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História Por trás da Máscara - Capítulo 3


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Notas do Autor


Oi, garotinhas;)

Capítulo 3 - Capítulo 3


Fanfic / Fanfiction Por trás da Máscara - Capítulo 3 - Capítulo 3

Por trás da máscara



Capítulo 3



"Olhos que enxergam a verdade"



Fazia dias que notava o seu pequeno mordomo, estranho. Sesshoumaru sabia que havia algo de errado, mas ele queria negar isso.

Resmunga por saber que seu pequeno servo, não havia tirado a moça da sua casa.

Os dias foram se passando e ele já não estava mais irritado. Ao contrário, Sesshoumaru havia se acostumado com a presença da morena.

O homem passava a boa parte do dia, trancafiado em seu quarto, mas observava tudo por sua janela.

Apesar de vê-lá sempre arrumar seu jardim, ele estava curioso para ficar cara-a-cara com a jovem.

O nome da garota? Ele sorriu, por que não era mais segredo.

Parede não tem ouvidos! Mentira, elas têm. Sesshoumaru não admitia, mas bisbilhotava.

Não deveria, até por que está em sua própria casa. Ela quem deveria se apresentar a ele e dizer do por que estava invadindo sua residência.

Sesshoumaru era muito orgulhoso para admitir que estava gostando da presença da mulher.

O albino acordava antes dela. Queria observa-la pela janela, enquanto a mesma arrumava o seu jardim.

Meia hora depois, ela saía. Isso o deixava estranho, pois queria vê-la mais.

Sem fazer barulhos, ficava atrás da porta da sua cozinha, ouvindo a morena rir alto, enquanto Jaken brigava.

-Rin, esqueceu que o senhor Sesshoumaru pode ouvir? - A repreende.

-Desculpe, Jaken.

Sesshoumaru queria vê-la rindo, queria saber do por que da risada dela, o contagiava; mas ele continuava com aquele orgulho e prepotência.

Não queria admitir que seus olhos enxergavam a verdade. Mentia pra si mesmo, e dizia que a garota era fantasia de sua cabeça.

-Você fica falando essas coisas engraçada, como não vou rir?

-Se controle. - Faz careta e Rin, rir novamente.

Rapidamente vai pro quarto, logo receberia o café da manhã, feito por ela.

-Senhor, trouxe seu café. - Coloca a bandeja sobre o criado-mudo - Gosto quando come. - Ver seu patrão comendo empolgando.

-Outra vez, vi um pano sujo de tinta. Anda fazendo algo que eu não saiba? - Comenta, mas sabendo da verdade.

-E-eu estou.... - Engole a seco, contando a mentira - Ta-tava pintando uma parede... - transpira frio - S-se não quer, eu p-paro. - Fica com medo e se cala.

-Tudo bem. - Reponde frio - Tem permissão para comprar tintas.

Jaken suspira alto.

-T-to usando telas t-tambem... P-posso comprar m-mais? - Jaken mentia, mas sua intenção era ver a Rin feliz enquanto pintava. Ele sabia que era ela, mas nunca havia visto um de seus desenhos. Estava curioso a cada dia, porém Jaken trancava o quarto e quando estava aberto, as coisas não estava mais lá.

-Hum. - Apenas balança que sim, com a cabeça. O albino sabia que era a moça quem pintava, enquanto cantava baixinho.

As vezes ele ficava atrás da porta, ouvindo a melodia que o deixava calmo. Rin cantava lindamente, mas as vezes era tão difícil de ouvir.

Sesshoumaru se levanta.

-V-vai sair? - Gela.

-...- Apenas segue rumo para se vestir apropriado para ir ao bosque - Volto ao por do sol. - Apenas disse e saiu.

-Espero que ele não ache a Rin. - Sussurra e engole a seco.


(...)


Rin nunca havia visto o senhor Sesshoumaru de frente. Só naquele dia do bosque, mas não havia visto direito o rosto do mesmo. Sabia que era ele, que se banhava no lago.

Sabia a hora certa que o mesmo saía, a hora que voltava e todas as vezes, ela o seguia. Gostava de admira-lo, admirar o corpo másculo; admirar o paraíso que era vê-lo ali.

Havia virado hábito, mas ela sabia que a qualquer momento podia ser descoberta, porém rezava pra que nunca fosse.

Se Sesshoumaru fosse um tipo de animal, talvez seria um cachorro, pois o mesmo tinha uma espécie de sexto sentido. Sabia que alguém o observava, entretanto seu sexto sentido avisava que era uma pessoa boa.

Contudo, a pessoa ia frequentemente quando ele ia, por isso o mesmo havia descoberto que era a Rin que sempre te olhava.

Ele não era exibicionista, até tinha vergonha as vezes de está sendo observado por ela, mas por dentro, ele gostava. Sesshoumaru tinha um pensamento simples e sem maldade; apenas queria vê-la em sua frente.

Eles não sabiam explicar quando havia começado aquela ligação, mas queriam ficar frente-a-frente. Esse desejo nascia ao passar dos dias, e crescia de uma maneira Inexplicável.

Rin suspira alto e seus pensamentos não eram puros. Imaginava ele a beijando, abraçando seu corpo, sussurrando juras e até mesmo ficando no lago, junto dele.

Ela cora e seu coração acelera. Por que pensava algo do tipo, se nunca havia sido íntima dele?


(...)


Sentado, fitando uma foto de sua falecida esposa, Sesshoumaru se perguntava por que não chorava mais ao ver aquela foto.

Kagura fazia parte apenas de lembranças boas e relembrar o passado, não o machucava mais.

Entre seu filho e a falecida esposa, Sesshoumaru sentia mais falta do seu filho.

Ele estava confuso.

Fechou os olhos, e a imagem que lhe veio à cabeça, o espanta. A Rin.

Seu olhos que enxergam a verdade, lhe mostrava tudo; a morena de longos cabelos castanhos escuros.

Não era miragem; não adiantava mentir por coração e nem pra sua mente.

O albino aperta os punhos com raiva e uma lágrima escorre.

Ele estava amando outra mulher.

Mas, para ele e em sua mente, isso tudo era impossível.

Feio, deformado de um lado da face, quem ousaria chegar perto do um monstro?

Era cruel pensar aquelas coisas.

Entretanto, ele estava se precipitado com todo esse pensamento. Rin não é igual as outras, e ele não consegue colocar na cabeça que, talvez a mesma chegasse a ama-lo por causa dessa deformidade em seu rosto.

Sesshoumaru nunca havia pensando numa segunda escolha pra sua vida.

Nunca foi atrás de uma recuperação mental e nem facial; apenas queria morrer amargurado, sem nenhuma outra opção.

Parece que o destino não quer que isso aconteça.

Deixou Rin ficar em sua casa, acompanhou todos os passos delas e isso lhe trouxe consequências. Sesshoumaru não quer que ela vá mais embora.

Talvez, mentir para si mesmo, fosse a melhor opção.

-Droga! - Bate com força na poltrona.

Ele queria mentir, esquecer, pensar que é apenas uma miragem, mas é evidente que seu coração não lhe deixava em paz.



Notas Finais


Vamos de comentários sobre o capítulo ;*

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