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História Por Trás da Coroa - Capítulo 27



Notas do Autor


Oiee meus xuxus, como vocês estão?
Já aviso esse capítulo ficou enorme, e por que? Bem pois esse é o último capítulo antes do capítulo final da parte 1, como avisei no jornal semana passada, irei dividir essa temporada em parte 1 e 2, mas calma ambas vão ficar aqui, no meio tempo que não postarei a segunda parte irei aproveitar para reescrever a primeira temporada então eu ficaria muuuito grata se pudessem reler ela conforme os capítulos forem atualizados. E também quero trazer uma One Shot do Hoseok, espero que gostem dessas atualizações.

Muito obrigada pelo apoio e esse capítulo é dedicado a TODOS que me apoiaram nessa jornada aqui pelo spirit, seja com fav, comentário ou uma conversa no pc. Beijos e boa leituraaa! :3

Capítulo 27 - Reflexo


Fanfic / Fanfiction Por Trás da Coroa - Capítulo 27 - Reflexo

Eu precisava de você — sussurrou — Acho que nós temos um jeito de voltar para Arllor.

Seu pai hesitou em responder, e foi salvo disso, pois o garoto das fotos, Beomgyu chegou. Usava um uniforme escolar, e carregava uma mochila azul marinho. Cabelo castanho cortado logo acima dos olhos e alinhado atrás. Sua expressão de surpresa ao ver seu padrasto conversando com dois garotos foi de confusão e desconfiança.

— Quem são esses, pai — a palavra nos lábios do outro fez com que Jimin ficasse desconfortável, embora aquilo fosse compreensível.

— Lembra das histórias que te contei sobre o Jimin?

 

Do Kyungsoo estava se sentindo totalmente fraco, a cada dia que passava seu corpo clamava mais por comida, e a falta que sentia de não poder apreciar o dia, de sentir o sol em seu rosto era devastadora. Não conseguia dormir direito, e quando o fazia tinha pesadelos. Impressionante o que a falta de vitamina D não faz com um ser humano, ou bem… A falta de diversas vitaminas. 

Sentia que desistir era o caminho mais fácil e como ele era tentador. Não ligaria se seus amigos fossem para Arllor e o deixassem, desde que aquela tortura acabasse rápido.

Tentação. 

Seu corpo jogado em um dos cantos da sala inacabada, estava coberto por diversos hematomas e sem sombra de dúvidas mais magro, ainda usava as mesmas roupas de quando fora sequestrado, estavam praticamente caindo de sua cintura e por seus ombros.

Soo para se distrair, esticou a canhota mais a frente, onde o chão sem acabamentos tinha um acúmulo do pó do cimento, começou a desenhar algumas runas que se lembrava.
           Inúteis.
           Como ele era naquele lugar, a terra, para seus amigos.

Mas então o moreno desenhou a runa da reflexão. Dois sentidos, refletir sobre algo e refletir algo. Sua cabeça na bagunça que estava já não conseguia recordar qual era o significado correto daquele símbolo. Todavia se concentrou em passar seu dedo naquele contorno, subia para então fazer duas voltas, uma para cada lado, como se alguém se olhasse em um espelho.

Não era uma simples runa de reflexo. Uma intuição o tomou, trazendo forças que ele acreditava nem ter mais, conseguiu se erguer e caminhar sôfrego até próximo um amontoado de plásticos escuros. Os quais cobriam uma janela, ele já havia tentando escapar por ali, todavia sem êxito, era bloqueada por algumas barras e uma estrutura de metal. Teve que colocar o máximo de força que tinha para arrancar aquela chapa de alumínio, o que causou um certo barulho. Escondeu-a atrás dos plásticos e se jogou no chão.  Um dos capangas de Chil-Hyun abriu a porta, sua carranca era tão dura quanto sua voz.

— O que você está aprontando?

— E-Eu caí… 

O senhor armário, soltou uma risada e voltou a fechar a porta. A possibilidade de Kyungsoo ter caído era alta, afinal estava fraco demais para estar em pé, então o outro não fez muito caso. Torceu apenas para ter energia suficiente para tentar aquela ideia maluca. 

— Isso tem que funcionar… Por favor.

Suplicava a uma força maior que não sabia mais se acreditava, enquanto tentava limpar a chapa a deixá-la o mais brilhante possível. 

Apoiou-a na parede à sua frente, se sentou com as pernas cruzadas e os braços relaxados sobre seus joelhos. Meditou para tentar limpar um pouco a mente, o que provavelmente era a segunda coisa mais difícil que teria que fazer nesse processo.

Arllor e a Terra eram diferentes em muitos sentidos, mas tinha algo que fazia com que o jovem Kyungsoo criasse uma teoria, o idioma de onde caíram era praticamente o mesmo, talvez não tivessem sido mandados para o terceiro planeta em relação ao astro Sol por acaso. E uma das regras que existiam em ambos os mundos era o reflexo.

