História Possessive and sick - Capítulo 56


Escrita por: e Karol_93

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS), Seventeen, TWICE
Personagens Jeon Jungkook (Jungkook), Jihyo, Jung Hoseok (J-Hope), Kim Mingyu, Kim Namjoon (RM), Kim Seokjin (Jin), Kim Taehyung (V), Min Yoongi (Suga), Park Jimin (Jimin)
Tags Jeon Jungkook
Visualizações 100
Palavras 1.897
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Fantasia, Hentai, Romance e Novela, Shoujo (Romântico)
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Boa Leitura!
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Capítulo 56 - 56 - Let's go to our house





Jeon JungKook.




Ela não dormiu por um só minuto. Ficou acariciando o meu rosto por todo o tempo, porque segundo ela, estava com medo de dormir e eu morrer nesse meio tempo. Até a porta do quarto ela trancou pois disse que estava com medo que Jimin entrasse aqui e me matasse.


- Não há necessidade de fazer isso, amor. - Me levantei e segurei seu rosto.


- Há sim! - puxou os cabelos. - Deita comigo por favor. - deitamos e ela estava super inquieta.


Eu tentei acalmá-la, mas está difícil, ela não me ouve. E é claro que eu também não vou ficar procurando motivos para discutir, pois ela só está querendo me proteger.

Se eu estava cansado? Morto, pra falar bem à verdade. Mas como dormir se estou mais preocupado com o estado mental qual ela está no momento?

O dia já amanheceu, escovamos os dentes e estamos aqui, esperando o médico trazer o resultado do exame que foi feito no café que ela bebeu.


- Você não quer nenhuma fruta, amor? - perguntei e ela negou.


- Não estou com fome, e pretendo comer somente em casa. - sorriu.


- Bom dia, _________. - o médico entrou acompanhado de Woo Si. - Como passou à noite?


- Ela não fechou os olhos por um só minuto. - disse.


- Por que? - a olhou.


- Não estava com sono.


- Ela está com medo de dormir e tudo o que ela passou com o alucinógeno realmente acontecer.


- É bom marcar uma consulta com o terapeuta. - Ele a olhou preocupado. - Eu sou neurologista, mas se você quiser conversar estarei a disposição. O resultado do exame está aqui mas eu já li. Você pode ver se quiser. - entregou à ela que tratou de abrir o envelope e ler rapidamente cada linha daquela folha. Eu também estava lendo mas não entendia exatamente nada.


- LSD. - bufou. - Como é que alguém conseguiu me drogar dentro desse hospital? - se alertou. - Como que colocaram essa porcaria na minha garrafa? - amassou a folha e jogou no cesto de lixo.


- Fica calma. - Woo disse.


- Calma, Min Woo Si? Você quer que eu fique calma? - se levantou. - Mesmo todos nós sabendo que aparentemente o hospital que era para ser um lugar seguro quase me matou!


- Não foi o que eu quis dizer, desculpa. - fez reverência.


- Já posso ir para a casa, doutor? - perguntou em tom de sarcasmo, ele assentiu e ela saiu como um furacão por aquela porta.


- Amor, espera. - segurei em seu braço.


- Me tira daqui, Jeon! - assenti.




Park Jimin.





_______ tem me evitado desde quando nós Nos separamos, ela só me procurou nesse meio tempo duas vezes, e a conversa foi sobre eu assinar o divórcio, e eu tenho corrido disso.

Ela também implorou para que eu me mantivesse o mais longe possível dela, mas é difícil fazer isso. É difícil se manter longe da pessoa que ama, principalmente quando essa pessoa está feliz com outra pessoa.

August me disse que ela e o Jeon tem saído juntos quase todos os dias, eles sempre vão até parques e restaurantes. Ou seja, lugares românticos para se levar a pessoa amada, não é? - Só de pensar nisso me dá vontade de chorar.

Passei a noite no hospital, fiz dois partos durante a noite e o restante da madrugada foi dedicado ao meu descanso naquela sala.

