História Por trás das Câmeras - Capítulo 39


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Categorias Riverdale
Personagens Antoinette "Toni" Topaz, Cheryl Blossom
Tags Camila Mendes, Cherly Blossom, Cherylblossom, Choni, Lili Reinhart, Madelinepetsch, Madnessa, Riverdale, Toni, Tonitopaz, Vanessamorgan
Visualizações 363
Palavras 3.965
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, LGBT, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Olár meus bichinhos, turubom? Espero que sim.
Preparem-se para esse capítulo maravilhoso.
⚠️ Aviso: Peguem uma calcinha extra.
Não esqueçam de deixar os comentários de vocês e os votos, dês de já agradeço por isso.
Boa leitura, beijinhos ❤️

Capítulo 39 - Noite Perfeita


Fanfic / Fanfiction Por trás das Câmeras - Capítulo 39 - Noite Perfeita

POV Madelaine Petsch

Olho em minha volta observando cada detalhe, se estaria faltando algo. Quero ter uma noite mais do que especial com Vanessa, nosso dia hoje foi tão incrível, todos do elenco aceitaram bem nosso relacionamento...

Passei o restante da tarde arrumando minha casa para receber Vanessa, decorei a cozinha com pétalas de rosa e preparei um macarrão com molho vermelho que ela ama, vinho é claro que não poderia falar e velas num recipiente vermelho...

 

A  sala de estar também estava toda preparada, coloquei um tapete preto, bem felpudo, algumas almofadas grandes, brancas com detalhes pretos, um poltrona bem posicionada onde eu queria, e também havia velas aromáticas por lá, queria tudo bem sexy e romântico.

Respiro fundo olhando as horas na tela do celular, 21:00hrs em ponto, fico de frente ao grande espelho que havia na sala dava para ver meu corpo inteiro, olhando como eu estou, passo a ponta do dedo contornando minha boca que esta em um batom vermelho, meu cabelo está em ondas partido o meio, com algumas mechas para frente, caindo até meus seios, 'estou com uma blusa de seda preta de alças finas, sem sutiã, é um short branco. O melhor estou guardando para mais tarde...

Enfim a campainha toca, dou uma última ajeitada em meu cabelo e caminho  em direção a porta.

Cheguei meu amor — . Diz ela, sorridente assim que abro a porta.

Vejo seu olhar rápido percorrer todo o meu corpo, isso já era um hábito dela.

10 minutos atrasada. — digo, sem a deixar entrar ainda.

Aquela ideia de ser castigada caso não chegasse na hora certa, me deixou bem curiosa... — Diz, dando um sorriso malicioso, me fazendo sorrir.

Fecha os olhos. — Digo seria, a fazendo parar de sorrir.

Já vai começar? — Questiona, com o tom de voz divertido.

Fica calada, e me obedeça. — Digo, continuando seria.

Ela fecha os olhos me obedecendo, levo uma de minhas mãos até a dela, segurando.

Vou te guiar. — Falo, a passando segurança.

A puxo gentilmente para dentro, fechando a porta em seguida, me adianto um pouco em sua frente, segurando em sua mão, a guiando por trás dos móveis, até chegar na cozinha.

Fica parada aqui. — Digo, soltando sua mão.

Caminho em passos apressados até pegar o buquê de flores que havia comprado. Ela está parada na entrada da cozinha, sua cara estava sem reação, não dava para imaginar o que ela está pensando.

Paro em sua frente, a observando melhor, ela está usando uma camiseta totalmente branca, acompanhada de uma jaqueta preta, um short também branco, e o tênis mesma cor, seus cabelos totalmente lisos, com algumas mechas rosas, linda, como sempre.

O que você está aprontando? — Diz ela, curiosa.

Abra seus olhos calmamente. — Peço, respirando fundo, confesso que estou nervosa.

Ela abriu seus olhos devagar, sem pressa, seu olhar foi direto para o buquê em minhas mãos, ainda sem reação seu olhar percorre toda a cozinha, ela observa cada detalhe, eu estou com o coração acelerado, esperando que ela diga alguma coisa. Então estou olhar finalmente volta-se para mim, eu a olho nos olhos e ela retribui abrindo seu lindo sorriso, me fazendo engolir a seco o incomodo em minha garganta, com tanta ansiedade.

Isso é para você — digo, dando um passo para a frente lhe entregando o buquê, e ela recebe com todo cuidado.

