História Por quem não se apaixonar - Capítulo 9


Escrita por: ~ e ~Anonimistic

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens J-hope, Jimin, Jin, Jungkook, Personagens Originais, Rap Monster, Suga, V
Tags Hall, Jikook, Jinmon, Kookmin, Namjin, Taeseok, Trouxa, Vhope, Vminbros
Visualizações 353
Palavras 2.016
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Romance e Novela, Yaoi (Gay)
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gente, olha só quem voltou depois de só uma semana sem postar! É MENTIRA, ABAIXA ESSAS PEDRAS!


Primeiramente esse capítulo é só para aquecer e não mandar a fic pro Tártaro do esquecimento, então ele parece ter pouca informação, mas prestem atenção em algumas coisas importantes dele, ok? Ok.

Preciso dizer que atrasei por bloqueio? Eu travei nessa fic por motivos dê: É cansativo. Então eu vou simplificar os capítulos porque costumo enrolar demais e fica chato até para mim quando escrevo.

Eu juro que o que está acontecendo faz sentido, ok? Confiem em mim que tem uns esquemas por trás aí do rolê.

E mesmo não parecendo e até eu não acreditando às vezes, essa fic é jikook sim, risos.

Beijos nas nádegas blá blá blá, cêis sabem o discurso. Até o fim do rolamento.


Capitulo dedicado à JiminTV, a famosa Lolô que me lembrou de postar isso, beixos.

Capítulo 9 - O Clube das Winx me faz de Trouxa


Fanfic / Fanfiction Por quem não se apaixonar - Capítulo 9 - O Clube das Winx me faz de Trouxa

 

 

Acho que quando eu nasci, algum deus metido a besta colocou em minhas costas uma plaquinha escrito “WC” porque sinceramente, está para nascer um ser humano mais cagado que eu.

 

Eu não estou mais no nível esgoto, eu Digievoluí ao contrário: me tornei uma fossa sanitária.

 

— Desse jeito sua tia vem me perguntar se estou te ensinando dança ou artes marciais! — Jimin socava o gelo em meu olho enquanto eu gemia/urrava/mandava até a décima quinta geração dele tomar no meio de seus cus. — Pare de me dar trabalho, criança.

 

— Eu não tenho culpa se essa destrambelhada tem o braço maior que um gorila.

 

— Vai ver como meu braço é grande quando eu enfiar ele no seu...

 

— Tá bem! — Jimin se meteu corajosamente entre nós.

 

O que está acontecendo é a sua pergunta? Se não for, foda-se. Vou responder mesmo assim.

 

Cheguei para a aula junto de Jimin, todas as meninas já ficaram me olhando torto depois disso, já que, pelo que parece, noventa e cinco por cento das alunas do Jimin tem um cânion pelo professor.

 

Até aí tudo bem.

 

Deixei a mochila no canto e ao me abaixar tive uma visão privilegiada de um maravilhoso par de pernas. E então subi meu olhar para um maravilhoso par de nádegas, que após um segundo, se tornou um par de seios, já que ela se virou. Mas o pior foi depois: Um par de olhos que analisavam a melhor forma de retirar minha alma pelo ânus.

 

— Seu nojento.

 

Pois bem, eu já estava preparando o pedido de casamento que faria para aquela bunda, mas pelos péssimos modos da dona, prefiro não o fazer.

 

— De que me chamou? — me coloquei de pé.

 

— Por que entrou com o professor Jimin? Você parece ser gay, mas não age como um.

 

— Quer descobrir? — Fiz meu melhor olhar safado para ela logo antes de levar uma tênisada no nariz. Não recomendo.

 

— Seu machista tarado de uma bigorna (?). Tomara que dê sem lubrificante quando descobrir que gosta de banana, seu lambedor de picolé, ré no churros, sarrador de costas…

 

— Vamos começar a alongar! — Anunciou Jimin, salvando meus ouvidos.

Mas certamente não salvando o resto de meu corpo, já que ela se esforçou com todo o amor para me manter apanhando a cada passo que fizesse.

 

Estávamos ensaiando Bounce? Ela fazia questão de pisar em meus pés.

 

Estávamos fazendo exercícios de popping? Ela nem fazia força para dar umas cotoveladas na minha barriga, porque nem para alcançar meu rosto aquela pigméia servia.

 

O pior mesmo foi quando o Professor decidiu montar uma coreografia conosco. Aquilo foi um caos, não só entre nós dois, mas os outros alunos também se embolaram e uns dois alunos, curiosamente não me incluindo, ficaram completamente parados enquanto os outros tentavam imitá-lo.

 

E foi nesse momento a tentativa de homicídio pela senhorita ré no Churros.

 

E em mais uma aula eu estou acabado, pior que dessa vez nem é minha culpa.

 

Agora naquela sala minúscula ela ainda me olhava como se quisesse tirar minha alma pelo ânus.

 

— Pois bem, Luna. Volte para a sala e diga pras meninas que estão liberadas, vou ter que ajudar esse imbecil a chegar em casa.

 

— Que? — escandalizei, que filha da puta galáctico.

