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História Portugal - Capítulo 14


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Notas do Autor


UM ANO!!! UM FUCKING ANO PARA ESCREVER UM CAPITULO!!!

Eu quero que saibam que eu nunca esqueci esta história, aconteceu um enorme problema no meio do ano passado que fez com eu perdesse muita coisa, incluida a história já CONCLUIDA de Portugal. Eu fiquei muito desmotivada, e tambem a vida na universidade não ajuda

Mas finalmente consegui e espero que gostem, e como já faz literamente um ano, sugiro que relêem para ficarem por dentro se esqueceram de alguma coisa

Boa Leitura!

Capítulo 14 - Começo de um Grande Desafio


            No norte da Europa, Inglaterra estava a contorcesse todo ao mesmo tempo que se lembrava no ocorrido anterior

            - (Ela… ela pôs-se à frente dele… ela protege-o… ela ama-o… não eu. Estou destinado a ficar sozinho, ninguém me quer perto)

            Encostou-se e sentou-se à parede para respirar, estava com raiva. Ficou quieto por um tempo até prestar atenção ao ouvir passos a aproximarem-se. Olhava para chão enquanto a pessoa aproximava-se até os seus pés aparecerem mesmo à sua frente. Não precisava olhar a cara para saber quem era

            - Vieste suicidar-te, Ladyboy?

            - Mesmo possuído ainda te lembras de chamar-me assim…

            - Possuído your ass, estou ótimo, sinto-me mais forte, coisa que eu nunca fui. Achei que Portugal ficaria ao meu lado, mas ela prefere aquele idiota

            Ao dizer aquilo, Inglaterra levantou a cabeça, França estava estranhamente calmo para alguém que estava perante um infetado pelo Nigrum Plagam

            - Não estás com medo de eu atacar-te?

            França não respondeu, apenas ficava a olhar para ele com a maior tranquilidade, e isso estava a irritar Inglaterra

            - Eu vou destruir cada um de vocês, eu serei a nação mais poderosa, vou ser um Império maior que foi o meu pai...

            - E queres acabar como ele?

            Inglaterra estava mesmo a querer magoar profundamente França, e estava prestes a desistir quando lembrou-se do maior carinho atualmente dele

            - Provoca-me e vê o que acontece com a tua guerreirazinha

            Pela expressão que França mostrou, Inglaterra acertou em cheio. Jeanne d’Arc era como uma filha para a Nação Francesa. Ao perceber isso, Inglaterra empurra França com o pé, fazendo-o cair e metendo-se em cima dele. Tirou um punhal e colocou a ponta no pescoço

            - Ainda não disseste porque vieste até aqui. És tão apaixonado por mim que não consegues estar afastado por muito tempo? Como será que ficas contaminado?

            Inglaterra tira a ponta do punhal e agarra com a mão no pescoço. Agora que estava a tocar na pele, França estava a começar a ser contaminado pelo Nigrum Plagam

            - E se tiveres algum envolvimento na morte da Jeanne? Quero ver muito a tua cara quando perceberes o que fizeste

            Inglaterra riu enquanto França estava a ser completamente contaminado. Neste momento não havia salvação para a Nação Francesa, ele estava nas mãos da Nação Inglesa

 

~…~…

 

Voltando para o Sul da Europa. Depois de as duas descansarem as suas mentes, Portugal não queria deixar Itália sozinha, mas tinha que voltar para a sua nação, pois uma grande mudança estava a começar

            - Podes ir, Porti, eu fico bem

            - Ita, eu conheço-te, dizes isso só para eu ir descansada

            - Do que adianta eu ficar triste muito tempo? Ele já não vai voltar

            Por mais que aquilo que Itália disse fosse triste, era a mais pura verdade. Portugal abraçou Italia antes de ir embora

            - Não te excites em chamar-me sempre que precisares. Tenta dormir mais um pouco

            - Grazie, Porti

            Ao sair do quarto de Italia, Portugal dá de cara com Espanha

            - Hola, Luso…

            É raro Espanha não demostrar alegria nos olhos

            - A Italia vai tentar dormir mais um pouco, é melhor deixa-la um pouco

            - É verdade que eu vim vê-la, mas eu vim mais por ti, vim buscar-te porque tenho algo importante a contar… Vene

            Espanha pegou na mão de Portugal e foram embora para a Nação Espanhola. Ele contara tudo a Portugal o que Prussia lhe tinha contado 

- Como queres que eu esconda isso da Itália?! Ela está a sofrer por nada!

