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História Por Trás da Porta - Capítulo 1


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Notas do Autor


* Eu não boto muita fé nessa história não, entt qualquer coisa eu apago e finjo que nada aconteceu.

* Bem, a capa tá com um nome difere te, entt não liguem, erro meu depois arrumo

* Espero que gostem, boa leitura

Capítulo 1 - Férias Com Uma Maluca


— Mãe, eu vou estar de férias! Quero ficar com meus amigos!

E lá estava a garota, já devia ser a milésima vez que ela tentava convencer sua mãe que ir passar as férias com sua tia-avó seria o pior pesadelo da vida dela:

— Eu já falei Elsa, você vai! Precisa passar mais tempo com ela! — Falou a mais velha enquanto cortava os tomates para a janta.

— Mas ela é maluca!

— Elsa! — Iduna se virou para olhar a filha — Não fale assim da sua tia!

— É verdade. Alguém que pensa que fadas existem não bate muito bem da cabeça.

— Você vai e pronto, não quero mais ouvir você falar disso — A mesma se virou novamente e continuou a cozinhar.

A mais nova bufou enquanto subia para seu quarto.

A sua tia sempre falou sobre uma floresta encantada repleta de fadas e outras criaturas extraordinarias, um reino cheio de magia e coisas assim. Para a platinada ela estava delirando.

Elsa nunca acreditou na Fada do Dente, Papai Noel, Coelhinho da Páscoa e principalmente em mágica. Passar um longo mês com a mulher que mais falava sobre isso seria um verdadeiro horror.

Dias depois tinha chegado a hora, ia passar as piores férias de sua vida na Pensilvânia, literalmente no meio do mato.

Sua mãe lhe deixou no aeroporto e recitou uma enorme lista de regras pra ela seguir enquanto estava sob o teto de sua tia:

— …E por último, não pode chamar ela de maluca, doida, pirada ou qualquer outra coisa. Entendeu Elsa?

— Ela acredita em fadas!

— Não me interessa, você vai respeitar ela me ouviu?

— Tá tá — A mesma revirou os olhos — Mais alguma coisa?

— Se cuida — Falou abraçando filha, que mesmo estando brava por ser obrigada a ir, retribuiu o forte abraço.

Depois de longos minutos, a garota se separou do abraço, pois seu avião já ia partir.

Ela deu uma última olhada na mãe e entrou.

Seu voo já tinha sido a pior coisa do mundo. Sentou atrás de uma criança que não parava de chutar seu banco, e pra piorar do lado de um homem que roncou o tempo todo.

E depois de poucas horas, que para a garota pareciam séculos, ela estava poucos passos de ver a tia-avô:

— Elsa! — A mulher praticamente gritou ao ver a sobrinha.

Tess era uma criança em um corpo adulto. Sempre sorridente e escandalosa, e com uma nova história sobre as criaturas mágicas:

— Oi tia — A platinada sorriu constrangida, pois as pessoas do aeroporto olhou a gritaria de sua tia.

— Então? Preparada para as melhores férias do mundo? — A mais velha perguntou enquanto pegava as malas da menina.

— Tô, e como tô — Ela forçou um sorriso.

E horas se passaram até elas chegarem no chalé que ficava no meio do mato.

Era um lugar bem bonito, rodeado por flores bem cuidadas, borboletas de flores diversas, e…:

— Não tem sinal aqui? — Perguntou a garota levantando o celular para conseguir pelo menos uma barrinha de sinal.

A ruiva riu:

— Se conseguir achar vai ser com muito custo — A mais velha respondeu enquanto entrava em casa.

— Ah... Que maravilha! — Disse forçando um sorriso.

Estou aqui com uma tia maluca, sem meus amigos e nenhum pingo de sinal… É, aqui deve ser o inferno mesmo. Ela pensou.

Depois de ter arrumado o quarto em que ia ficar, a menina desceu para almoçar, torcendo que a tia não lhe contasse uma de suas história:

— Você precisa ouvir essa história, querida — Foi a primeira coisa que ouviu quando sentou na mesa.

— Ok — Ela deu uma virada de olhos discreta e voltou a atenção pra tia.

— Eu estava lá, ao lado do rei das fadas, Deimos. Nós estávamos lutando contra um enorme exército de Grins, criaturas terríveis. Muitos de nossos soldados estavam feridos, precisávamos atacar!

— Hmm… E o que a senhora fez? — A garota perguntou fingindo ter interesse.

— Levantei minha espada e com toda coragem e ajuda do Deimos, começamos a atacar um por um.

— Uou, que emocionante — A albina manteve a pequena atuação.

— Inacreditável, não?

— E como.

— Bom — A mais velha terminou seu almoço — Você pode ficar á vontade, eu vou dar uma saída.

— Ok ok — A jovem disse sem dar muita importância.

Quando ela terminou de lavar seu prato, a garota resolveu ir explorar aquela casa que seria seu teto durante um longo mês.

Não parecia nada divertido, a coisa mais legal que havia encontrado era uma antiga corda de pular que estava totalmente desgastada:

— Que saco — A platinada reclamou se jogando no sofá.

E então, ela viu algo que não tinha notado. Uma porta.

Era possível ver um brilho por debaixo da porta, isso despertou a curiosidade da menina.

Ela se levantou e foi até ela girando a maçaneta dourada com cuidado, e uma forte luz tomou conta de sua visão, deixando ela sem saber onde estava.


Notas Finais


* Até


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