História Por quê eu? (Chansoo) - Capítulo 21


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Categorias EXO
Personagens Baekhyun, Chanyeol, Chen, D.O, Kai, Kris Wu, Lay, Lu Han, Sehun, Suho, Tao, Xiumin
Tags Chansoo, Drama, Hunhan, Revelaçoes, Romance, Sulay, Xiuchen!kids
Visualizações 329
Palavras 3.249
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Lemon, Luta, Mistério, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Suicídio, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi meu povo!
Leiam as notas finais.

Capítulo 21 - Descoberto final.


Fanfic / Fanfiction Por quê eu? (Chansoo) - Capítulo 21 - Descoberto final.

 Narradora on.
 

Kyungsoo não conseguia desviar os olhos do moreno a sua frente que conversava com Chanyeol tranquilamente como se não o conhecesse. Quando o menor viu o chinês pensou que desmaiaria ali mesmo depois de revê-lo após tantos anos mais se conteve, Chanyeol desconfiaria e a última coisa que ele queria era que o namorado o visse ter uma coisa bem na frente do seu Hotel.

 

O menor passou os olhos de cima a baixo no maior vendo o quanto o tempo tinha sido generoso com o chinês, Yifan havia ficado mais robusto e belo, principalmente agora que estava moreno, ele sabia o quanto Kyungsoo amava morenos e mesmo sem querer o menor pensou que, aquilo era para si. Além de que ele ficava parecendo um galã de dorama naquele terno cinza grafite e gel no cabelo, fora os óculos de grau que Kyungsoo sabia que era para lhe dar um ar mais sério, pois, a visão do outro sempre foi perfeita.

 

— Chanyeol — O menor segurou no braço do namorado que se virou para si.

 

— Oh!? Indelicadeza a minha. Esse é Wu Yifan, meu futuro gerente no Hotel que será inaugurado na China. — O maior sorriu pra si. — Sr. Wu, esse é meu namorado, Do Kyungsoo, ele trabalha aqui no hotel como recepcionista.

 

— É um prazer conhecê-lo, Do Kyungsoo. — O mais novo sentiu os pelos do seu corpo se arrepiarem ao ter aquele homem mais uma vez falando seu nome com antigamente. — Eu já o conhecia de vista, Sr. Park. No dia em que cheguei no hotel o Sr. Do estava no elevador com o cozinheiro do hotel, Kim Jongin.

 

Chanyeol tentou manter o expressão calma mais por dentro ele queimava de raiva, tinha certeza que Jongin havia tentado algo com seu namorado e Kyungsoo havia escondido aquilo de si para não irrita-lo.

 

Yifan não tinha tocado no assunto para o dono do hotel fica-se com raiva do namorado, e sim para que ele agisse como um namorado ciumento e desse um jeito naquele cozinheiro sem vergonha que tentou agarrar Kyungsoo.

 

Kyungsoo encarou o mais alto um tanto chocado ao saber que o homem a quem havia o ajuda de naquela (dia) era nada mais, nada menos que seu ex e quase teve uma síncope. Se ele soubesse que Yifan estava ali a tanto tempo teria se demitido e sumido de Seul. E se o chinês tivesse visto Minseok em uma das andadas de seu pequeno naquele ontem?

 

“Pelos deuses! Será que ele tinha visto meu bebê?” Pensou o mais novo e se sentiu realmente fraco dessa vez, o que não passou despercebido por nenhum dos dois homens perto dele.

 

— Soo, você está se sentindo bem? — O menor negou pálido sentindo sua visão estava ficando turva, e ele foi levantado do chão para os braços do Park. — Vamos para dentro.

 

— Se não se importar, eu gostaria de ir com o senhor.

 

Chanyeol concordou sem dar muita importância ao pedido do chinês, ele só queria levar o namorado para a cobertura e cuidar dele. O que será que tinha feito seu Soo passar mal de uma hora para outra? Ele pediu que Yifan digitasse a senha de acesso da porta quando eles chegaram a cobertura colocando Kyungsoo no sofá.

