História Por um acaso. - Capítulo 8


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Categorias Shawn Mendes
Personagens Shawn Mendes
Tags Shawn Mendes
Visualizações 200
Palavras 1.216
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 16 ANOS
Gêneros: Aventura, Festa, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Adultério, Álcool, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, gente.
Eu to com uma puta falta de criatividade. Não sei se o capítulo de hoje ficou tão bom.
Comentem, pleaaaase. Preciso saber se estão gostando.
Boa leitura.

Capítulo 8 - Uma flor para uma flor.


Fanfic / Fanfiction Por um acaso. - Capítulo 8 - Uma flor para uma flor.

Mal calei a boca e Shawn me puxou para mais um beijo, mas dessa vez eu quis. Curti cada segundo daquele momento, foi surreal. Seus lábios macios e delicados se encaixavam em uma forma perfeita que eu nem estava acreditando em tanta química. Eu me arrepiava dos pés a cabeça a cada movimento. Sua mão descia e subia pelas minhas costas, e dava umas leves apertadas na minha cintura. 
A falta de ar chegou e nossos lábios se separaram, mas continuamos ali, muito próximos. Nossas testas coladas, e ainda de olhos fechados, Shawn acariciava minha boca com o polegar, e eu sentia sua respiração, ofegante.

Aos poucos eu fui voltando a realidade, me afastei devagar, tirando a mão de Shawn que ainda permanecia na minha cintura. O encarei e dei um passo para trás, olhando ele nos olhos, e ele olhando nos meus com a boca entreaberta e os olhos baixos. Apenas me virei e saí dali, em silêncio.

Fechei a porta do meu quarto e me encostei na mesma tentando processar o que tinha acabado de acontecer. Passei as mãos no rosto e ainda sem acreditar que eu tinha feito aquilo, me sentei na cama.
Eu fui fraca, como eu pude me entregar tão fácil assim? Mas ao mesmo tempo eu pensava no beijo, tão delicado, tão doce, tão inesperado. Fechei os olhos e passei os dedos nos lábios lembrando de tudo. Deitei na cama de lado abraçando o travesseiro e tentei dormir com uma única certeza, amanhã tudo voltaria ao normal e eu esqueceria que esse beijo aconteceu.

 

(...)
No dia seguinte acordei com o barulho do despertador que marcava 6:30. Levantei e fui direto pro banheiro fazer minhas higienes pessoais. O que tinha acontecido na noite passada não saia da minha cabeça, mas eu iria fingir que nada aconteceu, eu não iria trata-lo de uma forma diferente só por causa de um beijo. Eu não gosto dele, então é bom mantê-lo bem longe de mim.
Coloquei a mão na maçaneta da porta umas três vezes antes de abri-la, respirei fundo e a girei. 

Quando cheguei na sala, para a minha surpresa Camila ainda dormia no sofá. Olhei pra um lado e pro outro e não tinha nenhum sinal de Shawn ou de suas coisas na sala. Fui no quarto da Camila pra ver se ele dormia lá, já que ela tinha se apossado do sofá que ele iria dormir, e nada. Dei de ombros e fui pra cozinha preparar o café para Camila antes de sair pra correr. Eu precisava esvaziar minha mente, processar tudo, e a única coisa que me acalmava era uma corrida com meus velhos fones de ouvidos.

Antes de sair de casa, escrevi um bilhete para minha irmã avisando onde estaria e pedindo pra que ela estivesse pronta, por que depois que eu chegasse, nós íamos até a escola para resolvermos sua matricula.

 

(...)

- Bom dia Sr. Samuel.

- Bom dia Carolina, uma flor para uma flor.

Sr. Samuel era um amigo que eu tinha feito durante as minhas corridas matinais, ele tem uma banquinha de flores que fica na esquina da rua do meu prédio. Sempre que eu voltava, suada e cansada, ele me dava uma flor, cada dia era uma diferente. Isso alegrava meu dia.

- Obrigada Sr. Samuel, eu amei a de hoje. - Falei sentindo o cheiro doce e suave de uma rosa amarela.

