História Possessive Soul - Capítulo 45


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Categorias Justin Bieber
Tags Amor, Brigas, Criminal, Descobertas, Mentiras, Obsessão, Ódio, Psicopata, Romance
Visualizações 991
Palavras 1.326
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Drama (Tragédia), Festa, Policial, Romance e Novela, Suspense, Terror e Horror, Violência
Avisos: Álcool, Drogas, Estupro, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Oi, amoreees!!!
(Obs: Katherine(uma das "vadias" da boate) vai aparecer nesse capítulo pra quem não se lembra dela ela apareceu no capítulo 29.)

Boa leitura!

Capítulo 45 - Guilty


Fanfic / Fanfiction Possessive Soul - Capítulo 45 - Guilty

Cada garota ali me olhava com temor, com medo e confusa. Algumas mais nervosas e outras mais apavoradas. Todas pareciam ser culpadas. Todas pareciam estar se entregando.

-Eu vou ser bem breve e espero uma única resposta e de preferência rápida e sem justificativas.- disse me aproximando delas e mais ou menos 17 ou 18 delas engoliram em seco.- Como vocês sabem a Hope se acidentou a dois dias atrás. Mas adivinhem...- ri sarcástico.- Não foi um acidente.- elas descaradamente fizeram cara de surpresas.- Na garrafa de água da Hope tinha uma alta dose de calmante que alguém daqui de dentro colocou e eu suponho que tenha sido alguma de vocês. Quem vai começar falando?- olhei uma por uma e ninguém se manifestou.- Sarah?

-E-eu nem se quer entrei no quarto em que a Hope estava.- disse trêmula.

-Como posso ter certeza disso?- apertei suas bochechas com uma de minhas mãos a fazendo me olhar.

-R-Ryan viu que eu fiquei o tempo inteiro lá em baixo com Emilly e Chelsea limpando o bar e a parte central da boate.

-Chaz, vá chamar o Ryan.- disse e Somers logo me obedeceu.

-Normani?- acariciei o rosto da garota ao lado.

-E-eu juro que... Que não fui eu.- gaguejou.

-Então por que do nervosismo?- levei uma de minhas mãos ao seu pescoço o apertando.

-Eu não fiz nada.- disse com os olhos marejados.- Eu juro.- me olhou nos olhos.

-Mandou me chamar, Drew?- disse Ryan ao entrar no quarto das vadias.

-Quem ficou responsável pela limpeza do bar no dia em que a Hope se acidentou?

-A Chelsea, a Emilly e a Sarah.

-Elas ficaram lá o tempo todo?

-Hum... Acho que sim. - disse ele.- Quando elas terminaram eu as trouxe de volta pra cá.

-Hum!?- comecei a avaliar novamente cada garota presente ali, querendo ver qualquer traço de mentira em suas expressões.- Úrsula?

-Eu não tinha motivos pra fazer nada contra a Hope.- disse firme e convincente e eu lhe dei um forte tapa na cara fazendo as outras se espantarem.

-Não tinha mesmo?- arquei as sombrancelhas e ela ergueu sua cabeça me olhando firme.

-Não.

-E quem aqui tinha?- a peguei pelo cabelo à fazendo me olhar nos olhos.

-Eu não sei.- rangeu os dentes.

-Não sabe mesmo?- puxei seus cabelos.

-Eu já disse que não.- disse e eu lhe soltei a empurrando contra a parede.

-Você está bem, Úrsula?- ouvi alguns murmurinhos de algumas garotas tentando ajudar Úrsula a se levantar.

-Deixem a vadia aí!- disse sério e rapidamente elas voltaram suas atenções para mim.

-A única que teve acesso ao quarto que a Hope estava foi a Mirella.- se manifestou Katherine.

-Claro.- olhei para a vadia do Ryan.- Eu tinha me esquecido de você, Mih.

-Eu jamais faria algo contra a Hope.- disse olhando para mim e em seguida para Katherine.- Não sou eu que passo o dia a invejando e falando mal dela.

-Mentirosa!- rosnou Katherine.

-Ah, Kate, por favor né!? Todo mundo aqui sabe que você nunca foi com a cara da Hope.- disse debochada.

-Então a Katherine não gosta da minha garota?- me aproximei da mesma a pegando pelo pescoço com minhas mãos.

-É mentira da Mirella. Ela só disse isso pra me prejudicar. Ela me odeia!

-Odeio mesmo e você também deveria ser verdadeira ao se referir a Hope.- rebateu Mirella.

-Eu não gosto de mentiras, Kate.- disse apertando o seu pescoço com força a fazendo se debater em minhas mãos.

-Eu não fiz nada pra Hope.- disse buscando por ar.

-Você não gosta dela, isso é um motivo pra querer prejudica-la.- apertei mais.

-Não foi ela, Bieber.- disse Ryan.

-Como você pode ter certeza disso, Butler?- perguntei sentido a garota ficar mole em minhas mãos.

