História Positive - Jikook mpreg - Capítulo 25


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jeon Jeongguk (Jungkook), Park Jimin (Jimin)
Tags Bts, Jikook, Jimin, Jungkook, Mpreg, Romance, Soft, Yaoi
Visualizações 249
Palavras 729
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Lemon, Romance e Novela, Shoujo (Romântico), Universo Alternativo, Yaoi (Gay)
Avisos: Gravidez Masculina (MPreg), Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Capítulo 25 - Baby coming


"Mãe, eu nunca mais vou ver meu papai?"

Nunca mais.

Nunca mais.

Nunca mais.

Nunca mais.

As duas palavras não paravam de se repetir na cabeça confusa e atordoada de Park.

Havia deixado aquela criança adorável e doce, órfã?

YoungJae agora estava órfão por parte de pai por sua culpa?

Não.

Aquilo não podia ser verdade. Se recusava.

Como teve coragem? Como pôde causar tamanha tristeza praquele garotinho?

"Eu quero meu pai!"

E novamente, como punhaladas, as palavras saíam da boca de Jae junto com o choro e sua pequena mãozinha estendida em direção à cova onde agora, Yin Quon estava.

O que diria à Chin quando crescesse?

'Eu matei um homem. Eu sou um monstro.'

Seu filho lhe odiaria para o resto da vida. Não conseguiria viver assim.

"PAPAI!"

Se sentia sujo, marcado com o sangue de alguém. Nenhuma lágrima ou ação poderia descrever a sensação de culpa, consciência pesada.

- Jimin? Ei, meu amor! Olha pra mim!

Jungkook tentava a todo custo fazer com que o gestante respondesse aos estímulos. Park sabia o que aconteceria a partir dali. A única coisa que queria era conseguir abrir os olhos e pedir perdão.

Mas por mais que tentasse, seu corpo estava dormente demais pra isso. Era como se tivesse perdido todos movimentos.

- Jimin! Acorda pelo amor de Deus!

YoungJae chorou mais alto ainda ao ver a mancha de sangue na calça de Jimin.

- Ele v-vai morrer, mamãe!

- Você está de carro? Podemos colocá-lo dentro e ir até o hospital. Eu dirijo e você cuida dele no banco de trás. - EunHa sugeriu, afobada.

- Certo, vamos.

Jungkook alçou Jimin nos braços e foi seguido pela garota assustada com YoungJae arredio junto de si.

- Eu q-quero meu pai!

- Young, depois a gente volta. Eu prometo.

Jeon destravou as portas do veículo e entrou com todo o cuidado, colocando o corpo desfalecido do namorado colado com o seu. EunHa fechou a porta e entrou também, passando o cinto de segurança no filho e ligando o carro, não demorando em dar partida.

.

[...]

.

- Pega a roupinha dela pra mim? - Taehyung pediu sorridente à Hoseok enquanto depositava beijinhos na barriga saliente da bebê.

Hobi abriu a porta do guarda-roupa e tirou um macacão azul-bebê com capuz que continha duas orelhinhas de coelho e correu até a cama onde Kary ria de sua forma escandalosa de neném e chutava o ar com suas perninhas fofas toda vez que Taehyung esfregava seu nariz em sua bochecha ou barriga.

- Coloca essa, por favor! Eu sempre quis ver ela vestida nele.

- Onde você achou essas peças? Eu quase revirei a Coreia toda trás disso e mesmo assim fiquei de mãos vazias.

Hoseok deu de ombros e voltou a se sentar na cama, observando a garotinha virar o rostinho para si e sorrir, estendendo as mãozinhas. Jung aproximou seu dedo que logo foi agarrado pela bebê.

- Mas que menina energética. - Kim disse risonho - Não para quieta um segundo.

Terminou de fechar a fralda mesmo que os pés rosados da filha não parassem de lhe chutar e tratou de vestí-la com sua nova vestimenta. Ao final, colocou o capuz de arrumou as orelhinhas no topo do macacão.

- Você é tão linda... - Beijou as bochechas gorduchas de Kary que gargalhou alto de novo.

- CADÊ  MINHA PRINCESA? - Yoongi gritou da porta e acabou fazendo a garota dar um solavanco pelo susto. E logo vieram os primeiros soluços seguidos de um choro que fez o coração de Taehyung apertar.

- Pra quê gritar assim? - Indagou, aflito enquanto pegava Kary no colo e apoiava a cabecinha repleta de cabelinhos ralos e lisos em seu ombro.

- Aish, eu nunca consigo me aproximar sem fazer ela chorar, né?

- É!

Hoseok sorriu e chamou seu hyung para um abraço que foi recusado com um bufar convencido por parte de Min.

- Eu te entendo, seu ingrato.

A bebê acalmou o choro quando Kim acariciou suas costas, a fazendo ronronar.

- Calminha, meu amorzinho. O papai está aqui. Ninguém vai te assustar de novo.

- Deixa eu pegar ela no colo? - Yoongi pediu com os olhos de cachorrinho que caiu do caminhão de mudança.

- Anyo! Minha florzinha vai se assustar com essa sua cara de gato atropelado.

Kary virou o rosto molhado de lágrimas e fungou baixinho. Taehyung detestava ver sua filha chorar. Era uma tortura para si.

- Eu prometo que nunca vou deixar que te façam mal, meu amor. Eu juro. - Beijou o topo da cabeça da neném que cheirava a chiclete.


Notas Finais


Eu sou péssima com fluffy, misericórdia


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