 

— Claro que não! — Ela se virou para o professor, magoada. — Não vou te deixar sozinho com esse Chup Chup de chorume! E se ele vier dar em cima de você?

 

— De que você me chamou, sua Paquita do Capeta? — Pus-me de pé, apontando meu indicador para seu rosto que se avermelhou imediatamente, enquanto torcia meu dedo.

 

— Não aponta essa coisa pra mim, seu Espantalho do Fandangos!!

 

— Ai, sua ogra!

 

Vi o professor fazer alguma careta assustada e nos afastar se colocando entre nós enquanto dizia algo sobre calarmos as bocas. Ele quem calasse a boca desse filhote de lombriga.

 

— Seu nojento, aposto que sua certidão de nascimento é um pedido de desculpas da empresa que vende camisinha.

 

Eu ia dar uma voadora naquele saco de lixo com peruca da Barbie, mas ela se retirou daquele cubículo rápido o suficiente para nosso professor ser capaz de me segurar.

 

— Me solta que eu vou dar na cara dessa bruaca seca, ai! — Tampei meu olho inchado — Aquela mongol me deixou cego!

 

Ouvi um suspiro do outro antes de ser sentado a força na cadeira e o gelo ser outra vez prensado em minha face.

 

Filho de uma bela dama que trabalha honestamente durante a noite sem um patrão estável.





 

...

— Vou ter que ajudar ele, então talvez eu devesse ficar na sua casa ao invés de ir para a minha. — Parece que Namjoon vai comprar um carro e Jimin vai ajudá-lo a escolher.

 

Só gostaria de saber quando ele vai começar a dirigir, apenas para eu ter a certeza de não estar mais na cidade.

 

— Você só quer ver minha tia, acha que eu sou trouxa a esse nível?

 

— Sim.

 

— Ok, vamos então.

 

O caminho de volta foi quase tão normal quanto toda a minha vida, ou seja, porra nenhuma.

 

— Caralho, Jorge. Tira o pé da minha janta!

 

— Jorge?

 

Bem, estávamos ambos parados embaixo de um toldo de sorveteria que ficava bem em frente àquela praça que paramos da outra vez. Após o último incidente com gente em decomposição, decidi que não vou mais pegar ônibus com pessoas idosas dentro, e assim que a porta se abriu e notei que o motorista já tinha passado da idade de se aposentar, decidi caminhar.

 

O Professor parece que vai fazer de tudo para poder ver minha tia, inclusive ir a pé até em casa enquanto conversa comigo.

 

Juro que não quero saber o que eles têm.

 

E por que estamos parados aqui? Não, não está chovendo.

 

O mesmo pombo invocado bem das profundezas do tártaro veio me seguindo desde a academia. A academia! Ele foi me encontrar lá!

 

Acho que eu vou namorar o pombo. Agora que parei para pensar, ele foi me buscar na academia e me procura todos os dias, além de ser fiel à mim. Nem me parece tão ruim assim.

 

Depois de desviar de três tiros quase certeiros, decidi que o melhor a fazer era sossegar e esperar a testemunha de belzebu encontrar seu rumo.

 

— Esse filhote do capeta. Precisava de algum nome mais curto para ele, então vai realmente ser Jorge.

 

— Você deu um nome para o pombo que te persegue? E como assim o mesmo pombo pode te perseguir apenas para cagar em você ao menos uma vez por dia?

 

— Isso se chama A Lei da Desgraça por Jeon Jungkook. Ou apenas Lei Jeon, que diz “Se ao final do dia você achar que não se fodeu, é porque a vida te ferrou tanto que você ficou largo.”

 

— É… Uau.

 

Certo, agora o meu professor de dança e suposto namorado da minha tia me acha ou finalmente descobriu que eu sou portador de níveis elevados de retardo.

 

— Jungkook — chamou — assim, mesmo que você seja um estudante desocupado, eu ainda tenho algumas coisas para fazer hoje. Então se você puder se deixar ser cagado de uma vez para podermos ir, eu agradeceria.

 

Esse é seu jeito educado de dizer: “Se fode aí pra eu meter o pé.”

 

— Está ficando louco? Tem ideia de quanto custa esse casaco?

 

É sério, eu ganhei aquilo enquanto morava com meus pais e ostentava, se ficasse sem ele eu teria que sobreviver com casacos de boutique meia boca. Eu me recuso.

 

— 236 mil 320 Wons, da coleção de outono light. Se comprar na loja do shopping você ainda consegue um desconto de 5%.

 

Desconto de 5% não paga nem minhas meias, filho da pátria.

 

— Como você sabe disso?

 

Ele congelou como se estivesse percebido agora que escreveu uma receita de miojo na redação do Enem.

 

— Isso não importa — olhou ao redor — só vamos encontrar algum jeito de sair daqui.

 

Ah! Hã-hã, esse engraçadinho acha que me faz de palhaço? Eu posso até ser trouxa mas não sou burro, se ele e o Taehyung são irmãos, como ele poderia saber disso?

 

Ah, mas eu vou descobrir!