Algo verdadeiro, imutável, mostra o que está em sua fronte com exatidão. 

O feitiço que planejava tentar, possuía uma descrição peculiar pelo que se lembrava. Em um dos velhos livros de seu pai, com um poema traçado com uma bela caligrafia lhe dizia que o espelho poderia viajar através do tempo, com suas memórias ele poderia passar uma mensagem, uma comunicação. Um portal pelo qual não se pode atravessar mas sim visualizar.

Talvez estivesse ficando louco mas precisava tentar. Sentia que apenas com a energia vinda do portal em Jeju seus amigos não conseguiriam voltar, ele não seria tão inútil assim. 

Ele os ajudaria, nem que isso acabasse levasse o resto de suas energias.


 

───────•••───────

 

O clima vinha piorando, tanto o meteorológico quanto o sentimental. A cada dia que passava as esperanças de encontrar Do Kyungsoo diminuíram, os policiais os tinham instruídos de não desistir, que Chil-Hyun precisava mantê-lo vivo, afinal pelo que planejava era ter seu ex-namorado de volta. Não poderia destruir sua moeda de troca.

Estavam na casa de Oh Sehun, o policial havia sugerido que ficassem por lá, já que o apartamento onde residiam não era seguro, e ele tentava deixar a situação mais leve.

Hoje a janta seria churrasco coreano, era um restaurante bem próximo da casa, aconchegante e comandado por uma família. Se dividiram em duas mesas, as grelhas foram ligadas enquanto aguardavam a comida chegar, o calor vindo das mesmas ajudaram com o frio que vinha fazendo. Uma enorme tempestade estava para chegar.

— Foi mal pelo atraso — Xiumin era o último que faltava para completar o grupo, claro que havia Soo mas todos se esforçaram com a ideia de “isso é temporário”. — Perdi a hora enquanto lia. 

O menino dos olhos de fenda e iris gatunas se sentou na ponta da mesa, em frente a Jungkook, que a essa altura já conhecia bem aquele ajudante de feiticeiro, sabia que algo o estava incomodando. Usava um casaco grosso e preto, que estava úmido com algumas gotículas de água, uma garoa fina e gelada vinha dando as caras há alguns dias.

— Que bom que ainda não começaram a comer — Xiumin deu um sorriso e pegou um cardápio da mesa ao lado, começou a vasculhar algo para pedir, fazia algumas caretas enquanto analisava as opções, até que uma chamou sua atenção, arregalando os olhos com um sorriso.

A mesa estava bem silenciosa, não tinham tantos assuntos a serem discutidos. Jimin tinha ficado chateado com o encontro com seu pai na semana anterior, mas seu parceiro o consolará falando que deveria ficar feliz por seu progenitor ter conseguido seguir em frente e que agora a batalha de ajudar o reino de Arllor estava nas mãos deles, por isso tinham que se manter firmes. Claro que a situação seria outra se o lobo descobrisse sobre a maldita noite entre os três, mas estavam guardando segredo disso, pelo menos por enquanto.

Jungkook olhou para o casal no lado oposto, se lembrando da conversa no dia anterior com Park.

...

— A gente precisa contar para eles. — Falava enfático, estavam nos fundos da casa de Sehun e tentava argumentar com o mais baixo.

— Eu sei! — Jimin abriu os braços, que até então estavam cruzados, negando a situação. — É só que… Eu não sei como falar pra ele. Eu não quero estragar tudo.

— Nós já estragamos tudo. — Jungkook olhou para o outro lado, não estava conseguindo conviver com o que tinha feito. Ele havia dormido com Jimin, pensando que jamais teria aquela chance novamente com seu príncipe de cabelos dourados.

Afinal ele nunca chegaria a altura daquilo. Pelo contrário, talvez se não tivesse feito isso, se tivesse sido honesto ele teria uma chance. Agora? Ele era um maldito mentiroso.

E mentiras não duram para sempre.

— Eu irei contar a verdade — Falou por fim, voltando a encarar o menor. — Sugiro que se junte a mim, quanto mais arrastarmos isso será pior!

Quando estava prestes a entrar de volta para a casa, Jimin segurou seu braço.

— Por favor, espere mais um pouco — engoliu em seco. — Ainda não estou pronto para que ele saiba.

— Nem eu estou pronto para isso — puxou o braço de volta — mas me sinto pior com o que fiz do que com o que terei que lidar depois.

 

Jeon foi puxado para o presente quando sentiu uma mão quente em sua coxa. Taehyung, olhou para o lado e encarou aqueles olhos dourados como as madeixas. 

Desgraçado. 