Eu queria te fazer algo especial, quero que veja o tão feliz estou e grata em ter você. Tudo que vivi antes de você aparecer... parece tudo sem sentindo. Você vem me mostrando como é o amor de verdade. Acordei tão pensativa e com medo hoje, medo de não conseguir me assumir, medo de não conseguir falar, e acabar te machucando por isso. Eu estava com tanto medo e anseio. — Digo, fazendo um pequena pausa.

Ela me escutava com atenção. Dou mais um passo, ficando bem perto dela, segurando em seu rosto, ela fecha os olhos sentindo aquele contado, e os abre novamente com seu olhar intenso.

E meu medo passou assim que vi você, sentada naquela cadeira, meu olhar focou em você, em seu sorriso, como se você fosse a única ali. E todos os meus medos e temores se foram. Eu estou pronta para viver minha vida ao seu lado, estou pronta para mostrar nosso amor para todo o mundo, estou pronto para você. — Completo, meia sem jeito, olhando seus olhos brilharem.

Ninguém nunca fez uma coisa dessas para mim, eu, eu não sei o que dizer. — Diz, com a voz meia embargada.

Apenas diga que está pronta para ser minha também. — Falo, dando um leve beijo em sua testa.

Sempre estive, estou e sempre estarei. — Diz firmamente, abrindo um sorriso sincero e gentil.

Ela solta uma de suas mãos que segura o buquê e leva em meu rosto, me puxando levemente para um beijo, e eu me deixo levar, em um beijo calmo, cheio de sentimentos.

Eu amo você Madelaine. — Diz, colando nossas testas.

Eu também amo você Vanessa. — Digo, dando um rápido selinho.

Eu nunca ganhei um buquê de flores, isso é tão lindo. — Diz, sorridente cheirando as rosas vermelhas.

Você deveria sempre ganhar flores. — Digo, dando um sorriso.

Já ganhei você, não quero ficar abusando. — Diz ela, me fazendo rir.

Vem vamos comer, antes que esfrie. — Digo, andando até a mesa.

Você cozinhou? — Pergunta. Enquanto coloca o buquê com cuidado no balcão da cozinha.

Fiz macarrão, sei que você gosta. — Digo, me sentando na cadeira.

Madelaine Petsch cozinhando para mim, sou uma mulher de sorte. — Diz, se sentando na cadeira a minha frente.

Sirvo o macarrão em nossos pratos, pego a garrafa de vinho ao lado e coloco em nossa taças, levo até minha boca, sentindo o gosto maravilhoso em minha boca.

Solto um sorriso em vê-la comer, parecia uma criança, na casa da avó...
O jantar segue tranquilo, algumas conversas aleatórias, risos, olhares...

Estava uma delicia amor. — Diz, limpando sua boca em um guardanapo.

Obrigada, espere pela sobremesa. — Digo, levando a taça de vinho até minha boca, bebendo lentamente.

Fazendo Vanessa arquear a sobrancelha...

O que você está tramando? — Diz, me analisando.

Eu quero que você vá para sala, e fique apenas com suas roupas íntimas. — Digo, mudando meu tom de voz, para um tom mais autoritário.

Fixo meu olhar em seus olhos, ela ainda me analisava.

Como é? — Ela questiona.

Tem uma poltrona no centro da sala, quero que me espere lá, até eu retornar do quarto. — Digo, sem tirar meu olhar dela.

Vejo ela engolir a seco, ela toma um grande gole do vinho e se levanta rapidamente.

Posso levar o vinho? — Diz, pegando a garrafa.

Deve. — Respondo.

Tá legal. — Diz, me lançando um último olhar, e de direciona para sala .

Pego a taça que ainda havia um restante de vinho e a viro em minha boca, na tentativa de criar mais coragem ainda. Respiro fundo, me levantando da cadeira. Ando em passos calmos pela casa, passo pela sala, olhando Vanessa de relance tirando suas roupas. Dou um sorriso em saber que ela me obedecia. Chego no meu quarto, me livrando das roupas que eu usava, vejo as peças que usaria em cima da cama, meu olhar se enche de luxúria...

Hoje eu vou te enlouquecer Vanessa. — falo para mim mesma.

POV Vanessa Morgan

Sento no couro gelado da poltrona, sentindo minhas costas esfriarem, como fui ordenada estou apenas com minha roupa íntima, um conjunto de calcinha e sutiã branco de renda, que resolvi usar essa noite.

