História Por trás do Coelho. (Suho , Kim Junmyeon) - Capítulo 13


Escrita por: e TaeMina___

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), EXO, Got7
Personagens Byun Baek-hyun (Baekhyun), Do Kyung-soo (D.O), Huang Zitao (Tao), Kim Jong-dae (Chen), Kim Jong-in (Kai), Kim Jun-myeon (Suho), Kim Min-seok (Xiumin), Kim Taehyung (V), Lu Han (Luhan), Mark, Oh Se-hun (Sehun), Park Chan-yeol (Chanyeol), Personagens Originais, Wu Yifan (Kris Wu), Youngjae, Yugyeom, Zhang Yixing (Lay)
Tags Imagine, Romance;comedia, Suho
Visualizações 170
Palavras 1.955
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Comédia, Crossover, Famí­lia, Fluffy, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Heterossexualidade
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa noite garotinhas.
Mais um capítulo pra vocês.
Boa leitura!!

Capítulo 13 - Página : 13


Fanfic / Fanfiction Por trás do Coelho. (Suho , Kim Junmyeon) - Capítulo 13 - Página : 13

Enquanto subíamos os andares, Maggie fazia seu pequeno interrogatório. Queria saber todos os detalhes da minha noite com o Suho. 

Eu sei, ela é minha amiga. Posso dizer que é quase da família porque parece que dessa vez Baekhyun vai pedir alguém verdadeiramente em namoro, mas não posso contar pra ela que estou namorando o Suho, não por não confiar nela… é só precaução, talvez eu nem conte para o Baek ainda.

— Então, me diz. Você está fazendo mistério, como foi a noite com o CEO?

Ela ainda insistia na pergunta, enquanto balançava meu braço como uma criança em uma espécie de birra, querendo a qualquer custo saber.

— Foi uma noite normal. — Sorri tirando os calçados na entrada, entrando no apartamento.

— Noite normal? Primeiro vamos as evidências do crime. Ele te levou para o trabalho. Evidencia um. Depois te levou não sei pra onde. Evidencia dois. Te trouxe para casa agora pela manhã. Evidencia três, e para terminar minha investigação e concluir o caso. Você está com uma marca de mordida bem evidente aqui. — Tocou meu pescoço. — Então não diga que foi uma noite normal, por que pessoas normais não se mordem.  Anda, me diz, você e o CEO… A-Ah?

— Aigoo, Tá bom. Tá bom, eu o Suho dormimos juntos está feliz agora? — Maggie abriu um sorriso malicioso. — Mais não diga nada ao Baek….

— Não diga o que ao Baek?!

"Por falar no diabo. Olha ele aparecendo ainda de pijama.

— Que eu vou passar o resto do dia fora ajudando a SoYi. Ela me disse que precisava de ajuda. 

Desconversei, às vezes o Baek esquece que é apenas meu primo e quer da uma de pai, cuidando da minha vida. As vezes esquece da própria e até parece que se esqueceu dos tempos que dormia todo dia com uma colega de trabalho diferente.

— Ô Baekhyun! Nós não combinamos de sair às nove e você está se levantando da cama agora?! — Maggie perdeu seu foco que era total em mim e foi até o Baek o empurrando novamente para o quarto em meio a uma discussãozinha de casal, onde ela ficava reclamando que iriam se atrasar.

Enquanto a mim, fui para o meu quarto apenas trocar de roupa.

Hoje o dia estava quente e bastante agradável para se usar um shortinho jeans  destroyed azul claro, e uma regata branca de algodão, com um casaco fino azul escuro com listras brancas. Peguei meus tênis os calçando, olhei no espelho e optei por soltar o cabelo para cobrir o local um pouco roxo no meu preço.

Já pronta, saí do quarto e fui até a cozinha  dando de cara com o casal tomando café da manhã no maior love.

— Estou saindo. Vejo vocês depois! — Os dois assentiram, pus meu celular no bolso do meu shorts e os fones nos ouvidos e sai de casa.

                                   [......]

Fui para o local onde a SoYi estabeleceu a base da sua ONG e também a clínica veterinária que ela mantém com a ajuda do Taehyung.

— Oie! Desculpa a demora, o trânsito estava horrível.

