História Por trás das câmeras CAMREN - Capítulo 8


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony
Personagens Camila Cabello, Lauren Jauregui
Tags Camila Cabello, Camren, Fifth Harmony, Lauren Jauregui
Visualizações 447
Palavras 4.211
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Homossexualidade, Insinuação de sexo, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gente!
demorei mais do que pensei. mas aqui está uma capítulo bem grande para vocês lerem saboreando cada palavra.
isso foi atendendo a pedidos dos meus amigos leitores.

obrigada e espero que gostem

Capítulo 8 - Meu primeiro beijo, minha primeira vez


Fanfic / Fanfiction Por trás das câmeras CAMREN - Capítulo 8 - Meu primeiro beijo, minha primeira vez

Cabello, Karla Camila:

- Bom dia, princesa! Que noite maravilhosa a nossa. – Escuto Dinah falando no momento em que desperto.

- Meu Deus! Você caiu da cama? – Pergunto espantada ao ver de Didi já estava a ponto de sair do quarto. – Bela amizade a sua. – Digo irônica com tom de brincadeira. – Porque não me chamou?

- Te chamei mil vezes, Camilinha. – Ela afirma e revira os olhos. – Vem! Se apressa. Vou te esperar na recepção. Todos já devem estar tomando café. – Diz ela já saindo. Ao abrir a porta um funcionário do hotel estar a postos para levar sua pouca bagagem.

Minhas costas estão para me matar. Devo ter dormido de mal jeito. Quando chegarmos ao ônibus preciso pedir que me façam uma massagem. Senão não vou aguentar a apresentação de logo mais à noite.

 

[...]

- Banho tomado. E o que eu visto? Bom iremos viajar por algumas horas até a cidade vizinha, então opto por algo confortável. Calça moletom rosa bebê, um cropped cinza escuto, e um tênis branco. Prefiro deixar meus cabelos soltos. Maquiagem, e pronto. Não levei mais que vinte minutos para me ajeitar e ajeitar minha pequena mala.

- Obrigada. – Digo ao funcionário do hotel que de prontidão está na porta me aguardando para levar minha bagagem.

Ao chegar a recepção avisto minha tão amada amante Dinah em seu iphone. Certeza que estava publicando alguma alfinetada.

- Vamos? – Digo ao toca-la.

- Vamos. – Diz ela se levantando e me pegando pela mão.

Estamos indo direção ao restaurante do hotel. É uma terça feira. E pelo que parece o hotel fica praticamente sem nenhum hóspede na semana. Ontem já parecia um tanto vazio e hoje então. Ptz! Só fantasmas. Só espero não dá de cara com a assombração chamada Austin.

- O que perdemos? – Diz Dinah puxando a cadeira e sentando-se ao lado de Normani, e eu me posiciona na ponta da mesa ficando assim ao lado de Ally e Dinah.

Eu poderia ter optado por sentar na outra ponta, assim ficaria entre Lauren e Normani. Mas como eu disse não vou forçar nada com essa garota. Ela está me deixando cada vez mais confusa. Uma hora quer, outra já não quer mais. Cristo! Melhor eu esquecer.

Lauren estava distante durante todo o café da manhã. Só sorria simples quando Dinah soltava uma de suas pérolas, mas no mais se manteve quieta.

- Preciso fazer um comunicado. – Dinah diz chamando a atenção de todos ao pegar uma taça de água e tilintar com uma colher. Todas a olhamos. Todas estamos rindo para ela. Sabemos que não deve ser nada demais. – Eu e Camila – Nesse momento ela põe sua mão direita sobre a minha mão esquerda. – estamos oficialmente juntas. – Eu engasguei com água e ela me socorre. Ally e Normani estão rindo muito. Lauren está nos olhando sem entender. Lauren é piada, né? Além de louca bipolar ela não entende quando é uma brincadeira? Cristo!

- Pensei que você namorava comigo, Dinah Jane! – Diz Mani entrando na onda de Dinah.

- Já terminamos a um tempo, ok? – Diz ela olhando para Mani. Mani faz uma cara de desentendida. – Terminamos quando você preferiu Lauren. – A olha em desdém.

- Que absurdo! – Diz Mani levando as mãos para a boca.

Estamos todas rindo disso tudo. Até Lauren abriu um sorriso. Acho que agora ela entendeu. Será que ela estava achando que era verdade? Dinah sempre foi meio sapatão, mas no real ela era bastante hétero e por isso não se importava de brincar dessa maneira. Todas sabíamos que ela nem de longe ficaria com uma garota.