Levo a garrafa de vinho até minha boca, o degustando com minha língua. Meu olhar vaga pela sala, vejo que ela pensou em cada detalhe. Tem velas aromáticas pela sala, o cheiro deixava o ar... sedutor e intrigante...

Já faz uns bons minutos que ela me deixou aqui, esperando. É isso me deixava ansiosa demais, o que ela está planejando.

Tomo mais um gole do vinho, dessa vez com mais rapidez. Passo a mão em meu cabelo, tirando alguns fio do meus rosto, que me incomodava. Penso em Michele por um instante, e de seus palavras hoje de manhã.

"Você corre perigo".

Essas palavras martelaram em minha cabeça o dia inteiro. Eu precisava contar para Madelaine sobre isso, mas não agora, talvez nem hoje. Não quero estragar esse momento.
Colo a garrafa de vinho no chão, ao lado da poltrona, solto o ar de meus pulmões, passando as mãos em minha coxa, em sinal de ansiedade.

Escuto o barulho de saltos de aproximando, me fazendo tomar um leve susto. Me ajeito com a postura mais ereta na poltrona, podia sentir meu corpo todo tenso. Fixo meu olhar na entrada da sala, de onde ela devia aparecer.

Enfim ela aparece, me fazendo ficar de boca a aberto.

Madelaine. — Digo, deslumbrada como a visão.

 

E então, preparada? — Diz, mantendo sua postura enquanto esta parada.

Meu olhar percorre todo o seu corpo, sinto um arrepio em minha espinha, me fazendo mexer desconfortável na poltrona. Ela parecia se divertir com minha cara.

Você está magnifica amor. — Digo, dando um sorriso de canto de boca.

Sem dizer nada ela anda em minha direção, os barulhos dos saltos tomava conta do ambiente. Seu andar sexy me faz sentir um frio no estômago. Ela para bem em minha frente, se inclinando um pouco, colocando suas mãos nos braços da poltrona, para se apoiar.
Agora seu rosto está a centímetros do meu, posso sentir sua respiração, seu perfume forte que eu tanto gostava, me sinto enebriada assim que ele invade minhas narinas.

Quero que você saiba que eu estou no controle aqui. Então não me desobedeça quando eu te der ordens, entendeu? — Diz ela, olhando em meus olhos, sua voz rouca, seu hálito quente, me faz arrepiar.

Concordo com a cabeça, não estou conseguindo formar as palavras para responder.

Diga, quero que seja vocal. — Diz seria, como se não estive gostado da minha reação.

Si- Sim, eu entendi. —Digo, e ela dá um sorriso convencido.

Meu olhar desce da sua boca tão perto da minha, até seus seios, estou me segurando para não levar minhas mãos até eles.

Você não irá tocar neles agora. — Diz, percebendo meu olhar.

Ela chega sua boca perto do meu ouvido, me fazendo fechar os olhos.

Você chegou 10 minutos atrasada, irá ficar 10 minutos sem me tocar, entendido?— Diz ela, com a voz autoritária, dando uma leve mordida em minha orelha.

Si-sim — Digo, ainda de olhos fechados.

Sinto seu corpo se afastar do meu rapidamente, abro meus olhos, a vendo se mover pela sala, ficando em algum lugar atrás de mim. A ansiedade continuava em meu corpo, sinto meu coração bater fortemente.

Alinhe sua postura. — Diz ela, voltando a ficar em minha frente, e eu obedeço. 
Vou colocar essa venda em você, só irá tirar quando eu ordenar, ok? —Diz, meu olhar vai até o pequeno pano de seda em suas mãos.

Entendi. — Digo, engolindo a seco.

Ótimo. — Diz ela, e então envolve o pequeno pano de seda em meus olhos, me privando da visão, sinto ela apertar o nó do tecido atrás da minha cabeça.

Eu vou brincar com você um pouco, e quero que você fique calada. Só fale quando eu deixar, e não coloque suas mãos em meu corpo. — Diz calmamente, e eu concordo com a cabeça, isso tudo estava me deixando excitada já.

Escuto os barulhos dos saltos novamente, a espera pelo contado do seu corpo me deixava agoniada, tudo para mim estava escuro, eu só me guiava pela audição.

Você fica tão linda com lingerie branca. — Diz, e sinto seus dedos em meu abdômen.

