História Por quê te amo? - Capítulo 22


Escrita por:

Postado
Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Kentin, Rosalya
Tags Amor Doce, Castiel, Drama, Impossível, Romance, Rosalya
Visualizações 54
Palavras 2.299
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Acho q agora a vida do Armin vai voltar ao normal
Boa leitura ❤❤❤

Capítulo 22 - Quero te ver feliz


Fanfic / Fanfiction Por quê te amo? - Capítulo 22 - Quero te ver feliz

Jenny: Castiel, acorda! Nós chegamos (chacoalho o corpo adormecido do Castiel, tentando fazê-lo despertar).

Ele abre seus olhos lentamente, revelando a cor cinza de sua íris. Ele dá um bocejo longo e alto.

Castiel: Jenny? (Diz ele, desencostando sua cabeça do meu ombro).

Jenny: Francamente! (digo, em tom repreensivo). Como você conseguiu cochilar a viagem inteira?

Castiel: E daí? Eu tava com sono.

Suspiro.

Jenny: Vem anda, me ajuda a pegar as malas.

Me levanto do banco e me estico para pegar as nossas coisas no compartimento superior, que está localizado acima de nossas cabeças. Pego a alça da minha mala e tenho uma surpresa. Não lembrava que estava tão pesada. Eu a puxo fortemente, tentando tirá-la do meio das outras bagagens, mas acabo exagerando na força e a minha mala acaba caindo do compartimento e ameaça desabar em cima de mim. Ponho meus braços na frente do meu rosto para me proteger, mas o Castiel é rápido e agarra a mala antes que ela caísse sobre a minha cabeça. Solto um suspiro de alívio.

Castiel: Fala sério, será que você não consegue fazer nada direito?

Bufo e mostro a língua para ele.

Jenny: Bobo...

Ele arqueia as sobrancelhas.

Castiel: Ah, e quem sabe um "obrigada Castiel" (diz ele, imitando a minha voz de um jeito extremamente exagerado).

Solto um riso baixinho.

Jenny: "Obrigada Castiel"! Feliz agora? 

Tento pegar minha mala da sua mão, mas ele desvia do meu toque. Faço uma expressão confusa.

Jenny: Ei, me devolve isso.

Castiel: Para, deixa que eu levo pra você. Do jeito que você é desastrada é provável que nem chegue viva na porta do ônibus.

Ele se estica para pegar sua própria mala e apoia a minha bagagem em seu ombro direito e a dele no ombro esquerdo. Ele sai andando casualmente até a saída do veículo. Me pergunto se não está pesado demais...

Quando todos os alunos estão fora do ônibus, o professor Faraize logo nos libera para irmos para casa. Eu e o Castiel caminhamos de volta para os nossos lares tranquilamente.

Jenny: Castiel, isso não está muito pesado? Deixa eu levar alguma coisa e...

Castiel: Não, tá tudo bem.

Jenny: Você é um teimoso de primeira. Nem adianta discutir com você.

Castiel: Apenas ande e pare de falar.

Faço um beicinho e fecho a minha boca. Ele pode até ser chato quando quer, mas pelo menos cavalheirismo não lhe falta.

Os raios solares quentes esquentam nossas cabeças. São 16:00 e a esta altura o sol está se pondo atrás de nós. Pois é! Esse é o verão quente da Europa que eu conheço. Daqui a pouco estaremos em Agosto e as férias estão se aproximando. Faltam só mais três dias.

Quando chegamos na frente da minha casa, Castiel me deixa na frente da porta junto com a minha mala. Pelo menos espero ganhar um beijo de despedida.

Castiel: Jenny, só mais uma coisa... (diz ele, se aproximando de mim).

Jenny: O quê foi? (Digo, em expectativa).

Castiel: Não se esqueça de me devolver essa camiseta amanhã.

Arregalo meus olhos em surpresa. Que quebra de expectativa!

Jenny: Idiota. O quê você comeu no almoço hein? (Bato levemente em seu peito).

Castiel: Só tô te zoando. Vem aqui...

