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História Porque Verde É A Cor Mais Bela. - Capítulo 37


Escrita por:


Notas do Autor


Como prometido, ca estou.
Eu achei a primeira parte melhor que essa mas não vou reclamar da minhas inseguranças aqui, não hoje. Considerem como um presente ksksksk
(Claro que quem ta no SHDP vai ted que me aguentar mandando audio chorando e reclamando como sempre, amo vocês)
Sem mais enrrolaçoes, vamos logo ao que interessa pq eu to ansiosa para que vocês leiam ksksksksmsmsmsm
Espero que gostem ❤

Capítulo 37 - Um dia feliz anula uma lembrança triste (parte 2)


NÃO DEIXEM DE LER AS NOTAS FINAIS!!!! 


- Paiêêê? – ouvi o mini Midoriya gritar do lado de fora e logo batidas se fizeram presentes na minha porta. – Com licença, to entrando. Eu detesto quando ele enrola pra sair, toda vez é a mesma coisa!

- Calma lá, garotão. – eu buscava pelas chaves do carro pela cozinha. – A onde diabos essa coisa maldita foi parar? – indaguei para mim mesmo, levantando a fruteira e me deparando com nada além do tampo de vidro do móvel.

Tsc. Inferno, tudo nessa casa some!

Ainda mais quando se precisa e está atrasado para a cerimônia de colação de grau do colégio, falando nisso...

- Cadê a tua beca, pirralho?

- Esse ano vamos vesti-las nos bastidores do teatro. O acidente do ano passado, lembra?

Ah, o dia em que duas pragas enroscaram a barra em algo que eu não lembro agora e tiveram o tecido rasgado. Era bem melhor mesmo faze-los vestir aquela coisa horrenda e super quente no colégio.

- Por que tudo que eu procuro nesse apartamento não aparece? – um tique nervoso já se fazia presente abaixo do meu olho esquerdo.

- Você ta se referindo a isso aqui? – o esverdeado girou o chaveiro no anelar, fazendo os metais tintilarem num som específico. Sorri de canto para Yuuki, que logo jogou as chaves para mim e então dei uma ultima organizada nos meus fios insuportavelmente rebeldes, que nunca ficavam ajeitados do jeito que eu queria, então rumamos para fora do apartamento. – Tava em baixo do sofá, como as enfiou lá?

Ah, foi só quando eu comi teu pai na noite passada e ela caiu junto com as roupas. Nada de mais.

Ok, isso não seria legal de se dizer pra uma criança, vamos controlar a língua Katsuki. O Yuu é um anjinho – com chifre e rabo, mas que não merece ouvir uma profanação dessas.

- Eu não faço ideia. – tranquei a porta e me virei para o pequeno. – Cadê teu pai?

Ele inclinou a cabeça em direção a própria porta então logo adentrei o ap dos dois, seguindo para o quarto do Deku e me deparando com o meu namorado gato, sem camisa, fitando a cama.

Haviam duas camisas sobre o colchão e uma expressão duvidosa no rosto sardento de Izuku.

- Eu não consigo me decidir.

Soltei um riso anasalado, não acreditando naquilo.

- E se demorar mais um pouco vamos perder a entrega dos diplomas. – cruzei os braços, me encostando no roupeiro.

Deku fez um bico manhoso e pegou uma das camisas, logo a vestindo.

- To nervoso. – ele comentou, jogando alguns cachos para o lado esquerdo em frente ao espelho.

- Deku, você sabe que quem vai se formar é a sua miniatura e não você né?

- Eu sei Kacchan, por isso mesmo. Meu neném está virando um homenzinho.

- Ei, eu só tenho dez anos! Sempre vou ser seu neném, pai. – o pequeno estava na porta do quarto, com um sorriso maroto.

- Quero vez dizer isso daqui cinco anos. A puberdade muda as pessoas, tampinha. – disse seguindo os dois para a sala.

- E eu espero que ele não seja um delinquente igual um certo loiro dos olhos vermelhos quando achar que penugem é barba. – Deku me provocou e eu lhe lancei um olhar indignado.

- Você se amarrava na minha barba, me dizia que era incrível! – retruquei, verificando se sua porta estava mesmo trancada.

