História Por quê te amo? - Capítulo 23


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Categorias Amor Doce
Personagens Alexy, Ambre, Armin, Castiel, Kentin, Rosalya
Tags Amor Doce, Castiel, Drama, Impossível, Romance, Rosalya
Visualizações 45
Palavras 1.960
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ecchi, Festa, Ficção, Hentai, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Estupro, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


O Alexy finalmente vai voltar p a história, mas não se preocupem, terá um final feliz
Boa leitura ❤❤❤

Capítulo 23 - Desculpas aceitas


Fanfic / Fanfiction Por quê te amo? - Capítulo 23 - Desculpas aceitas

Estou simplesmente perplexa. Ainda estou paralisada e não estou entendo o quê está acontecendo aqui. O Armin realmente... tomou uma iniciativa. Odeio ter que dizer isso, mas a sensação dos seus lábios nos meus é prazerosa. São tão macios... ele finalmente fez o quê queria fazer desde o início e por alguma razão desconhecida eu não me afasto dele. Por um instante eu ouso  fechar meus olhos.

Após segundos terem se passado, nossos lábios se separam e Armin me olha fixamente. Ele demonstra determinação e não parece estar arrependido do quê fez. Ele segura meu queixo melado de molho de tomate e não desvio meu olhar.

Armin: Acho que com isso eu consigo provar tudo. Consigo provar que não estou brincando e que eu realmente estou apaixonado por você. Independente da sua resposta, não vou me abalar, não mais.

Admiro sua coragem, mas temo pela sua decepção. Eu gosto tanto do Armin, mas consigo vê-lo apenas como um amigo e nada mais. Olho tristemente para ele.

Jenny: Acho que você já sabe da resposta não é?

Ele solta meu queixo e suspira, desviando seu olhar para o chão. Acho que agora ele finalmente entendeu que já não adianta mais.

Armin: Sim, eu sei (ele permanece firme, mas não parece triste ou decepcionado). Só foi para te relembrar que você sempre viverá em meu coração.

Sorrio e assinto.

Jenny: Sinto muito...

Ele me olha com compreensão.

Armin: Não é culpa sua. Afinal, não se pode escolher por quem se apaixona certo? (Ele pisca para mim e eu me lembro dessa mesma frase quando ouvi os conselhos da Rosa no parque outro dia).

Me aproximo do seu rosto e dou um beijo em sua bochecha.

Jenny: Saiba você que também te amo. Você tem um espaço especial aqui no meu coração  (levo sua mão até meu peito e olho docemente para ele).

Eu o envolvo em um abraço apertado e sincero. Não quero que ele se sinta mal, mas quero que ele saiba o quanto é importante para mim, mesmo que não fiquemos juntos como um casal verdadeiro.

Armin: Bom (diz ele, se desvencilhando de meus braços), não acha melhor irmos embora? Já estamos aqui há um tempão.

Pego meu celular e confiro o horário. O Armin tem razão, melhor irmos antes que reclamações venham encher meu saco. Assinto para ele e estendo a mão para cima pra chamar a atenção do garçom. Peço a conta e ele se vira para buscá-la.

Armin: Dessa vez é por minha conta (ele pisca pra mim).

Pisco de volta para ele com um sorriso brincalhão pintado no rosto. 

Não demora muito para que o garçom volte com a conta nas mãos. Armin paga pela pizza e nos levantamos para sair do estabelecimento. Andamos o caminho todo lado a lado conversando casualmente, como se aquele beijo não tivesse acontecido. Eu ainda estou um pouco constrangida, mas o Armin sabe muito bem como aliviar o clima pesado. Ele é um ótimo amigo e é bastante compreensivo, diferente do irmão que é um total lunático.

Jenny: Bom, é aqui.

Paramos na frente da minha casa e trocamos olhares amigáveis.

Jenny: Obrigada por essa tarde incrível.

Armin: Imagina, eu que te agradeço.

Jenny: A gente se vê amanhã na escola? (Já estou me virando para entrar em casa).

Armin: Espera!

Paro e me viro para olhar para ele.

Jenny: O quê foi?

Armin: Você não quer passar a noite lá em casa?

Arregalo meus olhos e coro.

Jenny: Olha Armin, eu não sei se seria...

Armin: Não! Não é nada disso que você está pensando (ele me interrompe desesperado. Ufa, por um momento pensei que ele estava querendo cruzar a linha comigo). Eu quero dizer uma noite divertida, entre amigos.

Solto o ar que estava prendendo e faço uma expressão preocupada.

Jenny: Será que seria uma boa ideia? Afinal o Alexy vai estar lá...

Ele toca meu ombro em uma tentativa de me acalmar.