 

— Vou buscar um pouco de água para você, Soo, não se levante. — O menor assentiu. — Fique com ele, Sr. Wu.
Kyungsoo respirava fundo tentando se acalmar e encarou aquele homem a sua frente. Ele estava indo tão bem na sua vida, um emprego bom, uma vida estável, um namorado amável com ele, e Minseok já até tinha aceitado o Park. Por que então Yifan tinha que voltar para sua vida agora?

 

— Kyunggie…

 

— Não me chame assim, nunca mais! — Rosnou baixo, não queria que Chanyeol o houvesse. — Você não tem esse direito.

 

— Não seja assim, eu…

 

— Aqui a água.

 

O Park apareceu na sala e Yifan deu dois passos para trás dando espaço para Chanyeol. O chinês presenciava o carinho com que seu chefe tratava seu ex e aquilo lhe corroía por dentro, se não tivesse ido embora não precisava ver uma cena como aquela mais não havia um botão para voltar ao passado, então o que lhe restava era ver aquilo em silêncio.

 

- Tudo bem? – Chanyeol perguntou ainda preocupado ao ver o menor tomar a água com presa e o mesmo assenti.

 

- Dê um pouco de sal para ele colocar debaixo da língua, senhor, meu ex noivo fazia isso quando sua pressão baixava demais.

 

E o meno o encarou com fogo nós olhos ao saber que o chinês se referia a ele já que Kyungsoo sempre passava mal daquele jeito quanto tinha fortes emoções. O Park assentiu indo em direção da cozinha sem se dar conta do que se passava na sala de estar e Yifan se agachou na frente do menor levanto um tapa que deveria entrar para o recorde de tamanha força.

 

O chinês levou a mão ao lado de seu rosto que ardia sentindo mais uma vez seu rosto arder. Ele não esperava menos de Kyungsoo e sabia que o menor só não havia partido para cima dele porque eles não estavam sozinhos naquele apartamento.

 

— Não o quero perto de mim Kris!

 

— Ainda me chama assim. – O menor foi desarmado ao ver outro moreno sorrir em vez de ficar irritado com o tapa. — Sinto muito, mais não posso ficar longe de você Kyunggie, Minseok não iria gostar não é?

 

— Bom dia…

 

Suho abriu a porta do apartamento entrando em pânico ao ver Yifan ali com Kyungsoo desmaiado sobre seus braços. O menor tinha apagado após ouvir o ex-noivo falar do filho, tinha sido demais para ele. Junmyeon foi feito um furacão para o outro que colocava Kyungsoo deitado no sofá e ouvir algo se mexer ali perto deduziu que Chanyeol estava por perto limitou-se a apenas segurar o maior pelo blazer.

 

— Suma daqui antes que eu esqueça que sou uma pessoa civilizada e dê uma surra em você.

 

— O Sr. Park...

 

— Não me teste, Wu Yifan, acabo com você e ainda faço as leis ficarem ao meu favor, agora saia!

 

O maior não contestou saindo do apartamento e Suho evitou xingar alto ao ter Kyungsoo desmaiado no sofá e Chanyeol aparecendo na sala com um vidro de sal? O maior perguntou onde estava Yifan e o que havia acontecido ao ver o namorado desmaiado, Suho o explicou da forma mais calma possível que tinha mandado o outro embora e perguntou o que tinha acontecido com o menor mesmo já sabendo o motivo.
 

Narradora off.
 

 

Luhan on.
 

— Você parece distante, aconteceu alguma coisa?

 

— Hã? Não Jack, por que acha isso? — Sorri para ele.

 

A verdade é que eu me sentia inquieto naquele dia desde que pus os pés fora de casa. Minseok havia aceitado o namoro do Kyungsoo e tínhamos passado uma ótima noite em casa como uma família feliz mesmo que o senhor Park ainda não tivesse o título oficialmente ainda como membro da família, mas eu sabia que aquilo não demoraria muito para acontecer, só que meu peito não parava de doer o dia todo. Tentei ligar para o Kyungsoo já que, já tinha visto que estava tudo bem com os meninos mais ele não atendia o celular. O que não melhorava em nada minha situação.

 

— Não minta para mim, Lulu, você está perdido no mundo da lua desde que chegou e sei que não é do seu feitio isso, principalmente dentro do trabalho.

