branca com um laço vermelhos e eu abro.




-Shawn! Isso deve ter sido uma fortuna. - falo vendo um celular novinho em folha. Lindo!


-Isso não interessa. É um presente, só aceita. E olha já tem meu número gravado e o da Dinah tambem.


Eu queria ficar brava, mais era quase impossível quando ele era assim. Ele até gravou os números mais importantes até o momento.


-Você é um fofo sabia?


-Claro que sabia. E tem mais!


-O que?


-Vem cá. - ele senta do meu lado e me puxa mais próximo a ele, estica o celular na nossa frente com a câmera ligada e tira uma foto - Olha que maravilha agora já tem papel de parede.




-Bobo - dou um tapa em seu braço.


-Um bobo apaixonado! - ele leva as mãos em minha nuca e me beija.


Ele se senta encostado na cabeceira da cama e me puxa um lado da minha perna para eu sentar em seu colo. Nosso beijo estava lento, minhas mãos estavam em seu rosto e as dele estavam em minha cintura.


Como eu estava de vestido podia sentir seu pau semi ereto roçando em minha calcinha, o atrito da sua calça estava gostoso.


Eu levei a mão ate os botões da sua camisa e comecei a desabotoar um por um, enquanto o beijava. Depois de retirar sua camisa deixei minha não em seu peito sentindo seus batimentos.


Nós dois estávamos precisando disso, desde a viagem até a Itália a gente não se tocava assim.


Ele me puxou mais pra ele fazendo eu ficar colada em seu corpo quando suas mãos começaram a procurar a abertura do meu vestido.


Quando ela achou, abaixou o zíper e desceu as alças deixando meus seios a mostra e sem perder tempo apertou um e abocanhou o outro, quando se cansou de um foi para o outro.


Suas mãos agora estavam em minha bunda apertando com vontade e com os movimentos de aperto que ele fazia eu me movimentava nele. Nós dois estávamos excitados e queríamos aquilo, então me separei dele e levantei da cama e ele resmungou.


-Camila volta aqui!


-Calma apressado. - ri e fui até a porta e tranquei - Ou você quer que alguém atrapalhe?


-Se atrapalhar eu mato! - ele fala e rimos.


Voltei até a beirada da cama e deixei o vestido cair pelo meu corpo. Eu já tinha passado o período que eu ficava envergonhada quando ficava nua na frente dele, mais não preciso mais disso afinal ele é meu namorado.


Os olhos dele vasculhavam cada pedaço do meus corpo, como estava sem sutiã seu olhar se manteve mais ali, em meu torso. Quando os olhos dele bateram com os meus vi sua mão indo até o meio da suas pernas e apertando seu pau ainda por cima da calça.


Ele levou a mão até o botão mais antes eu intervi.


-Não! - falei e fui correndo tirando a mão dele dali.


-Que foi? - ele perguntou sem entender.


-Eu quero fazer isso.


-Vo-você tem certeza, se você não quis...


-Eu quero... Eu só preciso de uma ajudinha. - entorto um pouco a boca - Eu nunca fiz isso.


-Não se preocupa, faça do seu jeitinho, como achar melhor, que eu vou amar da mesma maneira.


Sentei com os joelhos dobrados ao lado dele, mordi o lábio inferior e levei minha mão até seu peitoral descoberto e fui descendo aos poucos até que cheguei no botão da calça.


Desabotoei e ele ergueu seu quadril e puxei para baixo sua calça. Depois de tirar tive a visão dele deitado somente de cueca preta na cama e podia ver o formato do seu pau totalmente ereto.


As vezes fico impressionada de como isso entrou em mim por completo, ele era grande e agora vou provar essa delícia.


Passei a língua nos lábios e me aproximei do seu rosto e beijei seus labios, desci os beijos por seu pescoço, seu peitoral e dei um beijo na sua entrada que é uma coisa que me atrai demais. Minha mão que ainda estava na cama, ergui parando em sua coxa.


-Se você não quiser, não precisa.


-Eu quero isso!. - falei e subi mais minha mão dessa vez parando em cima do seu pau e podia sentir ele duro.