            - Tenta compreender, Luso. Também é difícil para mim, mas vamos respeitar as decisões deles

            Portugal respirou fundo e sentou-se no sofá

            - É horrível. Assim que o Alemanha acordar, Prussia vai ter o tempo a contar até desaparecer para sempre. Não foi nada fácil nem para ti e nem para o França terem de ouvir isso vindo dele próprio

            Espanha sentou-se ao lado de Portugal e baixou a cabeça

            - Prussia e França são os meus verdadeiros irmãos. Apesar de França também ser filho do Império Romano, vai muito mais além de genética. E com o Prussia é igual, não temos nenhuma genética que ligue-nos, mas como eu disse, não tem nada a ver com genética o que nos une. Sempre fomos um trio. Se ele for embora…

            Portugal pegou nas mãos dele

            - A nossa mãe chegou a falar-te da sua visão que ela tinha da morte?

            - “Morte é o que acontece quando aquele que partiu for esquecido. Ninguém morre de verdade, as memórias permanecerão”

            - Isso mesmo. Mas agora… eu quero o meu Espanha irritamente alegre de volta

           

Antes de haver uma quebra tempo, vou resumir o que aconteceu depois de França ser contaminado. Em factos históricos, durante um ataque ao campo de Margny, controlado pelos Borguinhões, franceses aliados dos ingleses, Jeanne d’Arc acabou capturada, e esses Borguinhões estavam a ser liderados pelo França sob controlo do Inglaterra. Quando Jeanne começou a ser queimada viva em Ruão, foi ai que França saiu do controlo do Inglaterra, por causa da coisa mais poderosa e inexplicável que existe que Itália falou para Portugal no final do capítulo passado, acho que está óbvio: é o Amor! O amor fraternal que França tinha por Jeanne acabou por tirar o Nigrum Plagam dentro dele. E era exatamente o que França foi tentar fazer com Inglaterra anteriormente. Pode não ser muito explícito, mas França gosta do Inglaterra, desde que eles eram nações-crianças. França sabe que só o Amor pode curar o Nigrum Plagam

Alguns anos se passaram depois destes acontecimentos, estamos mais especificamente em 1557, ano que nasceu umas das pessoas mais importantes da Vida de Portugal.

Portugal bateu à porta do quarto da Rainha, pois ela a mandara chamar. Assim que a porta foi aberta por uma empregada, a mesma saiu do quarto, deixando Portugal a sós com a Rainha Joana de Áustria, bem, não tão sós, a rainha tinha acabado de dar à luz e estava com o seu filho nos braços

- Alteza, não devia estar a descansar?

- Infelizmente não vou puder fazer isso. Tenho algum muito importante a pedir-lhe, Isabel

Portugal sentou-se num banco ao lado da cama para estar mais perto da rainha

- Conte

- Estou de partida amanha de manha de volta para casa

- Mas acabou de dar à luz! E o seu filho?

A Rainha começou a deitar lagrimas pelo rosto

- É muito provavelmente que eu não o ver nunca mais, eu quero que ele fique o mais seguro possível, então peço que sejas mãe dele

A mente de Portugal parou. Ela nunca teve esse nível de afeto com nenhum futuro governante da sua nação. Ser mãe? Ela não tinha experiencia nenhuma com isso, ainda mais ser mãe de um humano. A relação e experiência fraternais das nações são muito diferentes dos humanos. Mas Portugal não podia recusar, era uma mãe a pedir proteção do seu filho que nunca mais iria ver.

Portugal aceitou

No dia seguinte, a Rainha partiu, mas sem haver uma despedida chorosa na parte dela. Portugal estava à janela com o bebe nos braços a ver a carruagem partir

            - Bem, agora somos só tu e eu…

            Então alguem bate à porta

            -…ou não. Entre

            Era uma empregada que iria amamentar o bebe. Enquanto a empregada alimentava o futuro, Portugal não parava de andar de um lado para o outro

            - Está nervosa por ser mãe, Isabel?

