História Porcelain Smile - Capítulo 12


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Categorias League Of Legends (LOL)
Personagens Irelia, Karma, Kayn, Rakan, Sona, Xayah
Visualizações 183
Palavras 2.407
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ecchi, Ficção, Hentai, Luta, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Violência
Avisos: Álcool, Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


E mais uma vez eu não betei, porque terminei agora no horário de almoço e já to postando. Espero que gostem

Capítulo 12 - Realidade


Fanfic / Fanfiction Porcelain Smile - Capítulo 12 - Realidade

Aquela foi uma semana difícil, de longe uma das mais árduas que teve naquele ano. Mesmo com as coisas se encaminhando para um rumo calmo e ao seu alcance, ainda sentia-se tensa pelos acontecimentos recentes. Ainda tinha a rainha, diga-se de passagem, zanzando entre os Vastaya como se fosse um deles. De início teve dificuldades em ver aquilo e guardar sua raiva para si. Não que tivesse alguma dívida com ela. Se fosse levar a ferro e fogo todos os acontecimentos e colocá-los em uma balança, teria a certeza de que era Sona quem tinha um débito consigo e não o contrário. A cura que deu ao Rakan e aos outros era apenas uma parcela de sua redenção, afinal eles não estaria naquela situação se não fosse por seu decreto, para início de conversa. Essa dívida por parte de Sona não era algo que estivesse disposta a cobrar e naquele momento deu seu melhor para ignorá-la. Tinha crença de que mais cedo ou mais tarde Kayn seguiria seu caminho e a levaria consigo; mesmo que estivesse soando como tarde para si.

    Também não estava disposta a arranjar picuinhas com Kayn. Ele era mais fácil de ignorar e mesmo tendo lhe trazido a cabeça de Sona ainda sobre o pescoço, ele havia sido útil no último ataque que sofreram e isso era o suficiente para ignorá-lo; por hora. O que era de certo modo incómodo, mais do que qualquer outro fator, era o fato de Rakan ser tão cordial com Sona. Tinha a certeza de que não era ciúmes, longe disso, além da confiança que tinha nele ela tinha plena convicção de que ele jamais a trocaria. O que realmente a aborrecia era como ele poderia estar tão bem com ela por perto. Não havia rancor nele, mesmo com as perdas e com seu passado amargo, Rakan a tratava como se ela fosse alheia a todo o mal que lhe acometeu. Era isso o que a intrigava ao passo que a deixava irritada em iguais proporções. Só os Deuses saberiam o quanto era difícil para si ver aquela presença e fingir que estava tudo bem.

Ainda sim, estava se esforçando, sendo madura, como o próprio Rakan disse. Forte, ela devia ser, uma trégua não seu perdão; era o que tinha em mente. Agora, olhava alguns dos papéis em seu escritório. Se afastar daquela região e pegar uma rota mais afastada seria o mais sensato a se fazer no momento. Aquele ataque não tinha nada a ver com o governo ou com instituições de grande influência em Ionia. Conhecia bem aquele inimigo. Se tratava de uma irmandade formada por civis extremistas que faziam questão de propagar seu ódio aos Vastaya. Já havia esbarrado com alguns fanáticos como aqueles antes, todavia ao ver seu armamento e contingente pensou em que proporções aquele grupo asqueroso poderia estar tomando. A repulsa que sentiam de seu povo era recíproca e ela não sentia remorso algum pelas perdas, mesmo sabendo que o bando é composto por sua maioria por civis.

Antes eles que seu povo:

- Te achei - ouviu a voz de Rakan próximo a si

Permanecia atenta aos papéis em sua mesa, ainda de costas a porta. Passou os dedos por um dos mapas, pensando no quão viável poderia ser a rota a qual ponderava:

- Não está cansada? - sentiu as mãos dele em seus ombros

- Ainda está cedo - respondeu, desviando a atenção a outro mapa - E estou sem sono

- E tensa - sentiu seus ombros serem pressionados lentamente pelos dedos dele - Devia relaxar - sussurrou em seu ouvido

Xayah deixou um suspiro escapar: - Já disse que estou sem sono

Uma das mãos dele deslizou pelo braço dela, até que chegasse em sua mão. Puxou o mapa que tinha entre seus dedos. Os lábios de Rakan tocaram seu ombro enquanto a outra mão acariciava sua cintura. Deu um breve sorriso, não teria tempo para revisar os mapas, não naquele momento.

