História Por quê ? - Capítulo 5


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Categorias Naruto
Personagens Sakura Haruno, Sasuke Uchiha
Tags Eusoufanfiqueira, Madasaku, Sasuino, Sasusaku
Visualizações 319
Palavras 1.965
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Hentai, Literatura Feminina, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


OLHA EU AQUI.
BOA LEITURA.

Capítulo 5 - Unexpected visit


               Unexpected visit

– Senhor Uchiha? Sua caixa de entrada está demasiado cheia, permita-me que exclua alguns dos seu e-mails – Disse Konan, a secretária de Sasuke, já se inclinando para que pudesse ver quais email-s lhe eram descartáveis.

No primeiro momento Sasuke não lhe deu nenhuma atenção, concentrado nos inúmeros e costumeiros papéis espalhados pela mesa, tentando Salvar o patrimônio que lhe é tanto querido. A que ponto chegaram, precisar de ajuda do governo e prefeituras para que pudessem vender o material de Farma, tendo que produzir e vender, além de transportar, medicamentos de qualidades sublimes por um preço muito abaixo do mercado.

Optando por empresas de pequeno porte para, a pontapés, manter a Uchiha corp de pé. 

Mas Sasuke não desistiria,havia perdido muito por aquela empresa, sofrido muito por aquela família, não, de maneira nenhuma permitiria que a Uchiha corp caísse num poço de falência sem retorno. 

– Vários e-mails não abertos de Haruno Sakura – Murmurou a voz enjoativa de sua secretária ao seu lado, o nome pronunciado, pelos lábios exageradamente pintados de vermelho para o trabalho, fez com que Sasuke voltasse a realidade.

Arregalou os olhos quando viu que a seta girou em torno do nome excluir, rapidamente removeu os dedos de unhas longas da secretaria de cima do mouse antes que o botão de confirmar fosse apertado. A mulher de olhos arregalados o olhava sem entender nada.

– Quem te deu a permissão de mexer no meu computador e excluir os meus e-mails? – Vociferou para cima da mulher que estremeceu.

– Mas senhor, eu achei que-

– O seu trabalho aqui não é achar absolutamente nada, é seguir a minhas ordens, suma da minha frente, o seu perfume enjoativo está me dando náuseas – O descontrole mostrava-se presente, olhou a secretária que estava a ponto de atravessar a porta e rosnou – Nunca mais toque nos meus e-mails, eu fui claro?

– Sim, Senhor Uchiha! Peço desculpas pelo meu erro. Devo me retirar agora.

Lançou-se sobre a cadeira de diretor e mirou a tela acesa, o confirmar ainda estava ali, e parecia brilhar em sua frente como letras garrafais de letreiros neon. Suspirou e por fim escolheu o botão cancelar.

Estava pronto para fechar a aba e enfim voltar para o que lhe era importante, o trabalho. Mas novamente via-se tentado. Não mais a apagar o e-mail e sim, finalmente abri-lo e ler o que houver escrito, só que como todas as vezes ele não teve coragem, e a aba do Gmail foi fechada sem nenhuma hesitação. 

– Mas que droga, já fazem anos, seis malditos anos. Então porque eu não consigo tirá-la da cabeça? – Balbuciou para o espaço vazio da sala, sua voz fazendo um eco doloroso que reverberou em seus tímpanos fazendo sua cabeça latejar.

Afrouxou a gravata e se serviu de uma dose generosa de whisky do seu bar particular, seus olhos voltaram até o computador e novamente a aba de e-mails estava aberta.

– O que depois de tudo você ainda queria Sakura? Porque depois de tudo que eu fiz você ainda insistiu em nós – Era sua única dedução para os inúmeros e-mails dela na sua caixa de entrada.

Por muitas vezes tentou ler o que lhe foi escrito, por muitas vezes viu os e-mails dela como uma lembrança do que viveram, ele sentia falta, por deus como sentia. Ela era tudo que ele queria e precisava, não que nunca pode e nunca poderia ter, e portanto rendeu-se ao irremediável, transformando em memórias as histórias lindas que viveram.

Só que as memórias, mesmo as mais lindas, são traiçoeiras! Num momento você está perdido e envolvido na sensação de amor e acolhimento ao qual lhe era oferecido, no outro, elas te levam a lugares onde a escuridão e o frio trazem à tona as coisas que você queria esquecer.