Dei um abraço nela e um aceno para o Tae que apenas sorriu com seu sorriso quadrado. O tae Tae é um pouco doidinho e bem divertido. As vezes ele fala coisas sem sentindo, mas quando você o conhece vê que ele é uma ótima pessoa. O Tae também nutre pela SoYi uma paixonite; e vive sempre dando indiretas pra ela, mas ela está saindo com um cara que eu não conheço.

— Tudo bem. Se realmente o seu atraso de quase meia hora foi por causa do trânsito? — Me olhou suspeita.

— Então… — Tentei mudar de assunto. — O que quer que eu faça? O que faremos desta vez? — Perguntei empolgada.

— Hoje nós vamos levar dois bebês para aquele lar adotivo.

— O que você foi criada? — Ela assentiu balançando a cabeça.

SoYi foi abandonada  ainda bebê, enrolada em uma manta na frente do orfanato. Ela tinha apenas algumas semanas de vida. Ela não sabe quem são seus pais, e parece viver bem mesmo sem saber. Como ela mesmo  me disse uma vez. 

"Eu não vou correr atrás da pessoa que me abandonou à própria sorte como se eu fosse um bicho. Nem com um animal nós fazemos isso, quem dirá com um bebê de poucas semanas!"

SoYi foi criada lá, e aos doze anos foi adotada pela família do Yugyeom que a trata como se fossem irmãos de sangue.

— Conversei com a senhora Sook, ela disse que seria uma ótima ideia e que alegraria o dia das crianças. É só por hoje, mas aposto que eles iram ficar felizes em brincar com os nossos amiguinhos um pouco. — Assenti positivamente.

— Onde eles estão? Por falar em cachorrinhos como está o meu bebê? Eu queria tanto poder leva-lo pra casa. — Faço um biquinho. — Só que são proibidos animais no prédio, tudo ordem da síndica, aquela megera amargurada.

— Está na casa do meu irmão, ele está cuidando do "seu filho" pra você. Já que ele é seu eu preferi tirá-lo daqui caso alguém mais se afeiçoasse a ele e quisesse adotá-lo.

—Ok eu entendo. Mais diz para o Yugyeom trazer ele mais tarde, estou morrendo de saudades do meu bebê.

— Tudo bem, eu vou ligar pra ele e pedir pra  encontrar nós duas na cafeteria às quatro e levar o Bobe.

SoYi ligou para o irmão e combinou o nosso encontro para as quatro e meia da tarde, depois disso nós colocamos os dois cães que seriam levados para o lar de crianças, dentro do carro e fomos.

                                [......]

Assim que chegamos a  Sook, responsável pelo local veio ao nosso encontro. Ela nos guiava pelo pequeno playground do orfanato onde algumas crianças brincavam; assim que elas viram os cães correram em nossa direção com sorrisos enormes.

— Noona você veio! — Um garotinho pulou em cima da SoYi..

— Sim meu amor. Eu não te fale que eu viria? — O garotinho sorriu balançando a cabeça freneticamente.

Essa era minha primeira vez vindo aqui, e tenho que admitir que por mais que as crianças não tivessem um lar de verdade, digo uma mãe e um pai, eles ainda aparentavam ser muito felizes.

Soltamos as guias dos cães que eram bem mansinhos,  as crianças correram para brincar com eles…

Senti um puxão na minha blusa quando olhei pra baixo um menininho muito fofo estava ali com seus olhinhos redondos e bochechas rosadas .

— Oi pequeno! — Ele esticou os braços querendo colo.

— Esse é o  Kwang-hyok. — Disse SoYi se afastando. — Parece que ele gostou de você! — Ela me deixou sozinha com o menor e foi até o resto das crianças, junto com a responsável.

Me abaixei o pegando no colo. — Você quer ser minha mamãe? 

A pergunta dele me deixou um pouco sem graça, ele era um doce mais eu ainda não queria ser responsável por alguém tão pequeno, já que ele deveria ter uns quatro para cinco anos.

— Você acha que eu seria uma boa mãe? — Perguntei ajeitando ele no meu colo enquanto andávamos para a sombra .

— A noona parece com minha mamãe. — Se agarrou ao meu pescoço e soltou alguns soluços baixinhos, senti meu pescoço sendo molhado pela lagrimas dele e fiquei muito triste por ele. O balancei algumas vezes enquanto passava minha mão em sua cabeça.