-Eu sei que não foi ela. Eu coloco minhas mãos no fogo por ela.- disse Ryan e eu a soltei a deixando cair mole no chão buscando desesperada por ar em prantos.

Olhei para Kate com repulsa e a chutei no estômago sem dó e nem piedade a deixando com dificuldade para respirar.

-Lava essa sua boca pra falar da Hope.- disse antes de me virar para Mirella e caminhar lentamente até ela com um sorriso no rosto.

-Mih, Mih... O que você tem a dizer ao seu favor?- acariciei o seu rosto delicadamente colocando uma mecha do seu cabelo atrás da orelha.

-Hope é minha amiga, eu jamais a machucaria.- disse.

-Amizade não é tudo.- disse.- Você deveria saber disso, já que foi rejeitada até mesmo pelo seu próprio pai e bom...- me aproximei do seu ouvido.- Você continua a ser rejeitada por todos que você ama.- sussurrei para que apenas ela ouvisse.

Olhei para o seu rosto e sorri vendo uma lágrima escorrer por sua pele pálida.

Se eu bem conheço essa idiota ela ficou chateado pelo Ryan ter defendido a Katherine.

Oh, coitadinha.

- Você sabe que não fui eu.

-Sei?- ri pelo nariz.

-Se não soubesse já teria me matado.

Acenti com a cabeça rindo.

-Eu gosto de você, Mirella.- pisquei para ela escolhendo o meu próximo alvo.- Você está certa, eu sei que não foi você, porque foi a Lea Benson.- apontei minha arma em direção a cabeça da mesma e pude ouvir gritos assustados.

-E-eu?- gaguejou.

-Esse é o mal das pessoas, Lea.- ri sarcástico.- Achar que podem me enganar.- encostei minha arma em sua barriga.- Mas ninguém me engana, muito menos uma vadia imunda como você.- cuspi as palavras.- O que você está escondendo dentro do seu colchão?

Desde de quando eu entrei aqui ela não parava de olhar em direção a sua cama. Enquanto eu conversava com as outras garotas seus pés batiam aflitos no chão e suas mãos suadas se fechavam em punho a todo instante com o nervosismo predominando na expressão de seus olhos e lábios sendo reprimidos toda vez que eu me aproximava insinuando que ela seria a próxima interrogada.

O desespero exagerado em seus olhos ao ver o que eu fiz com Úrsula e Katherine também a entregou.

-Nada.- riu falsamente.

-Eu posso mandar o Butler e Somers conferirem?- sorri de canto com um ar sarcástico.

-Eles não vão encontrar nada.- retribuiu o sorriso sarcástico.

-Então vamos fazer assim: Se eles não encontrarem nada você está livre para sair daqui com direito a estádia aonde você quiser com tudo pago por mim; você vai poder recomeçar a sua vida. Mas se eles encontrarem alguma coisa que não deveriam ali eu perfuro todos os seus órgãos na bala.- desafiei.

Seu olhar desviou de mim e ela estremeceu não me dizendo nada.

-Chaz, Ryan, por favor.- pedi e eles foram conferir o que a vadia tanto escondia ali.

E como eu imaginei, tinha algo dentro dentro do colchão.

Vadia esperta.

Quando Ryan tirou aquele celular do "esconderijo" de Lea eu a olhei e sorri cínico para ela.

-Sinto muito.- a peguei pelo cabelo erguendo sua cabeça, destravando minha arma.

-Não, não, não por favor.- entrou em desespero.- Eu não queria ter feito isso. Por favor, eu nunca tive a intenção de machucar a Hope. Não me mata, Justin. Por favor.- entrou em prantos.

-Alguém te obrigou a isso?

-Ruby.- a entregou.

-Além de vadia e mentirosa é traíra ainda.- enfiei a arma em sua boca bem próxima a sua garganta vendo-a fazer ânsia de vômito e uma dolorosa lágrima escorrer pelo seu belo rosto antes de eu descarregar toda a minha armar dentro dela. Um tiro sendo disparado atrás do outro a cada segundo.

Sangue começou a escorrer de seu nariz e boca e seu último olhar de piedade a mim se fechou e a garota caiu morta no chão enquanto dezenas de choros encovam pelo quarto demostrando o pavor e o medo das suas colegas de quarto.

-Estão chorando por que?- me virei para elas apontando minha arma em direção às mesma que se encolheram aterrorizadas com aquela cena.- Se vocês quiserem podem fazer companhia a ela.

Peguei o celular das mãos de Ryan procurando pelo único contato que me interessava naquela merda e por sinal era o único que ela tinha.

Celular bloqueado.

Pelo menos isso ninfeta.

-Mandem alguém limpar essa sujeira.- disse para Ryan e Chaz antes de sair do quarto das vadias e discar o número de Ruby pelo celular de sua "amiguinha", agora apenas um cadáver.

-O que você quer, Lea?- disse a loira ao atender e eu sorri sarcastico.

-Oi, amor! Sentiu saudades?

-Justin??!


Notas Finais




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