Ele havia sido enfático com Jimin, falando que tinham que abrir o jogo, mas adiou mais um pouco o confessionário. Primeiro quando havia voltado para o quarto e Kim estava dormindo descansando e na manhã seguinte ele parecia um pouco mais animado, pelo menos a notícia de que iriam comer churrasco o deixou feliz. Então Jungkook deixou aquela conversa para depois, pelo menos por hoje. Seu garoto merecia ter um dia bom. 

— Descobriram alguma coisa na delegacia? — Taehyung havia usado o corpo do moreno para se apoiar, indo em direção a onde Jongin e os policiais estavam sentados, na mesa ao lado.

O príncipe de Tínuva engoliu em seco, não que os demais não estivessem abalados com a situação mas Kai era o que parecia enfrentar aquilo com mais dificuldade. Afinal ele era a pessoa mais próxima de Soo.

— Separamos algumas PI’s para entrevistarmos pela manhã — Quem respondeu foi Chanyeol depois de beber um gole de sua água. 

— PI’s? — Taehyung perguntou confuso. 

— Pessoas de interesse — ambos os policiais responderam em uníssono assim como Xiumin que surpreendeu a todos.

— O que foi? — O feiticeiro soltou uma risada — Eu gosto de séries policiais…

— Algumas pessoas com as quais Chil-Hyun pode ter tido contato recentemente, talvez saibam de algum esconderijo que não tenhamos listado. — Oficial Park finalizou.

— Eu me sinto tão culpado — Taehyung olhou para baixo, sua voz tinha ficado embargada. 

Jungkook passou seu braço pelos ombros esguios e o apertou contra si. Não queria ter sido tão burro em suas escolhas, mas o que restava agora? Precisava pôr logo as cartas na mesa. Cogitando abrir o jogo ele foi interrompido por um chute em sua canela. 

Era Xiumin, lhe lançando um olhar enigmático por de trás do copo de metal. Jeon devolveu com sobrancelhas franzidas.

A verdade é que tinha passado tanto tempo ao lado daquele baixinho das magias que conseguiam se comunicar sem usar uma palavra sequer.

Então Xiumin indicou a entrada do lugar, aquelas portas duplas simples de correr, deixavam uma corrente fria sambar pelo ambiente e iluminado pelos postes de luz, com o contorno de árvores balançantes a chuva banhou a cena. E como um passe de mágica o moreno entendeu com o que o outro estava preocupado.

Ele havia descoberto algo em relação a chuva que os rodeava, sem sombra de dúvidas algo ruim.

Muito ruim.

 

───────•••───────

 

Do Kyungsoo expirou uma última vez e encarou o seu reflexo na chapa de metal, ou pelo menos o que deveria ser o ele. Conseguia ver o tom de sua pele, a área onde seus olhos ficavam e um pouco do cabelo bagunçado. Não era o ideal mas ele esperava que desse certo. 

Se inclinou um pouco para a frente, o que refletiu ficou um pouco mais nítido. Esticou uma das mãos que até o momento repousava sobre seu joelho e com o indicador desenhou novamente a runa de reflexo. Proferiu algumas palavras em um idioma sagrado, praticamente rezando para que sua mente se mantivesse focada no objetivo. Já que não tinha os materiais certos teria que contar muito com seu poder próprio.

Encarou o espelho improvisado, buscando ver Arllor. Puxando um pouco de memórias que tinha juntamente com intuição. Precisava projetar sua consciência para um lugar muito longe e nunca tinha feito algo assim, por um momento a imagem de um pulso de energia atravessando seu quarto no apartamento, se fez presente. Ele sentia que aquilo não havia sido à toa, que alguma energia muito poderosa tentava alcançá-los ali, então ele talvez conseguisse alcançar o outro lado.

Piscou uma vez para voltar a visualizar seu reino natal, ou até mesmo para tentar encontrar o amigo deles que tinha ficado para trás.

Repentinamente a realidade não parecia bem, seu olhar estava fixo em seus próprios olhos no reflexo, ele estava olhando para a própria alma, chamando-a para que viajasse para bem longe. Enquanto tudo naquela sala inacabada parecia derreter, era como se uma gosma cinzenta estivesse vindo para cima de si. Ele não podia desviar a vista para averiguar, seguiu focado, sentindo como se fosse ser engolido a qualquer momento. Então os olhos que encaravam-o de volta começaram a expandir, dilatar tanto que a escuridão de sua pupila se estendeu, fazendo seu rosto sumir, até não sobrar mais nada de Kyungsoo, apenas um buraco negro por onde ele começou a cair. 

Sentia-se puxado por uma força maior.

Está funcionando. Pensou feliz, contudo algumas imagens assustadoras começaram a bailar ao seu redor. Passavam rápido mas os flashes de monstros horrorosos fizeram-no tremer. Não era apenas carrancas bizarras e deformadas mas coisas sórdidas como cenas de assassinatos e atrocidades feitas com inocentes.

