História Poseidon (Park Jimin) - Capítulo 6


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Categorias Mitologia Grega
Tags Deuses Gregos, Jimin, Poseidon
Visualizações 39
Palavras 1.348
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Ficção, Mistério, Misticismo, Shoujo (Romântico), Sobrenatural, Violência
Avisos: Estupro, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir culturas, crenças, tradições ou costumes.

Notas do Autor


Boa leitura :3

Capítulo 6 - Six


Fanfic / Fanfiction Poseidon (Park Jimin) - Capítulo 6 - Six

Já se fazem alguns dias que cheguei ao palácio principal do deus dos mares, desde então todas as que foram convocadas estão vivendo na ala norte do palácio. A ala das concubinas. Venho tentando fugir de uma forma a que pareça discreta, e por mais que acredite que não notarão minha falta ainda resta uma só falha. Ele. Estou  sendo forçada a ficar, e nem declarar minha propria vontade se permite fazer. E tentar uma audiência com um deus não é o que quero.

-Uma carta?-Recebo a carta em meus aposentos. Merlin.-Finalmente me respondeu-Abro a carta de forma apressada-"Querida irmã menor, sinto informa-la que não poderei fazer todas as suas vontades. Se esforce o máximo para conseguir ao menos ser uma concubina desejável, sinto sua falta."-Só pode ser...Inferno!-Não quero ser nada disso.-Amasso a carta e a jogo longe. 

Meus dias não são nada tranquilos. Olhares de ódio, desprezo e deboche. Tudo isso eu recebo. Não fazia questão de acertar a linha de trico, ou a dança certa, mas suas risadas me enfureciam e acabou que sem perceber comecei a me esforçar. As refeições são feitas com todas junta no mesmo espaço, e claro, a presença triunfal do senhor do lar. 

-Senhorita Amélia? Se encontra pronta?-Saio da minha habitação e sigo um servo. As minhas "rivais" já estão todas brilhando de felicidade frente ao salão de refeição, uma tentando em vão olhar para dentro afim de ver Poseidon. Me mantenho com a mesma expressão de sem esperança e me preparo para entrar, estranho sentir sua presença já no local. Ele sempre chega atrasado.

-"Gloria ao deus de todas as mares, Poseidon-sama."-Murmuro junto com o coral que se faz. Fazemos uma reverencia exagerada e logo nos sentamos. Felizmente fui colocada o mais longe possível dele, seria terrível comer tão próxima. 

Admito que a refeição é deliciosa, e por mais que seja proibido as vezes escapo no meio da noite e ataco a cozinha. Uma dessas vezes quase fui pega. Eu poderia pedir para que me tragam um pequeno lanche noturno, mas não tenho dama que faça esse trabalho. 

-Hm...Tão bom.-Murmuro sem nem perceber. Sinto os olhares minha volta como se fossem pinças a me perfurar. Olho para frente encarando alguns olhares raivosos. Porque estão irritadas?

-Então você gosta desse prato?-Travo ao ouvir sua voz. Será que estou imaginando coisa? É possível. Olho para o lado a fim de confirmar. Ele esta me encarando com um pequeno sorriso no canto dos lábios. Não estou sonhando.

-Sim.-Me apresso em responder de forma simples. Agora entendo os olhares raivosos. 

-Gostaria de repetir?-Ele pergunta. Penso por alguns segundos. Realmente gostaria, mas...

-Acho que não deveria.-Respondo olhando para o prato agora vazio.

-Porque?-Ele realmente esta querendo arruinar os meus dias nada agradáveis. 

-Não seria demais? Já me aceita dentro de seu domínio, me alimenta, veste. Deveria ultrapassar além do que já tenho nas mãos?-Pergunto. Escuto suspiros de surpresa.

-Um prato a mais te tornaria tão incomoda assim?-Sua voz é carregada de diversão. Entendo, ele está achando graça. 

-Me aceitaria mais pesada que o normal?-Brinco com a expressão ainda seria. Nunca ninguém conversou durante as refeições, e isso é notável. Somos os únicos quebrando o silêncio com uma conversação além de normal.

-Creio que ficaria mais encantadora.-Me engasgo com a bebida que acabo de tragar.

-Senhor dos mares, seus gostos são realmente peculiares- Digo quando volto ao normal-Me pegunto qual seria sua real idade...-Falo voltando a bebericar minha bebida.

-Suficiente senhorita Amélia-A voz da conselheira ecoa-Respeite nosso Senhor.-Mordo o lábio inferior afim de conter o riso.-Pessa perdão.-Ordena ela. Meu bom humor se esvai. Como?

-Não há necessidade.-O deus dos mares intervem.

-Mas senhor, criaturas como ela se não toma rédias se tornam mais do que deveriam.-Aperto a taça entre os dedos. Escuto algumas risadas contidas.