- O que a gente não fala pra agradar quem ama, não é mesmo? – o tampinha comentou, me fazendo arquear as sobrancelhas, e o que esse pingo de gente sabe sobre isso? Já fora do elevador vi ele sair em disparada até o estacionamento enquanto Deku dizia para ele não correr, pois era perigoso.

- Eu cheguei primeiro, vou no banco da frente!

Izuku estreitou os olhos para o pequeno e então me fitou como se a decisão final fosse minha.

- Hã? Você que lute, arbusto. Se decidam logo porque eu já estou partindo. – rodeei o veículo já entrando no lado do motorista.

E por fim, o aspargo pai acabou indo no banco de trás.

Eu sempre odiei ambientes lotados mas a comoção devido à uma data importante na vida de todos aqueles pestinhas que estavam dando um novo passo em suas vidas, que ainda estava apenas no começo, de uma certa forma, sempre mexia comigo.

O clima de despedida, a alegria nos olhinhos deles, os sorrisos orgulhos dos pais emocionados, tudo contribuía com o aumento do calor gostoso que dava no peito.

Sentado junto do corpo docente em minha cadeira em cima do palco, lancei uma piscadela para Izuku que estava na plateia. Ele imediatamente ficou rubro e talvez temesse que os outros professores ou pais percebessem – querendo ou não, mesmo que não tivessem nada a ver com o que faziamos de nossas vidas, algumas de nossas ações em público ainda podiam repercutir de modo desastroso na vida de Yuuki então era sempre bom tomar cuidado.

Não que nos privássemos do afeto em frente aos outros, apenas concordamos que ainda é muito cedo para expor nosso anjinho verde a certos tipos de indivíduos babacas e comentários maldosos sobre o pai estar copulando com o professor.

E não, isso não tinha nada a ver com o fato de eu ter acidentalmente socado a cara de um ser - diga-se de passagem, boçal e inferior – quando ele acusou à mim de dar boas notas ao tampinha só pelo fato de estar dormindo com o pai dele na reunião de pais onde o filho dele ficou em segundo lugar no ranking de melhores alunos do primário da U.A.

Insultar a mim é uma coisa, agora duvidar da capacidade daquele guri e ainda ter a coragem de dizer isso na minha cara? O maldito merecia muito mais que um soco e foda-se a minha carreira acadêmica. Por sorte, Nezu é um excelente diretor e patrão, nunca duvidou da minha integridade e conhece bem até onde a inteligência de um Midoriya pode o levar, assim mesmo como ele diz “tal pai, tal filho”.

Torci o nariz em desgosto ao esbarrar os olhos com o desgraçado que fez aquela difamação na quarta fileira no auditório. Tsc, filho da puta arrombado de merda.

Tornei a olhar Izuku e pude sorrir tranquilo, mesmo ele me olhando apreensivo por talvez ter notado minha cara azeda. Ia lhe mandar um beijo mas o som do microfone sendo acionado me chamou a atenção então vi o diretor que, com a ajuda de um palanque, ficou na altura certa pra poder falar.

Nezu fez todo aquele discurso repetitivo de fim de ano e início de cerimônia, Eiji segurava para conter as lágrimas e eu suava frio, ansioso para ver aquelas mini pragas pegarem seus diplomas.

Era esquisito pensar que eu não os veria mais correndo pelos corredores do bloco norte – onde ficava o primário, e que tinham crescido tão rápido. E ai estava, mais um dos deleites de ser professor: contribuir na formação deles. Vê-los evoluir, direcionar para o caminho certo e dar o máximo de apoio e conhecimento no curto tempo que passamos por suas vidas, que ainda está só no começo e ter em mente que isso vai ter grande efeito, seja agora ou depois. Esse era mais um daqueles momentos em que eu me pegava sorrindo bobo pensando em todos os meus alunos, por mais traquinas que fossem, e meus amigos me olhando com estranheza pois não era sempre que eu demonstrava sentimentos líquidos – as famosas lágrimas de felicidade.

Cada um ali era especial pra mim e como eu tinha feito parte de uma fase de suas vidas, ficava grato por eles terem feito parte da minha. Era maravilhoso, mesmo que doesse a dor da saudade, vê-los crescendo e seguindo em frente, rumo a um futuro cheio de sonhos para realizar e muitas oportunidades.