- Vamos parar, crianças. – Brinca Ally.

Somos interrompidas com nossa maquiadora chefe nos apressando para irmos logo.

Na saída alguns fãs estavam nos esperando. Autógrafos e fotos, e por fim seguimos até nossa “casa”. Nossa apresentação de hoje à noite era a algumas horas dali.

- Olha essa bolsa! – Diz Ally ao mostrar sua nova aquisição para mim e Mani.

- Já vai me emprestar, ein? – Diz Dinah ao entrar no cômodo que chamamos de quarto.

Dinah é única que não possui um beliche no mesmo local que nós. Ela fica no da frente com mais três pessoas da equipe. Mas ela também só vai para seu local quando já nos infernizou o bastante.

Ally continua nos mostrando suas comprinhas. Mani e Dinah entre uma roupa e outra comentam como foi o bendito caféoké. Pelo que estou ouvindo, Dinah e Mani aprontaram muito. Que elas rezem para não terem sido fotografadas em situações constrangedoras. Beijar em público, certamente os paparazzis não perderam essa.

Estamos aqui. Mas meu pensamento está em Lauren. O que será que ela estava fazendo? Ela se manteve quieta e distante desde o hotel. O ônibus não é tão grande assim, mas não tenho a mínima ideia de onde ela está ou o que está fazendo.

Me dirijo a geladeira. Estou com sede, mas não quero água. Acho que um suco de laranja. Estou sozinha no cômodo e estou distraída cantando uma música qualquer. O local está sendo iluminado por meia luz. Me sirvo e volto a colocar o resto do líquido da garrafa na geladeira. Ao levantar a vista me deparo com Lauren me observando.

- MENINA! Que susto! – Digo levando minhas mãos ao peito. Ela sorri.

- Não quis te assustar. Só vim pegar algo para comer. – Diz ela já abrindo a geladeira e me prendendo entre a porta e a parede do ônibus. Dei uma revirada de olhos. E claro ela não viu, pois está curvada com a geladeira aberta e parece que esqueceu que estou aqui atrás sendo esmagada.

- Não estou com pressa. – Digo irônica.

Ela então me dá passagem para que eu saia de trás da porta do eletrodoméstico.

- Foi mal! – Ela diz enquanto vou saindo.

- E aí, está tudo bem? Porque não vem se juntar a nós? – A Pergunto já dando goles em meu suco.

- Obrigada. Assim que eu terminar eu me junto a vocês. – Ela diz já saindo do local.

Solto um “ok”.

 

[...]

Já está com uns quarenta minutos que cruzei com ela na cozinha e nada dela vir ficar com a gente. Acho que realmente ela não quer se juntar. O que será que tanto faz?

Eu e as meninas estamos fazendo alguns exercícios de vozes e cantando alguma de nossas músicas. Claro que além desse mini aquecimento estamos rindo de e para qualquer besteira.

A saudade de casa amenizava quando eu estava vivendo momentos assim. Apesar de estar sentindo falta da presença da Lolo perto de mim, as meninas também me faziam bem.

Meu celular vibra próxima a Mani.

- Camz, acho que é sua mãe. – Diz ela ao entregar meu celular a mim.

Pude ver que ela mesma. A foto estampada no visor de nós duas agarradas não deixava dúvidas.

- Com licença, meninas. – Digo já saindo.

 

Ligação On:

- Alô, mãe?

- Oi, filha! Estava preocupada com você. Porque não avisou quando pegou a estrada novamente?

Tinha acontecido tanta coisa na minha segunda, que ainda na terça não tinha conseguido me recuperar de tudo, e acabei esquecendo de avisa-la que já estamos seguindo viagem. Eu e mamãe combinamos de avisar sempre que eu estiver viajando. Ela se preocupa muito com a estrada.

- Desculpa, mãe. Acabei esquecendo. Mas como a senhora está?

- Hmm. Não faça mais isso, Karla Camila. Você matará seus pais de preocupação.

- Não vai mais acontecer.

Nos falamos mais um tempinho e ela me contou sobre o domingo que passaram no clube. Que saudades eu tenho desses momentos.

Mandei beijo para todos e prometi que logo estaria em casa. Ela me abençoou. E nos despedimos.

- Também te amo, mãe.

Ligação Off.

 

[...]

Chegamos na cidade.