E por Deus como ele queria, como queria esquecer do sorriso dela, das constelações que seu colo e rosto exibiam, das curvas ao qual ele se perdeu e se encontrou ao longo da vida, das palavras reconfortantes que seus ouvidos escutaram nos momentos difíceis, do colo, do carinho, e daqueles malditos olhos verdes.

Que o perseguiam em sonhos e em cada rosto feminino que encontrava pelas ruas da cidade, mais ninguém era ela!

– Você está cheio de memórias – Ouviu a voz suave do irmão e levantou o olhar para si, atordoado.

"Quando ele havia entrado?" Pensou.

– Eu sei. Às vezes acho que não vou esquecer. Mas está passando. Vai passar, vai passar. – Sua falta de convicção era notável.

– Você ainda a ama – Observou o irmão, penoso. 

– Amo – Não exitou na resposta, talvez fosse o álcool, talvez a saudade.

– Me desculpe pelo que está passando Otouto – Itachi viu tão nitidamente nos olhos negros do irmão as dores que o mais novo guardava, e eram tantas. – Se eu tivesse assumido como me era de dever, e me casado com Ino você não estaria assim dessa maneira.

– E então seria você a ser infeliz! – Rebateu, Ele encarou o irmão que tinha os ombros arriados e os olhos tão iguais aos seus culpados – Não se sinta culpado Nii-san ninguém deve culpar-se pelo que sente, não somos responsáveis pelo que nós somos e eu nunca permitiria que você se sacrificasse dessa maneira, você não suportaria fingir ser o que não é.

E ele estava certo, para Sasuke o peso e o sofrimento de casar com Ino, não seria e não era menor, mais seu irmão, Itachi, sumcubiria antes mesmo do primeiro ano.

– Eu nunca vou saber como te agradecer.

– Agradeça me dizendo o que veio fazer na minha sala – Brincou o mais novo, tentando descontrair e extrair esse ar denso que se instalou na sala.

– Tsc, Entrei em contato com a secretária pessoal de Madara e ao que parece ele, em pessoa, é o responsável por averiguar e representar a obra do hospital que aqui está sendo construída. – Explicou o irmão de maneira profissional.

– Então ele virá a Konoha? – Perguntou o mais novo, esperançoso.

– Ao que parece, ele já chegou.

Refletiu e se manteve em silêncio por um tempo o mas novo, até pronunciar-se.

– Itachi, chame Fugaku.

– Mas o quê, por quê? – Se exaltou abismado, seu irmão nunca havia recorrido ao seu pai, desde que assumiu a empresa, seja isso para qualquer assunto que fosse.

– Ele é o responsável por essa empresa estar à beira da falência, Madara é seu irmão ele terá que convencê-lo a cooperar. – Disse simplesmente.

Sasuke sabia que a única maneira de salvar a empresa era apelando para o sangue, visto que Madara sendo sócio de uma rede de hospitais bem conceituadas e que só tem a prosperar, não se importaria de deixá-los à própria sorte. Não, eles precisavam desse contrato, e iriam apelar se o fosse necessário.

– E o que eu digo a ele ? – Perguntou Itachi, referindo-se ao pai.

– Diga que faremos a Madara uma visita de boas vindas.

[...]

– Tem certeza que não quer esperar mais um pouco para fechar contrato? – Indagou Madara.

Era um investimento consideravelmente caro, mais caro do que fora previsto, estavam com o arquiteto e o empreiteiro naquele exato momento, ambos os homens, prontos para acatar qualquer que fosse a ordem.

O primeiro obstáculo desde que resolveram investir naquela obra apareceu, o terreno onde seria construído o suntuoso prédio, se encontrava lamacento e precisava urgentemente ser aterrado e preparado, com o objetivo de aumentar o material da base para atingir determinado nível.

– Sim eu tenho, vai ser custoso eu sei, mas quero realizar esse sonho e trazer uma saúde de qualidade a minha terra Natal – Os olhos dela brilhavam ao imaginar um grande hospital erguido, imponente.

— Não é como se não tivéssemos o dinheiro afinal. — brincou Madara, já concordando com início daquela empreitada.

— Você é o melhor.