- Há outras formas de relaxar - as palavras sussurradas de seu amante a fizeram rir

Fechou os olhos por um momento, sentir as mãos de Rakan por seu corpo era uma terapia. Podia ter a mente pesada por qualquer preocupação ou infelicidade, todavia ele tinha esse efeito em si. Era calmante ao passo que lhe trazia volúpia; uma dicotomia tentadora. Sentiu seu capuz ser retirado lentamente, com cuidado teve sua orelha capturada pelos lábios dele enquanto seus dedos se preocupavam em desamarrar sua roupa. As mãos de Xayah estavam sobre a mesa, os dedos roçaram nos papéis ao sentiu um arrepio pelos lábios dele em seu rosto. A pequena capa que lhe cobria os ombros deslizou, algumas mechas foram tomadas pelos dedos de Rakan, que as retirou de seu caminho para poder depositar um beijo eu sua nuca:

- Como pode ter cabeça pra isso em um momento como esse? - perguntou, muito embora estivesse longe de resistir ao rumo que as coisas tomavam

As mãos de Rakan deslizaram por seu corpo, desceram por suas costas, delizaram por sua cintura, trilharam um caminho por sua barriga. Uma delas subiu lentamente, tendo como alvo o seio esquerdo, ao qual foi acariciado por sobre o pano da roupa, a outra foi guiada até sua cintura, apertando levemente o local.

- Você me faz pensar nisso o tempo todo - sussurrou contra sua nuca, fazendo-a se arrepiar

Quando voltou a abrir os olhos, já não tinha a atenção nos papéis. Rotas de fuga, guerras e conflitos políticos eram pensamentos longínquos e de pouca ou nenhuma relevância naquele momento. O mundo se resumiu a ele, a sua mão a apertar seu seio, ao seu calor, aos seus lábios beijando sua nuca. Empinou o quadril, mordendo o lábio inferior ao senti-lo duro; como estava com saudades disso. Rakan a virou, encostando-a contra a mesa e tomando seus lábios. O beijo lento contrastava com a pressão que exercia sobre o corpo dela; os dedos apertaram o seio, a ereção pulsava contra sua virilha. As mãos de Xayah pousaram no peitoral do amante, os dedos deslizaram por sua pele. Sua língua deslizava pela dele, sentiu seu sabor. A mão que outrora estava em seu quadril, agora tinha total atenção em seu glúteo, apertando-o lascivamente. Não demorou muito para que Xayah fosse posta sobre a mesa, as pernas da Vastaya laçaram o quadril de Rakan. Ela se remexeu, inquieta entre um beijo e outro, queria senti-lo; ele às vezes a torturava.

Toda sua inquietude foi interrompida pelas mãos de Rakan, que seguraram em sua cintura de maneira possessa, fazendo com que ela não se movesse tanto: - O que foi? - lambeu os lábios dela - Está com pressa? - ele riu ao notar o olhar frustrado vindo dela

Rakan se deliciava com aquelas expressões. Era tentador ver Xayah tão entregue a si, e pensar que apenas ele veria aquele rosto corado por prazer ou ouviria aqueles gemidos de súplica, era delicioso.

Desceu até o pescoço dela, lambendo e beijando o local, uma das mãos desceu pela virilha de Xayah. Tentou-se afastar um pouco, mas Xayah não parecia disposta a deixá-lo ir.

- Porque não - a frase foi interrompida por um gemido baixo, os lábios de Rakan desceram até próximo aos seios ao passo que pode senti-lo pulsar, mesmo que ainda houvesse roupas a separá-los - Não vai logo com isso? - disse arrastado

- Você é apressada demais - ele riu, deixando alguns beijos em seu colo

Por fim, Xayah afastou ambas as pernas, permitindo que Rakan se afastasse um pouco. Ele a fitou, o sorriso convencido em seus lábios poderia ser uma afronta em outra ocasião. Mas não agora, só conseguia pensar no qual delicioso ele podia ser. Estava suado e podia ver a marca de sua ereção em sua roupa. Pensar em tê-lo dentro de si, depois de tantos dias sem, já parecia ser o suficiente para deixá-la molhada. Todavia o conhecia o suficiente para saber que ele queria mais. Rakan se abaixou, Xayah estava atenta a todo e qualquer movimento vindo dele; não desviou o olhar nem por um segundo.

A mão destra deslizou por debaixo de sua saia, a coxa esquerda foi tocada por seus lábios. Beijos e algumas mordidas leves foram deixadas em sua pele ao passo que sentia seus dedos tocarem por sobre o tecido úmido.

- Ora, você já foi mais forte - provocou, levantando sua saia o máximo que podia para deixar as pernas nuas - Molhada tão rapidamente - o dedo indicador escorregou para debaixo da calcinha, acariciando levemente sua intimidade.

- Você diz isso - prendeu as palavras ao sentir o dedo dele escorregar por seus lábios inferiores - Diz isso, mas - ofegou - Está tão duro - provocou

A calcinha foi puxada, o tecido acabou rasgando no processo, mas Xayah nunca se importou menos. Sua intimidade foi tomada nos lábios de seu amante, um toque breve que fez suas pernas formigarem por um breve momento. Rakan sorriu em triunfo, mesmo sentindo seu membro latejar, tinha toda sua atenção voltada à ela; vê-la tão molhada era delicioso. Sua língua percorreu sua entrada, subindo lentamente até o clítoris, onde chupou lentamente. Xayah jogou a cabeça pra trás, mordendo os lábios; queria gritar o máximo que conseguisse, porém não era o mais sensato. E mesmo que quisesse mandar ao inferno qualquer um que pudesse ouvi-la clamar o nome de Rakan, ainda tinha estabilidade mental o suficiente para conter sua voz.