Meu corpo todo reage ao seu toque, me fazendo ter um leve tremor com o contato, suas unhas curtas percorrem todo o local, arranhando superficialmente. Sinto sua outra mão quente em minha coxa, alisando minha pele, até até chegar perto da virilha.

Está ficando arrepiada,  eu mal comecei, amor .. — Diz, e mesmo sem ver, sabia que ela estava sorrindo.

Ela se afasta novamente, me fazendo respirar fundo com a falta de contato, mas rapidamente ela volta.

Abra um pouco sua boca. — Ela pede, eu a obedeço, com um pouco de receio.

Sua mãos segura meu maxilar com um pouco de força, sinto algo gelado ir de encontro aos meus lábios, e o líquido tão gostoso derramando-se devagar em minha boca, era vinho.

Não engole. — Diz, ainda segurando em meu maxilar.

Sinto sua boca em meus lábios, e sua língua invadindo minha boca, ela solta meu maxilar me deixando fechar um pouco mais a boca, para beija-la.

O vinho se misturava em meio nossas línguas, que dançavam em total sintonia em nossas bocas, eu já sentia minha intimidade incomodada, aquele leve desconforto, começando a clamar por mais.

Sinto uma de suas mãos segurar em um pescoço, e ela aprofundando mais o beijo, o fato de não pode toca-la me deixava desconfortável, eu queria juntar nossos corpos.
Ela para o beijo me fazendo arfar em negação, respiro seguidas vezes tentando acalmar o fôlego.

Sua boca é tão gostosa, estou louca para tê-la em meu corpo... - Diz, e sinto um beijo molhado em meu pescoço.

Me remexo na poltrona até que sinto algo molhando em meu corpo, indo dos meus seios, escorrendo pela minha barriga e indo de encontro com minha intimidade, oh inferno.

Logo a boca quente da mulher em minha frente, trata de beijar, sugar, lamber e mordiscar minha pele, por onde o líquido escorria. Clavo minhas mãos nos braços da poltronas, tentando me conter para não segura-lá, deixo escapar um pequeno gemido assim que sinto sua língua perto do meu peito.

Amo seus seios, cabem direitinho em minha boca. — Diz com voz rouca, sinto sua respiração em minha pele, as alças do meu sutiã deslizam por meu ombro, onde seus dedos os guiavam para sair,  pelo jeito que estava, posso dizer que ela está ajoelhada em minha frente, suas mãos vão atrás do meu corpo, me fazendo chegar um pouco para frente, e então sinto a peça sendo tirada, expondo meus seios para ela.

Maravilhosos... — Diz, voltando a colocar a boca perto deles, sua mão vai de encontro ao meu seio esquerdo, onde ela trata de apertar, com ele todo em sua mão. Sua língua percorre todo o seio direito, me fazendo mexer desinquieta, eu quero tanto falar alguma coisa, mordo meus lábios em repreensão, os sons que ela fazia em minha pele me deixava excitada, ela chupava com vontade, fazendo meus seios ficarem rígidos, com o contato.

Sinto a trilha de beijos descendo pela minha barriga, sua língua percorre a região perto do meu umbigo, aperto mais um pouco minhas mãos na poltrona, e ela ri baixo em resposta.

Calma, ainda tenho alguns minutos. — Diz ela, maliciosa.

Se eu soubesse que a punição pelo meu atraso fosse não poder toca-la, eu teria chegado no horário, eu não estou aguentando mais essa tortura.

Respiro fundo assim que sinto seus dedos na barra da minha calcinha, desgraçada. Ela começa a descê-la devagar, parecia não ter pressa, e essa lentidão toda é dolorosa para mim, o tesão que estou sentindo me deixa afoita. Ergo um pouco meu quadril para cima, a ajudando a remover logo aquela peça, mesmo sabendo que ela iria me torturar mais ainda.
Ela se afasta um pouco, escuto o barulho da peça sendo jogada em qualquer canto da sala. Suas mãos cravam em minhas coxas me fazendo abrir minhas pernas para ela.

Estou sedenta para provar você molhada de vinho. — Diz, dando uma mordida forte em minha coxa.

caralho...

A dor da mordida é amenizada assim que sinto sua respiração próxima a minha intimidade, me fazendo grunhir, sinto minha intimidade pulsar. Suas mãos deslizam  sobre minha pele até chegar perto da virilha onde ela trata de apertar com força.

