História Por trás do toque - Capítulo 22


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Categorias Histórias Originais
Personagens Personagens Originais
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Palavras 1.925
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Aventura, Comédia, Harem, Hentai, Romance e Novela, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Heterossexualidade, Incesto, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Todos os personagens desta história são de minha propriedade intelectual.

Notas do Autor


Revisado em 16/08/2019
Esse capítulo contem cenas de sexo.

Capítulo 22 - Nem sempre o que é "certo" é "melhor"...


Fanfic / Fanfiction Por trás do toque - Capítulo 22 - Nem sempre o que é "certo" é "melhor"...

Sentir o corpo da dona Fátima novamente daquele jeito teve um novo impacto sobre mim e me fez perceber que eu não estava nem perto de entender o que se passava em sua cabeça.

Todas as desculpas e histórias que eu havia criado em minha mente depois da sessão de terça feira foram descartadas de uma só vez conforme meus dedos deslizavam pra cima e pra baixo num ritmo lento criando pressão leve entre os grandes lábios bem acima de seu clitóris.

Dona Fátima manteve sua mão sobre a minha gentilmente segurando-a posicionada ali e coordenando o movimento dos meus dedos conforme sua vontade.

Ela claramente queria aquilo. Mas e eu?

 

Abri meus olhos para contemplar a situação já que até aquele momento eles ainda estavam fechados.

Percebi dona Fátima deitada diante de mim.

Seus cabelos loiros espalhados, seus olhos fechados e seus lábios vermelhos entreabertos.

Sua respiração movendo seu peito, lentamente balançando seus seios firmes e os mamilos rígidos dentro do sutiã.

Sua pele lisa, arrepiada na barriga, braços e pernas.

Sua mão sobre a minha por cima da calcinha preta tão menor que da outra vez que mal cobria o sexo.

Aquela era uma visão e tanto.

 

Depois da sessão da terça feira e de tudo o que eu tinha pensado também havia chegado a várias observações em relação a mim mesmo e meu papel naquilo tudo.

Havia concluído que talvez fosse realmente melhor se a coisa toda não se repetisse.

O motivo?

Bem... Apenas para que eu mesmo não tenha que declarar em palavras, respondam em seus próprios pensamentos:

 

Como vocês chamariam alguém que satisfaz sexualmente outra pessoa em troca de dinheiro?

 

É possível que a coisa toda pareça um pouco menos problemática por eu ser um homem, mas então que tal invertermos os papéis por um momento?

Imagine a mesma cena na qual me encontrava e agora substitua a mim por uma garota de dezesseis anos e dona Fátima por um homem de pelo menos trinta e dois.

 

Pois é... Exatamente... Você entendeu...

 

Essa foi a imagem que tive a meu próprio respeito depois de pensar no assunto não e não posso dizer que se encaixava como um reforço para minha auto estima.

Eu tinha dezesseis anos e ainda sofria com dilemas amorosos sem sequer ter dado meu primeiro beijo.

Se até terça feira passada eu ainda ansiava por repetir a experiência, agora, apesar de excitado, eu me perguntava se não seria melhor parar e deixar de atender dona Fátima pra sempre.

 

Estava justamente com esse pensamento na cabeça quando, ironicamente, o dilema foi resolvido da maneira mais simples possível.

 

Dona Fátima se moveu na maca e com a mão livre alcançou a parte de baixo da sua calcinha afastando-a para o lado. Então pegou meu dedo indicador e o deslizou por toda a extensão da fenda onde seus grandes lábios se encontravam, partindo do clitóris para baixo.

Quando finalmente chegou onde queria ela o forçou ali e senti os lábios cedendo, se abrindo e meu dedo se molhando na entrada quente de sua vagina.

 

Foi o suficiente para mim e para que eu percebesse de imediato que, por mais que minha razão compreendesse o quão errado era tudo aquilo, minhas emoções determinavam que eu não poderia estar em melhor situação.

Toda a insegurança foi varrida da minha mente por uma absurda onda de excitação.

Gentilmente e devagar comecei a desenhar círculos na entrada, lambuzando meu dedo e então gradualmente o levando mais e mais fundo para dentro de dona Fátima.