Armin: Não se preocupe com ele. Acho que vocês tem muito papo para pôr em dia. Vamos, vai ser divertido! A Rosa também vai estar lá.

Faço uma careta brava e cutuco seu braço.

Jenny: Ei, você chamou a Rosa antes de mim? (Digo com humor) Traidor!

Armin: Para com esse ciúme idiota (ele retruca igualmente brincalhão). E aí? Você topa?

Mesmo estando meio apreensiva em relação ao Alexy, acabo cedendo.

Jenny: Tá bom, você venceu.

Armin: Ótimo! 

Jenny: Passo na sua casa às 19:00.

Armin: Fechado. Até mais tarde.

Ele pega minha mão e a beija com delicadeza, típico hábito dos cavaleiros medievais.

Jenny: Bobo (ele ri).

Ele se vira e sai andando na direção da sua própria casa. Será que eu tomei a decisão certa? Bom que se dane, não dá para desfazer minha escolha. Melhor ir logo para casa e ir arrumar minhas coisas para não me atrasar. Entro em casa e subo para o meu quarto. Pego a mesma mala que usei na excursão para a praia e começo a vasculhar meu armário à procura de boas roupas. Meu celular vibra e olho para a tela. Mensagem do Castiel.

Castiel: Estou entediado. Você não quer dar uma passadinha aqui em casa para nos divertimos um pouco? 

Só de ler essa mensagem já me sinto excitada, é uma pena que hoje não vá rolar.

Jenny: Boa tentativa, mas já tenho um compromisso para esta noite.

Castiel: E quem seria mais interessante que eu hein? 

Jenny: Foi mal, sigilo absoluto.

Castiel: Quem é o filho da puta?

Jenny: Para com isso, não é nada demais. Você não confia em mim?

Castiel: Só tô brincando, mas você vai fazer falta esta noite.

Jenny: Por quê? Tinha planos?

Castiel: Você nem imagina quantos...

Jenny: Você está querendo me deixar excitada? Se sim você está conseguindo.

Castiel: Você está excitada lendo mensagens? Se você vir até aqui posso te levar à loucura...

Jenny: Gostaria muito, mas já disse que estou ocupada.

Castiel: Porra, já estou vendo que vou ter que bater uma hoje.

Jenny: Oi?

Castiel: É isso aí. Estou duro só de pensar em você e nesse seu corpinho...

Jenny: Desculpa, Don Juan. Hoje não vai dar, mas admito que queria estar aí agora...

Castiel: Bom, terá outras oportunidades. Divirta-se esta noite.

Jenny: Você também. E nem ouse procurar algum vídeo pornô na internet hein? Estou de olho no senhor.

Castiel: Não posso prometer nada...

Jenny: Bobo! Tenho que ir agora se não chegarei atrasada. Boa noite, Romeu.

Castiel: Doces sonhos, Julieta.

Saio do chat com um sorriso bobo nos lábios. Ele estava me convidando para uma foda por mensagens de texto? Super romântico da parte dele.

Escolho uma blusa de lã amarela e uma saia preta de renda. Enfio meu pijama na mochila juntamente com os meu acessórios de higiene pessoal e vejo a hora. 18:35. Hora de ir. Desço as escadas até o andar térreo e penso em mandar uma mensagem para os meus pais dizendo que passarei a noite fora, mas quando vejo os celulares sobre a mesa da cozinha procuro por outra solução. Pego um pedaço de papel e escrevo:

Mãe, pai

Não precisam me esperar para o jantar. Passarei a noite na casa de um amigo e voltarei para casa apenas amanhã a noite. Não precisam se preocupar com nada, estou levando tudo que preciso e ficarei bem. Boa noite.

- Jenny

Colo o aviso no hall de entrada para que eles possam ver facilmente, calço meus sapatos e saio. Acho que fiz bem em escolher uma blusa de manga comprida, já que está bem frio a essa hora. É melhor apressar o passo se não quiser pegar uma friagem.

****

Estou em frente a casa dos gêmeos e fico meio preocupada em continuar seguindo em frente. Não sei como vou reagir ao Alexy, não sei como ele vai reagir a mim. Só espero que tudo não acabe em um completo caos.

Quando vou em direção à porta, dou de cara com a Rosa. Nós chegamos na mesma hora, que coincidência ótima.

Jenny: Oi Rosa! Que bom, nós chegamos juntas.

Rosalya: Jenny? Não sabia que você vinha.

Jenny: Pois é, o Armin me convidou na última hora.

Rosalya: Quanto mais, melhor não é? As coisas vão ficar mais interessantes com você por perto.

Jenny: Ei, o quê você quer dizer hein?

Rosalya: Nada, nada (ela diz com cara de inocente).

