História Possibilities - Capítulo 2


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Categorias Capitão América, Os Vingadores (The Avengers)
Personagens Anthony "Tony" Stark, Feiticeira Escarlate (Wanda Maximoff), James Buchanan "Bucky" Barnes, Natasha Romanoff, Personagens Originais, Steve Rogers
Tags Avengers, Natasha Romanoff, Romanogers, Stasha, Steve Rogers, Stevenat, Vingadores
Visualizações 88
Palavras 2.099
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Ação, Comédia, Crossover, Ficção, Romance e Novela
Avisos: Álcool, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


*Pensamentos da Nora se encontram em itálico.

Tenham uma boa leitura =]

Capítulo 2 - Capítulo 1



— Papai?
—Sim?


— Oque você acha da senhorita Natasha?
— Ela é uma pessoa muito boa. 
— Eu também acho.  
 
Nora sentiu um aperto no coração quando eles se separaram com Natasha no aeroporto uma hora atrás. Ela desenvolveu uma forte conexão com a mulher em um curto espaço de tempo, mas isso não a tornou menos real.  
Quando chegou a hora de ela ir, Nora deu-lhe um longo abraço, sentindo-se feliz quando ela respondeu abraçando-a de volta tão calorosamente.


— Espero ver você em Odessa em breve — disse ela contra a bochecha de Natasha.
— Conte com isso. Eu tenho que fazer alguns desvios antes de voltar para casa, mas quando eu fizer isso, eu vou passar por uma visita e você vai ter que me dar uma visita à sua casa.


— Eu não posso esperar por isso. — Uma lágrima deslizou pelo rosto de Nora quando ela se afastou e sorriu.
Natasha beijou a bochecha manchada de lágrimas da garota com carinho antes de se levantar novamente. Ela caminhou até onde Steve estava e apertou a mão dele calorosamente.


— Foi maravilhoso conhecer vocês dois.
— Da mesma forma. Tenho certeza de que Nora estará contando os dias até a gente ver você de novo.
— Oh, eu acredito nisso. — Natasha deu outro longo olhar para a garota que agora estava de pé ao lado do pai, segurando a mão dele.—  Bem, é melhor eu ir. Vejo você em breve.

— Adeus. 

 

Steve respondeu e o pequeno queixo de Nora estremeceu quando ela acenou.
Eu sinto como se a conhecesse toda a minha vida.


Os lábios de Natasha se curvaram para cima em um sorriso suave e, em seguida, ela fez o seu caminho pelo longo caminho.
Steve sabia o quanto sua filha havia sido afetada por Natasha e ele entendeu esse sentimento como ele foi afetado também, em seu coração e sua cabeça e isso não acontecia com frequência.
Algo sobre a ruiva só o fez curioso para saber mais sobre ela. Sua natureza atrevida, mas gentil, era muito atraente. Ela tinha um bom coração e, embora fosse simpática, não tinha medo de defender aquilo em que acreditava. Isso era admirável, mas havia outro ponto de interesse para ele.  Steve apesar de ter seu talento artistíco ser um hobby, ele possuía um conjunto de olhos experientes e notava coisas sobre pessoas.
Pelo jeito que Natasha se sentou e posicionou seu corpo no assento do avião, ele suspeitou que ela era uma dançarina de algum tipo. Talvez bailarina ou salão de baile treinados... ou ela pudesse ser muito atlética, exercitar-se muito na academia. O que quer que Natasha fizesse, tinha que ser algo que ela fizesse regularmente porque suas pernas estavam tonificadas.  


— Eu me pergunto se ela tem um namorado ...—  Nora murmurou, interrompendo sua cadeia de pensamentos - e provavelmente para melhor.
Steve não queria dar nenhuma idéia a Nora, mas algo sobre Natasha não ser uma mulher livre deixou um nó na garganta.


— Talvez talvez não.
— Ela é realmente bonita. E inteligente. Muitos caras estariam interessados nela. Além disso, ela é ruiva e você gosta de ruivas.


— Onde você ouviu isso? — Steve perguntou tentando não parecer chocado.
— Você disse isso.
— Sim, mas não para você.
— Por que não? Todo mundo tem um tipo ....


Ele balançou sua cabeça.  
 
— Esse não é o ponto. Eu não discuto as mulheres com você, Nora.
— Por quê? — Nora continuou confusa.


— Porque...
— Porque o que?


— Porque eu disse.
— Isso não é uma resposta, papai. — a pequena morena revirou os olhos.


— Eu sou o adulto aqui, então acho que sei qual é a resposta correta.
— Mas você não está nem respondendo pai, está evitando a minha pergunta.


Steve franziu os lábios e olhou para a filha. Nora tinha aquela expressão determinada em seu rosto adorável e ele sabia que não teria qualquer paz até que ele lhe desse uma resposta satisfatória.