Fiquei passando a mãos ali de um lado a outro. Levei as mãos até o elástico da cueca e fui abaixando que que seu pau saltou para fora.


Olhei aquele pau totalmente ereto pra mim, minha boca chegou a salivar de tão gostoso que parecia. Em uma última olhada nos olhos dele eu passei a língua por meus lábios. Vi sua boca abrir, sabia que ele iria falar alguma coisa.


Mais a única coisa que saiu foi um gemido quando coloquei ele dentro da minha boca e logo retirei, e olhei pra ele podia ver sua respiração acelerada.


-Puta que pariu! - ele xingou quando coloquei ele novamente minha boca. Só que dessa vez não retirei, me movimentei pra cima e pra baixo lentamente sentindo ele só pra mim - Você vai me matar se continuar assim.


A mão dele vai até meus cabelos, ele pega e segura quase todos os fios em suas mãos.


Agora me movimento mais rápido ganhando um ritmo, que está deixando ele maluco. Eu apoiei uma mão na sua coxa e outra estava na base do seu pau me ajudando nos movimentos, porque não cabia tudo na boca.


Eu tirei seu pau da boca e passei a língua por toda sua extensão, deixei a língua em sua glânde onde seu pré gozo escorria e serpenteei a língua ali e ele deu um gemido arrastado.


-Porra Camila! - ele leva sua mão até seu pau e masturba algumas vezes e eu fico olhando.


Até que ele me oferece novamente, eu sorrio e volto a engoli-lo com mais vontade, acelerei os movimentos e sentia ele pulsando em minha boca, ele deveria estar perto.


Retiro ele dá boca e passos língua por toda sua extensão, recolhendo seu pré gozo e provocando ele. Volto a colocar a sua glânde na boca e faço movimento lentos de vai e vem com os olhos cravados nele.


Chupei ele mais algumas vezes e senti jatos do seu gozo em minha boca. Era um gosto agridoce, delicioso que eu quero sentir mais vezes. Mais eu não tinha engolido e nem sabia se podia engolir.


-Você não precisa engolir. - nisso que ele fala eu engulo - Caralho Camila.


Ele jogou a cabeça pra trás e levou as mãos ao rosto, logo ele olhou para mim novamente e eu estava com um sorriso arteiro no rosto.


-Ops engoli. - ri alto dessa vez.


-Você tem certeza que nunca fez isso, porque olha... - ele dá uma pausa - Foi excelente, melhor impossível.


-Para, vai me deixar envergonhada.


-Porque. Só porque eu disse que você é maravilhosa com essa boca? - ele se senta rapidamente na cama e cola seu rosto com o meu me dando uma lambida na boca.


-SHAWN.


-Que foi é verdade! - ele me puxa fazendo eu deitar na cama - Agora vem aqui me dar um beijo vem!? - ele fala e ataca meus lábios.


O beijo estava fogoso, eu me mexia em baixo dele querendo mais contato afinal, eu também queria gozar. O pau dele já estava semi ereto novamente, ele passou a mão por entre nossos corpos e começou a massagear meu clitóris por cima do tecido fino da minha calcinha.


Ele desceu os beijos para meu pescoço e ficou ali lambendo e beijando, subiu até minha boca e sorriu. Senti ele pegar o tecido da minha calcinha e colocar para o lado, nossas bocas estavam entre abertas e quando senti ele me penetrar soltei um gemido na boca dele.


Suas investidas estavam duras e fortes, nossos corpos estavam se chocando em pura sintonia. Ele leva as mãos até minhas coxas e abre minhas pernas me fazendo ficar totalmente aberta pra ele, faltava pouco para gozar e acho que ele também. Minhas mãos foram para suas costas, eu estava quase e só queria me aliviar logo então, passei as unhas por suas costas arranhando àquele local que tinha certeza que ficariam marcas. Nossos corpos estavam suados, estávamos cansados mais em nenhum momento os movimentos pararam.


Ele levantou seu tronco e segurou em minha cintura para ter mais controle, começou a se movimentar mais rápido ainda, o som dos nossos corpos se chocando era maravilhoso e eu estava perto muito perto.


-Goza pra mim, meu amor.


-Oh droga, eu tô quas... eu vou... Ohh.


