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História Por trás do ódio, Dramione. - Capítulo 5


Escrita por:


Notas do Autor


Oi pessoal. Alguém sabe se tem como eu acrescentar imagens ou gifs durante os textos? Eu fiz várias artes para publicar na parte dos sonhos, mas infelizmente não estou conseguindo anexar. Espero que vocês gostem do capítulo. Aproveitem a leitura.

Capítulo 5 - Dividindo o espaço, parte dois.


Fanfic / Fanfiction Por trás do ódio, Dramione. - Capítulo 5 - Dividindo o espaço, parte dois.

PVS Draco Malfoy *

   Lá estava eu, a escuridão era gigantesca. Meu antebraço queimava, era insuportável. Sabia que eles estavam chegando. Lá estavam eles, seguimos em direção a sala de astronomia. Alvo tentava me fazer mudar de ideia, eu queria mesmo, não queria ter que fazer isso, mas ele não entendia, já estava feito, a marca já estava lá, eu não podia fazer nada. Eu estava preso a isso.

Eu escuto uma voz. Não sei de quem é, mas é familiar - Draco, tudo bem? - A voz era doce, simplesmente linda.  Mas, outra voz surge - Anda Draco, faça! 

PVS Hermione Granger *

   Eu estava dormindo, mas sou acordada por gritos. Levando da cama, olho para cama do Malfoy e ele não está lá. Acho que eu estava tendo um pesadelo. Tento dormir novamente, mas os gritos retornam e vão ficando cada vez mais agonizantes.

-  Eu não. Não quero fazer isso, você não entende. Não tenho escolha. - Ele gritava, parecia que o som vinha do banheiro. 

   Um arrepio percorria todo o meu corpo. Tentei abrir a porta, mas não conseguia, ela estava trancada. Será que ele brincando comigo? Deve ser apenas uma pegadinha. 

-  POR FAVOR, EU NÃO QUERO. ME DEIXA IR EMBORA. - Gritava o loiro, novamente, assustando-me.

  Será que alguém está o fazendo mal? Procuro minha varinha, quando a encontro retorno para a porta do banheiro e lanço um Alohomora. A porta abre, fico paralisada. 

   Malfoy estava sentava sentado, se debatendo na banheira. Parecia lutar consigo mesmo. Sua mão direita, estava sobre seu antebraço esquerdo, suas unhas pareciam querer rasgar sua própria pele. Ele estava tendo um pesadelo. 

- Draco! Draco! DRACO! - Digo, balançando o loiro. 

- TIRA SUAS MÃOS DE MIM. - Gritava ele. Eu podia ver a agonia em seus olhos. 

- Calma. Sou eu. - Respondi, passando a mão em seu rosto. 

PVS Draco Malfoy* 

   Desperto com a sensação de alguém estar me tocando. E de fato tinha, Granger. O que ela faz aqui? Como conseguiu entrar? 

   Hermione estava vestida com o roupão cor rosa claro, seu cabelo estava mais bagunçado do que o normal, mesmo assim estava bonita. Exceto por seus olhos, os mesmos estavam arregalados, ela estava assustada. 

   Depois de analisa-lá percebo que estou na banheira. Eu não fui para a cama? O que será que aconteceu? Lembro do meu sonho. Merda. Sinto suas mãos em meu rosto. Por que ela está com as mãos em mim? 

- Afaste suas mãos de mim. - Digo, retirando o nosso contato físico. 

- Da próxima vez, deixo você agonizando na banheira. - Respondeu, parecendo magoada. 

   Agonizando? Puta que pariu. Eu devo ter gritado, afinal, por que motivos ela veio me ajudar? Por que motivos, ela se preocuparia? 

- Pra que você entrou aqui? - Perguntei, fingindo indiferença. Ela pareceu surpresa. 

- Vim te ajudar, sua doninha arrogante.  - Disse, irritada. - Você estava gritando. - Respirou fundo. - Fiquei preocupada. 

   Preocupada? Por que? É ela é a defensora dos pobres e oprimidos, com certeza me ajudou por isso. Droga, ela deve achar que eu sou fraco, ou pior, deve ter ficado com pena. Inferno. 

- Não preciso da sua ajuda. Já acabou o espetáculo. Pode sair daqui. - Digo, aborrecido. 

   Ela saiu resmungando, não consegui ouvir. Decido sair da banheira, me olho no espelho e só consigo ver um reflexo de um cara loiro, com a face pálida e triste. Sim, Draco, você está um caco. Lavo o meu rosto e resolvo  deitar.

   Hermione estava deitada em sua cama, por um momento penso em agradecer, mas logo me lembro do que meu pai diz: nunca se rebaixe a um trouxa. Então eu deito e durmo. 

Não, se ela descobrir quem eu sou nunca vamos poder ficar juntos. Inesperadamente ela olha o meu braço, vê que tem algo ali, ela não pode saber o que é, ninguém pode saber. Ela me beija, começamos a tirar a roupa, eu fico com medo que ela veja a marca negra e por isso não tiro a camisa. Passo a mão por todo o seu  corpo, sua pele é muito macia. Pisco, ela aparece por cima de mim, está rebolando em meu sexo, nunca senti nada tão bom quanto isso. Ela tem cheiro de amor, Ela é minha. Ela puxa minha camisa, Ela vê, agora sabe quem eu sou. Seu olhar transborda medo, mas é claro - eu sou um monstro.



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