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História POSSESSIVE- Josh Beauchamp (Beauany) - Capítulo 4


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Notas do Autor


Heey Babys
Mais um kkkkk
Bj bj

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Capítulo 4 - Ooh, Shit!


- Gaguezinha de merda? - Josh se afastou de mim e o vi ficar irritado. - Você está ciente do que você está dizendo? Ou melhor, você está ciente de quem nós somos? Do que nós somos capazes? Garota, eu criei tudo isso, e uma coisa que me deixa puto é alguém cagar numa criação minha, The Canadians passou a ser uma das gangues mais temidas e olha que muitos nem sabem quem realmente são os membros. Você está nos subestimando e isso é algo muito arriscado para sua vida, tem noção disso? - Um silêncio se criou, eu apenas o olhava. - HEIN PORRA, TEM NOÇÃO DISSO? SE EU TE PERGUNTAR ALGO, VADIAZINHA DE CAMELÔ, TU ME RESPONDE. - Josh se alterou. - Depois a gente mata, e ainda é considerado crime, eu não entendo isso. - Ele disse, totalmente "emputecido"


- O que menos importa na minha vida é essa gangue de vocês... - Falei algo, finalmente. 


- Você é uma caso raro. Em vez de querer estar na minha cama, está me desafiando e implorando sua morte. 


- Eu nunca ia querer estar na sua cama, Beauchamp, você é sujo, podre e de gente assim eu quero distância.... - Levantei do sofá, e tentei me afastar o máximo de Josh, mas ele me puxou com toda a força do mundo e mais uma vez a distância entre nós era mínima. 


- Tem certeza? - Ele disse e logo apertou minha bunda, aquilo me deixou com mais raiva ainda. - Você é gostosa. - Ele sussurrou em meu ouvido. - Podia ser mais uma das minhas vadias, apesar de eu nunca pegar garotas Brasileiras- Agora ele havia extrapolado, afastei - me dele com e com toda a coragem e força do mundo, lhe dei um tapa no rosto. 


- SUA VADIA DE CAMELÔ. - Ele gritou com uma das mãos no lado do rosto atingido. - Você está mesmo brincando com a sua vida né? Mas aproveite, porque hoje você teve sorte, não estou a fim de te matar e depois ainda ter que esconder seu corpo. Eu vou dormir, e quando eu acordar não quero mais nenhum rastro seu aqui. - Ele disse se controlando 


- Você não sabe o quanto eu estou feliz em ouvir isso. - Falei indo para o famoso sofá, assim que o sol raiasse, o que não faltava muito, eu me mandaria dali. 


[ … ]


 Três dias se passaram e tudo o que havia acontecido não saía da minha cabeça, pensei até em denunciar aquela ganguezinha para a polícia, mas eles são espertos demais, eu estaria apenas moldando minha morte. Fui obrigada a pisar no meu orgulho e voltar para a casa, fiquei de castigo claro, meu pai me deu um discusor dizendo que o fato de eu ter saído de casa havia sido um exagero e blá blá blá.


  Estava na minha cama, lendo algo desinteressantes que havia naquelas revistas sem graça que eu adorava comprar, vai entender, a tristeza batia quando eu me lembrava que só havia mais duas semanas de férias. O telefone tocou. 


- E ai putinha de GTA, já está na esquina? - Era Joalin, minha melhor amiga. 


- Claro, até porque minha esquina é de outro nível, tem até telefone residencial... 


- Vai te foder, Any. Você não atendia a droga do seu celular, então liguei para o telefone residencial ué. 


- Ok, fala. 


- Vem aqui, preciso de companhia, estou me sentido tão sozinha. - Sadie fez drama. 


- Garanto que você não quer uma puta na sua casa. - Falei, e Sadie riu. 


- Puta, quem é puta? Eu falei algo? Devo ter confundindo a palavra você é uma princesa... A Fiona claro. - Ela me amava. 


- Você tem sorte que eu gosto da Fiona, se não você estava ralada, Loukamaa. - Ela odiava que eu a chamasse pelo seu sobrenome. - Vou tomar banho e daqui a pouco colo aí.


   A casa da Joalin ficava a algumas quadras depois da minha, ainda não havia falado a ela o acontecido de três dias atrás. E nem sabia se iria falar, talvez fosse melhor eu guardar um pouco mais para mim. 





 Finalmente saí de casa. Enquanto caminhava tranquilamente, sem pressa alguma com meus fones no ouvido e praticamente em outro mundo, pude observar assim que dobrei a rua (a mesma rua onde eu havia encontrado aqueles podres) uma agitação onde havia mais ou menos uns 20 garotos que formavam um círculo e no meio desse círculo humano havia algo que eu não conseguia ver direito, os garotos gritavam feito loucos, algo do tipo "Isso, bate nele" ou "Cara, você tem que reagir". E droga, quando eu vou entender que eu devo ignorar esse rua? Pensei em voltar, mas a curiosidade falou mais alto, tentei me aproximar o máximo a ponto que eles nem ligassem para mim, e porra, no meio daquele círculo humano havia dois garotos brigando. 


Podia ver um garoto apanhando loucamente, enquanto seus lábios sangravam, mas havia garotos em minha frente estão não conseguia ver direito, até que um garoto qualquer abriu uma brecha e eu pude enxergar quem estava apanhando, e também, quem estava batendo. Os outros garotos se mantinham em volta gritando idiotices, não me controlei ao ver aquilo e quando dei-me conta, eu já estava gritando. 