Aquilo tentava fazer com que Kyunsoo fechasse os olhos, mas ele não poderia. Precisava alcançar a dimensão de Arllor. Uma longa tortura até que sentisse que estava perto.

Todavia quando a alcançou um alívio preencheu seu peito, se sentia tão perto de casa que lágrimas se ameaçaram a escorrer, mas segurou-as firme, ainda não tinha cumprido seu objetivo.

— Hoseok — conseguiu falar quando viu os tijolos cinzas da cidade. 

Estava flutuando em uma forma fantasmagórica e ao proferir o nome do feiticeiro sua energia foi puxada até uma torre no centro daquele vilarejo. Sentiu o impacto quando foi aprisionado dentro de um espelho.

Ele tinha que estar por ali, precisava que olhasse para o reflexo de Do Kyungsoo. O qual ficou agoniado enquanto não sentia nenhuma movimentação indicando que o outro estaria ali. Mordeu o lábio quando as lágrimas ameaçaram voltar, dessa vez por outro motivo.

Estar dentro de um reflexo era algo estranho, era como se estivesse na sala do exterior, contudo as coisas estavam ao contrário, e ele não podia se mexer para além de alguns centímetros longe daquele espelho, estava preso ali, até Hoseok aparecer.

— Por favor…

Então como se tivesse escutado sua súplica, passos em uma escada rangente aumentaram. O feiticeiro carregava em uma das mãos um cajado com uma pedra redonda e roxa na outra uma maçã verde, a qual deu uma mordida quando chegou ao quarto. 

De onde estava Soo só conseguia ver uma cama rústica, algumas estantes de madeira bagunçadas e uma mesa igualmente lotada de coisas, artigos de magia para lá e pra cá. O Feiticeiro Jung parou de supetão ao notar algo diferente ali, então olhou para seu espelho.

— F-Funcionou?! — Esboçou surpreso. Era mais uma pergunta para si próprio ou para o universo do que algo para Kyungsoo.

— Eu não tenho muito tempo — quis ser direto. — Conseguimos um meio de voltar, temos uma amizade por aqui e ele vai dar um jeito de abrir o portal.

Hoseok entendeu o que ele estava dizendo e concluiu.

— … Não será o suficiente, terei que abrir uma brecha para vocês daqui. 

— Isso — Soo tinha tanto para falar com aquele feiticeiro, não o conhecia de fato, mas de tanto que seus amigos colocavam fé que ele iria salvá-los por ter ficado em Arllor, já se sentia confortável até mesmo para falar informalmente com ele. — Você precisa focar em fazer uma ligação forte o suficiente com o dia que estamos, mas tem um problema.

— Qual? — Franziu as sobrancelhas, não gostando muito daquilo.

— Eu estou em apuros, é uma longa história mas o ex-namorado do Taehyung me têm como refém e eu não tenho certeza de que dia estamos.

— Quem? 

— Eu disse que era uma longa história — repentinamente o chão onde estava, da sala refletida, tremeu. Era hora de voltar, se não ele poderia ficar preso em um limbo de loucura que era o túnel por onde sua mente havia sido projetada. — O ano que viemos parar é 2019, Outubro na Coreia do Sul - Terceiro planeta do sistema solar, via-láctea. 

É claro que aquilo tudo era muito abstrato para Hoseok, tanto pelo espaço tempo que eles viajaram poder se passar no futuro ou no passado da existência de Arllor e porque não tinha como ele conhecer um lugar tão distante assim do planeta deles, mas o moreno assentiu confiante.

— Você vai dar um jeito? — Soo perguntou depois de sentir a conexão se desfazendo um pouco mais, e novamente um tremor o sacudiu. 

— É claro que eu vou — sorriu confiante. — Para a sorte de você, eu já ouvi falar muito sobre a Terra. Agora volte antes que fique preso!

Kyungsoo estava tão perto de casa e ao mesmo tempo tão longe, deixou que as lágrimas rolassem quando seu corpo foi puxado como um estilingue pelo túnel escuro.

Aquelas imagens que outrora o assustaram, agora passavam tão rápidas que sequer poderiam ser decifradas.

Olhou na direção que estava sendo puxado e via a superfície de um lago, era prateado como um espelho, mas refletia uma lua branca em seu centro. Estava se aproximando rapidamente, contudo algo que definitivamente não estava nos planos aconteceu e ele foi puxado para longe de sua trajetória. 

 

Continua...

 


Notas Finais


O que acharam? E aí, o que será que tá impedindo o Kyungsoo de voltar?
Semana que vem vai ter postagem especial (capítulo sábado e domingo), se possível mandem a fanfic para algum amigo, vamos finalizar a parte 1 epicamente, tenho muitos planos para esse universo então conto com vocês, vamos navegar nisso juntos, meus xuxus!

Nos vemos nos comentários, vou tentar deixar uma surpresa lá heheh :3


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