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História Possessive and sick - Capítulo 103


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Notas do Autor


Boa Leitura!
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Capítulo 103 - 103 - Hi, Honey


Fanfic / Fanfiction Possessive and sick - Capítulo 103 - 103 - Hi, Honey


Park ____________.


— Bom dia, Jagiya. - beijou meu pescoço.

— Bom dia, amor. - beijei sua mão que estava envolvida na minha cintura.

— Conseguiu dormir? - Me virei de frente para si.

— Com você ao meu lado sim. Me senti segura suficientemente para conseguir dormir sem ter medo que algo acontecesse. - sorri.

— Que bom que eu causo esse efeito em você. - beijou a pontinha do meu nariz.

— Mas eu imagino que você não tenha dormido bem, Park Jimin.

— Por que?

— Você apresenta olheiras e seus olhos estão ainda menores do que já são. Sinto muito.

— Pelo o quê?

— Você não dormiu por minha culpa. Dirigiu até aqui, nós discutimos e você acabou por ir dormir tarde. Se passava das quatro quando fomos dormir, não é?!

— Sim. Mas isso não me incomoda, sabe por que?

— Por que?

— Porque você está aparentemente bem, e além do mais, está aqui, comigo. Só você e eu. - me beijou.

— Eu vou tomar banho, você vem? - negou.

— Pelo menos não por agora. Vou escovar os dentes e depois... - subiu sobre o meu corpo e me beijou. — Depois eu farei o seu café e logo após isso, quero dizer uma coisa. - assenti. - me levantei da cama e fui ao banheiro, sendo acompanhada por ele. — Jagi.

— Hum? - tirei a roupa e adentrei o box.

— Não tranque a porta em hipótese alguma.

— Os meninos estão aqui?

— Não sei dizer, a casa está silenciosa. Geralmente eles fazem muito barulho quando estão juntos.

— Por que?

— Eles brigam. - me olhou através do reflexo no espelho. — Mas se tiverem aqui, prometo que ninguém entrará no quarto, e muito menos vão te ver sem roupas. - sorriu.

É bonitinho a forma como ele escova os dentes e tenta falar o mais compreensível possível. Isso acaba fazendo ele se atrapalhar nas próprias palavras, e dizer tudo embolado. - não sei se tomo o meu banho ou se o admiro.

— Promete me chamar caso veja algo fora da realidade? - assenti. - ele adentrou o box somente para me dar um beijo. — Volto em vinte minutos. - sorriu. — Talvez menos.

— Está bem. - saiu.

Queria que a minha vida tivesse sido vivida exatamente dessa forma.

Queria acordar todos os dias ao lado dele, ter a sua companhia e viver... normalmente. - mas nem tudo foi assim.

Eu agradeço muito. Agradeço por estar viva, por estar aqui, por estar ao lado do meu marido. Agradeço por não demonstrar nenhum comportamento histérico nas últimas horas.

Pode até ser que eu esteja enganada. Mas penso que a minha calma tem relação com o que fumei ontem. O cigarro de maconha que fumei junto com o meu cunhado. - nunca imaginei que um dia iria fumar, e muito menos que fosse ser maconha. - ri de mim mesma.

Por enquanto há algo que me preocupa. O sumiço do Jeon me preocupa, me faz sentir medo.

Mesmo que ele não tenha feito aquilo que "sonhei", eu ainda não consigo confiar nele. - a minha consciência e meu eu interior me dizem pra não confiar nele novamente. E além do mais, ele mesmo me confirmou no passado que não é digno da minha confiança.

— Não vai sair daí, amor? - Me assustei quando senti seu corpo nu colar ao meu.

— Olha, eu até poderia sair. Mas agora que você está junto à mim, não vou querer sair tão cedo. - beijou meu pescoço.

— Seu café está pronto.

— Onde estão os meninos? - Me virei de frente para si.

— Dormindo. - sorriu. — O Yoongi está no antigo quarto dele, Chanyeol em seu quarto e...

— E o Tae?

— Calma, eu já iria dizer. - sorri. — O Taehyung está dormindo no sofá.

— Por que?

— Eu não sei. Ele poderia ir dormir com um dos meninos, mas preferiu ficar sozinho. - assenti.

— Eles podem nos ouvir?

— ... - umedeceu os lábios. — Depende. - me encurralou entre seu corpo e a parede. — Quanto de barulho você está disposta a fazer? - desligou o chuveiro.

— Quanto de barulho você acha que me fará fazer?

— Se você gemer bem baixinho, eu prometo te recompensar durante a noite.

Eu tentava o beijar com a mais calma e lentidão possível, embora ele parece não querer que as coisas sejam feitas desta maneira.

