História Possessive love - Jung Hoseok. - Capítulo 10


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Categorias Bangtan Boys (BTS)
Visualizações 79
Palavras 1.129
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Famí­lia, Ficção, Romance e Novela, Slash, Universo Alternativo, Violência
Avisos: Adultério, Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Mutilação, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Spoilers, Suicídio, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um capítulo. O último do dia.
Espero que gostem...
Boa Leitura!

Capítulo 10 - Me leve pro seu quarto.


Fanfic / Fanfiction Possessive love - Jung Hoseok. - Capítulo 10 - Me leve pro seu quarto.

Essa regra que diz que se tem um começo tem que ter um fim, nunca. Que regra é essa? Eu quero quebrar ela, negar ela e convencer você.

                                   ~Let me know- BTS

 

Anteriormente....

Restava alguns minutos para esse dia acabar, estava sozinho no meu escritório, não iria me custar nada tentar fazer o que meu pai pediu.

Levantei da minha confortável cadeira e disparei para o quarto de S/N que para minha surpresa estava acordada olhando a noite pela janela do quarto. 

  - oi.- cumprimentei entrando no quarto. 

  - o que você quer? 

  - Você gosta de vinho?

  

Agora...

  - o quê?- a morena perguntou tirando a atenção do luar, que vale ressaltar estava belíssimo, para me olhar nos olhos.

  - só quero te convidar para tomarmos vinho. Quero ser seu amigo.- falei com cara de santo. 

  - Não sei por quê mais acho que não devo confiar em você.- a mais nova afirmou me encarando como se quisesse ver o mais profundo de minha alma e descobrir a verdade.

  - se você não quiser tudo bem. Mas não sei se vou tentar ser seu amigo outra vez. - falei e levantei da cama para sair do quarto, mas parei ao ouvir a voz dela com um doce tom de receio:

  - eu vou. Acho que devemos tentar ser amigos. - a menor falou e eu segui meu caminho até a sala de estar sendo acompanhado por ela.

  - você gosta de beber?- perguntei pondo uma quantidade bastante razoável de vinho na taça dela.

  - na verdade só bebi duas vezes. Meu pai tinha uma adega em casa, mas não me deixava beber. Ele falava que bebida não ficou para mulheres.- a menor contou enquanto sentávamos no chão encostados no sofá.

  - que chato. Mas você gostou desse vinho? 

  - Não é tão ruim. 

  - quê? Esse é o meu melhor vinho ele tem 18 anos.- falei com um falso orgulho ferido.

  - desculpe eu realmente não sei nada sobre bebidas.

  - pois digo que se continuar a morar comigo em um ano você será alcoólatra.- brinquei.

  - Deus me livre das duas coisas.- a morena falou e automaticamente um clima estranho se instalou entre nós. 

  - Você não precisa ficar deixando explícito a cada cinco minutos que não me suporta.- falei e realmente estava magoado.

  - Foi mal.

  - você quer mais?- perguntei colocando vinho até mais da metade na taça dela e na minha bem menos o que a metade, até porquê ela quem tem que ficar bêbada não eu.

  - eu não posso beber muito.- ela afirmou, mas virou todo o conteúdo da taça. 

 ~ Não é possível que uma pessoa fique bêbada com duas taças de vinho, é?

  - você podia me contar como era sua vida lá no Brasil. - sugeri e coloquei mais vinho para ela.

  - Ah minha vida no Brasil era bem chatinha também. Meu pai  é do tipo superprotetor, ou seja, eu não podia fazer nada.

  - como assim? - perguntei realmente curioso.

  - nada de beber e ir para festas. Ele é do tipo que coloca a educação em primeiro lugar e só iria me deixar fazer tudo quando terminasse meus estudos, incluindo a especialização da faculdade.

  - E? Continue. - pedi tão curioso para saber o fim da história dela.

  - bem, namorei uma vez, mas foi na faculdade ele tinha os olhinhos puxadinhos iguais aos seus. Mas meu pai não me deixava sair com ele sozinha. Talvez seja por isso que eu ainda era virgem aos 26 anos. - Ela falou e começou a rir. 

  - Você terminou a faculdade com quantos anos?

  - só a faculdade? 

  - Não. Tudo.

  - aos 23. Eu realmente queria sair e me divertir um pouquinho. Mas aí comecei a trabalhar e perdi o pouco de vida social que eu tinha. A fase de residência não é fácil pra ninguém. 

  - seu pai foi bem esperto. Quando eu tiver uma filha vou fazer a mesma coisa. 

  - a coitadinha vai ser muito infeliz.- S/N afirmou e ficou de pé. Pra quê? 

  - Obrigada pelo vinho. Tenha uma boa noite. - Ela falou e se curvou para me cumprimentar mas caiu e antes que a mesma alcançasse o chão a segurei.- uau! Você foi rápido.

  - eu sei. - afirmei olhando para a boca carnuda e tão convidativa a um beijo.

  - o que tem de errado?- ela perguntou rindo.

  - eu não estou te beijando.- falei a acariciando o rosto da garota. 

  - então beije.- ela afirmou e com certeza fiquei com cara de retardado por alguns segundos até ela tomar minha boca em um beijo totalmente viciante. 

  - se você não parar agora vamos até o fim. - afirmei porque embora eu quisesse tudo isso achei que seria necessário esclarecer. 

  - me leve pro seu quarto. - Ela mandou e prontamente cumpri a ordem.

  Abri a porta do meu quarto com um simples empurrão e a encostei com o pé esquerdo, ainda beijava S/N e assim continuamos até chegarmos na minha cama e com toda a delicadeza possível eu deitei a menor na cama.

Continuei a beija-la enquanto retirava a camisola cuja cor não me preocupei em conferir, mas acho que era rosa claro.

Parei de beija-la somente para tirar as peças de roupas que cobriam meu corpo. O quarto estava escuro, logo não dava para mim ver a expressão facial da mulher que estava deitada em minha cama e confesso que não me importo contanto que eu consiga o que quero sem ter problemas. Me posicionei estrategicamente entre as pernas dela antes de iniciar a penetração dei um selinho nela e em um curto espaço de tempo introduzir minha intimidade dentro dela.

  - ai, isso dói! - a menor reclamou e me fez lembrar que era a segunda vez dela querendo ou não eu tinha que ser delicado.

  - vou ficar paradinho esperando você se acostumar. - afirmei e voltei a beija-la até que ela começou a se mexer embaixo de mim. - você já está pronta?

  - sim.

  Depois que ouvi essa pequena palavra iniciei a estocar dentro dela no começo devagar mas depois que senti o corpo dela menos tenso estoquei do meu jeito e algum tempo depois senti o baixo ventre dela se comprimir e assim ela gozou comigo dentro dela ainda estocando  cada vez mais rápido a procura do meu clímax e quando isso aconteceu não aguentei e cai por cima dela, aliviando é claro um pouco do meu peso. 

Depois de recuperar um pouco as forças deitei no lado livre da cama e puxei a menor para próximo e sem nenhuma resistência ela veio e se aninhou nos meus braços. 

 

 

Continua.....

 


Notas Finais


Me desculpem, pois como já havia dito não sei realmente escrever HOT's, mas era necessário. 🤭
Não desistam de mim.
Bjs no coração, lindas. 😘😘 ❤❤


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