Vou questionar a Rosa, mas ela é salva pelo barulho da porta. Armin olha para nós e sorri.

Armin: Oi meninas, que bom que vieram.

Rosalya: Sim claro, boa noite pra você também, agora dá licença que eu estou muito cansada por causa da caminhada até aqui, preciso descansar (ela empurra o Armin para o lado e se joga no sofá da sala. Tão educada...).

Reviro os olhos e olho para o Armin dizendo "boa sorte". Ele suspira em resposta.

Armin: Vamos entrando Jenny.

Jenny: Ah sim, obrigada.

Ele recua para me dar passagem e eu entro em sua casa, como sempre muito elegante. Me sento no sofá ao lado da Rosa esperando pelo Armin.

Armin: Estão com fome?

Rosalya: Com certeza! Eu poderia comer um frango inteiro agora.

Jenny: Deixa de ser dramática por favor.

Ela mostra a língua para mim.

Rosalya: Afe, me deixa viver.

Armin: Como eu amo vocês duas (ele ri da nossa discussão tosca).

Jenny: Devo admitir que também estou com fome.

Armin: Beleza, vou preparar alguma coisa.

Quando Armin deixa a sala, aproveito que estamos sozinhas e repreendo a Rosa.

Jenny: Nossa Rosa, meus parabéns (digo com ironia). Será que não dava pra você ser um pouco mais educada?

Rosalya: Qual é! O Armin é como um irmão pra mim, venho aqui praticamente todos os dias então aqui é como se fosse minha casa.

Jenny: Como você...

Ouvimos passos vindo das escadas e eu me calo imediatamente. Sei muito bem de quem se trata.

???: Ei Armin, quem era na porta?

Viro minha cabeça para trás e vejo o Alexy parado no meio da escada. Perfeito! Quando o vejo desvio meu olhar para o chão.

Alexy: Ah, Jenny...

Jenny: Oi...

Um silêncio constrangedor paira no ar e eu nem ouso me mexer. Depois de algum tempo, Alexy fala alguma coisa novamente.

Alexy: Jenny, será que podemos conversar?

Mordo meu lábio inferior em sinal de preocupação. O quê ele quer agora? Dou uma olhada rápida para a Rosa e ela acena com a cabeça, me incentivando para que eu vá. Solto um suspiro silencioso e me levanto do sofá.

Jenny: Tudo bem, mas que seja rápido.

Alexy: Sem problemas. Venha comigo.

Eu o sigo até seu quarto e a porta se fecha por trás de mim. Fico em pé e parada, sem saber o quê fazer.

Alexy: Por favor, sente-se (ele aponta para sua cama e eu lhe obedeço).

Ele se senta ao meu lado e eu me encolho mais ainda. Percebo sua tornozeleira eletrônica que ele está usando por conta da prisão domiciliar.

Alexy: Eu sei que isso pode ser meio repentino, mas eu realmente preciso falar com você.

Jenny: Estou ouvindo.

Ele respira fundo.

Alexy: Eu só queria te pedir desculpas. Eu fui um idiota quando fiz aquilo com você.

Fico quieta e concentrada em suas palavras.

Alexy: Eu agi por impulso. Um ataque de ciúmes tomou conta da minha cabeça e eu não consegui me controlar, mas eu me arrependo profundamente do quê eu fiz. Eu só quero que você me desculpe...

Encaro o chão, pensando no quê dizer. Qualquer um poderia achar que isso tudo que ele acabou de falar não passa de mentiras, mas a veracidade é evidente em sua voz. Ele está realmente arrependido.

Jenny: Você se arrepende mesmo?

Alexy: Do fundo do meu coração.

Viro-me e olho para o seu rosto triste. Ele cometeu um ato horrível, mas eu sei que no fundo ele tem um bom coração.

Jenny: Promete que nunca vai fazer isso de novo?

Alexy: Prometo.

Eu lhe dou um abraço sincero e ele me retribui. 

Jenny: Desculpas aceitas.

Ouvimos batidas na porta do quarto e nos afastamos.

Alexy: Pode entrar.

???: Com licença.

Um cara alto e de cabelos escuros entra no quarto. Seu porte físico é incrível. Uau, se eu não estivesse com o Castiel...

???: Ué, e quem é essa aí? Alexy, você é hétero agora?

Nós dois coramos.

Alexy: Não, ela é só uma amiga! Jenny, deixe-me te apresentar. Esse é o Evan, meu irmão mais velho. Evan, essa a Jenny.

Jenny: S-seu irmão?

Ele me lança um sorriso e isso foi como uma flechada no peito. Ele é tão gato!

Evan: Prazer Jenny.

Evan...


Notas Finais


Desculpem pelo atraso
Até a próxima!


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