Estavam em uma caverna, sua voz poderia ecoar pelas galerias e não desejava por isso. Por tanto mordia o lábio e cerrava os olhos todas as vezes que sentia vontade de suplicar por mais; e foram muitas. Sentiu seus dedos a lhe tocarem. O indicador a penetrou, deslizando para dentro de si, estava tão lubrificada que poderia recebê-lo de uma só vez, bem fundo, como desejava. Outro dedo foi introduzido e ele passou a movê-los ao passo que sua língua massageava seu clítoris. Uma das mãos da Vastaya arranhava a mesa, pouco se importando se magoaria algum documento nesse processo, a outra estava sobre a cabeça de Rakan, os dedos mantinha cativos algumas mechas de cabelo enquanto o puxava para si. Quando sentiu sua língua descer e penetrá-la, acabou deixando um gemido longo escapar por seus lábios, enquanto moveu o quadril, implorando por mais.

Não demorou muito ao sentir seu interior formigar, os dedos dele se moviam em si, entrando e saindo rapidamente, ao passo que tinha sua intimidade refém de seus lábios. Para que não gritasse, levou uma das mãos aos lábios, mordendo-a enquanto a outra cravava as unhas na superfície da mesa. O calor em si era insuportável ao mesmo tempo que delicioso, uma arrepio correu por suas pernas até a ponta dos pés e toda a força que tinha foi canalizada na mordida em sua mão. Deixou com que se derramasse nos lábios dele, perdendo as forças e sendo consumida por aquele calor. Era delicioso.

Deitou-se sobre a mesa, sentindo as pernas trêmulas, o peito subia e descia em uma respiração sem ritmo. Sua entrada pulsava em chamas e ela ainda o desejava.

- Está mais relaxada? - Rakan provocou, acariciando sua coxa.

- Não o suficiente

Naquele instante a realidade parecia um pesadelo esquecido. Contudo bastou ouvir alguns gritos que o choque do mundo exterior viera com o amargo gosto dos problemas que estava lutando para esquecer. Seu sorriso se desfez rapidamente e mesmo sentindo-se afoita pelas minutos anteriores, agora tinha uma preocupação gradativa em seu peito.

- Espera - Rakan depositou um beijo em sua testa - Eu vou ver o que é, apenas tente se recompor

- Você também - voltou a se sentar - Não está em condições

- Fica tranquila - ele caminhou até a porta - Eu ja volto

Os segundos seguintes pareceram anos eternos. Xayah pôs-se de pé, arrumando sua roupa e cabelo. Rezava para que fosse algo corriqueiro que pudesse ser resolvido rapidamente, mesmo que todo o clima de antes estivesse extinto no momento. Quando Rakan voltou, teve o pesar de saber que não era algo corriqueiro.

- A ordem da Lótus está aqui - ele estava sério - Temos que sair o quanto antes

Xayah puxou um dos mapas da mesa, o que anteriormente analisava. Entregou o papel a Rakan, que fitou o mapa confuso. Ele ainda tinha a respiração irregular e um filete de suor corria por seu rosto. Xayah acariciou seu rosto, secando aquela gota teimosa:

- Você vai levá-los por esse caminho - antes que ele reclamasse, ela prosseguiu com a instrução - Só você pode fazer isso. Assim como só eu posso pará-los

Rakan tinha uma expressão séria, seu semblante pouco lembrava o olhar que tinha ao lhe tirar suspiros a minutos atras: - Apenas uma pessoa da ordem está a caminho

    - Melhor ainda - deu um breve sorriso - menos trabalho pra mim

    - Segundo os relatos - ele segurou sua mão, quase em uma súplica - Tudo indica que é Irelia

    - Eu não ligo - blefou, dando de ombros

    - Xayah, eu não vou te deixar

    - Não estou te pedindo pra fazer isso - se aproximou, depositando um selinho nos lábios dele - Estou pedindo para guiar nosso povo para um lugar seguro - deu uma breve pausa - Feito isso, você volta pra me buscar

    - Você conhece as histórias - ele hesitava, era visível o temor que tinha

    - Eu sei - sorriu confiante - Ora vamos, não me subestime

    E depois de muito insistir, ele seguiu. Ela tinha tantos temores quanto ele. Tinha tanta hesitação quanto ele. Mas se fazia necessário. Quando parou no corredor principal da galeria de cavernas, esperando por Irelia, sentia que esperava a morte. Ao passo que tinha esse presságio sussurrando em seu ouvido, também tinha a convicção de que não podia cair. Ela era a única coisa entre seu povo e as lâminas da Lótus. Ergueu a cabeça, afastando os temores de sua mente e inflamando seu peito de confiança. Se ela morresse ali, não seria útil a sua causa. Seria tudo ou nada.

    Quando seus olhos fitaram a figura da qual ouviu diversos mitos, não conteve um sorriso debochado. Arremessou algumas plumadagas na direção dela, não com a tinha como alvo, apenas as cravou no chão, formando uma breve linha a sua frente.

    - Lamento, mas - se pronunciou, recebendo um olhar duro vindo dela - Você não vai passar daqui

 



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