 — Eu sempre vou te apoiar, você sabe disso — Retrucou ele, seu ego acariciado pela última fala dela.

— Seu orçamento foi aprovado senhor Iruka — Falou Sakura, agora dirigindo-se ao homem que a aguardava pacientemente — Faremos o pedido da documentação necessária para o desenvolvimento do serviço e temos certeza que a papelada sairá em poucos dias, até lá quero uma vistoria geral do terreno e uma realização de registro fotográfico, além, de uma medição física dos metros quadrados — A ordem bem detalhada deixou os três homens, ali presentes de boca aberta.

— Querida, desde quando você sabe tanto sobre obras? — Perguntou Madara, visivelmente admirado.

— Eu fiz as minhas pesquisas — Deu de ombros, como se não se importasse antes de continuar : — Ao final disso tudo, eu quero que elabore um relatório mensal, de acordo com as exigências que aqui foram discutidas e todo o escopo do projeto.

— Sim Srt. Haruno, sairá tudo na mais perfeita ordem — Disse o homem ainda meio estarrecido.

— Ótimo, e quanto ao senhor — Dirigiu-se ao arquiteto — Me procure caso queira discutir sobre a estrutura, ou qualquer ponta solta que tenhamos deixado — O homem assentiu concordando, ela finalizou — então acho que isso é tudo. — Estendeu a mão para que pudesse cumprimentar o arquiteto, e enfim o engenheiro civil.

" Este último, responsável por implementar o que foi planejado pelo arquiteto e o cliente, fazendo os cálculos estruturais, a análise do solo, supervisionando e gerenciando equipes, emitindo laudos e pareceres técnicos. É ainda quem calcula, a estabilidade e a segurança de uma construção."

Os dois homens se afastaram, já conversando e se preparando para o grande desafio que viria pela frente, Sakura e Madara ficaram para trás, observando os vários metros quadrados que se estendiam a frente.

— Que tal irmos para casa, tomamos um banho, vemos um filme — sugeriu Madara, ansioso.

Esses dias para eles, estavam sendo bastante satisfatórios, pois desde que chegaram a pouco mais de dois dias, não haviam desgrudado um do outro, curtindo o momento.

Antes que Sakura pudesse responder, seu celular tocou dentro da bolsa.

— Alô, Karin — A feição emburrada de Madara tornou-se ligeiramente ansiosa ao ouvir a rosada. — Está vindo? chega amanhã? A ligação está péssima, estou no terreno do hospital e o sinal aqui está péssimo. Alô…

Não teve outra, a ligação ficou muda e logo não demorou a cair.

— O que foi ? — O Uchiha Indagou, curioso ao ver sua amada bufar para o aparelho.

— A Karin disse que está vindo, mas não deu para ouvir muita coisa, o sinal é péssimo desse lado da cidade. Isso me lembra que preciso falar com o empreiteiro para que ele possa instalar uma torre de sinalização, ou teremos problemas.

— Entendo, vamos lá.

— Não, você vai para casa, cozinhar alguma coisa bem gostosa para nós e ligar para Karin para saber o motivo da ligação dela, eu cuido de tudo por aqui.

— Sakura…— Tentou dizer que a esperaria, e que ficaria com ela até tudo estar resolvido.

— E vai fazer tudo isso, sem nada mais nada menos do que aquele avental, me espere ok ? Eu prometo não demorar.

Apenas isso tornou-se o gatinho necessário para convencê-lo, logo Madara já estava em seu esportivo, dirigindo entre as ruas de Konoha em direção a casa de sua infância.

Entre faróis vermelhos e um trânsito tumultuado, ele enfim entrou por entre os portões da grande e rústica casa, ao qual dividia com Sakura. Estava animado, assobiando e rodopiando a chave do carro entre os dedos, pensando no que faria para agradar o paladar de sua mulher.

Ao abrir a porta de entrada, chamou a atenção de três pares de olhos negros tão idênticos aos seus, por um momento, ele travou.

Sua animação foi para o ralo, dando lugar a apreensão quando seus olhos se direcionaram ao mais novo entre eles.

— Fugaku, Itachi, Sasuke — Engoliu em seco ao falar o nome do último, antes de os indagar — O que fazem aqui? 


Notas Finais


Isso é tudo pessoal, o coro vai comer, vocês não acham?


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