Já havia passado mais de 10 minutos não é possível.

Em nenhum aviso ela passa sua língua em minha intimidade me fazendo soltar um gemido em surpresa.

A meus Deus Madelaine. — Digo, já não me contendo mais, e ela para o que está fazendo, tirando suas mãos de mim.

Droga...

Eu não ordenei para que você falasse. — Diz, sua voz estava mais roupa, e mais autoritária.

Tomo um leve susto assim que sinto sua mão segurar em meus pescoço, e uma ardência em meu rosto assim que sinto a palma de sua mão, estalar naquela região. Ela havia acabado de me dar um tapa na cara.

Em vez de dor, senti foi mais tesão... não tinha nem como reclamar.

Abra suas penas — Ela pede, e eu apenas obedeço, não queria a deixar mais brava.

Ouço ela se movimentar rapidamente, fico imóvel, ansiando pelo que ela viria a fazer, ela demorar alguns minutos. E Então sinto seu corpo pressionar minha intimidade, ela estava sentando em minha frente, suas costas vieram de encontro aos meus seios, tombei minha cabeça mais para o lado, e ela apoiou a sua em meu ombro, fazendo com que minha boca fosse de encontrou ao seu ouvido. Pelo toque percebo que ela já estava totalmente nua...

Sua bunda de encontro a minha intimidade... seguro o gemido que teimava a sair.

Essa mulher quer me matar...

Você quer falar? Então diga, o que está sentindo. — Diz, dando uma leve rebolada, me fazendo segurar mais firme na poltrona.

Estou com muito tesão amor. — Digo, com a voz trêmula.

A, eu estou sentindo, sua boceta esta tão molhada. — Diz satisfeita, pressionado sua bunda mais ainda em minha intimidade.

Aquelas palavras saindo de sua boca, fazia meu corpo inteiro se arrepiar, e seus movimentos lentos rebolando sobre mim, estava me levando quase ao ápice da coisa.

Vou deixar você me tocar, mas irei guiar o seu toque, ok? — Diz, não foi uma pergunta, foi mais como uma ordem, afirmo com a cabeça concordando.

Sinto o toque de sua mão esquerda sobre a minha, e relaxo a soltando da poltrona que eu tanto segurava, sentia meus punhos adorem por isso. Ela segura as costas da minha mão com precisão, e começa a guiar a palma da minha mão pelo seu corpo, enfim sinto sua pele quente, ela me guia por sua barriga, até chegar onde ela tanto me desejava. Eu não antecipava nenhum toque, deixo ela me guiar totalmente.

Quero que sinta, o tão molhada estou. — Diz rouca, descendo mais minha mão até a fenda da sua intimidade molhada.

Solto um pequeno gemido só de senti-la daquela forma, ela está tão molhada, que meus dedos poderiam deslizar facilmente para dentro dela.

Estou assim só de torturar você, isso acaba sendo uma tortura para mim também, sinto um incômodo enorme sem você dentro de mim. — Diz, sinto ela virando seu rosto, e logo seus dentes em meu rosto, dando uma leve mordida, sua mão movimentando a minha a fazer movimentos circulares em seu sexo.

Puta que pariu...

Travo minha mandíbula, queria tanto foder ela desse jeito.

Vou tirar minhas mãos da sua, mas não a mova. — Diz, soltando minha mão, e eu continuo ali, me segurando internamente para não mexer.

Sinto o nó do tecido que tampava a minha visão, se afrouxar, e em seguida o alívio do pano sendo totalmente tirado de mim. Pisco os olhos seguidas vezes, tentando ajustar minha visão um pouco embaçada.
Um frio atingi fortemente meu estômago, assim que fixo o olhar me nossa frente, onde havia um grande espelho. Era a visão mais sexy que tive em toda minha vida.

Eu sentando em uma grande poltrona preta de corou, com Madelaine sentando no meio de minha pernas, sua cabeça pousando em meu ombros, seus cabelos um pouco bagunçados, minha mão em sua boceta, seus seios rosados, e seus sorriso malicioso nos lábios, seu olhar fixo no espelho, observando minha reação.

Não sabia se isso era o paraíso ou o inferno.

Você gosta do que vê? Pode voltar a falar pra mim. — Diz ela, encontrando meu olhar no espelho a nossa frente, voltando a guiar minha mão, fazendo com que pressionasse sua intimidade.