Cheguei até o limite e posicionei meu polegar sobre seu clitóris enquanto envolvia sua coxa e parte do glúteo com o restante da mão.

E assim, lá estava ela novamente movendo o quadril para cima e para baixo.

 

Eu sei...

Depois de tudo o que acabei de falar sobre o quão errado era tudo aquilo e das consequências para minha auto imagem, talvez seja muito hipócrita da minha parte ter sido convencido “tão facilmente”.

É... Talvez realmente seja hipócrita.

Eu não sei.

Deixarei o assunto para que vocês mesmos decidam.

Da minha parte já fiz as pazes e briguei com minha consciência várias e várias vezes tentando chegar a uma conclusão antes sequer de começar a escrever.

Apenas adiciono o seguinte e peço para que também levem em consideração.

Eu era sim um garoto de dezesseis anos que nem sequer havia dado o primeiro beijo. Sofria sim meu dilema de amor. Mas provavelmente também era isso que me fazia tão interessado e curioso em relação ao sexo.

Eu queria descobrir! E convenhamos... Era justamente o que eu estava fazendo.

 

Então assim que meus dedos e minha mão pareceram se encaixar, não consegui pensar em mais nada que não fosse aproveitar a situação e faze-la sentir prazer.

 

- Põe mais um. – ela falou depois de algum tempo e eu obedeci, puxando meu dedo para fora e voltando a entrar, deslizando devagar os dois dedos por dentro da sua vagina até minha mão se encaixar novamente.

 

Mais algum tempo passou e ela se moveu na maca, puxando um lado do sutiã para baixo com a mão livre.

Seu seio apareceu diante dos meus olhos e a vi me chamar com a mão.

Primeiro deslizei minha mão livre por ele e depois segui com os dedos apalpando seu mamilo enrijecido.

 

- Com a boca. – ordenou.

 

Quando Dona Fátima queria algo ela simplesmente mandava com uma instrução clara. Coisa que ajudava muito.

Ela sabia o que queria, onde queria e como queria.

E por mais que eu também quisesse descobrir, conhecer e explorar seu corpo todo do meu jeito, nada disso faria qualquer sentido se não fosse para satisfazê-la.

Então eu me curvei sobre seu seio e comecei a lambê-lo e chupá-lo.

Apenas alguns segundos depois disso e sua vagina estava ainda mais molhada. Mais algum tempo depois e ela fez o mesmo com o seio mais distante, baixando o sutiã e puxando minha cabeça pelos cabelos para que eu o alcançasse.

Acabei apoiando meu cotovelo na maca ao lado do seu corpo e com a mão novamente livre agarrei o seio que tinha acabado de deixar pra trás. Primeiro o apertei entre meus dedos e então comecei a massagear seu mamilo em círculos e leves apertos enquanto lambia e chupava o outro.

Um exercício de coordenação motora sem igual.

 

Ela mesma assumiu o trabalho de massagear seu clitóris e eu arrisquei descer um dedo mais para dentro de sua nádega e mais próximo de deu anus.

Dona Fátima pressionava minha cabeça contra seu seio com a mão entrelaçada nos meus cabelos.

Assim que a ponta do meu dedo tocou seu anus ela suspirou forte e senti o ar atingindo meu pescoço, o som entrando direto pelo meu ouvido e me excitando ainda mais.

 

Ela continuou a mover seu quadril por mais um tempo enquanto nos mantínhamos desse jeito e então puxou minha cabeça pelos cabelos, me afastando de seu seio e me encarando com seus olhos verdes.

 

- Chupa minha buceta. – ela mandou e por um momento eu fiquei muito surpreso de vê-la usando esse tipo de linguajar.

 

Eu tirei meus dedos e ela suspirou quando os sentiu saindo.

Então apoiou os dois pés sobre a maca, dobrou os joelhos e levantando o quadril tirou a calcinha com ambas as mãos.

Largou a mesma no chão enquanto eu contornava a maca para me posicionar.