Como chegamos praticamente na hora do show, fomos direto para o local para nos aprontarmos. Hoje estaríamos todas de preto. Cada uma com um modelo diferente, mas cada um mais lindo que o outro. O meu a maioria das vezes mostrava a barriga. Certamente pelo meu físico. Ou pouco físico, não é?

- Está gostosa, ein? – Diz Dinah chamando minha atenção e me dando uma piscava sexy.

- Você também, gatinha! – Digo piscando de volta.

Maquiagem. Cabelo. E estamos prontas. Merda! Parece que querem me matar mesmo. Lauren tinha um corpo muito bonito e agora com essa roupinha preta... NOSSA! Quer matar. Seus olhos também estavam bem marcados com sua boa maquiagem que destacava seus olhos verdes lindos e sua boca com um batom rasgadamente vermelho.

Eu a observo de canto, não quero que ela note. Percebo também que ela me olha algumas vezes. Posso notar que seu distanciamento perdura. O que é uma pena! As meninas também já notaram e tentaram chamar sua atenção. Tentativas sem sucesso.

Somos anunciadas, e bem-vindos a show. Essa noite vai ser demais. Dá para sentir pela energia do público. No palco ela parece mais leve. Me refiro a Lauren. Ela parece que se conectou novamente com mundo. Fico feliz. Ao menos nesse momento podemos esquecer tudo que houve e agir como a dois dias atrás.

Nos despedimos dos fãs, e estamos nos recompondo para uma coletiva com a imprensa.

 

[...]

Quantos reportes, fotógrafos e fofoqueiros de plantão. Lauren e Dinah estão dando as boas novas sobre nossos planos para próximo ano. Curiosidades sobre nossa vida pessoal também são faladas, perguntadas e comentadas. Temos que sorrir e nos sair educadamente de situações embaraçosas.

- Camila, o que você tem a nos dizer sobre seu recente almoço com Austin Mahone? – Uma estupida repórter me pergunta. Eu não esperava por essa. Quem nos viu naquele hotel tão reservado? – Camila, falamos do almoço de ontem. – Diz a estúpida tentando me lembrar de que almoço estava falando.

O pior não foi a pergunta, mas sim Dinah me olhando, como se dissesse “isso você não me contou”. E agora que terei que dá uma entrevista particular para Dinah. E isso nunca é confortável. Posso ver Lauren bufar e revirar os olhos.

- Não foi um almoço com Austin. Somos apenas bons amigos, e acabamos nos encontrando por acaso no hotel. Ele também estava pela cidade. – Digo de desdém.

- Certo. Vocês estavam na companhia de Lauren em determinado momento. Poderia nos explicar o que houve na mesa para que você saísse e Lauren fosse atrás de você? – Sério? Deus, eu não sei o que responder. Olho para Lauren em um pedido de socorro. As meninas estão com uma cara tão surpresa que depois certamente seremos bombardeadas de perguntas. E a equipe também parece surpresa e desconfortável com tal pergunta.

- Não houve nada demais. Camila, não se sentiu bem. Achamos que foi por conta de algo do almoço. Fui atrás da minha amiga. – Ela diz com uma voz bastante irritada e incomodada com tal pergunta. – O que tem de tão curioso nisso? – Arqueia a sobrancelha. Ninguém responde.

A equipe informa que a coletiva acaba ali e que precisamos ir. Ufa! Estamos a salvos. Olho para Lauren e agradeço com a cabeça e ela me retribui da mesma maneira.

No caminho de volta para o ônibus sou segurada pelo braço de Dinah. Que me segura firme enquanto me lança um olhar reprovador.

- Vai me explicar ou não o que Austin estava fazendo em sua maratona Disney? – Ela me olha ameaçadora.

- Dinah, eu juro que explico tudo a você. Mas por favor, não agora. – A peço em piedade. Ela apenas beija o canto da minha testa e me solta.

 

[...]

Ao invés de hotel, dessa vez os produtores alugaram uma enorme casa para ficarmos até quinta-feira. Na quinta a convocação era para um programa de culinária na TV local. Então ficaremos mais esses dias na cidade.

A casa é incrível! Linda e de frente para um lago. Uma das meninas da equipe nos orienta onde são nossos quartos e nos dizem para ficarmos à vontade. Eu já me sinto em casa. Que paraíso!

Já são três da manhã. Não dá para curtir a casa agora. Melhor poupar energias para amanhã. Estamos distribuídas em dois grandes quartos. As meninas decidiram que iriam dormir juntas e o outro quarto ficaria para mim e Lauren. Tenho certeza que tem dedo da Dinah aí.