Então, um por um, foi chamado até Nezu para receber seu canudo com o diploma dentro, e eu quase perdi a compostura, mesmo já tendo desabado em lágrimas, quando Yuu tropeçou na barra da enorme beca que se arrastava pelo chão. Que judiação, meu Deus, até mesmo num momento desses ele era idêntico a Izuku. Tive de segurar o riso, pois sabia que o esverdeado mais velho me olhava atento do auditório mas quando encontrei seus olhos verdes vi que ele também ria entre as lágrimas de emoção, ao lado de Hitoshi - esse que estava com aquele sorriso bizarro e orgulhoso. Chega a dar calafrios, credo Zumbi, vai cortar esse cabelo.

Yuuki agradeceu envergonhado, e como era o último e também representante de turma fez o lindo discurso de despedida. Agradeceu aos professores, aos pais e desejou sorte aos colegas. Parecia até mesmo gente grande atrás daquele microfone enorme e em cima do palanque de Nezu. Ele deu um abraço em todos ali no pqlco, e quando chegou a minha vez agradeceu novamente só que baixinho, não só por ter sido um de seus professores mais por cuidar bem dele e do seu "pai cabeça de vento".

Por não ter desistido do Deku.

Antes de irmos embora, confirmei com Mina o almoço no dia seguinte no Hanta e me despedi direito de cada um dos pestinhas, em um tradicional abraço em grupo. Lhes dei os últimos conselhos que eu tinha e ordenei que se alimentassem bem pois, se você não come não tem força pra fazer pegadinhas com os professores do fundamental.

Chorei mais ainda quando riram do meu rosto enrugado devido ao choro, porque não sabia quando ouviria aquelas risadas novamente, seria daqui cinco anos? Em sua formatura do colegial? Em seus serviços? Porra, calma idiota eles vão continuar na mesma instituição que você trabalha!

Mas era inevitável. Eu odiava despedidas justamente por não saber lidar com elas.

Enquanto o mini brócolis tagarelava no banco de trás, eu dirigia de volta para o nosso prédio. Eles queriam pedir pizza mas eu não tinha certeza se aguentaria muito tempo acordado, querendo ou não a idade chega e mesmo que eu ainda fosse um quase-trinta gostoso precisava descansar. Mas não seria nenhum sacrifício comer com os meus Midoriyas preferidos.

- Ei pinscher. – o pequeno me chamou e eu o olhei pelo retrovisor. Ignorei o apelido, invenção de Shindo e que agora era costume dele, Deku abriu um pequeno sorriso divertido.

- Fala meio metro.

Dobrei a esquina, faltavam seis quarteirões.

- Qual a sua sobremesa preferida?

- Sorvete de pistache.

Vi pelo canto do olho Deku abrir um joguinho no celular. O gnomo ambulante botou a cabeça entre nossos bancos assustando o pai e se virou pra mim.

- E o que mais gosta de fazer?

- Deitar na grama.

- E o melhor suco?

- Limão.

- Refrigerante?

- Soda. – parei em um sinaleiro.

- Um vegetal?

- Brócolis!? – indaguei incerto. – É, brócolis.

- Mineral mais bonito?

- Esmeralda.

Vi ele estreitar os olhos como se me analisasse e aquilo era um sinal de que estava pondo seu cérebro para funcionar. O que esse projeto de mordedor de tornozelo estava querendo...?

- Um animal?

- Isso é um interrogatório? – o som do celular de Izuku indicou que ele tinha perdido outra vez no tal joguinho. – Sapo.

- Então sua cor preferida é-

- Óbvio – interrompi sua frase entusiasmada e parei o carro em minha vaga. – Vermelho.

Deku não aguentou e acabou rindo da cara de taxo do menor e eu o acompanhei enquanto um bico enorme se formava no rosto sardento de Yuuki.

- Mas...!?

- Você achou que era o quê, uh? – limpei uma lágrima de riso, o pequeno cruzou os braços.

- Tipo assim, a cor dos olhos do papai? – ele indagou irônico. – Ou do nosso cabelo, sua gravata preferida e de tudo isso que falou ai.