Ele aperta algumas partes do meu corpo e me faz gemer em seus lábios, e às vezes, até ele mesmo ofega baixinho. - uma das minhas mãos está sobre o seu pau, o masturbando enquanto ele também está com seus dedos sobre o meu clitóris. - me separei dos seus lábios e encostei a cabeça na parede.

— Tente gemer baixinho, jagi. - se ajoelhou em minha frente, apoiou uma de minhas pernas sobre o seu ombro e começou a me chupar.

Eu até estava tentando cobrir a minha boca ou morder os lábios para evitar que gemesse ainda mais alto. Mas era impossível. Era impossível não gemer com sua língua deslizando sobre mim daquela forma.

— ... - sem dizer absolutamente nada, ele se levantou, me pôs de costas para si, e me introduziu aos poucos.

— Jimin... - puxei os seus cabelos.

— Shh. - ele estava beijando o meu pescoço enquanto se movia devagarinho. — Senti sua falta, Jagiya. - sussurrou entre arfares.

— Mais forte... - gemi sôfrego. - apoiei a costa da mão sobre a boca, e acabei por morder a minha pele. Era isso ou gritar e acordar os meninos.

— Senti saudades de te ouvir gemer. - me virou de frente para si outra vez, me pegou no colo e encostou o meu corpo no azulejo. - fechei os olhos quando ele se afundou de uma só vez, fazendo com que ele gemesse um pouco mais alto do que fazia antes.

— Jimin... - puxei seus cabelos e ele sorriu ladino.

— ____________... - beijou-me com voracidade. Parecia querer engolir minha boca.— Quer mais forte? - assenti. Ele gemeu arrastado quando isso aconteceu. Me fodendo com força e rapidez, e com certeza ele estava sentindo eu apertar seu pau cada vez mais. — Jagi... - fechei os olhos sentindo meu limite se aproximar. — ______________ eu...

— Eu também. - ele usou mais força, se é que isso é possível, fazendo então, com que o nosso orgasmo chegasse bem próximo do outro. - ficamos alguns segundos na mesma posição até que ele decidisse me descer do seu colo.

— Eu te amo, ______________. - beijei sua maxila.

— Eu te amo. - sorriu.

— Você prometeu me recompensar, não é?! - assentiu. — De que forma?

— Eu te levarei para caminhar durante a noite. Há um lago aqui perto que eu quero que você conheça.

— Faz parte da sua propriedade?

— Faz sim. - vestiu a camiseta. — Vamos tomar café antes que os meninos comam tudo. - assenti.

— Bom dia, casal! - Taehyung.

— Bom dia. - ele é o único que está na cozinha. Imagino que os outros dois estejam dor... Não, eles não estão. Acabaram de se sentar nas cadeiras.

— Tomou café mais cedo hoje, Jimin? - franzi o cenho.

— ... - ele sorriu ladino antes de beber o suco de laranja que estava no copo em sua mão.

— Todos escutamos você comendo. - me engasguei com o suco e acabei por suja minhas roupas. — Você está bem, Rapunzel? - assenti.

— Como foi fazer sexo depois de tanto tempo? - arregalei os olhos.

— Chanyeol! - o irmão o repreendeu.

— Foi ótimo. - sorri olhando para o Jimin que me olhava em silêncio encostado no balcão de mármore.

— Imagino que sim. Deve ter acordado o mundo inteiro com seus gemidos. - cobri meu rosto.

— Onde vão? - perguntei ao vê-los se levantarem da mesa.

— Trabalhar. - pegou uma maçã. - assenti. - fui até o quarto.

— Você não ficará sozinha, Jagi. O Taehyung ficará de companhia enquanto os meninos vão trabalhar.

— Você vai sair? Pensei que fosse ficar aqui comigo.

— Eu preciso ir até a cidade. - vestiu um jeans que há muito eu não o via. — Comprar um remédio para você.

— Por que?

— Você se lembra da psicóloga que eu te apresentei uma vez? - assenti. — Ela me disse que o motivo por você ver o JungKook em mim era apenas resultado de um estresse pós trauma. Eu estive conversando com ela hoje enquanto fazia o seu café. Ela me disse que há um remédio que eu posso comprar para te manter calma.

— Tudo bem.

— Pelo menos até que ela te atenda.

— E quando será a consulta?

— Na segunda feira de manhã. - beijou meus lábios. — Volto logo.

(...)

— Que soro vocês me deram enquanto estive no hospital? - ele franziu o cenho.

— Por que a pergunta? - entrelaçou seus dedos aos meus.