            - É, não consigo esconder. Nunca tive filhos e vou ser logo a encarregada de educar o futuro rei

            - Entendo, eu sempre a conheci por ser uma forte guerreira, ótima em lutas, ter uma personalidade forte… mas cuidar de uma criança é preciso ter muita responsabilidade. E sabe? Não precisas de fazer isto sozinha

            - O que queres dizer?

            - Bom, é verdade que as crianças têm um laço maior na parte maternal, mas também é bom ter um lado paternal

            Portugal pensou no que a empregada disse. Será que o Espanha aceitaria? Acho que ficava bem, ele é filho de D. João Manuel, um português, e de Joana de Áustria, uma espanhola. Sebastião tinha sangue dos dois lados. Portugal corou com a possibilidade de Espanha tornar-se a figura paternal daquela criança. Eles os dois a cuidarem do futuro rei

            Mais tarde, quando o bebé já estava a dormir de barriga cheia, Portugal estava tranquila a analisar um livro ouve bater à porta. Levanta-se e foi abrir. Abriu, e como esperava, era o Espanha com uma cara de curiosidade, já que ele recebeu mensagem dela a dizer que tinha algo importante a contar-lhe

            Espanha percebeu que Portugal estava com as bochechas rosadas e com cara bem fofa, como se o que ela ia dizer estava a custar-lhe falar

            - Luso, a tua cara já explica, inventaste que tinhas algo a contar-me, mas a verdade é que estás com desejo de me ter

            A cara de Portugal mudou de um momento para o outro de cara inofensiva para uma cara de raiva. Ela deu-lhe uma joelhada mesmo naquela zona fraca dos homens, fazendo cair por completo no chão

            - Com tanta dor que me dás nesta zona eu já estava estéril há muito tempo

            Então ele olha para o lado e vê um berço. Espanha levanta-se com dificuldade e foi ver. Ele viu o bebe a dormir e depois olhou depois para Portugal

            - Quem é?

            - Filho de D. João Manuel e da Joana de Áustria

            - Joana de Áustria? Mas ela voltou hoje para Madrid e deixou o filho recém-nascido cá? Quem vai cuidar dele?

             Portugal estava de braços cruzados e com cara de que queria falar algo muito importante, mas que estava com vergonha

            - A rainha deu-me essa responsabilidade, e eu aceitei, sou eu a mãe dele, mas…

            - Mas?

            As bochechas dela começaram a ficar mais vermelha

            - Não posso fazer sozinha, ele é humano precisa de cuidados diferentes que nós Naçoes… Como ele tem sangue genética espanhola, achei que talvez eu e tu pudéssemos ser os pais dele

Espanha aproximou-se dela e num impulso alegre ele abraçou-a com força, quase a esmaga-la

- Eres tan linda cuando tienes vergüenza, Luso!

- Espanha!! Larga-me!!

- Es muy bonita. Nunca te dejare ir

Ela deixou de fazer força depois de ouvir aquilo, e ficou muito vermelha, e escondeu o rosto contra o corpo dele. Mas depois começou a ouvir o bebe a mexer-se, deixou o abraço e foi pega-lo

- Já estás acordado, meu príncipe?

Espanha aproximou-se dos dois para agora ver melhor a criança

- Diz-me uma coisa, a rainha chegou a dar-lhe o nome ou ela deixou isso também para ti?

- Ao princípio ela disse que poderia ser eu a dar-lhe o nome, mas eu insisti para que fosse ela, que tinha esse direito como mãe

- E qual é o nome dele?

- Sebastião


Notas Finais


Fatos Históricos Verdadeiros
Joana de Austria voltou a Espanha em Maio e D. Sebastião nasceu em Janeiro, ou seja, ela não o deixou assim que deu à luz. E quem ficou a tomar conta do futuro rei foi Catarina de Austria, a sogra dela. Mas como eu quero que Portugal e Sebastião tenham uma conecção mais forte, eu decidi mudar um pequeno promenor de a Rainha ter deixado o filho assim que nasceu e ter trocado o papel que Catarina teria para a nossa protagonista

Gostaram?
O proximo vem para o ano que vem, ok?
kkkkkk
Brincadeira
Vou tentar traze-lo ainda este ano que mal começou..............





................E já está a haver Guerra


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