— Tudo bem. Eu gosto de ruivas. Eu acho que elas são fofas, ok?  
— Viu, isso não foi tão difícil. — Nora deu um tapinha no ombro dele e ele revirou os olhos. Sua cabeça virou-se para a janela. — Eu não posso esperar para ver a nossa casa. Eu sei que você me mostrou fotos dela, mas ver algo em pessoa torna isso mais real.


— Eu concordo. E o fato de que é uma casa mobiliada me faz antecipar mais. — Não ter que gastar dinheiro extra deu a Steve uma enorme quantidade de alívio. Era muito raro que as casas fossem vendidas com mobília.
O velho amigo de faculdade de Steve, Bucky, visitou a casa dois meses antes e viveu com ele o tempo todo, para que ele pudesse obter um relato confiável do local. Felizmente, tudo estava em uma forma incrível. 
Os antigos donos também tinham bom gosto, pois cada peça de mobília de madeira era feita de cedro, e cedro era caro.
Com esse conhecimento, Steve vendeu todos os móveis em seu antigo apartamento no Brooklyn, exceto os colchões e algumas outras coisas que tinham valor significativo para ambos. Como um pequeno presente para celebrar a mudança para sua primeira casa real, Steve deu a Nora um grande cofrinho no formato de um porquinho. Como símbolo de sua afeição pela porcelana, ela o nomeou Phil.


— Bucky e alguns dos meus outros amigos da faculdade estarão esperando por nós quando chegarmos. Eles queriam nos ajudar a se mudar, se reencontrar comigo e te conhecer. Eles pensaram que eu estava louco quando eu disse a eles que tinha adotado uma criança. 
— Por quê? Porque você não é casado?


— Não, porque eles sabem como eu era na faculdade. Tímido, magro, inseguro, sempre sendo espancado por alguém maior. Quando comecei a ganhar peso e aumentar a confiança, eu já havia me formado e estava com vinte e poucos anos. Minha amigos universitários estavam em estados diferentes e nós praticamente perdemos contato, exceto Bucky. 


— Mas você era uma pessoa diferente. Agora, você é um artista com uma nova casa e filha.
Steve sorriu e estendeu a mão para irritar o cabelo de Nora.   
— É eu sou.


Nora pensou no cartão de Natasha guardado em sua bolsa de cachorro.  


E talvez eu consiga uma namorada para você antes do final do ano.  pensou, contendo um sorriso.  
 
 
                                                                 *** 
 
Nora se sentou no sofá e analisou Bucky. Ele parecia um homem muito legal. Engraçado e fácil, o tipo de pessoa que sabia como trabalhar uma multidão e mantê-los felizes. Ele era o oposto do pai dela, então ela entendeu por que eles tinham sido próximos. Bucky claramente continuou a ter uma alta opinião sobre seu pai desde que ele ajudou Steve a conseguir um emprego administrativo em uma galeria de arte próxima.

— Então você é o melhor amigo.
— Sim, eu conheço Steve desde que éramos crianças no Brooklyn.


— De volta aos dias idiotas e punks, hein? — Nora sorriu.
— Eu acho que ele te contou sobre mim?
— Mmhm. Aposto que você tem muitas histórias engraçadas sobre ele.


— Eu tenho. — o moreno deu um sorriso de canto entendendo onde a pequena morena queria chegar.


— Boa! — Ela esfregou as mãos e olhou para o pai, que estava a poucos metros fora do alcance da voz, conversando com a amiga de Bucky - mas provavelmente mais do que uma amiga - Wanda. — Você pode me falar sobre eles? Eu adoraria saber como era o pai quando ele era mais novo.


— Ah, qual é! Eu não posso acreditar que ele não tenha contado sobre sua infância em Nova York.
— Ele me contou algumas coisas, mas eu quero saber o que você achou dele quando vocês dois eram crianças. É bom ouvir sobre seus pais de outra pessoa.


Bucky inclinou a cabeça para o lado. 


— Ou talvez você só queira a sujeira em seu passado para que você possa provocá-lo sobre isso.
— Eu não provoco. Isso é o que as crianças fazem!
— Eu odeio contar isso para você, Nora, mas você é uma criança.


— Não sou! Tenho nove anos e farei dez anos este ano. Sou formada desde criança.
— Quando você tiver vinte e quatro anos, então essa afirmação será precisa.


— Vai me contar os podres do meu pai ou eu vou ter que te pagar? — Nora bufou revirando os olhos. — Você é frustrante.
— E você usa muitas palavras grandes para uma pessoa minúscula.


Nora assoou o nariz.  


 — Eu não sou minúscula. Eu sou apenas um pouco curta para a minha idade, é tudo. Quanto às minhas palavras, eu gosto de ler o dicionário.
— Para se divertir? — Bucky franziu a testa.
— Sim. Palavras são interessantes e eu gosto de aprender.