- JACOB. - Gritei desesperada, indo para o meio. - Larga ele, Beauchamp. Seu idiota. Larga meu amigo. - Antigamente, quando éramos menores, Jacob era nosso melhor amigo (meu e da Joalin) andávamos sempre nós três, e no decorrer do tempo Jake (seu apelido) foi mudando as atitudes até que derepente, ele também fazia parte de uma gangue, conhecida como The Killers, foi aí que eu e Joalin percebemos que havíamos o perdido, odiávamos isso, mas nós não podíamos fazer realmente nada e desde que ele havia formado essa gague a qual ele era líder, Jake nunca mais foi o mesmo, nem falava mais com a gente direito e se falava, era algo totalmente desnecessário. Mas eu era idiota, coração mole, burra, jumenta, ainda me importava com ele muito, muito mesmo, era como a nossa amizade nunca tivesse acabado, como se fosse ser nós três para sempre. E eu não sabia que essa preocupação, me proporcionaria consequências... 


 Me ajoelhei ao lado de Jake que parecia um omelete espararramado no chão, ele estava quase desacordado e com o rosto todo sujo de sangue, Josh olhava com cara de "eu sou foda" e só tinha um pouco de seu supercílio cortado, mas bem pouco mesmo, o que me deixou com mais raiva ainda. 


-Que merda de gangue é essa? - Falei. - Por que não ajudaram ele? Por que não acabaram com Josh? Por que deixaram ele nessa sozinho, seus porras? - Falei para uns caras da gangue se Jake, bom, pelo menos eu achava que eles eram Killers, não sabia ao certo. 


- Em briga de líderes, membro nenhum se mete. -Josh falou com um sorriso marav... vitorioso. 


-Josh, eu te odeio, olha o que você fez com o meu amigo, cara. Eu quero que você morra, droga! - Eu falei desesperadamente. 


- Você não é a única. -Josh disse e riu. Que garoto bem pau no cu mesmo. 


- Jake não desmaia. - Beijei seu rosto. Foi nojento, pois havia muito sangue. 


- Eu... Eu... - Jake tentava falar algo, mas estava difícil. Agora estava um em cada lado, The Killers de um lado e The Canadians de outro. Alguns killers me ajudavam, enquanto Josh, Krystian, Noah e Beiley, entre outros membros, riam da situação. 


- É, quem mandou se meter com o papai aqui. - Ouvi Josh falar. 


-Hey, Jeff. Coloque Jake no carro e leve-o para a casa da Joalin, expliquei tudo para ela e diga que daqui à pouco eu chego lá. - Falei para um dos amigos de Jake. 

- Mas você não vai? - Ele perguntou confuso. 


- Agora... não. - Olhei séria para Josh. 


- Mas eu não posso te deixar aqui com... eles. - Jeff disse. 


- Não se preocupe, Jefferson. Eu sei com quem estou lidando. - Jeff não disse nada, apenas assentiu ainda confuso, logo os outros Killers também se retiraram. The Canadians comemorou a porra da vitória. Cheguei mais perto. 


- Olha aqui, seus vermes. Nunca mais encostem um dedo no meu amigo. - Disse e a atenção deles se voltou para mim. 


- E por que você acha que nós faríamos isso? Se liga garota, você não tem moral nenhuma, e se fosse você eu não me envolveria tanto assim... -Beiley disse com um tom ameaçador, pude ver que entre eles, ele era o que mais me odiava. 


- Ei dudes, vão dar uma volta, deixa que com essa vadiazinha de camelô... Eu me entendo. - Os garotos obedeceram. 


- Sem brincadeiras, Beauchamp... - Falei nervosa. 


- E quem tá brincando aqui? - Ele disse com seu olhar perdido em meu corpo. 


- É sério, Beauchamp... Nunca mais encoste nele. Você viu o que você fez com o meu amigo? 


- Ele é seu amigo? Não sabia... Desculpa. 


- O que? - Falei surpresa. 


- Se soubesse... Tinha batido mais. - Ele completou. Idiota. 


- Isso não tem graça. - Falei dando socos em seu peitoral, mas acho que doeu mais na minha mão. - Jake é muito importante para mim.


- Isso se chama "já transei com meu amigo".


- Eu não quero saber se você já transou com o Krystian, com o Noah ou com o Beiley. - Sacaneei. - Eu só quero que você deixe Jake em paz. Eu imploro. - Pisei no meu orgulho.


- Hm. você implora? - Ele disse com uma voz rouca de deixar qualquer garota louca... - Quer ficar de joelhos? Mas tem que ser no meu quarto. 


- Nunca. -Ri sarcástica. 


- Nunca mesmo? - Ele disse chegando mais perto. - Deixo seu amigo veado em paz com uma condição... - gelei. 


- Condição? Não tem condição nenhuma, seu idiota. 


- Então ok.... amanhã vou mandar Krystian acabar com ele de uma vez, aqui, nesse local, se quiser ver a morte do seu amiguinho... Só comparecer. - Ele disse simples, e pude perceber que aquilo era verdade, ele não brincava, por mais que eu duvidasse dele. Logo ele virou as costas. 


- Não, Beauchamp. Volta aqui. - Falei o puxando. Respirei fundo. - Que condição? - Confesso que fiquei com medo da resposta, ele riu vitorioso novamente, e falou:


- Você, lá em casa, hoje a noite. - Estremeci


Notas Finais


Foi isso, Tchauzinhuh

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