Fiz uma horinha fazendo um tour rápido pelos aposentos da pequena grande mansão. Até que tomei coragem e subi. Não estava pronta para encarar Lauren sozinha em um quarto. O que poderia ser mais difícil nessa madrugada?

Não sei porque ainda pergunto. Quando se trata da minha vida, tudo pode se tornar um pouco mais complicado. O que acontece? Bom, eu subi, e a porta do quarto estava entre aberta e acabei vendo Lauren tirar com delicadeza seu sutiã. Acabei hipnotizada com aquela cena. DEEEEUS! É claro que dei meia volta. Água! Isso mesmo, um copo de água. Me dirijo a cozinha.

- Não vai dormir, menina? – Me pergunta, Mani. E eu levo um pequeno susto.

- Vou sim. Estava com sede só. – Digo dados goles no líquido. – Vamos? – A pergunto afim de subirmos juntas. Ela me acompanha e subimos.

- Banho no lago? – Pergunto as meninas já dando a resposta. Estou parada em frente a porta do quarto delas. – Às dez! – Solto beijinho no ar e me direciono ao meu quarto. Ou ao meu funeral.

A luz está acesa. Ao entrar vejo Lauren sentada a cama com um livro em seu colo. Ela está com os cabelos soltos. Um blusão branco de uma banda de rock. E pelo jeito só de calcinha, não tenho certeza. O blusão não me diz o que minha Deusa usava por baixo.

Disfarço ao entrar. Ela apenas levanta a vista para ver quem entra. Eu sorrio sem graça e vou direto para a mala pegar uma roupa de dormir. Sento na cama de costas para Lauren. Sei que não posso ver o que ela está fazendo, mas a sinto olhando para mim. Será que ela também está nervosa em ter que passar a noite sozinha comigo? Até agora não trocamos nenhuma palavra.

Decido que hoje quero dormir de sutiã. Não estou confortável em ficar com meus seios livres. Pego uma camiseta preta, meu sutiã vinho e uma calcinha de combinação. Minha bunda a mostra não é um problema. Ou seria?

Quando retorno do banheiro Lauren já havia apagado a luz do quarto, mas fez o favor de acender o abajur do meu lado. É, ela ainda se importava comigo. Me deito devagar ao seu lado. Mesmo achando que ela ainda não está dormindo, prefiro não fazer muito reboliço na cama.

MEU DEUS! Eu sei que eu disse que não iria atrás dela. E que iria me manter como ela decidiu. Mas eu não estou nada bem. Estou enlouquecida para beija-la novamente. Não é justo! Meu primeiro e último beijo no mesmo momento. E eu estou no último estágio do meu controle. Minha mente diz que eu esqueça isso, mas meu corpo a quer tanto. Arrisco a chamar baixo seu nome e me viro. Ptz! Ela também se virou e agora estamos nos olhando. Ninguém diz nada, mas ela quebra o silêncio.

- Não consegue dormir? – Eu não quero responder. Quero apenas a olhar. O quarto não está tão escuro pois já não é tão noite e há uma fresta que a cortina não cobre que deixa a luz da escuridão amanhecendo entrar.

Ela parece aguardar pacientemente minha resposta. Eu só consigo pensar no nosso beijo de segunda.

Ela de novo decidiu tomar uma atitude. Ela se posicionou, e agora está meio que sobre mim. Seu braço já me envolve e ela então pressiona minhas costas me puxando para mais perto dela.

- Lauren, não... – Digo quase em negação. Ela não acreditou que eu não queria esse contato. – Não... – Ela me olha fixa. Sua mão que estava em minhas costas está agora em minha nuca. – Lauren, é sério...

- Quanto é sério? – Diz ela em sussurros próximo ao meu ouvindo.

- Muito... – Minha voz sai falhada., pois a ponta de seus dentes estava mordiscando o lóbulo da minha orelha esquerda. Acabo soltando um gemido abafado.

- Camila, - Ela fala sem deixar de agir. – esquece o amanhã. Esquece o que eu falei. Estive pensando – Ela continua a mordiscar, e agora sua mão que antes estava em minha nuca, está passeando por minha barriga com a ponta dedos. – Não vou mais negar a gente. Nunca isso foi tão real. – Nessa hora ela me beija. NOSSA! Esse parece ainda melhor que o primeiro. Claro que correspondi. Estou tão anestesiada com a situação e com o que ela me disse agora que não tenho reação contrária. Apenas decido por ser guiada por ela.