 

Era nosso intervalo e estávamos na quadra de esportes já que ele havia me chamado para conversa. Zitao queria que os meninos fossem dormir na sua casa e mesmo eu não gostando muito da ideia por ser meio da semana (quarta-feira) não contestei. Jackson era responsável e traria eles no horário certo para o colégio só que eu sempre ficava um pouco nervoso como o meu bebê longe de mim.

 

— Não é nada importante Jack, sério, é só um incomodo no peito, logo vai passar.

 

— Um incomodo? — Assenti. — Espero que não seja nada mesmo. A última vez que tive algo assim foi quando meu marido pediu o divórcio e fugiu com aquele cara lá.

 

Ele revirou os olhos resmungando baixo em chinês e eu quase ri ao perceber que ele não parecia lembrar que eu também falava chinês e entendia cada xingamento ao ex marido e namorado do mesmo o que ajudou a acalmar um pouco minha angústia.

 

— Então… — Mudei de assunto antes que ele acabasse passando o dia todo falando daquilo. — Os meninos vão dormir na sua casa, cuidado com as minhas crianças.

 

— Nem precisa dizer, além de que Sana está em casa por um bom tempo já que o chefe dela deu férias prolongadas pra ela e ainda tudo pago, acredita?!

 

— Imagino. — Eu não queia me meter mais foi mais forte que eu. — Os dois parecem ter um relacionamento mais forte do que empregado e chefe né.

 

Quase mordi a língua por ser tão curioso mais com Park Sehun era melhor saber em qual terreno estava pisando já que ele parecia interessado demais em continuar naquele ideia de me seduzir.

 

— Para fala a verdade, Sana disse que o que eles têm não passa de um caso comum e ele deixou bem claro quando tudo começou, e você sabe como minha irmã é, ela não se apega a ninguém. — Assenti, conhecia bem aquela doidinha para saber que o que Jack falava era a mais pura verdade. — Além de que parece que ele terminou com ela, depois que eles voltaram da China, parece que finalmente o senhor não quero nada sério se apaixonou.

 

Sorri sem graça e quase me estapeei por fazer tal pergunta, não era como se a vida de Park Sehun fosse importante para mim, além de que eu não iria me deixar levar ou me importar pelo, o que ele faz ou deixa de fazer, não tínhamos nada e nunca iriamos ter, não mesmo.
 

 

Luhan off.

 

Yixing on.

 

Eu saio da sala do médico ainda sem acreditar no que o meu obstetra havia me dito. Dois ovilos? Eu iria ter dois bebês? Gêmeos? Aquilo parecia muito louco para uma pessoa como eu. Eu mau conseguia me sustentar imagina com duas crianças rescem nascidas. Era tão assustador ao mesmo tempo, que era tão incrível, eu não tinha ninguém na Coreia e agora teria duas pessoanhas minhas.
Eu comecei a chorar passando a mãos na minha barriga lisa num misto de alegria e preocupação. Meu apartamento era tão pequeno que mau caberia um berço, mas só de pensar naqueles zezinhos fofos lá me deixava emocionado. Eu ia ser pai! Eu havia ganhado um presente, quer dizer, dois presentes dos deuses, tinha como eu ser mais abençoado?

 

— Eu estou bem, Chanyeol!

 

— Não está nada! Você passou mal e depois desmaio, uma pessoa bem não passa mau por nada.

 

Eu reconhecia aquelas vozes não muito longe de mim e segui o som, vendo Sr. Park, Kyungsoo e Sr. Suho… Um arrepio passou pelo meu corpo ao ver o advogado ao lado deles e limpei o rosto pronto para fugir para que não percebessem minha presença, e se não fosse por Kyungsoo ter olhado em minha direção de olhos estreitos me fazendo engoli em seco eu ainda não havia contado para ele que estava gravido.

 

— Xing? Yixing!

 

Sorri amarelo e me aproximei deles sem graça percebendo o olhar atendo do Sr. Suho sobre mim me fez tremer um pouco, eu ainda me sentia sem graça desde a última vez que nos falamos e ele não parecia feliz com a minha presença ali.

 

— O que faz aqui Lay?