Subi na maca pela parte de baixo e me inclinei até minha cabeça parar próxima de seu quadril. Com um dos pés ela me puxou pelas costas, me levando de encontro a sua vagina e então novamente entrelaçando seus dedos em meus cabelos para que eu ficasse lá.

Dessa vez eu gastei um tempo extra me aproveitando, lambendo, provando, deslizando minha língua por toda sua intimidade.

Passei então, bem devagar, a massagear seu clitóris com a língua e fui aumentando a velocidade de acordo com a maneira como dona Fátima movia seu quadril.

 

- Enfia o dedo, Gabriel. – mandou e eu obedeci colocando um dedo dentro de sua vagina encharcada. – Mais um. – disse depois de alguns movimentos e mais uma vez obedeci, puxando a mão e voltando a entrar com o dedo do meio e o indicador. – Põe mais um. – e depois disso apenas gemeu quando forcei devagar um terceiro dedo sentindo apertar.

 

O movimento da minha mão era uniforme e ritmado como seu eu a estivesse chamando, dobrando e esticando meus dedos dentro de sua vagina, tocando com a ponta deles a parte anterior da parede interna e criando uma pressão maior ali a cada vez que ela descia o quadril.

Ela não pediu.

A iniciativa foi totalmente minha quando com a mão livre levei um dedo em direção ao seu anus.

A experiência da outra semana havia me deixado muito curioso.

Eu queria saber como era a sensação.

Então deslizei devagar um dedo por entre suas nadegas, sentindo a pressão que geravam a cada vez que ela movia o quadril e com a ponta tateei levemente a entrada de seu anus.

Mantive o dedo ali fazendo um pequeno circulo, descobrindo seu relevo, sentindo o buraco abrindo e fechando como se desse pequenas mordidas.

Dona Fátima não reclamou. Muito pelo contrário, pareceu gostar.

Senti o movimento do seu quadril mudar de forma que agora ela forçava a bunda contra minha mão, buscando meu dedo com o anus.

Apoiei as costas das mãos sobre a maca e continuei brincando.

Diferente de sua vagina o anus era seco, umedecido apenas pelo suor que sentia acumular em suas nadegas.

Aos poucos esse suor foi se acumulando mais e mais, se juntando com o que escorria de sua vagina e lubrificando meu dedo que começou a entrar cada vez mais fundo na sua bunda.

A cada vez que dona Fátima movia seu quadril para baixo forçava um pouco mais meu dedo para dentro do seu anus, gemendo um pouco mais, suspirando um pouco mais e se agarrando aos meus cabelos com mais força enquanto eu chupava e lambia seu clitóris sem parar de massagear sua vagina.

Quando meu dedo finalmente terminou de entrar até o fim, torci minha mão e agarrei sua nadega, sentindo seu anus se abrir um pouco por isso.

Foi o suficiente para fazer com que o movimento do quadril e a respiração de dona Fátima ficassem ainda mais velozes e vigorosos. Também o sinal para que eu aumentasse a pressão e os movimentos dentro de sua vagina bem como as lambidas em seu clitóris.

Senti dona Fátima sufocar um gemido alto quando seu corpo inteiro tremeu de prazer. A vagina apertando e aliviando a pressão em meus dedos em pequenos espaços de tempo que se espelhavam no anus.

 

Tirei minhas mãos e ergui minha cabeça.

Contemplei dona Fátima relaxada sobre a maca.

A cabeça virada para o lado, os cabelos loiros espalhados, os olhos fechados e a boca aberta com uma das mãos próxima a ela enquanto a respiração se normalizava devagar.

O sutiã ainda puxado para baixo e os seios expostos com seus mamilos rosados.

A pele lisa arrepiada, a púbis sem um pelo sequer e a vagina ainda exposta, brilhando molhada sob a meia luz da sala entre suas pernas abertas e relaxadas.

Gastei apenas alguns segundos apreciando a cena, morrendo de vontade de tirar as calças e entrar ali.

Mas esse não era o meu papel.

 

Então saltei da maca, lavei as mãos e retomei a massagem de onde parei.

Sem dizer nada ela me olhou nos olhos.

De seus lábios vi surgir um leve sorriso.

 

Não. Eu não estava arrependido.

Então eu também sorri.



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