— Eu não sei se você percebeu e pode ser que eu esteja enganada. Mas eu acho que engordei um pouquinho.

— ...

— Você não percebeu?

— É sobre isso que eu queria falar com você. - nos sentamos em um banquinho próximo à margem do lago.

— O que? Que eu vou engordar por receber muito soro? - negou. — Então sobre o que é?

— Você está grávida e o bebê tem dois meses.

— ...

— Como você não estava se alimentando e o soro não era suficiente para suprir o bebê, eu tive que injetar vitaminas para vocês dois.

— Como você descobriu?

— O que? Que você está grávida? - assenti. — O Hcg reagiu positivo no exame de sangue que o neurologista pediu.

Flashback:

Mas e o Jaehyun? - chorei. — Nem ele não é real?

— Nós ainda não temos um filho, ___________. - acariciou meus cabelos.

Flashback.

— Por que você mentiu pra mim? - perguntei.

— ... Eu precisei. Eu estive conversando com os médicos e chegamos à conclusão de que seria melhor fazer isso até que você se sentisse bem.

— Se eu não tivesse apresentado melhoras, você não me diria?

— Não. Não até que você estivesse pronta para isso. - me levantei e ele também.

— Você não tem o direito.

— ... - respirou fundo. — Fiz para o bem de vocês dois.

— ...

— Não fique chateada comigo. - assenti.

— Você está feliz, Jimin?

— ... - semi-cerrou os olhos.

— Me refiro ao saber que logo será pai. - sorri. — Você estava animado para me engravidar antes de tudo acontecer.

— Que bom que você perguntou isso. - sorriu com lágrimas nos olhos. — Você não imagina o quão feliz eu fiquei quando soube disso! - chorou. — Mas eu tive que esconder a minha felicidade de você por um tempinho. - sorri sem humor.

— ... Quando será o próximo exame?

— Segunda-feira eu preciso te levar até a Sana. Nós podemos...

— Eu quero que o exame seja feito em Busan, no hospital onde nós... onde você trabalha. - assentiu. - eu o abraçei e ele retribuiu. — Eu acho melhor que você suba a sua mão para a minha cintura. - inalei o cheiro do seu perfume.

— Por que? - Me olhou.

— Se continuar com a mão sobre a minha bunda, nós vamos acabar transando aqui. - ele riu. — E vamos acabar acordando os bichos. - apertei levemente seus ombros com as minhas unhas.

— Se você quiser transar, não me importo quem eu tenha que acordar para isso. - gargalhei. - ele mordeu o meu pescoço usando um pouquinho de força.

— Vamos para a sua casa, e em seguida resolvemos isso.

— Nossa casa, Jagyia. O que é meu é seu.

— Jimin?

— Hum?

— Min Woo Si está bem?

— Sim, ela está. - sorriu.

— Eu quero vê-la. Sinto saudades.

— ...

— Você está ansioso para o próximo exame do bebê?

— Você não imagina o quanto! - riu. — E você, está?

— Não sei se uma gravidez neste momento é uma boa idéia.

— ... - coçou a nuca.

— Qual você acha que será o sexo do bebê?

— Eu queria uma menina e um menino. - arqueei uma das sobrancelhas.

— Eu não consigo cuidar nem de mim, imagina cuidar de dois bebês ao mesmo tempo. - riu. — É apenas um bebê, não é, Park?

— Qual nome você tem em mente, senhora Park?

— Eu ainda não sei. Pensarei sobre isso quando a época chegar.

*

Depois de me consultar por duas horas seguidas com a psicóloga que o Jimin recomendou, agora estou aqui, na nossa casa, em Seul.

Me senti aliviada por saber que a minha "esquizofrenia" não existe. - foi feito um exame de imagem em minha cabeça para constatar isso.

O que eu pensava ser uma doença sem cura não é nada além de um estresse pós trauma causado por saber que o Jimin se aproximou de mim com outras intenções.

Falando nele, voltou trabalhar hoje mesmo. E passarei a noite sem a presença dele.

Somente o Yoongi está na casa comigo, de babá. - rolei os olhos.

— ... - a campainha tocou e eu me levantei do sofá para ver quem era.

— Oi, amor.

— JungKook. 



—.


Notas Finais


Ela está grávida!😍🌹
1 bebezinho ou...2?🤔
Jeon JungKook ressurgindo das cinzas do inferno novamente!😋
Eu gosto é do estrago 😗
Espero vocês nos comentários. 💜
VOCÊS SÃO MEUS ANJOS E EU AMO VOCÊS!❤🌹

https://www.spiritfanfiction.com/historia/do-inicio-ao-fim--min-yoongi-18917287


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