História Possessive - Capítulo 15


Escrita por: ~

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Categorias Supernatural
Personagens Castiel, Chuck Shurley, Dean Winchester, Hannah, Lilith, Mary Winchester, Michael, Personagens Originais, Ruby, Sam Winchester
Tags Bottom!castiel, Casdean, Destiel, Gangster!dean, Jared Padalecki, Jensen Ackles, Misha Collins, Supernatural, Tops!dean, Yaoi
Visualizações 326
Palavras 1.694
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Colegial, Crossover, Drama (Tragédia), Escolar, Fluffy, Hentai, Lemon, Luta, Romance e Novela, Universo Alternativo, Violência, Yaoi, Yuri
Avisos: Adultério, Álcool, Bissexualidade, Drogas, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Não me matem pelos possíveis erros...

Enjoy.

Capítulo 15 - Onde ele está?


 

Dean

 

Eu não sabia o que aquele garoto me causava, mas eu sabia que eu precisava ter algum tipo de posse sobre ele, que ele fosse somente meu, nem eu entendia minha mente mais, isso nunca havia acontecido. Porém, eu sabia que era necessário tê­-lo, por mais gay que isso estivesse sendo e por mais que isto não combinasse comigo, apesar de eu ser bissexual. Eu odiava aquele garoto, mas eu também o queria, eu poderia mata-­lo, mas eu também poderia salva­-lo. Eu não estava me reconhecendo, um dia os garotos me zoaram dizendo que eu estava apaixonado e eu apenas ri, pois nunca me apaixono, então isto está fora de cogitação. Dean Winchester não se apaixona e também não é de ninguém. Tanto que agora ele é meu, mas eu continuo na minha vidinha de vagabundo, sendo do mundo e não tendo compromisso nenhum.

Eu o tenho, mas ele, ele não me tem.

Todos sabem que eu sou uma pessoa ambiciosa, se não consigo o que quero, eu sou capaz de explodir o mundo e se Castiel Novak está achando que isso é brincadeira, bom, ele está muito enganado. Ele não pode fugir, caso contrário... Eu estou disposto à mata-­lo, a mostrar meu verdadeiro eu, enquanto eu vejo seu sangue escorrer, mas se ele cooperar, melhor ainda, não vou ter tanto trabalho.

Porém só tem um detalhe; estamos falando de Castiel Novak, o garoto mais difícil que eu já lidei em minha vida e geralmente, garotos não são difíceis para mim, então eu sabia que as coisas não seriam fáceis sobre o fato de ter posse sobre ele. Mas eu teria... Eu tenho...

Eu nunca amei ninguém, e não seria agora que isso aconteceria, nunca fui de ninguém, já quebrei inúmeros corações... Por que eu mudaria? Acontece que, aquele puto é irresistível, eu nunca me vi perdido assim por alguém, principalmente por um adolescentezinho sendo que eu tinha várias gostosonas e gostosos bem mais experientes aos meus pés, mas Castiel, ah Castiel... Droga Dean Winchester, larga de viadagem, o garoto nem é tudo isso...

Sim, ele é, e muito mais. Eu tinha necessidade de tê­-lo somente para mim, sem precisar ser somente dele, eu queria ser o único a poder fode-­lo, eu não queria que mais ninguém encostasse nele, por mais que apenas eu já tivesse o levado ao mar intenso de prazer, e eu queria que continuasse assim, ele somente meu... somente meu.

Me chamam de possessivo, essa sempre foi minha fama... E talvez, sempre será.

Pena que o pequeno Castiel foi ingênuo, até eu tenho pena dele por ter se envolvido comigo...

Larguei o carro na garagem e subi, entrei em meu maravilhoso apartamento e fui direto para o meu quarto, onde o cheiro dele, misturado com o meu pairava no ar. Inspirei aquele ar para mim e fui para o banheiro, eu precisava de um banho... E mais do que isso, eu precisava dele sendo somente meu.

 

Castiel

 

Entrei naquela porcaria de casa, quase derrubando tudo, como é que eu pude deixar-me envolver por aquele garoto? 

Eu fui um idiota e agora seria uma marionete. Por que essas porras só acontecem comigo? Por que ele é assim? Meu Deus.

Fui para o banho e aquele foi considerado o banho mais demorado da minha vida, um banho perdido em pensamentos e em tentativas de tirar seu perfume de meu corpo, parecia impossível, seu cheiro havia grudado em mim. Eu o odeio, simplesmente o odeio. O máximo que tinha que acontecer, era ser só uma noite com ele para salvar meu ''amigo'' o que eu me arrependo totalmente.

Deveria ter deixado Jackson morrer, se eu não tivesse me metido nesses troços babacas de gangues eu não estaria nesta situação, sendo de alguém que não é meu, e eu conhecia Dean, se eu relutasse, ele me mataria.

Droga, porra, merda. Por que ele foi aparecer novamente? Por que ele teve que ir trabalhar logo naquela escola? Por que Emma tinha que estudar naquela escola? Até que, pelo que eu sei, se ela não tivesse roubado Dean á mando de Jackson, Dean não precisaria seguir seus rastros. Ok, mas vamos a verdade; Dean era dono de uma beleza intensa, tem que ser muito forte para poder resistir à ele, então por que eu resistiria? Sou um fraco, todos sabem disso. Eu não sei se tinha algo mais do que atração física, e se tivesse, eu queria descartar isto.

Todos sabem que Dean Winchester não vale nem o que come, que ele quebra o coração das (os) garotinhas (os) e ainda sai rindo, então por que eu aceitaria ser dele? Eu estava disposto a lutar contra isso, mesmo sabendo que isso resultaria em minha morte, mas acontece que eu não ia ver Dean fodendo até o poste e ficar aplaudindo e em seguida, parar em sua cama, só pelo motivo que ele simplesmente resolveu que eu pertencia à ele.