-As desobedientes também me atraem.-O olho estupefata igual todas as outras. Ele se levanta e com um sorriso se vai. 

                                                          [...]

Não precisei pensar demasiado para notar a incrível mudança que se fez no modo de me tratar, digo, antes todas as concubinas me ignoravam e lançavam olhares de malicia. Agora estão piores, não só distratam como agem por impulso. Se não fosse por meus reflexos estaria com uma perna quebrada nesse mesmo instante, e isso não é exagero de minha parte.

-Não acham que isso é muito infantil?!-Questiono Beatrice, a loira alta e atraente com um horrível temperamento. Ela me ignora como todas as outras. Olho para a conselheira que como todas ignora o destrato, a mesma parece até se divertir. Estou cercada de piranhas. 

Nesse momento estamos tento aulas de valsa, é realmente complicado. Para alguém como eu que nunca antes dançou valsa...Não tenho esperanças quanto a isso. Trico é terrivelmente chato, etiqueta é estressante. Quero ir para casa! Se papai estivesse aqui...

-Senhorita Amélia!-A conselheira se aproxima com sua maldita régua-Preste atenção no seu parceiro, não é você que deve lhe guiar e sim ao contrario!-A mão do sereiano aperta fortemente minha cintura assim que termino o quarto giro.

-Estou farta-Murmuro. Sua mão parece me apertar cada vez mais forte.-Não tem como ser um pouco mais delicado?-Olho para ele. O mesmo sorri e aproxima seu rosto.

-Sou aquele que guia minha senhorita, deveras deveria estar agradecida por ter minhas mãos sobre seu corpo.-Sugo o ar pela boca. 

-Pois bem, como desejar.-Acho uma oportunidade de pisar em seu pé e o faço com todas as forças. 

-MALDITA!!-Rosna ele e me empurra para longe.

-Oh, perdão-Ponho uma das mãos sobre os lábios e uso um falso tom de voz-Já que estava tão amavelmente sendo guiada pelo senhor, acreditei que poderia me soltar mais em seus braços.-Seus olhos queimam de ódio.

-Não há treinarei mais!-Declara.

-Que pena! Então já que não tenho ninguém com quem dançar, poderei-Sou interrompida por uma voz carregada de humor.

-Ora, então deixe-me fazer as honras-Olho em sua direção-Vim gastar meu tempo livre assistindo a aula de valsa-Ele se aproxima-Me concede essa dança?-Oferece sua mão. 

-Senhor, porque não escolher alguém mais capaz? Há senhoritas aqui que podem dançar com esplendor.-A conselheira se prontifica a interromper.

-Sim, mas todas já estão ocupadas.-Ele realmente parece querer dançar comigo. 

-Não seja por isso, Beatr-O deus dos mares a interrompe.

-Dance comigo.-Seu olhar penetra os meus e sem perceber já estou aceitando seu chamado, ou melhor, sua ordem. Creio que isso que chamam de poder.

-Não vá me decapitar caso pise em seus pés.-Digo de forma seria. Ele sorri.

-Não irei.-O mesmo põe delicadamente a mão sobre minha cintura e a outra segura minha mão, ponho a que esta livre sobre seu ombro. Começamos a dançar no ritmo da musica, os que antes dançavam abriram espaço para nos dois.

-Lembro-me que lhe devia um favor-Comento depois de um giro-Posso dizer que acabei de paga-lo?-Pergunto. Os cantos de seus lábios se erguem.

-De forma alguma.-Encaro seus olhos. Essa seria uma ótima oportunidade de faze-lo me despachar para meu lar, mas não parece que será tão fácil.

-Então me trouxe até aqui com o fim de pagar a divida-Viro-me de costas para ele enquanto me guia-Ou não sabia que iria me reencontrar?-Arrepio ao sentir seu halito quente tocar minha nuca.

-O que acha?-Pergunta ele. Acho que lhe falta senso comum.

-Não sei, nunca estive em tamanha desvantagem do destino.-Falo por fim.

-Acha que me reencontrar é uma desvantagem...-Giro de frente para o mesmo-Felizmente, sou contra o destino.-E pela primeira vez fico petrificada por um sorriso tão presunçoso.

-Acho que isso será um problema, meu senhor.-Digo com a voz seria. A musica para de tocar.

-Não se preocupe-Ele segura minha mão e encosta seus lábios contra as costas da mesma-Já lhe que as difíceis me atraem.-Ele se vai novamente com sua auria de todo poderoso o rondando.

-Pois terei de mudar minhas táticas.-Comento comigo mesma enquanto ergo o vestido entre as mãos e me apreço a sair do salão de dança sem ao menos me importar com quem fica.


Notas Finais


Obrigada por leeeeeer.

Perdão o super atraso ;-;


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