Lauren é uma mulher linda e um tanto gostosa. Só com o beijo e seu toque mágico já estou excitada. Ela já havia me dito que não era mais virgem. Mas eu ainda sou, mas dá forma que estão nossos beijos, não sei por quanto tempo. Não sei se estou pronta. Sinto um dor leve na barriga.

Ela arriscou em acelerar ainda mais nosso beijo. Sua mão direita é mesmo um perigo. Está sendo intercala entre minha cintura e minha coxa que está sendo marcada com força. Sinto seus dedos tentando chegar na lateral de minha bunda. Por Deus! Eu disse que podia ser meu funeral, não é?

Ela parou de uma vez o que estava fazendo. Lá vem a mesma crise dela de novo. Reviro os olhos internamente.

- Algum problema? – A pergunto confusa, já me sentando a sua frente e a fazendo sentar também.

- Não posso fazer isso com você, sem antes saber se você está pronta. – AWWWWN! Meu Deus, ela é uma princesa! Tão cuidadosa. Mas se ela soubesse o quanto já estou fervendo não teria parado.

- Será que isso te responde? – Digo já a tomando para mim em um beijo com muito desejo. Minha mão em sua nuca. Sinto seus pelinhos se arrepiarem.

Ela me guia fazendo com que minhas pernas fiquem cruzadas em seu corpo. Meu Deus! Nossos toques são desesperados. Ainda estamos vestidas, mas agora já tenho certeza que sua vestimenta de baixo é apenas uma calcinha.

Ela beija meu pescoço enquanto me dá base com a palmas de suas mãos que estão espalmadas em minhas costas e percorrem também por toda a área. Minha cabeça está jogada em seu ombro enquanto ela enche de carícias a pequena região do meu pescoço. Me sinto tão molhada, encharcada. Gemidos abafados é o que pode se escutar no silêncio da noite. Espero que ninguém além de nós os escute.

Lauren quer me enlouquecer. Com seu polegar ela insinua tocar meus seios. Mas prefere me deixar louca e ficar só ao redor mesmo. Tudo isso ainda por baixo da camiseta. Mas o que essa camiseta ainda está fazendo aqui, ein? Eu mesmo tiro a minha. Ela me olha incrédula e em seguida morde o lábio inferior de lado. Que fodida da porra essa garota é. Uma vadia sexy! Eu vou enfartar e de hoje não passo. Certeza!

Ela está olhando para o colo de meus seios. Com uma cara enormemente safada. Ela para e os analisa. Decide por percorre-los com seu dedo indicador. Me torturando e me olhando com secura. Vez ou outra ela me dá beijos quentes. Suas unhas quando passam por minhas costelas me dão um arrepio que começa na bunda e vai até a ponta da cabeça.

- Lauren! – Digo batendo em seu ombro. – Você é maluca! – Digo rindo. Ela acabara de me pôr em pé e me prendeu entre a parede do quarto e ela. – O que você acha que está fazendo?

- Preciso ver seu corpo com mais clareza. – Ela diz em sussurros ao me analisar todinha. Devo estar corando.

Ela me vira de costas, deixando que minha bunda, protegida apenas pela minúscula calcinha, entre em contato direto com seu sexo. Se houver sensação melhor que essa eu ainda desconheço. Meu sexo está vibrando. Ela ainda nem chegou próxima a ele, imagino quando chegar. CRISTO!

Vagabunda! Ela segurou em uma de suas mãos minha bunda direita. E puxava meus cabelos forçando minha cabeça para trás. Ela se esfregava em meu corpo enquanto me beijava. Nuca! Pescoço! Boca! Ombros!

- Me pede, Karla Camila! – Puuuuuuuta merda! – Pede! – Me insulta sexymente, sussurrando quase em gozo.

- Por favor... – Minha voz quase não sai.

Ela me põe de frente e me joga na cama. Fica em pé em minha frente e retira sua camiseta. Caralho! Ela realmente está sem sutiã. Seus seios são lindos. Me atrevo a toca-los. Ela não deixa e me joga novamente me fazendo deitar.

- Hoje quem vai te fazer mulher sou eu! – Ela diz firme e me beija com vontade, já colocando seu corpo contra o meu.

Deixo escapar um gemido ao senti-la tão quente por cima de mim. Arranho suas costas que agora estão a amostra.

Graças a Deus! Ela decidiu desabotoar meu sutiã e já está com meu seio esquerdo em sua boca de ar quente. Ela o rodeia com a língua e suga meu bico intercalando com mordidinhas e chupões. Sua outra mão está maltratando meu outro seio. Que sensação maravilhosa! Quantas vezes ela já fez isso? Parece tão experiente!