Caminhei devagar em direção ao meu prédio, ainda sentindo o cheiro daquela rosa linda e delicada, lembrando que um dia eu fui assim, mas graças a uma pessoa eu me transformei apenas em espinhos.
Levantei a vista e de longe eu o vi. Shawn conversava com um homem, de óculos escuros e uma mala na mão. Fiquei paralisada, o observando. Nem eu entendi a minha reação. 
Caminhei devagar ainda sem jeito, não queria ter que encara-lo. Mas não dava pra ficar parada no meio da rua esperando ele sair dali. 
Quando cheguei mais perto, ele entrou no banco traseiro do carro e saiu. Respirei fundo aliviada. Ele não me viu.

Abri a porta do apartamento e me deparei com minha irmã arrumada, sentada no sofá que também já estava arrumado. Com a mão na bochecha e uma cara de tédio.

- Bom dia! - Falei indo para a cozinha, colocando minha rosa em um copo com água, e logo depois pegando uma xícara no armário colocando um pouco de café na mesma.

- Nossa Carolina, você demorou hein.

- Calma estressadinha, ainda não são nem 8 horas. Já tomou café?

- É, eu comi um cereal, mas eu queria mesmo era cuscuz com manteiga e café com leite.

Dei uma risada, achando graça da cara triste da Camila depois de dizer isso.

- Vai se acostumando maninha, ou é cereal, ou é ovos com bacon. As vezes eles comem até linguiça.

- Grrrr.

Nós duas fizemos cara de nojo.

Um silencio pairou no ar, segurei a xícara com as duas mãos na altura da boca, olhando para o nada, pensando.

- Então... ele beija bem?

Camila falou se sentando na cadeira do balcão da cozinha com um sorriso nos lábios. E eu que dava um gole no café, ao ouvir sua pergunta engasguei na hora.

- C-como você...?

- Ah maninha, no seu primeiro grito eu já acordei, mas continuei deitada pra ver o show que você tava dando. Mas não esperava aquele beijaço. Pra quem não gostava dele, bem que você gostou do beijo, que eu vi. 

Eu limpei a garganta, e ajeitei a postura. 

- Não tenho que te dar satisfações. 

Falei indo em direção ao meu quarto.

- Vou só tomar um banho pra irmos.

 

(...)

Horas mais tarde, depois de resolver tudo na nova escola da Camila e saber que ela já começaria a estudar no dia seguinte. Fomos dar uma volta pela cidade, pra ela conhecer. Andamos, conversamos, comemos, tomamos sorvete, eu ri muito das loucuras dela. Até que o lindo por do sol se formou no sol e eu o admirei sentada em um banco da praça.

Já era noite quando chegamos em casa. Tomei um banho quente, me vesti e fui até a cozinha abrir uma garrafa de vinho. E então meu celular apitou.

 

Vanessa: Ei, ta aí?

                                                                                            Eu: Oi, estou sim, o que houve?

Vanessa: Tá lembrada que amanhã é aniversário do Peter, né?

                                                                       Eu: Nossa, tinha esquecido totalmente.
                                                                                   Acho que não vai dar pra ir, minha irmã 
                                                                                   ta 
aqui e fico com medo dela colocar fogo
                                                                                   na casa enquanto estou longe. 

Vanessa: Mas a gente vem combinando há semanas. 
            Ele vai enlouquecer se você não for, e você sabe que 
           ele é bem escandaloso quando as coisas não saem
           como ele quer. HAHAHAHA.
                                                                                      Eu: KKKKK, eu sei bem. Ta ok, vou ver como faço
                                                                                      e te aviso qualquer coisa.
                                                                                      Onde vai ser mesmo? Me manda o endereço.

Vanessa: Madison Pub – 14 MAdison Avenue.
            Por favor, não esquece, se você não quiser 
            virar pó. Beijos.

                                                                                           Eu: Tudo bem, beijos.

Vanessa e Peter eram amigos brasileiros que também faziam intercâmbio em Toronto. Os conheci na escola de línguas, e sempre saíamos juntos para as baladas. Mas minha irmã tinha acabado de chegar e eu não queria deixa-la sozinha.

A campainha toca e largo meu celular para ir atender. Abro a porta.

 

- Shawn?

 

                             

 

 

 

 

 

 

 


Notas Finais


Comentem, favoritem. Please!
Beijos.


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