Ele puxa minha cintura e nossos corpos se unem um ao outro. Ele me beija e sinto seu gosto doce preencher meu paladar. Acho que nunca vou me cansar dessa sensação.

Castiel: Bom (diz ele, quebrando o beijo). Acho que vou pra casa, estou um caco. Até amanhã.

Ele se vira e começa a andar para ir embora.

Jenny: Até amanhã (respondo).

Eu o sigo com os olhos até o perder de vista. Mas ele me fez lembrar de uma questão importante. Eu não posso aparecer na frente dos meus pais desse jeito, não com essa roupa. Eu não quero que eles saibam sobre o meu relacionamento, não ainda.

Abro a porta de casa silenciosamente e enfio minha cabeça para dentro de casa, olhando de um lado para o outro para conferir se não há ninguém no espaço da sala. Meus pais estão na cozinha e isso irá facilitar a minha entrada. Ando com passos leves até a escada e subo para o quarto apressadamente, mesmo com um pouco de dificuldade por conta da mochila pesada. Chego ao meu quarto e fecho a porta por trás de mim. Largo minha mala ao lado da cama e me sento, ofegante. Consegui!

Meu celular vibra e o meu toque começa a ecoar pelo espaço. Avanço pra cima do aparelho e o silencio na hora, com medo que os meus pais tenham ouvido. Minhas dúvidas são respondidas quando ouço passos subirem as escadas e vindo na direção do meu quarto. Ai, mas que merda!

Carla: Jenny? (Minha mãe chama por mim, batendo na porta). É você, querida? Não te vi entrar em casa.

Quando ouço sua voz, saio em disparada até a porta e a seguro com força, impedindo-a de abrir.

Jenny: Ah, oi mãe! Eu... (procuro alguma coisa para dizer e falo a primeira coisa que me ocorre)... eu estava apertada para ir ao banheiro! Por isso subi rápido. Nem tive tempo de dar um "oi" pra vocês, mas agora eu estou trocando de roupa. Me espera só um pouco que eu já vou descer!

Carla: Ah, tudo bem, filha. Quero que você me conte como foi a excursão hein?

Jenny: P-pode deixar, mãe.

Ela se afasta da porta e me sento no chão, aliviada. Que bom que ela não desconfiou de nada. É melhor eu me trocar e rápido.

****

Desço as escadas, já trocada e vejo meus pais me esperando na sala de estar.

Jenny: Oi pai!

Roberto: Minha querida! (Ele abre os braços para me receber. Corro até ele e nos envolvemos em um abraço apertado. Não há nada melhor que um abraço de pai). Você voltou, estava com tantas saudades.

Jenny: Pega leve, pai (digo, me soltando de seus braços). Só fiquei fora por três dias.

Roberto: Foi como se fossem meses pra mim.

Carla: E então filha (ela diz enquanto me dirijo até o sofá). Conte-nos como foi a viagem.

Conto tudo até os mínimos detalhes, logicamente omitindo alguns fatos, como a noite quente que tive com o Castiel. Meus pais sorriem mais e mais a cada palavra que sai da minha boca e eu não consigo entender o porque.

Carla: Que bom que você se divertiu. Agora faltam só mais uns dias até as férias começarem não é?

Jenny: Sim, só mais três dias e estou livre!

Roberto: Vamos jantar? Quero comer um pouco mais cedo hoje, pois tenho uma reunião daqui a pouco.

Jenny: Vamos! Estou morta de fome, não comi nada no ônibus.

Nos dirigimos até a sala de jantar e meu pai põe a mesa. Fico com água na boca só de olhar pra tudo aquilo e o melhor de tudo: nada de peixe hoje.

A conversa durante o jantar continua animada e os meus pais não paravam de me fazer perguntas, mesmo eu tendo esclarecido tudo para eles. Isso é um hábito bem irritante, mas sou grata por ter pais tão atenciosos.

****

Rosalya: Eu não acredito que a nossa estadia durou tão pouco...

A Rosa ficou enchendo meus ouvidos o dia todo sobre como queria ficar mais tempo na praia. Já estou de saco cheio. Depois ela fala que eu fico irritando todo mundo mundo com as minhas lamúrias.

