História Por toda minha vida!!! - Capítulo 6


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Categorias Diabolik Lovers
Tags Diabolic Lovers, Drama, Romance
Visualizações 3
Palavras 969
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Ficção, Hentai, Lemon, Misticismo, Yaoi (Gay)
Avisos: Heterossexualidade, Homossexualidade, Incesto, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Capítulo 6 - Vingança parte 2


Fanfic / Fanfiction Por toda minha vida!!! - Capítulo 6 - Vingança parte 2

Quando terminei de comer sair a procura do tal de Shunrei,eu não sabia onde estava,pensei estar em uma casa pequena por causa da simplicidade do quarto onde estava,mas olhando para o corredor e vendo a quantidade de portas percebo que me enganei. Fui seguindo pelo corredor até encontrar uma porta entreaberta e me aproximei para ouvir o que diziam. A principio tudo parecia incoerente e tudo o que pude perceber era que o som parecia de uma mulher, então tomada pela curiosidade coloquei um olho na entrada da porta. Pude ver um homem que parecia ter uns vinte anos, mas que não era nem um pouco bonito com seu rosto cheio de acne e dentes um pouco para fora chupar os seios de uma mulher uns quinze anos mais velha que o rapaz mais incrivelmente bonita, nesse momento me senti muito desconfortável vendo aquela cena e desejei sumir dali,foi quando senti uma mão forte meu ombro me virando bruscamente.

Sunrei:—Você não deveria estar aqui mocinha, venha vou leva-la para seu quarto.— ele saiu me arrastando de volta para meu quarto mas eu não protestei pois tudo o que queria era sair de lá.Quando chegamos em meu quarto ele trancou a porta e me fez sentar na cama para logo enseguida se sentar ao meu lado na cama.

Sakura:—Eles são namorados? É isso o que os namorados fazem —Perguntei. Minha curiosidade falando mais alto.

:—Não precisa serem namorados para fazerem esse tipo de coisa Cara mia, até porque alguém como aquele rapaz nunca conseguiria uma dama como Graziella.

Seu sotaque italiano era algo a mais que o diferenciava de meu pai. Shunrei se aproximou mais de mim me fazendo inclinar na cama,quase me deitando na mesma.

Sakura:—O que você tá fazendo?!

Questionei com os olhos arregalados

Shunrei:—Só estou cobrando os cuidados que tive com seus machucados e por ter aplacado sua fome, agora fique quietinha enquanto lhe faço um favor. 

Fique quietinha enquanto lhe faço um favor...

Aquelas palavras ecoaram em minha mente e me atingiram como um soco em meu estômago, eram as mesmas palavras que meu pai me dissera antes de me arrancar de minha cama e me levar para aquele estábulo onde pretendia me matar.—derepente não era mais o Shunrei que eu via e sim meu pai, senti meu corpo esquentar mas dessa vez meus olhos não mudaram de cor, dessa vez manchas negras apareciam em meu rosto, sinto a aura daquela besta me envolver quase pedindo permissão para liberar todo seu poder em minhas mãos e ao contrário do que fiz em Konoha não o rejeitei, abracei com vontade aquela onda de poder e então eu soube o que fazer.—meu pai (Shunrei) se afastou de mim e tentava fugir pela porta que ele mesmo trancara, sem sucesso.

Sakura:—Você tentou me matar! Porque você tentou me matar papai? Será que é porque eu sou mais forte que o chefe do clã Huchirra? Perguntei com um olhar psicopata que nenhuma criança de dez anos deveria ter.

Shunrei:—Do que você está falando garota? Eu não sou seu pai, melhor você ir embora, não cause confusão.—Falou o homem que já desistira de abrir a porta.

Sakura:—Papai, você foi muito muito mal comigo e agora preciso puni-lo —falei com uma voz calma que não era típico de mim, enseguida vejo vários galhos sairem de minhas costas e se entrelaçarem em forma de duas garras. Me imaginei fazendo vários cortes em seu corpo e de repente aquelas garras imensas se movia realizando meu desejo. Fazia em profundos cortes em sua carne fazendo-o gritar por misericórdia e ao mesmo tempo me insultava, vê-lo nesse estado me enchia de prazer “veja papai, veja como está agora! O chefe do clã Huchirra reduzido à nada. Isso não é vergonhoso?" cada pensamento que eu tinha em relação ao homem derrotado à minha frente me dava uma nova onda de êxtase

Sakura:—Entrão, como é ver que não era tão forte quanto pensava? Como é se ver derrotado pelo monstro que tanto temia? Vamos me responda!—mas o homem que estava enlaçado pelo pescoço nada mais dissera. Estava morto 

Sakura:—NÃO!!!—exclamei. —Você não pode morrer assim, que forma patética de se morrer, você era mesmo do clã Huchirra? Seu, seu PERDEDOR!!!

Naquele momento eu me encontrava chorando ajoelhada aos pés do homem que tanto odiava, como isso era possível?—percebi um barulho de pessoas batendo na porta e fui ver o que estava acontecendo. Quando abro a porta vejo dois homens e duas mulheres, uma reconheço como Graziella e o rapaz como seu cliente.

Graziella:—Oque você está fazendo aqui menininha? Não vai me dizer que Shunrei a trouxe para trabalhar aqui? Aquele velho! Está cada vez mais demente, trazendo uma garotinha para esse lugar —soltou um suspiro.—lamento por você pequena.—disse como isso fosse tudo o que pudesse fazer por mim.“e se fosse verdade, você não me ajudaria,não é?" Pensei,mas desejando ouvir uma resposta e quando esta não veio revelei minhas garras e perfurei seu coração fazendo-a arregalar os olhos em total surpresa antes de cair aos meus pés. Quando olhei para cima os três jovens já estavam fugindo, consegui alcançar dois com minhas garras mas o terceiro fugiu, olhei com total desprezo para a prostituta e seu cliente e sem dó alguma enrolei os cipós de minhas garras em suas cabeças vendo-os sufocar enquanto um sorriso maléfico surgiu em meus lábios. Quando tudo estava acabado me senti exausta e tudo o que queria era dormir,minhas garras reconhecendo meu cansaço se recolheu dentro de minha carne. Me voltei para o quarto e vi o corpo de meu “pai" deitado em uma poça de sangue, o encarei fixamente sentindo que algo não estava certo. Me aproximei do corpo e então pude ver claramente a cabeleira escura do homem que pensava ser meu pai.

—Entao não era ele, no final das contas vou ter minha vingança como desejei— meu cansaço era muito grande por isso logo perdi a consciência...

Continua...



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