Em mais duas investidas eu em um gemido longo acabei gozando ele investiu mais algumas vezes prolongando meu orgasmo. Quando minha respiração estava difícil e os gemidos saiam da minha boca sem controle ele se retirou de dentro de mim e começou a se masturbar.


Ali deitada olhando ele no limite do seu prazer se masturbando pra mim, com a boca aberta e a respiração pesada, ele aumentou os movimentos ele solta um "Ohh" totalmente cheio de prazer e quarto jatos de gozo voam em minha barriga, olho pra ele e vejo um sorriso enfeitando seus lábios e logo o meu se abre tambem.


Em seguida ele veste sua calça e sai do quarto, eu fico sem entender até que ele volta com um pedaço de papel e limpa minha barriga. Depois de limpa, ele faz o mesmo trajeto para jogar fora.


Eu estou deitada em seu peito depois de ficar esgotada. Sua mão passa por minhas costas fazendo um carinho super gostoso que está me dando sono.


-Amor? - eu já estava de olhos fechados e mantive.


-Oi meu bem? - disse com a voz mole de sono.


-Tenho que te falar uma coisa que vai acontecer daqui umas duas semanas.


-Hum, o que é?


-Meus pais estão vindo passar o mês aqui comigo e eu queria que você conhecesse eles?


-Eu o que? - abro os olhos e ergo a cabeça para olha-lo.


-É. Poxa querendo ou não eu conheço já sua mãe. Então você vai conhecer meus pais. - ele dá um sorriso e me puxa pra deitar em seu peito novamente.


Minha boca estava seca, e eu não conseguia pensar em nada. O desespero tomou conta de mim. Puta que pariu vou conhecer meus sogros e se eles não gostarem de mim, e se eles acharem que eu não sou pro filho deles aí droga eu tô ferrada. Mais e se eles forem legais e gostarem de mim como eu sou e eu gostar deles também. É melhor eu pensar assim, vai dar tudo certo. Pensando nisso dou um suspiro e acabo pegando no sono.


[...]


Mais três dias se passaram, durante essa semana Shawn passava as noites aqui comigo. Depois de fazer amor até ficar esgotados, caiamos no sono igual dois anjinhos.


Essa noite não foi diferente, mas quando acordei no outro dia senti um vazio no meu lado, me virei e ele não estava lá. Ele já tinha ido para o trabalho e nem se despediu.

Me sentei e reparei em um papel dobrado em cima da mesinha de cabeceira ao lado da minha cama. Peguei, abri e vi aquela caligrafia bem conhecida por mim.


_______________________________________________


Bom dia meu amor.
Desculpa sair assim, mais tive que resolver um assunto urgente na empresa.


Não se esqueça que hoje é o dia da festa do branco!


Quero você linda e gostosa do seu jeitinho só pra mim


Te amo!!!


Ah. As cinco passo aí pra te pegar. Pra ir a festa claro.


Beijos do seu namorado lindo e gostoso


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-ALLY? - gritei saindo do meu quarto.


-Que foi? Quem morreu? Cadê? - diz depois que entrei com tudo na porta do seu quarto.


-Você precisa me ajudar!


[...]


Chegamos na "festa do branco", e literalmente todos estavam vesti do branco, menos os garçons e garçonetes que estavam com uma tonalidade mais escura.


Shawn me apresentou algumas pessoas e fomos até a parte de trás do lugar onde tinha uma vista linda, de montanhas e uma cachoeira.


Ao chegar um rapaz parou a gente pra tirar uma foto.


-Qual é Connor já?


-Tenho que registrar né chefinho. - fala e ri.


-Tudo bem pra você? - Shawn vira pra mim.


-Claro. - sorrio - Vamos tirar uma foto não é Connor? - olho para o amigo do Shawn.


-Viu só a patroa que manda e você obedece. - nós rimos - Vai. Façam uma pose.


E assim fizemos, Shawn ficou atrás de mim e me abraçou e logo vimos o flash da câmera.




Durante a festa tomamos algumas cervejas enquanto ele me falava quem era quem naquele espaço, depois do meu terceiro copo me deu uma vontade de ir ao banheiro.


-Vou no banheiro tá?. Rapidinho.