 

— Aqui — ele disse, e só então eu reparei que o analisava com um campeão mundial analisaria um tabuleiro de xadrez. — Tá me olhando assim por quê? Parece até que viu o Jin de biquíni de bolinhas.

 

E foi assim que meu cérebro derreteu com ácido.

 

— Ah! Que visão do inferno você me fez imaginar!

 

— É a vida, aqui ó. — Ergueu algo que se parecia com a parte de cima de uma mesa redonda velha.

 

— Como conseguiu isso?

 

— A senhora daqui da sorveteria me deu… — Senhora? Tô fora! Pego minhas narinas e vou embora.

 

Antes que ele terminasse de falar e no susto por ouvir a desgraçada da palavra “senhora”, agarrei sua cintura com uma mão e a tábua com a outra, nos cobrindo antes de disparar por uma chuva de fezes pombescas (?).





 

 

— Você é absolutamente louco! — Ria como se estivesse assistido a um episódio inédito de Todo Mundo Odeia o Chris.

 

Só que era como se um dos Esquilos de Alvin e os Esquilos estivesse tentando imitar uma foca de voz fina.

 

Após chegarmos em casa com uma mesa/ guarda chuva literalmente branca de cocô de pombo e de tomarmos um banho para não corrermos o risco de ficar com respingos de resíduos satânicos de pombos possuídos, nos sentamos no cafofo e conversamos enquanto tomávamos Milk shake de flocos que acabou ficando parecido com cocô de pombo.

 

#Traumatizado.

 

— Eu juro! Foi por isso que minha calça estava rasgada! — Ele explodiu em mais uma rajada de risadas. Não pude deixar de acompanhar quando ele tinha uma expressão tão refrescante de olhinhos fechados.

 

Estava tudo muito bom e tudo muito lindo, daí o universo pensou “Não. Tá errado isso.” Então e completou com a frase que uma estrela escreveu no dia que nasci, “Que um gato te come e que o diabo coma o gato. Xablau.”.

 

(Pirralho, que tal pegar mais leve um pouquinho?) Que tal pegar no...

 

(Ei! Mas Jungkook, você tá falando muito palavrão.) “Mis jinkik vici ti filindi muiti pilivrão”. Dá licença né, Min Yoongi? Vou ser obrigado a responder com um peida no meu saco. Estou cheio dessa palhaçada.

 

(O que aconteceu que você ficou tão revoltado?) Aconteceu minha vida.

 

(A tá. Se eu fosse você também não estaria muito feliz.) Me faz um favor, bate sua cabeça na quina de um tofu e morre? Eu te imploro.

 

(Continua essa benga logo. Falta de graça, moleque.) A história é de quem? Você quem veio dar palpite.

 

Eu hein.

 

Enfim, em meio às risadas, um som muito curioso ecoou no recinto.

 

“Sei que somos mais que irmãs, amigas de alma gêmea…”

 

— É a abertura do CLube das Winx?

 

— Que foi? Vai zoar meu toque de celular? — ‘Tá de paulhaçada né?

 

— Esse não é seu toque! Jura? — Gargalhei mais alto que sua risada anterior.

 

Ele só me fez um “Shh” divertido e pegou o telefone com capinha de gatinho. Era uma chamada de vídeo e eu ia me afastar, mas ele me puxou para mais perto antes de atender.

 

— Alô, filho! — O quê?

 

— Oi mãe. Como estão as coisas aí na França? — França?

 

Mais importante do que a frança, como assim mãe? Ele não era irmão de Taehyung? Tae me disse várias vezes que nunca conheceu o pai porque ele sumiu, então não teria como serem irmãos de outra mãe. Mas aquela não era a mãe do Tae que levava ele ao parquinho ou que foi até a escola quando ele ficou de detenção por dizer que o professor tinha cara de porco.

 

Mais importante do que isso, eu conheço essa pessoa.

 

— … E quem é esse menino bonito, Jimin? Está namorando de novo? Você sabe que deveria ao menos fingir que se importa com o seu noivado se quiser voltar para casa. — Ela parecia divertida, e não brava, mas ainda assim pude ver o mais velho se assustar com o comentário.

 

Gente, eu não estou mais bugado. Eu sou um bug! Meu material genético sofreu uma metamorfose e agora eu sou uma tela azul.

 

— Não, mãe! Você entendeu errado. Esse é Jeon Jungkook, sobrinho da minha noiva.





 

O quê?

 

 

 


Notas Finais


Primeiramente fora flop.

Diz a lenda que quem lê uma fic que é atualizada depois de 8 mêses e não comenta, o dedo cai. Mas é só uma lenda.

Falando em lendas, sessão mendigagem da tia Hall chegou!!

https://spiritfanfics.com/historia/a-lenda-do-amar-9728723

Pensa numa fic delicinha que eu fico toda orgasmática só de escrever? Pois é. Muito delícia.

Eu não sou boa com esses paranauês, mas me perguntem alguma coisa:
https://curiouscat.me/TiaHall

Enfim, comentem que tia Hall evermente responde, beijos nadegais, abraços de língua e as famosas ×Beijokas da Lauroka.


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