— Não chora se não eu também choro. Você quer ver a noona triste? — Foi a minha desculpa para fazê-lo parar de chorar.

— Não. — Fungou o nariz passando a mãozinha gordinha sobre o mesmo e sobre os olhos.

Eu e SoYi ficamos o resto da manhã no orfanato,  almoçamos com as crianças e continuamos com elas até as três. Mas na hora de irmos embora  o Kwang veio correndo me chamando de mãe e perguntando se eu voltaria para vê-lo outra vez.

É claro que eu voltaria. Ter passado o dia com esse pequeno me chamando de mamãe toda hora tinha sido ótimo, e posso até dizer que me apeguei a ele e se pudesse o levaria comigo.

— Eu prometo pequeno. Vou tentar vir o mais rápido possível. — Dei um beijo na testa dele que assentiu com um sorriso e voltou para dentro,  correndo todo feliz.

Nos despedimos de todos, colocamos os cães novamente dentro do carro e fomos para a cafeteria do Youngjae. Nos sentamos em uma das  várias mesas que tinham ali do lado de fora e ficamos conversando enquanto esperávamos o irmão dela chegar com o Bobe.

                                     — S|n off —

                                   — Suho on —


Meu dia na casa dos meus pais tinha sido horrível. Meu pai tinha convidado os pais da Hyo para que almoçacem conosco além do fato de depois do almoço, querer me forçar a ouvir as coisas que o seu detetive particular havia descoberto.

— Suho, meu filho… — Minha mãe tentava me impedir de ir embora.

— Não mãe! Até a senhora está querendo me forçar a casar com essa mulher. Casa ela com o Kai! Afinal de contas onde ele está que não veio participar desse espetáculo!

— Com os amigos dele…

"Claro".

— Oppa eu te amo. Nos conhecemos desde sempre e o nosso noivado foi acertado quando ainda éramos adolescentes.

— Adolescentes não pensam direito. Deve ser por isso que eu concordei com essa ideia absurda de casamento.

— Kim Junmyeon! —Meu pai falou sério.— Vamos ao escritório.

Mesmo sem querer e bufando por dentro eu o segui, parei em frente a sua mesa puxando uma cadeira para me sentar encarando sua face séria.

Ele apenas jogou uma pasta na mesa onde algumas fotos se espalharam sobre a mesma com o impacto da pasta com a madeira.

— O que é isso? — Fingi desinteresse, mais já sabendo que se tratava das coisas sobre a S|N.

— São algumas informações daquela funcionária…

— Pelo amor de Deus, pai! O senhor pode chamá-la pelo nome uma vez.

— Suho, eu nunca disse que aceitava seu relacionamento com a fun/ tá vamos chamá-la pelo nome, essa S|N não presta para nossa família, ela não é da nossa classe… além do mais ela está envolvida em uma fraude.

— Do que o senhor está falando?

— Olhe o conteúdo dessa pasta e você descobrirá. Só peço que pense bem com quem está se envolvendo para que não leve nossa família para o buraco junto com você.

Peguei aquela pasta e sai da casa dos meus pais e fui para casa da S|N queria ver o que tinha dentro daquela pasta na presença dela, já que ela não me parecia o tipo de pessoa que se envolve em fraudes.

Tocava a campainha freneticamente mas ninguém veio abrir. — Aigoo, onde você está? — Bati a testa na porta pronto para ir embora quando Baekhyun vinha chegando acompanhado pelo poste.

— Olha só se não é o chefe da minha prima, quer entrar e tomar algo com a gente. — Apontou pra ele e o ChanYeol. Olhei para o orelhudo. 

— Tudo bem cara, eu realmente não gostei de você a primeira vista, mais o Baek disse que você é legal, então vamos beber que hoje podemos.

— Tudo bem, assim posso esperar a S|N voltar. — Entramos no apartamento, Baek ligou a tevê e foi até a cozinha pegar algumas garrafas de soju.

Coloquei a pasta em cima do criado mudo e me sentei mais confortável no sofá. Baekhyun logo voltou e começamos a beber…

Às horas estavam passando e nada da S|N voltar, eu já estava pensando em ligar pra ela quando um homem desconhecido entrou no apartamento junto com ela.


continua….


Notas Finais


Até o próximo.
Desculpe se teve algum errinho!!


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