-Tudo bem não vou sair daqui. - dou um selinho e vou até o banheiro.


Quando estou voltando, uma moça me para na metade do caminho.


-Oi? você pode pegar mais uma taça de champanhe pra mim. - como é que é querida?


-Eu? - tá de sacanagem que ela acha que sou a garçonete. Qual é? Eles são os únicos que estão com uma roupa diferente do resto das pessoas, e claro que se eu fosse garçonete não acharia ruim não.


-É. Você mesmo! - ela me olha de cima em baixo me medindo com arrogância.


-Eu não vou pegar nada! - ao perceber o olhar dela falo em um um tom mais alto.


-Garota imprestável. Você tem que fazer seu trabalho direito. Cadê o gerente desse lugar pra te mandar para o olho da rua?


Eu não sabia o que fazer ou como reagir em situações desse tipo, mais eu não podia deixar isso assim. Eu não estava achando ruim ela me confundir com uma garçonete mais sim ela falar daquele jeito.


Todos merecem respeito acima de tudo, falta de educação não leva a nada. Na hora que abro a boca para responder, sinto uma mão na minha cintura.


-Te achei. Tudo bem ? - olho pra trás e vejo ele com aquele sorriso sem perceber o que acontecia ali.


-Você é o Shawn não é? - ela pergunta se metendo no meio.


-Sou sim e você? - ele disse estreitando os olhos tentando reconhecer ela.


-Sou Renata, trabalho no setor dos contratos. - ela estende a mão a ele.


-Prazer em conhecê-la. - ele retribui o aperto.


-O prazer é todo meu. - ela pisca para ele, que sem noção porra eu tô aqui. - Você quer um champanhe? Eu tava pedindo pra essa garçonete buscar !


-Essa? - ele franze a testa e aponta pra mim.


-É, vai lá vai. - ela abana a mão pra mim ir - Trás dois champanhes pra gente. - ela sorri para ele.


-Você deve estar muito enganada! - ele dá uma risada sem graça - Essa aqui é Camila, minha namorada!


-A é... Sua namorada - ela sorri falso - Legal. - ela de uma cara enojada.


-Pois é, vamos meu amor? - ele olha pra mim, mais logo se volta a ela - E me faz um favor ?


-Claro! - fala com aquela voz enjoada.


-Pega duas taças de champanhe pra gente - ele aponta pra nós dois.


-Eu? - ela arregala os olhos e eu me contento para não gargalhar na cara dela.


-Sim, você mesma. A gente vai estar ali na piscina. Vamos. - ele passa o braço por meus ombros e saímos dali.




Fomos até a piscina e sentamos com os pés na água. Ficamos um tempo ali até a mesma garota da festa aparecer com duas taças de champanhe.


Eu me segurei pra não rir da cara dela novamente, mais que tava engraçado isso estava. Mas logo fiquei seria.


-Você tá bem? - ele pergunta segurando minha mão.


-Claro. Depois de ser chamada de imprestável então. Melhor impossível.


-Como é que é? Ela te chamou de imprestável? Eu vou resolver isso agora. Ela acha que é quem? - ele fez menção de levantar.


-Ei. Não! - segurei em seu braço e ele voltou a sentar - Não precisa disso, pessoas assim um dia vão ter o que merecem!


-Tudo bem - ele levanta e segura minha mão - Vem comigo!


-Que? Onde a gente vai? - me levanto tambem.


-Quero te mostrar uma coisa.


Saímos da piscina e entramos novamente no salão onde ocorria a festa. Quando entramos vi a mesma mulher que me confundiu junto com ninguém mais ninguém menos que as duas recepcionista da empresa. Sabia que aí tinha coisa.


Segui Shawn até ele entrar em uma porta onde dava acesso a uma escada e subimos, chegando em outra porta que ele abriu. Quando passei por ali não acreditei naquela vista, muitas montanhas e o sol se pondo.


Fui até o muro e apoiei minhas mãos ali. Ele estava atrás de mim me abraçando, e seu queixo estava apoiado na minha cabeça. Ficamos ali por um bom tempo até o sol se pôr curtindo a presença um do outro.