No momento estou arrumando minhas coisas pra ir para a casa.


- Você saindo e eu entrando. - Taehyung se jogou na cama. Consegui um trabalho aqui pra ele. - Não gosto da rotina de hospitais. Prefiro a clínica.


- Se você não tivesse metido o JungKook no caminho da ________ não precisava estar aqui. - pisquei. - Bom plantão. - saí.


Andando pelos corredores, percebi uma movimentação estranha, todos me olhavam e cochichavam, mas decidi não perguntar, não quero arrumar mais confusão na minha vida.


- Woo Si, pode me dizer o motivo pelo qual todos estão me olhando assim? - Me olhou com desdém antes de responder. Certamente a ________ já contou à ela.


- _________ foi drogada e acabou de ir embora.


- Como assim? Ela está usando drogas?


- É claro que não, doutor Park. Alguém batizou o café dela aqui no hospital. - senti um aperto no peito.


- Mas por que todos estão me olhando assim? - arqueou uma das sobrancelhas.


- Porque a _______ estava acompanhada de Jeon JungKook, seu namorado. - sorriu sarcástica. - Com licença, doutor. Tenho muito trabalho.


- Só pode ser brincadeira! - cerrei os pulsos. - Essa cara tá passando dos limites comigo! - passei a mão pelos cabelos.


- Está tudo bem? - ouvi a voz do Taehyung e me virei para encara-lo.


- JungKook e ________ estão namorando.


- Vamos para a casa, lá a gente conversa. - Me puxou e franzi o cenho.


- Casa? Você não está de plantão?


- Confundi os dias. - Ele foi em seu carro e eu no meu. Cheguei em casa, me joguei na cama e me permiti chorar pela raiva e mágoa que estava instalada em meu peito.


- Não fica assim.


- Como não? - o olhei. - Ela está novamente com aquele imbecil idiota!


- Você não vai a machucar, não é?


- Vou atrás dela.


- Não faça nada que vá... - a campainha tocou e ele desceu para atender. Logo voltou com um envelope em mãos.


- O que é?


- Não sei. - Me entregou. - Quando cheguei na porta só  estava o envelope, a pessoa já havia saído.


Abri o envelope e dentro havia um cd junto com um recado:


" Isso é o que a sua 'esposa' faz quando você  não está por perto.

Anônimo."             - franzi o cenho.


- O que que é isso? - olhei para Taehyung e entreguei a ele o cd, que logo tratou de colocar no dvd e iniciar o conteúdo...


- QUE PORRA É ESSA? - gritei ainda com os olhos presos sobre aquele vídeo.


- Eu acho que é...


- A vagabunda da ________ transando com o Jeon! - ri soprado. - Ela vai me explicar direitinho essa história. Ah se vai! 


No filme, as cortinas do quarto dela estavam abertas, e quem quer que tenha filmado, conseguiu um ótimo ângulo de outro prédio filmando os dois na cama. Só pode ter sido filmado com uma câmera profissional. Um celular comum não conseguiria filmar com uma resolução tão boa, visto que a imagem foi aproximada.


- Acha que foi o JungKook?


- Ele é ciumento de mais para expor o corpo dela dessa forma. Não acho que seja ele. Há uma terceira pessoa. - desliguei aquela porcaria. O que eu mais queria nessa hora era poder "desver" tudo aquilo. É nojento.


- Peça que alguém descubra de qual prédio e andar esse vídeo foi filmado e me traga essa pessoa.


- Ok. - saiu.

Só pode ser brincadeira! Por que alguém iria me mandar um vídeo dos dois transando?



 

Park _________.




- Tem certeza que tem que ir embora agora? - já se passavam das dez da noite.


- Eu preciso ir, amor. - beijou minha mão. - Minha mãe está sozinha em casa e preciso cuidar dela. - assenti com lágrimas nos olhos.