 

— Bom, que… — Cocei a nuca envergonhado. – Yah! Não importa, o que você faz aqui? Não deveria está trabalhando?

 

— Não mude de assunto Zhang Yixing! O que você faz em um hospital!

 

Kyungsoo se aproximou com ambas as mãos na cintura e abri e fechei a boca sem saber o que dizer, não queria contar para ele que estava ali para minha primeira consulta com o meu obstetra mas também não queria mentir já que ele era meu amigo e sempre me ajudava com todos os meus problemas sendo que ele, já tinha os seus e mais de um para falar a verdade.
Dei um passo para trás quando ele ameaçou vir até mim e meu coração parou quando a pasta com meus documentos e o ultrassom no chão e senhor Suho se agachou pegando a mesma. Kyungsoo continuava a brigar comigo por eu não o responder suas perguntas mais a única coisa que se passava na minha cabeça era o senhor Suho com a minha pasta nas suas mãos.
 

Yixing off.
 

…. ….
 

Narradora on.
 

— Eu já disse que estou bem. — Kyungsoo tinha um bico irritado no rosto ao ser colocado na cama do maior.

 

Chanyeol tinha passado o dia cuidando de si o que o deixava feliz e, ao mesmo tempo zangado já que até para ir ao banheiro o Park queria ir junto com medo de que o menor passasse mal novamente. Kyungsoo, apesar de não deixar transparecer sentia seu coração aquecido apesar dos pesares naquele dia.

 

Rever Yifan tinha mexido bastante consigo mesmo que não da mesma fora como antigamente, ele ainda sentia um leve tremor com o maior falando seu nome ou apelido mais não passava disso, o mais novo não o amava mais e sim o homem a sua frente. Chanyeol era aquele que mexia com suas instruturas e coração e nem mesmo rever o ex tão ou mais belo que antigamente fazia sentimentos do passado voltarem, o moreno tinha os pés no chão e não se iludiria com uma voz suave ou gentileza do outro, já tinha sido enganado, uma vez e não seria trouxa de novo, não pela mesma pessoa. Além de agora ele tinha Minseok e pensar com a razão mesmo que estivesse um pouco apavorado com que Yifan poderia fazer.

 

— Então não tem problema ficar deitado na cama e voltar a trabalhar só amanhã. Eu já falei com a Srta. Lee e ela vai contratar mais duas pessoas para ficar na recepção quando você ou Zhang não puderem.

 

— Eu estou me sentindo um aproveitador sendo que trabalho menos e ganho mais, isso não é certo com as outras pessoas que trabalham aqui, Chanyeol, sou um funcionário como todos eles.

 

— Não, você não é. — O maior sentou ao seu lado na cama. — Você é meu namorado e eu me preocupo com você, Soo, não me deixe preocupado de novo, não aguento de ver desmaiar daquele jeito nos braços do Jun.

 

O maior o agarrou e toda as reclamações e irritação se esvaziaram, o mais novo sabia como o namorado era sensível a coisas do tipo. Por isso ele havia ligado para Luhan mais sedo dizendo que ficaria no hotel com Chanyeol que fez o mesmo quase fazer algumas piadinhas mais apoiou total, principalmente porque os meninos iriam dormir na casa do professor Wang o resto da semana.

 

Kyungsoo não disse que tinha visto Yifan, queria contar ao mais velho pessoalmente sobre aquilo e conversar com ele já que aquilo era um assunto delicado para os dois e que deveria ser discutido cara a cara e não pelo celular.

 

— Vamos deitar Chany? Estou cansado.

 

Fez manha ganhando um selar do maior sabendo que o moreno só fazia aquilo para acalmar seus nervos mais não contestou deitando na cama e o puxando para deitar em seu peito. Chanyeol tinha ficado realmente assustado com o que havia acontecido naquela manhã e pedia para tudo o que fosse mais sagrado para que aquilo não acontecesse de novo, não saberia lidar se o médico não tivesse afirmado com toda certeza que aquilo que o namorado sentiu era só uma simples queda de pressão. Não queria perder mais ninguém, nunca mais.
 

 

          …… …..
 

