História Por você eu faço tudo (Adaptação) Camila G!P - Capítulo 36


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Categorias Camila Cabello, Fifth Harmony, Taylor Swift, Troy Ogletree
Personagens Camila Cabello, Personagens Originais, Taylor Swift, Troy Ogletree
Tags Ally Brooke, Camila Cabello, Camren, Lauren Jauregui, Trolly, Troy Ogletree
Visualizações 546
Palavras 874
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Festa, Policial, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Intersexualidade (G!P), Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


E é isso...Lá se foi mais uma adaptação

Capítulo 36 - Camila


Fanfic / Fanfiction Por você eu faço tudo (Adaptação) Camila G!P - Capítulo 36 - Camila

    — Olá, feiticeira — atendo o telefone no segundo toque — Como foram as provas? — Passei em todas — diz ela, feliz — Não pude esperar chegar em casa para contar a você.
    — Sabia que conseguiria — digo a ela, enquanto respondo a minha secretária por e-mail.
    Planejei uma noite especial para nós duas, hoje. Penélope fará a vez de babá com nossa filha.
    Além disso, a menina ama brincar com o filho dela.
    — Alicia já acordou? — Assim que você saiu — respondo, desligando o computador em seguida.
    — Onde ela está agora? — No quarto....
    — Sozinha?! — um grito ecoa em meu ouvido — Quanto tempo faz isso? — Uns dez minutos — respondo, despreocupada.
    Ouço um longo suspiro do outro lado. Lauren sempre faz isso quando está prestes a perder a paciência.
    — Tempo suficiente para sua filha destruir a casa inteira — ela choraminga.
    — Não exagere, Lauren — tento tranquilizá-la — Alicia é a criança mais doce que eu já vi.
    — Também a mais travessa — murmura — Certo, você cuidará de toda bagunça que eu encontrar por aí. Já estou perto de casa.
    — Até logo.
    Por vias das dúvidas, corro até o quarto da menina. Enquanto Alicia havia puxado todas as minhas características físicas, como os cabelos, olhos castanhos, formato do rosto, claro, com os traços delicados de Lauren. Por outro lado, havia puxado o gênio da mãe. É completamente esquentada e imprevisível.
    Entro no quarto na pontinha dos pés. Sorrio quando vejo-a sentada no chão, perto da cama, de costas para mim. Tranquila como um anjo.
    — Ali? — chamo com cuidado para não assustá-la.
    — Papa — diz ela, virando em minha direção.
    — Jesus Cristo! — exclamo, chocada ao olhar para menina rabiscada de tinta de caneta, da cabeça aos pés.
    O rosto parece algum tipo de mosaico, os braços e pernas estão cobertos de linhas emaranhas.
    — Ali — aproximo-me dela, ainda em choque — O que você fez? — Atinho do papa — diz ela, em sua linguagem infantil, sorrindo do seu grande feito.
    Atinho do papa é o tigre que tenho tatuado nas costas, a qual, ela vive pedindo que eu tire a camisa para ela ver.
    — Alicia! — tomo a caneta das mãos dela. Caneta que não tenho ideia de onde ela tirou — Não pode fazer tatuagem ainda, daqui a quarenta anos, talvez.
    — Não! Não, é uma de suas palavras preferidas e sabe empregá-la muito bem.
    Sigo para o guarda roupa dela e separo outro vestido.
    — Vamos tomar um banho antes que sua mãe chegue e faça uma canja de nós duas.
    — Não! Não! Não! — Alicia corre para debaixo da cama, saindo do outro lado — Atinho do papa.
    Eu nunca pude com a mãe, porque eu acreditei que teria alguma chance com a filha? Os próximos minutos, foram eu correndo atrás de uma jovenzinha de fraldas, aprendiz de feiticeira.
    — O que está acontecendo aqui? — Lauren nos encara, com olhar zangado.
    — Caça ao bebê — respondo, quando consigo encurralar a menina perto do sofá.
    Ela solta um gritinho animado quando a pego no colo.
    — O que é isso? — pergunta Lauren, com as mãos na cintura ao deparar com a arte do bebê.
    — Gatinho do papa — respondo, com uma voz meiga, na esperança que eu consiga nos tirar dessa encrenca.
    — Camila! — Ela é criativa pelo menos — dou de ombros, colocando Alicia no chão.
    — Por que faz tudo o que ela quer? — diz ela, desanimada — Você! Já para
o banho.
    A pequena sorri e corre de volta para quarto, tentando arrancar as roupas. Lauren vai em direção ao quarto para cuidar da menina. Algo que eu falhei, vergonhosamente. As duas voltam para sala meia hora depois. Alicia, dessa vez, semelhante a um anjinho em seu vestido rosa.
    — Desenho — diz ela, entregando seu DVD favorito.
    — Essa menina vai ficar mimada — diz Lauren, contrariada.
    — Sabe o que seria bom para ela? —pergunto ao aninhar o bebê em meu colo, no sofá, inalando o cheiro adocicado de shampoo de bebê — Outro bebê na casa. Eu li em uma revista que irmãos ajudam a inibir esse comportamento individualista — inclino-me em direção a ela e sussurro em seu ouvido — Então...Podemos colocá-la na cama, e começarmos a praticar um pouco.
    — Outra menina? — diz ela.
    — Espero que não...
    —Você disse que não se importava — murmura ela, contrariada, acomodando-se ao nosso lado.
    — Amo minha filha! — sorrio, com charme — Mas, honestamente, duas de você... Nem um santo aguenta.
    — Então, torcemos para que venha um menino lindo — diz ela, travessa.
    — Icha ama menino lindo — Alicia agarra-nos pelo pescoço — Ama mamãe.
    — Retiro o que eu disse — murmuro, emocionado — Uma, duas, três de você e, quantas vierem.
    Por que você consegue ser ainda mais perfeita.
    — Amo você, amor — ela se inclina e beija meus lábios.
    — Também te amo — respondo, quando ela se separa de mim, após um pequeno protesto de Alicia — Eu amo você também bonequinha. Nunca imaginei que diria a isso a outra garota, mas é mais pura verdade.
    Eu soube desde o início, quando coloquei os olhos nela, pela primeira vez, que minha vida nunca mais seria a mesma. Nada de dias chatos. Durante os últimos anos, houve muitas brigas, objetos voando sobre a minha cabeça. Sexo louco e apimentado, mas acima de tudo, houveram muitas risadas ecoando pela casa. Nada de dias tristes ou cinzentos. Não há espaço para a solidão. Apenas a felicidade, essa que durará por toda nossa vida. E vou garantir que seja assim.

 


Notas Finais


Obrigada a todos os favoritos e comentários 😘😘
Não sei se eu volto ou quando eu volto a postar aki de novo então bye bye


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