-Como você está em relação a sua mãe? - ele pergunta e eu me viro, mesmo no escuro conseguia ver o brilho dos seus olhos.


-Sei lá sabe. - respiro fundo - A saudade sempre está presente mais não é igual antes sabe?. Eu sinto falta mais consegui e consigo viver longe. Só a Sofi que dói sabe? A gente sempre foi muito grudada e tenho certeza que está sendo mais difícil pra ela do que pra mim.


-Entendo e vou te ajudar nisso! - ele faz carinho em minha nuca.


-Vai?


-Com certeza. Alguns finais de semana Sofi vai lá pra casa ficar na piscina com as coleguinha de escola e você pode ir lá um desses dias.


-Você faria isso por mim? - falo com uma alegria que não cabe em mim.


-Você ainda pergunta?. Claro que sim! - ele leva a mão em meu rosto e se aproxima.


Seus lábios encostam nos meus com carinho, com paixão, ele pede passagem com a língua eu aceito. Nossas línguas estavam apensas curtindo o contato uma da outra sem segundas intenções.


Ele suga minha língua pra dentro da sua boca e eu acabo gemendo e mordo seu lábio inferior, ele me dá um selinho e olha para mim.


-Que sorriso é esse de quem tá aprontando? - ele estreira os olhos.


-Nada. - sorrio sem mostrar os dentes.


-Camila! Fala.


-Cantacomigo? - falei rápido demais.


-Que? Fala mais devagar. - reviro os olhos.


-Canta comigo... no karaokê?


-Tá doida Camila, eu não vou cantar na frente dessa gente toda.


-Vai por favor. - faço bico - Por mim. Só umazinha.


-Não faz essa cara. Você sabe que não resisto.


-Por favor? - continuo com o bico nos lábios e pisco ia olhos várias vezes.


-Droga Camila. - ele suspira alto - Só uma.


Fomos até o karaokê e esperemos um cara cantar. Enquanto isso nós estavamos olhando as músicas de dupla.


-O que você acha dessa?


-Eu gosto. Você gosta? - ele afirmou com a cabeça - Então pode ser essa mesmo.


O cara terminou de cantar e fomos até a frente da tela. Selecionei a música e dei um microfone a ele. Podia ver que ele estava todo sem jeito, e olhava para os lados sem parar.


-Ei! - chamei ele - Olha aqui nos meus olhos. Só pra mim.


A música começou...




I found myself dreaming
In silver and gold
Like a scene from a movie
That every broken heart knows


We were walking on moonlight
And you pulled me close
Split second and you disappeared
And then I was all alone


I woke up in tears
With you by my side
A breath of relief
And I realized
No, we're not promised tomorrow


So I'm gonna love you like I'm gonna lose you
And I'm gonna hold you like I'm saying goodbye
Wherever we're standing
I won't take you for granted
'Cause we'll never know when, when we'll run out of time


So I'm gonna love you like I'm gonna lose you
I'm gonna love you like I'm gonna lose you


Era aparte dele e ele ainda estava olhando pra mim, então dei um cutucão nele e ele continuou rapidinho para alcançar onde a música estava.


In the blink of an eye
Just a whisper of smoke
You could lose everything
The truth is you never know


So I'll kiss you longer baby
Any chance that I get
I'll make the most of the minutes
And love with no regrets


Let's take our time to say what we want
Here's what we got before it's all gone
'Cause no, we're not promised tomorrow


Cantamos juntos.


So I'm gonna love you like I'm gonna lose you
I'm gonna hold you like I'm saying goodbye
Wherever we're standing
I won't take you for granted
'Cause we'll never know when, when we'll run out of time


So I'm gonna love you like I'm gonna lose you
I'm gonna love you like I'm gonna lose you


I'm gonna love you like I'm gonna lose you
I'm gonna hold you like I'm saying goodbye
Wherever we're standing
I won't take you for granted
'Cause we'll never know when, when we'll run out of time


So I'm gonna love you like I'm gonna lose you
I'm gonna love you like I'm gonna lose you


Ao final da musica a galera que parou para nos assistir bateram muitas palmas. Ele se aproxima de mim e me beija.


Depois disso voltamos para a área da piscina para curtir o resto da festa.

See you later *-*

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