 

- Você me promete que quando chegar lá não vai abrir a porta para exatamente ninguém? - assentiu. - Promete também que não vai sair de casa?


- Prometo. Fica tranquila, nada de ruim vai acontecer comigo. Eu te amo. - beijou meus lábios calmamente.


- Eu também. - abraçei ele apertado e logo deixei que ele saísse pela porta.


Eu estava ficando louca e eu sei muito bem que esse meu medo não é nenhum pouco natural. O meu medo é grande e ele fala mais alto, não há como eu me controlar e fingir não sentir nada em relação ao Jeon, pois só Deus sabe o que eu passei com aquela maldita alucinação.

Eu me senti em um verdadeiro inferno tendo aquele sonho. A pessoa que eu mais amo na vida morreu em minha frente e eu sequer pude fazer algo para ajudá-lo.

Saí do banheiro enrolada na toalha e quando cheguei ao quarto, havia uma pessoa encostada na porta Me olhando de braços cruzados. - Engoli em seco ao ver se quem se tratava.


- Como entrou aqui? - Recuei.


- Como isso aconteceu não importa. - o timbre de sua voz estava calmo de mais. Isso significa que ele está bravo. Muito bravo.


- Vai embora! - segurei com firmeza a toalha. Não por estar com vergonha, mas sim por estar com medo daquela situação.


Ele fixou seu olhar em minha cama por alguns segundos e depois o levou até a janela do quarto, analisando os prédios aquela volta.

 

- Se divertiu? - se aproximou ficando a milímetros do meu rosto.


- Do que você está falando? - puxou meus cabelos com agressividade enquanto empurrou meu corpo ao encontro da parede, logo colando o seu corpo ao meu.


- Gostou da noite de sexo que teve com o seu novo namorado? - puxou mais meus cabelos e fiz uma careta.


- Não estou en...


- Você é idiota o suficiente para tentar brincar com a minha cara ou você é burra? - alterou a voz.


- Está me machucando...


- É pra machucar mesmo! - com a mão livre encostou minha cabeça na parede, me imobilizando enquanto apertava meu queixo com força e olhava fundo em meus olhos.


- Soube que você está com medo que eu machuque seu amante. - pendeu a cabeça para o lado. - Eu deveria matar ele, não acha?


- Não. Pelo amor de Deus, não machuca ele. Eu te imploro.


- Termina com ele e volta pra nossa casa!


- Jimin não faz isso...


- Vou fazer pior se você se recusar a terminar sua relação com esse cara e não voltar pra nossa casa, que é o seu lugar.


- Nós nos separamos. - a coisa que eu menos esperava aconteceu. Jimin havia me acertado um forte tapa na bochecha esquerda. Pra quem me tratava com amor e carinho, e que disse que jamais encostaria um dedo em mim, ele se superou e aquilo me deixou muito mais do que surpresa. Eu sabia que ele era capaz de qualquer maldade quando se tratava de outras pessoas, só não queria acreditar nisso. E muito menos acreditar que um dia ele me faria algum mal.


- Toma! - pegou o meu celular sobre a cama e me entregou. - Liga para o seu "namorado" e diga à ele que você está o deixando.


- Não me faça fazer isso. - começei a chorar. - Não me faça fazer isso com ele. - funguei.


- AGORA! - apertou meu queixo com força.


- Você definitivamente é o monstro que eu ouvi dizer.


- Ah, meu amor... você não viu nada! - semi-cerrou os olhos. - Agora, _______! - disquei o número e não demorou muito para que ele me atendesse


- Oi, amor. - atendeu. - Aconteceu alguma coisa? - disse com o timbre preocupado.


- Oi, Jeon. É... Eu quero te dizer uma coisa. - Park me olhava com o semblante sério, porém com um sorriso sacana nos lábios.



-.


Notas Finais


O clima esquenta a partir daqui. #TeamJungKook ou #TeamJimin?
Espero vocês nos comentários.
VOCÊS SÃO MEUS ANJOS ❤


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