A meu amor, eu gosto muito do que vejo. — Digo dando um sorriso malicioso.

Ela abre mais um pouco suas pernas, minha intimidade estava pulsando, cada vez mais que ela pressiona sua bunda em mim, levo minha outra mão até seu seio direito, o apertando, ela fecha seus olhos por um instante, gemendo com o contato.

Me fode Vanessa, me faça gozar para você. — Diz, soltando um pequeno gemido.

Sem pensar duas vezes, deslizo dois dedos até sua entrada, completamente molhada, os penetro fundo, sentindo sua boceta quente os envolvê-los. Fazendo ela arquear a cabeça para trás, eu não conseguia tirar meus olhos do espelho, a imagem dos meus dedos dentro dela, entrando e saindo lentamente, me deixava louca.

Porra Madelaine, que inferno. — Digo, mordendo seu ombro fortemente.

Ela leva sua mãos para os braços da poltrona se segurando ali, ela volta seu olhar para o espelho nos olhando daqueles forma. Meu corpo já estava todo suado, ela não ficava para trás, sua respiração ofegante, continuo brincando com seu seio esquerdo em minha mão, enquanto com a outra mão eu a fodo deliciosamente. Ela começa a movimentar seu quadril, fazendo minha intimidade molhada e pulsante esfregar em sua bunda, fecho meus olhos sentindo aquele contato, eu iria gozar se isso continuasse.

Mais... — Ela pede com a voz tremular.

Você quer mais? Mais o que? Força?  —Sussurro em seu ouvido.

Mais tudo. — Diz, sua voz estava fraca, quase não saia.

Solto um sorriso em vê-la desesperada dessa forma, e então eu a obedeço. Coloco mais um dedo em sua intimidade, e aumento mais ainda meu ritmo, a penetrando com mais força, fazendo a gemer mais alto, e se mexer mais rápido.

Inferno, eu vou gozar se continuar a rebolar assim. — Digo, sentindo minha intimidade se fechar no nada.

Goza amor, deixa minha bunda marcada pelo seu gozo. — Diz, e eu a olho pelo espelho, seu sorriso diabólico no rosto me faz grunhir.

Fecho meus olhos tentando controlar a sensação, mas é em vão. Eu orgasmo está se formando fortemente dentro de mim, aumento mais o ritmo dos meus dedos dentro sua boceta, a sentindo se fechar contra meus dedos, ela também estava perto, sua mão esquerda vai pra trás da minha cabeça, e ela se agarra aos meus cabelos, nossos olhares fixos uma na outra, se encontram naquele mar de tesão.

Um calafrio percorre todo o meu corpo, sinto meus olhos rolarem, os fechos sentindo o tremor tomar conta do meu corpo, a mulher em meus braços, treme junto comigo, sua boceta de fecha fortemente em meus dedos. Abro os olhos querendo vê-la gozar para mim, e então ela se desmancha, junto comigo, soltando um gemido rouco de sua garganta, meus dedos se melam com seu prazer, sinto minha intimidade completamente gozada, minha respiração descompassada, e nossos corpos suados.

Retiro meus dedos lentamente de dentro dela, a olhando acalmar sua respiração, seu peito subia e descia, dava pra escutar seu coração batendo forte. Faço uma trilha de beijos em seus pescoço, delicadamente. Levo meus dedos até meus lábios, e os envolvo com a minha boca, sentindo aquele gosto agridoce em minha língua. Ela sorri assim que me vê fazendo isso.

Tão deliciosa. — Digo, voltando a beijar o seu pescoço, passando minha mão delicadamente pelo seu corpo, o sentindo suado, assim que minha mão começa a descer novamente para sua boceta ela me surpreende, se levantando rapidamente.

A olho com a sobrancelha arqueada, ela fica em pé voltando a sua postura ereta, e autoritária, colocando uma de suas mãos na cintura enquanto me encarava. 
Meu olhar vai de cima, embaixo, ela nua, após uma foda, com o corpo suado, sua pele branca com algumas marcas vermelha, suas bochechas coradas o cabelos bagunçados, e ela de salto alto... me levava a loucura novamente.

Agora é minha vez de comer você, vá para o chão e fique de quatro. — Diz rude, apontando para o grande tapete felpudo.

Inferno de mulher...   Resmungo me levantando.

 

 


Notas Finais


Continua...


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