Mas algo me intrigava: Por que eu? Logo eu? Eu estava disposto à descobrir isto.

No dia seguinte, cheguei na escola com uma cara de cu terrível, mas logo melhorei ao ver Stefan vindo em minha direção.

—­ E aí, Castiel, tudo suave? ­— Ele perguntou e eu ri.

—­ Esse jeito de cumprimentar não combina nada com você. —­ Falei e ri mais uma vez.

—­ É que garotos descolados falam assim, eu acho, e eles conquistam as garotas e alguns garotos mais fácil.­

— Você não precisa disso, Stefan. ­— Falei pegando alguns livros no armário e ri. ­— Você é um garoto inteligente. ­— Falei ao lembrar de Dean que era lindo, maravilhoso e uma porra.

Mas na verdade, eu não queria nem lembrar de Dean.­

— Mas as garotas e os garotos não ligam mais para isso. ­— Ele disse apontando para a sua cabeça. — E sim, para isso. ­— Dessa vez ele apontou para o meio das pernas e foi impossível não rir.

Stefan estava sendo um amigão nesses últimos anos que estudamos juntos, sem contar, que ele sabia fazer meu bom humor voltar. Todos naquela escola achavam estranho eu falar com ele, pois tinha uma imagem minha como mais um garoto bonitinho que ama jogadores de futebol americano, sendo, que eu nem olhava para eles naquela escola, passava reto como se eles fossem irrelevantes, e eles eram. Já Hannah, bom, preciso nem dizer. Já dormiu com metade do time e antigamente era capitã das Hellcats — Líderes de torcida —, mas ela não fazia nada e as outras Hellcats votaram para que ela saísse, lembro-­me que eu ri tanto naquele dia.

Foi no final do ano passado, quando elas se deram conta que nunca haviam ganhado nenhum campeonato com Hannah, e que ela só sabia dar em cima dos jogadores.­

— Nossa, Stefan. Assim você me ofende. ­— Disse de brincadeira.­

— Com exceção de você. ­— Ele disse meio sem graça. — ­Espero não ter feito merda. — Para as outras garotas e alguns meninos, Stefan não tinha o padrão de beleza almejado, mas se ele não fosse meu amigo, eu o pegava apenas porque ele é muito fofo.­

— Claro que não, seu idiota. Eu estava brincando. ­— Dei um soco de leve em seu ombro, ele riu e passou um de seus braços em volta de mim e nós fomos falando besteiras pelo corredor.

Nisso, Magnus passou com Meg e evitou me olhar, já Meg, veio toda feliz cumprimentando eu e Stefan. Logo os dois saíram e aquilo me doeu completamente.­

— Apesar de não saber o motivo de vocês não se falarem mais, eu sei que ele vai se arrepender. ­— Stefan tentou me consolar quando viu minha expressão mudar. ­— Uma amizade verdadeira não pode ser substituída. — Não consegui dizer nada, apenas o olhei e dei um sorriso. Quando dobramos o corredor, Stefan deu de cara com Dean, ainda com o braço em volta de mim.­ — Desculpa aí, cara. — Stefan disse naturalmente, ele realmente não sabia com quem estava lidando.

Dean apenas o olhou com aquela sua cara de cu e não disse nada. Logo lembrei­-me do dia anterior e tirei os braços de Stefan sobre mim, pois eu não me perdoaria se Dean desse a louca e fizesse algo com ele. Stefan ficou sem entender.­

— Aconteceu algo? ­— Ele perguntou estranhando.

— Nada, é só que... Bateu o sinal e nós precisamos ir. ­— O puxei e saímos correndo.

As horas passavam se arrastando e eu precisava da hora do intervalo para falar com Dean, aquele lance de ontem estava me corroendo por dentro, eu precisava tirar isso a limpo e tentar dizer a ele que não era assim que as coisas funcionavam... e depois, levar um tiro, claro.

E finalmente, a droga do intervalo chegou.

Saí andando rapidamente pelos corredores da escola, atropelando geral e me metendo nas multidões, tentando encontrar aquele idiota, procurei por tudo, até na sala que ele costumava ficar, e nada. Minhas pernas já estavam doendo de tanto caminhar por aquela escola enorme, fui obrigado a parar para poder respirar um pouco.­

— E aí, Novak... Vai ter uma festa lá em casa, se você quiser ir... — Marcelus, um dos garotos mais cobiçados daquela escola passou por mim, me entregando um convite. ­— Lá vai ter meu quarto também, se quiser dar uma visitinha... ­— Ele riu junto com alguns garotos que vinham atrás e saiu.

Peguei o tal convite e o atirei em um canto. Fiquei parado ali mais um pouco, até que por intuito resolvi ir até o sexto andar da escola, mas fui de elevador, porque eu ainda estava cansado, mesmo o elevador sendo apenas para emergência, mas isso era um emergência.

Cheguei no andar e comecei a ouvir a voz de Dean, talvez ele estivesse resolvendo algumas paradas pelo telefone, ou ameaçando Emma mais uma vez, por isso se afastou do resto da escola.

 

Comecei a me aproximar, a fim de falar com ele, e todas aquelas minhas ideias morreram a ouvir uma voz feminina... Meu sangue ferveu. Fui devagar até uma sala de número 603 que se encontrava com a porta semi aberta, e então, comecei a ouvir gemidos... Eles não se prestaram nem para fechar totalmente a porta... Eu não precisava estar vendo aquilo.


Notas Finais


Teorias de quem é essa pessoa?!


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