— Então você não brinca com bonecas Barbie, então?
— Ew, não. Eu prefiro figuras de ação.
— Agora eu entendi tudo. — Bucky riu e esfregou o lado da testa. — Que tal arte? Você é bom nisso?


— Não posso pintar muito bem, mas gosto de desenhar. É muito divertido. Papai diz que sou talentoso, mas acho que é cedo demais para dizer. — Nora soltou um suspiro antes de continuar. — Sr. Barnes, posso fazer uma pergunta?


— Atire.  
— Espera, oque?  
— Ah desculpe, eu achei que você ia perguntar se podia atirar no Steve por ele ser meio lerdo.


 — Não! Não seja essa pessoa. — Nora apontou o dedo para Bucky enquanto ele se encolhia no sofá risonho. — Não tente advinhar as palavras de uma pessoa, é a vida, não a mega sena. Além do mais não tem graça. 
 
— Tudo bem. — James ergue os braços em rendição. — Qual era a sua pergunta?
— Meu pai já te disse que ele gostava de ruivas?
— Uh, ele disse algo sobre gostar deles na faculdade, então sim. Por quê?


Aha! Então ele não estava me provocando quando disse que achava que eles eram fofos! 


— Apenas me perguntando. — Nora sorriu para Bucky e estava prestes a lhe fazer outra pergunta quando Steve e Wanda se aproximaram.
— E o que vocês dois estão falando? — Steve cutucou Nora ao seu lado e ela riu.
—  Apenas para conhecer um ao outro. Você escolhe bons amigos, pai.


— Um elogio da minha própria filha! Você está se sentindo bem, querida?
— Pare de tentar me fazer ficar mal! — Nora empurrou o braço dele e todos riram.
Wanda olhou para o relógio e deu um grito de surpresa.  
 
— Caralho, já são dez e meia, estamos atrasados! 
 
— Linguagem, Wanda! — Steve apontou desesperado para a filha que revirava os olhos.
— Mesmo? —  Bucky franziu a testa. — Bem, é melhor pegarmos a estrada. Eu sei que você tem uma reunião pela manhã. — Ele se levantou e caminhou ao redor do sofá com Nora logo atrás. — Foi ótimo ver você esta noite, Steve. Temos muito o que conversar. — Ele se inclinou para o nível de Wanda e o palco sussurrou — Eu quero saber sobre todas as namoradas que meu amigo deixou no Brooklyn, ok, Nora?


A morena deu-lhe uma saudação.  


— Sem problemas!


Wanda riu. 


— Sua filha é adorável, Steve. Espero conhecê-los melhor com o passar do tempo.
— Eu também. Qualquer amigo de Bucky é um amigo meu. — Ele apertou a mão dela e deu um abraço em Bucky.


— Estou feliz que você esteja aqui, cara.
— Eu também. Vejo você por aí. — Steve e Nora levaram Bucky e Wanda para a porta da frente e se despediram.


Depois que eles saíram, Nora apagou todas as luzes e Steve segurou a mão dela enquanto subiam as escadas.


— Então o que você achou de Bucky?
— Eu gostei muito dele e eu entendo por que você era tão boa amiga crescendo. Eu gostaria de ter um amigo assim ... — Nora lhe deu um sorriso triste. Ela não era boa em fazer amizades, sempre diziam que ela era bonita, mas estranha. Ninguém gostaria de ser amigo de uma estranha como ela.


— Ei, vire essa carranca de cabeça para baixo. Lembre-se do que eu disse antes? Quando você for à escola na segunda-feira, você acabará tendo tantos amigos, que você não saberá o que fazer com eles. Não se sinta ansioso sobre isso, Nora, você é a criança mais corajosa que eu já conheci. 


— Além de você, você quer dizer. — A garota abriu um sorriso zombeteiro.
— Vou chamar de empate. Somos ambos muito corajosos.
— Parece bom para mim.


Quando chegaram ao quarto dela, Nora soltou a mão dele e tirou os chinelos. Ela já havia tomado banho, escovado os dentes e vestida com seu pijama predileto.
Subindo na cama, ela puxou as cobertas até o pescoço e sorriu.


— Eu tenho um bom pressentimento sobre esse lugar, papai.
— Eu também. É um novo começo. Talvez um pouco assustador, mas é para isso que temos um ao outro, certo?
— Você entendeu.


Steve se abaixou e beijou a testa de Nora e sussurrou um ‘’Boa noite, querida. Eu te amo.’’
— Boa noite, papai. Eu também te amo.


Notas Finais


Eai? Oque acharam? Devo continuar? Me falem oque acharam beberes <3
Até a próxima, love all <3


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