Minha calcinha é bastante fina. E meu líquido já ultrapassa para sua coxa. E ela faz questão que esse contato aumente, pressionando com força sua coxa contra meu sexo.

Ela foi descendo em beijos por meu corpo até chegar na entrada de meu sexo. Depositou ali alguns beijos ainda por cima da calcinha. Agarrou uma de minhas coxas e me fez abrir as pernas da forma que ela quis. Os apertões que ela me dava nas coxas me fazia sentir um prazer masoquista.

- Por Deus, mulher, você quer me matar? – Digo mesmo ofegante. Ela sobe a vista só para ver minha cara de entregue totalmente a ela. Ela está sorrindo satisfeita. Com o dedo indicador afasta minha pequena peça e beija calma meu sexo.

- Porra! – Solto essa pequena palavra, ainda mordendo meus próprios lábios. Sinto ela sorrindo sobre meu sexo.

Sua língua passeia por toda região. Meus lábios menores são sugados a todo momento. Ela toca meu íntimo com um de seus dedos como se quisesse sentir nos dedos a minha excitação. V-A-G-A-B-U-N-D-A! Ela fez questão de me olhar e levar seus dedos molhados para própria boca, os lambendo da maneira mais sexy que já vi.

Gente, sempre quis Lauren, mas nunca pensei que sexo, amor, ou sei lá o que, era assim. Estou me sentindo tão mulher. Até agora a pouco me sentia uma menina que queria apenas andar de mãos dadas com sua garota.

A puxo para um beijo. Também quero sentir meu gosto em sua boca.

- Está tudo bem? – Ela me pergunta por perguntar, pois pelo sorriso sínico e satisfeito em seu rosto, ela sabe que estou mais que bem. Assinto com a cabeça.

Ela me olha, como quem diz, “está pronta? ”, e eu a respondo apenas com os olhos. Meu Deus! Ela introduziu dois dedos em mim. Nos primeiros segundos só consigo sentir dor, mas ela é paciente. Espera meu sexo relaxar em seus dedos. Enquanto isso ela me toca o rosto com sua outra mão.

- Eu sempre neguei para mim e para todos, o quanto eu te desejo, princesa. – Finaliza essa pequena declaração inesperada e me beija calma. Ela sente meu corpo relaxar e começar a movimentar seus dedos dentro de mim.

Não demora muito e sinto meu corpo vibrar como nunca. Não conheço a sensação de um orgasmo, mas meu estado não deixa dúvidas que eu acabara de ter um.

Estou abraçada a ela sentindo ainda aquele líquido escorrer de forma prazerosa. Ela pega minha mão e põe em cima de seu sexo que ainda está envolvido com sua minúscula calcinha. É, ela não deixou toca-la e muito menos retirar essa peça irritante. O sinto todo gostosamente molhado. Será que ela só em me tocar também teve um e agora está querendo me dizer fazendo senti-lo quente e molhado? Por Deus, Lauren!

Ela se desfaz dos meus braços e cai ao meu lado. E me sorri lindamente. Ainda estamos despidas.

- Você foi incrível! – Diz ela acariciando o meu rosto. – Foi como você esperava? – Penso comigo mesma antes de responde-la: Foi muito mais, não é?

- Sim. Você foi uma linda. – Lhe dou um selinho. – Vou ao banheiro. – Me levanto e ponho um lençol na frente do meu corpo. Calço os chinelos e vou em direção ao banheiro. Minha bunda está a amostra. Ouço-a soltando um riso.

A claridade do dia já começa a aparecer. Devemos ter ficado aqui por mais ou menos umas duas horas. Marquei com as meninas às dez na lagoa, então ainda tenho um tempo para curtir minha garota, que agora está me esperando na cama.

Volto para a cama trajando a camiseta de Lauren que estava jogada próxima ao banheiro e uma calcinha cueca. Lauren no entendo parece ter pegado outra roupa em sua mala, pois agora ela estava com shortinho moletom e uma outra camiseta branca larga.

Deito e ela me envolve em seus braços. Me sinto segura aqui. Não sei se agora somos um casal ou foi só mais um momento bipolar dela. Mas estou feliz porque tudo foi com ela, meu primeiro beijo, minha primeira vez. Prefiro deixar quieto. O tempo me dará respostas. 


Notas Finais


e ai, o que dizem?


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