- Achou errado, tampinha. – tirei o cinto ainda querendo rir da expressão que ele fazia. Se Deku não estivesse perto com certeza aquele pirralho estaria me mostrando o dedo do meio, audacioso do jeito que é eu não duvido nada. Será que eu era uma má influência? Disso eu não sabia mas amava o irritar.

Esperei Izuku descer e ir falar com o síndico, sobre a reunião de moradores que teria na semana seguinte então me virei para trás e chamei a atenção do pequeno.

- Vermelho é até legal, mas talvez eu prefira verde. Só talvez.

Seus olhinhos brilharam, assim como eu previ que brilhariam.

- Sabe por quê?

- Porque verde é a cor mais bela? – ele indagou ansioso.

Parando pra pensar realmente era. Porque em todo canto que eu vesse verde eu iria lembrar dos olhos que me tiravam o chão, daqueles cabelos rebeldes dos dois, da risada gostosa de Izuku e agora também do riso infantil e estridente do seu filhote. Porque era uma cor que me trazia calor ao peito e calma nos momentos de nervosismo, saudade nos dias exaustivos de trabalho e certeza de que quando chegasse eles estariam ali, na porta do lado – que também era verde – pra me alegrar. Porque eu os amava e amava tudo que me fizesse lembrar deles, e aquela tonalidade linda não era uma exceção. Se eu pudesse botar em palavras não diria que verde era a cor mais bela e sim mais magnífica e única do universo todo, o que me fazia sorrir de alegria, então estendi a mão para trás bagunçando seus cabelos macios, feliz por Deku ter feito aquele garoto e mais feliz ainda por ele ter voltado não só pra cidade como pra mim.

Verde era esperança, prenúncio de que tudo ficaria melhor, essa caralhada toda que mesmo fazendo sentido ainda era estranha pra mim.

- De jeito nenhum que eu admito uma porra dessas, vamos logo que eu to com fome e to louco pra pedir uma pizza de escarola. – desci do carro sabendo que ele me seguiria.

- Ugh, você tem um gosto tão duvidoso pras coisas. – ele disse me fazendo rir, já correndo na minha frente. O síndico não estava mais com Deku, esse que nos esperava em frente ao elevador.

Yuuki, começou a andar de costas e virou a cabeça para ver o pai. Pensei ter visto Izuku fazer um sinal para o filho mas logo prendi a atenção no mini brócolis que me fitava outra vez com um sorriso sacana no rosto.

- Desembucha.

- Sabe, você podia vir morar com a gente né.

Parei de andar naquele instante, enquanto ele continuava:

- O Yo bunda mole casou, o tio Shin já não mora aqui faz tempo. Que tal juntar forças? – Yuu jogou o punho para o alto imitando uma pose de super herói.

Sorri em negação, passando por ele. Ignorando meu coração acelerado só de imaginar que aquilo podia não ser uma brincadeira mas ciente que não passada de um blefe do menor. 

- Isso é hora pra piadas, tampinha?

- Viu pai, eu falei que ele não ia acreditar. Você quem deveria ter chamado. – encarei o esverdeado mais velho, confuso ao ouvir aquilo. Mas que porra...?

Deku sorria, daquele jeito de antigamente como se quisesse me contar algo mas diferente de antes agora era com alegria.

Alegria e uma pitada de expectativa.

- Calma meu anjo, seu pai tem tudo sobre controle. – Izuku o tranquilizou.

- Então pega aquela coisa. – Yuuki sussurrou parecendo impaciente, me fazendo virar para ele e no mesmo momento o pequeno disfarçou como se não tivesse dito nada. O encarei desconfiado, com olhos estreitos vendo ele conter o riso. Com uma mão, Yuu tampou a própria boca para não rir e com a outra apontou para Deku.

Me virei outra vez pronto para os xingar por estarem me fazendo de idiota naquela merda de portaria, ainda mais num frio do caralho mas paralisei ao ver o que o esverdeado maior tinha na mão esquerda.