Jenny: Ai, já chega Rosa! Podemos voltar pra lá quando quisermos, eu já disse isso umas sete vezes hoje!

Rosalya: Jenny você não entende. Não seria a mesma coisa...

Jenny: Para de fazer chilique, rainha do drama! Eu não tô mais te aguentando!

Ela me olha inacreditada.

Rosalya: O quê deu em você hoje? Eu só estou querendo desabafar com a minha melhor amiga (ela me olha de um jeito fofo e deixo escapar um sorriso).

Quando vejo a professora voltar para a sala, faço um sinal para que a Rosa se cale.

Prof. Delanay: Bom alunos, hoje é o último dia de aula e estou dando minha matéria como encerrada. A diretora me permitiu liberá-los mais cedo hoje e é isso o quê eu vou fazer. Estão dispensados, até porque também estou cansada de olhar para os rostos de vocês. Podem sair e tenham boas férias 

A sala toda grita "férias!" em uníssono e saem apressadamente do espaço. Eu acompanho a multidão, não aguento mais ficar confinada aqui dentro ouvindo essa professora idiota tagarelando sobre fórmulas. Quero descansar e relaxar um pouco.

Rosalya: Jenny, tenho que ir agora porque eu tenho...

Jenny: Um encontro com o Leigh (falo, completando sua frase). Eu sei Rosa. Você tem saído com ele a semana toda. Vai, pode ir, eu ficarei bem.

Rosalya: Você me conhece (ela pisca). Obrigada Jenny! Eu te ligo, prometo!

Aceno em sua direção enquanto ela se afasta rapidamente de mim. Essa garota é mais rápida que um raio!

Castiel saiu da escola um pouco mais cedo e não me disse o motivo. Vejo meu celular para conferir se ele me mandou alguma mensagem. Nada.

Ouço um barulho alto, muito alto vindo do corredor oeste. Decido correr para ver o quê houve. Parece até que alguém bateu a cabeça em alguma coisa. Quando viro no corredor, dou de cara com o Armin. Seu punho está cerrado e aparentemente socou seu armário, já que a porta de metal está totalmente amassada. Corro até ele e coloco minha mão sobre seu ombro.

Jenny: Armin, o quê aconteceu? Você está bem?

Ele se vira para me encarar e ele está com uma expressão séria. Começo a me preocupar.

Jenny: Me conta, o quê houve?

Ele suspira.

Armin: Eu... eu só estou meio estressado.

Sei que não é só isso. Ele ainda está se culpando pelo que aconteceu comigo e a sua raiva pelo irmão ainda cresce dentro dele. Eu preciso fazer alguma coisa, preciso mostrar que está tudo bem.

Jenny: Você ainda está mal por aquilo não é?

Ele apenas assente e mal consegue me olhar nos olhos.

Jenny: Eu já te disse que a culpa não é sua. Você tem que parar de pensar nisso. Você está se machucando (tento dar uma ênfase na palavra "se").

Armin: Eu sei, mas eu não consigo. Penso nisso vinte e quatro horas por dia e isso está me torturando! Eu não sei o quê fazer.

Ele realmente parece muito mal e isso parte meu coração.

Jenny: Que tal um passeio? Vamos sair hoje, para tomar um ar e nos distrairmos! Você topa?

Ele parece relutante no início, mas logo acaba cedendo pela minha insistência. Nós pegamos nossas coisas e vamos para o shopping comer alguma coisa e dar uma volta. O Armin está precisando muito e eu vou ajudá-lo.

****

Jenny: Chegamos! Vem, vamos andando. Podemos passar na loja de eletrônicos e ver se encontramos algum videogame pra você.

Armin: Videogame? Legal!

Sorrio e entrelaço nossos braços. Eu o guio para dentro do shopping e caminhamos pelos inúmeros corredores. Passamos por diversas lojas, mas posso ver o desejo do Armin pelos videogames. Não posso mais deixá-lo esperando.

Jenny: Já entendi o recado. 

Armin: Então nós vamos...