Luhan chegou em casa bufou irritado, iria dormir sozinho em casa e ele odiava ficar só. Havia se acostumado a morar com várias pessoas naquela casa a anos que chegava a ser estranho o silêncio gritante daquele lugar quando ficava só ali. Suspirou baixo e sorriu, pelo menos Kyungsoo estava como quem amava e quem sabe e a vida solitária do moreno não saria mais tão solitária assim. Não que o moreno se sentisse sozinho com ele e os meninos mais todo mundo tem o desejo de ter um par para si, um companheiro, uma pessoa para amar.

 

— Uma pessoa para amor.

 

Repetiu o pensamento em voz alta se jogando no sofá, o chinês não lembrava da última vez que teve um corpo masculino rente ao seu ou que foi tocado com carinho escutando aquelas três tipicas palavras que todos queriam ouvir mesmo que fossem falsas. Não paquerava alguém ou namorava a anos e nem sentia vontade até ser obrigado a ficar sozinho em casa, coisa que era raro mais que naquele ano estava ficando mais frequente, graças que em poucas semanas era julho e ele poderia ficar em casa com seu bebê e sobrinho senão fosse abandonado por eles para ficarem na casa de Zitao ou Baekhyun.

 

— Ok Luhan, você já está sendo dramático demais. — Disse e riu dos próprios pensamentos levantando do sofá quando o telefone fixo tocou. — Alô?

 

— Lu Ge… sou eu, Yif…

 

O loiro largou o telefone desesperado ao reconhecer aquela voz. Não podia ser ele… poderia? Yifan não iria aparecer do nada e ligar para si como se nada tivesse acontecido nesses anos todo, ele não era tão cruel consigo assim, certo? Luhan se afastou do aparelho tremulo caindo no sofá sentando meio afoito a procura do seu celular discando o número de Kyungsoo desesperado mais desistindo assim que viu o nome do mais novo aparecer na tela.

 

Ele não podia ligar para o moreno e dizer que alguém com uma voz igual ao do seu primo tinha ligado para casa deles o assustado e soltou o telefone, seria ridículo além de estragaria a noite de Kyungsoo por causa de algo que talvez nem fosse verdade. Respirou fundo e ligou para a pessoa mais próxima que ele poderia contar e que era de confiança apesar de o seu subconsciente gritar estérico que não era uma boa ideia falar com tal pessoa sobre aquilo.

 

— Oh que devo a honra de me ligar, Wu Luhan, já sonhei muito com isso mais nunca pensei que se concretizaria.

 

Em outro momento Luhan xingaria o maior até a quarta geração e desligaria na cara dele para parar de ser tão idiota, mais ele não tinha condições nem cabeça para as provocações do outro, não naquele momento.

 

— Você pode vir para minha casa? Não quero ficar sozinho… por favor…

 

Pediu ele suplicante, coisa que não combinava em nada com seu temperamento forte e por um minuto pensou que o maior havia desligado quando ele finalmente voltou a falar.

 

— Chego aí em 15 minutos, me espere com a porta aberta.

 

O menor assentiu encerrando a ligação e indo até à porta deixando a mesma bem aberta e nem menos de 15 minutos um Sehun de jeans e camisa branca simples descia da limburgite vermelha e passava pela porta abraçando o mesmo que retribuiu de boa vontade afundando o rosto em seu peito.

 

— Tudo bem, estou aqui com você, por você.

 

E foi como se abrir a caixa de pandora e o menor passou a chorar sendo levantado pelo maior para seu colo que fechou a porta da sala no chute subindo as escadas com o mesmo, Luhan precisava pôr tudo para fora e ele seria seu ombro amigo naquele dia e deixaria para conversar depois quando ele se sentisse mais à vontade.














 


Notas Finais


Oi, gente.
Só quero avisar que não estou podendo postar com mais frequência graças ao meu "pequeno" acidente, meus ombros doem e minha mão também, por isso se eu demorar mais que o normal para postar, até para escrever as notas finais meu incomoda um pouco, é por isso também que não estou respondendo os comentário mas leio todos viu. TODOS! E estou postando esse capitulo por que ele já estava escrito, ok.
Então peguem leve com a Alex aqui que eu volto o mais rápido que poder. :)


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