Alternei a visão varias vezes entre a caixinha de veludo verde e seu rosto, franzindo o cenho para aquele sorriso singelo e mesmo que eu quisesse nada saía da minha boca. Olhei para o lado, um pouco a baixo tinha um Yuuki me fitando ansioso, era nítido o nervosismo dos dois e eu só consegui voltar a mim quando senti sua mão pequena pegar a minha.

- Que diabos...? – sussurrei para mim mesmo, incrédulo. Não era real, era?

- Aceita vai, ele tá esperando. – a mini moita disse disfarçadamente para mim, e foi ai que eu fitei Deku. O cara estava se tremendo todo. - Pai. Fala. Alguma. Coisa. Antes. Que. Ele. Corra.

Não aguentei e acabei rindo, os deixando confusos. Eles eram de mais, tão fodas que pareciam de mentira. Como não amar essas duas criaturas? Impossível!

- Vocês estão de brincadeira com a minha cara. – puxei a criança pro meu colo e me aproximei daquele homem que mais parecia uma britadeira ambulante, se eu me esforçasse bem poderia até mesmo ouvir seu coração acelerado. Izuku até mesmo suava frio.

- Bom... chegou a nossa vez, certo? – ele indagou fitando os próprios pés antes de me encarar nos olhos.

Ah, aquele tom de verde.

Puxei Deku para um abraço, apertando os dois ao mesmo tempo. Seria possível explodir de alegria? Seria possível um homem ser tão feliz? Eu não sabia mas queria descobrir. E descobriria logo pois sentia que logo o infarto chegaria. Izuku me apertava de volta com tanta força e só ali, deixou de existir qualquer resquício de duvidas ou inseguranças que eu tinha. Porra, era o homem da minha vida me oferecendo um anel de noivado, não importa o quão brega e gay soasse eu estava me sentindo foda pra caralho!

- Ei, vocês estão me sufocando. – ouvi o pequeno reclamar entre nós dois mas não dei importância, apenas os abracei mais ainda, com um sorriso enorme rasgando meus lábios e deixando algumas lágrimas imbecis rolarem a vontade.

Depois de muito tempo, meu coração estava em paz. Tirando o fato de parecer um carro de corrida que não pararia nunca e ao mesmo tempo fizesse menção de parar a qualquer momento. Afrouxei o abraço e fitei aqueles dois rostos cheios de pintinhas. Se eu tivesse que descrever diria que segurava todo o meu mundo nos braços.

Eu amava aquele Deku idiota de mais.

Amava aquele toquinho de amarrar jegue de mais.

Então respirei fundo, tentando me acalmar e organizar as palavras e pensamentos, estava tudo misturado, eu queria transbordar.

- Vocês querer me fazer desidratar, não é possível, filhos da puta. - olhei Izuku com ternura, deixando escapar mais um sorriso desacreditado - Chegou a nossa vez.

- Isso! – Yuu comemorou, descendo do meu colo e dando pulos de alegria enquanto Deku dava o sorriso mais doce e lindo que eu já tinha visto. Juntei minhas mãos nas laterais de seu rosto dando um beijo carinhoso de comemoração naquele idiota, sabendo que seria impossível demonstrar e provar toda a minha felicidade só com aquilo, ouvindo Yuuki berrar para o síndico, que estava no balcão de recepção à alguns metros para se preparar pois em breve teria o casamento do século.

Se um dia eu tive o pior da minha vida, ele seria facilmente anulado com aquele. Que era, até hoje incontestavelmente o melhor de todos que já vivi.



Fim.


Notas Finais


Clichê pra caralho, a de adoro, to chorando, to surtando, to alucicrazy estilo nazaré tedesco reaaal
MAS PERA LÁ QUE NÃO É O FIM GENTE.
"Amas vc botou ali que era o fim"
Sim eu botei pq eu sou dramática kkkkkkkkkk
Ainda vai ter um Epílogo (cap curtinho, especial de despedida onde vou revelar umas últimas coisinhas)
E também um de agradecimento, à todos vocês que me acompanharam até aqui.
Eu sou infinitamente grata a todos e creio que aqui nas notas seja impossível descrever ou demonstar.
É isso, espero que tenham gostado e até o Epílogo, que sai até semana que vem SE DEUS QUISERRR
Beijão, tomem agua, usem máscara, se cuidemmm ❤❤


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