Assinto animadamente e um sorriso brilhante surge no rosto do Armin. Agora ele pega minha mão e me guia para a loja que ele tanto deseja visitar. Ele tem mesmo uma paixão por jogos e isso é o que faz dele especial.

Caminhamos pelos corredores da loja e o Armin parece uma criança em uma doceria, mas um videogame chama sua atenção.

Jenny: Qual é esse? (Pergunto, me inclinando para ver melhor).

Armin: É o segundo jogo da franquia "Zombie Hazard", minha série favorita. Eu já tenho o primeiro guardado lá em casa.

Eu me lembro desse jogo. Eu o vi quando fui na casa dos gêmeos pela primeira vez. O Armin deve gostar mesmo dessa série, já que seus olhos não param de brilhar. Eu tomo o videogame das mãos dele e encaro a embalagem.

Jenny: Você gosta mesmo né?

Armin: Claro, por quê?

Sorrio para ele.

Jenny: Deixa que eu pago.

Ele arregala os olhos e olha para mim incrédulo.

Armin: Não, você não precisa...

Jenny: Shhh! Deixe-me fazer isso, quero te ajudar e te ver feliz. Agora dá licença e me deixe pagar.

Passo pelo Armin e dou uma olhada rápida para o seu rosto. Ele olha para mim com admiração e está levemente corado, mas parece incrivelmente feliz. Agora me sinto muito bem, é ótimo vê-lo feliz assim.

Saio da loja com o game nas mãos. Armin me espera do lado de fora e fica sem graça quando me vê. Estendo o videogame para ele com um sorriso pintado no rosto.

Armin: Q-quanto foi? Posso te devolver o dinheiro agora.

Jenny: Você não me deve nada, é um só um presente. Espero que seja tão bom quanto o primeiro.

Ele olha fixamente para mim e sua face continua avermelhada.

Jenny: Armin? Tá tudo bem?

Ele balança a cabeça e volta para a realidade.

Armin: Ah sim, está tudo bem. Você tá com fome?

Não preciso responder para o Armin saber da resposta. Minha barriga ronca, implorando por comida. Armin ri.

Armin: Então tá. Que tal pizza? Eu pago dessa vez, combinado?

Jenny: Combinado! (Pisco para ele).

Ele passa seu braço ao redor do meu pescoço e me leva até a praça de alimentação. Escolhemos uma pizzaria nova e pegamos uma mesa nos fundos do restaurante. Nos sentamos lado a lado e pedimos uma pizza portuguesa. Coincidentemente é o nosso sabor favorito. Enquanto comemos conversamos sobre videogame. Admito que não tenho muita experiência no assunto, mas quero fazer qualquer coisa para vê-lo feliz.

Armin: Ei Jenny, tem um pedaço de queijo no seu queixo.

Jenny: Sério? Onde?

Cutuco meu queixo procurando pela comida, mas não consigo achar.

Armin: Está bem aqui.

Seu polegar passa pelo meu queixo, mas sinto alguma coisa estranha. Armin começa a rir.

Jenny: Ei, o quê você fez?

Toco meu queixo e percebo que o Armin me lambuzou de molho de tomate. Rio junto com ele.

Jenny: Ah é? Agora você vai ver!

Sujo meus dedos com o molho e passo pelo seu queixo também. Quando termino, rimos histéricamente. Minha barriga chega até a doer.

Jenny: Agora sim.

Ele para de rir e muda seu tom brincalhão para um tom sério.

Armin: Jenny... eu preciso fazer isso.

Paro de rir imediatamente e arqueio minhas sobrancelhas.

Jenny: Fazer o quê?

Ele se aproxima do meu rosto e meus batimentos cardíacos se aceleram. Será que...

Armin: Eu não aguento mais.

Ele avança sobre mim e... seus lábios tocam os meus.


Notas Finais


Yeah! Kkkkkkkk
Até o próximo cap ; )


Gostou da Fanfic? Compartilhe!

Gostou? Deixe seu Comentário!

Muitos usuários deixam de postar por falta de comentários, estimule o trabalho deles, deixando um comentário.

Para comentar e incentivar o autor, Cadastre-se ou Acesse sua Conta.


Carregando...