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História "Posso te contar a verdade?" - Jenlisa - Capítulo 29


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Capítulo 29 - "Deixarei você pensar por um tempo"


Percebendo o meu nervosismo, ela interrompe monha futura resposta, desviando seu olhar entre meus olhos e o chão.

"Não me responda agora... estamos em um momento um tanto conturbado... deixarei você pensar por um tempo..."

Assim que ela solta minha mão aos poucos e continua olhando para o chão, e passa por mim devagar, que no momento fiquei paralisada pois realmente não esperava um pedido.

Ela foi dando passos longos, mas rasos, quem passase perto do corredor silencioso, ouvia o barulho dos seus saltos, mas eram sons rasos.

A cada "toc" que a ponta do seu salto tocava no chão e emitia tal som, era uma falha do meu coração, até que me senti mais segura do que nunca para correr até a mesma cabisbaixa para virá-la, e seguida dar lhe um selinho que logo logo se transformou em um beijo totalmente mergulhado em paixão.

"Quando se pergunta algo... geralmente se espera uma resposta..."

"Mas geralmente esse pedido não é feito em hospitais... com... a cabeça da pessoa a mil ou a milhão..."

"Nini..."

"Eu errei... aigo... não era para eu ter feito isso agora..." ela coloca uma mão na testa, agira esbanjando preocupação.

"Jennie..."

"Eu fui muito orgulhosa... v-você tem todo direito de negar agora, ou pedir um tempo para pensa..."

Interrompo novamente a outra, mas como apenas lhe chamar não adiantava, selei nossos lábios mais uma vez, logo nos afastando e voltando a olhar em seus olhos.

"Eu aceito..."

Seus olhinhos antes desesperados brilharam.

Eles brilharam enquanto encaravam os meus.

Que permaneciam do mesmo jeito, brilhando por estarmos encarando o amor da vida.

Uma da outra.

"L-lali..."

"Você não me deixou responder antes... tive que te beijar pra falar isso..."

"E-eu... n-não sei o que dizer..."

"Morena... quando se está feliz..."

"Não precisa falar, apenas agir... é verdade..."

"Eu te amo mais do que tudo Jennie Kim"

"Eu te amo mais Lalisa Manoban"

Ela me abraça e encaixa seu rosto no meu ombro, com o rosto virado para o meu pescoço, foi quando eu senti sua respiração um pouquinho mais oesada e também minha pele sendo respingada.

"Você tá chorando?"

"N-não..." sua voz sai abafada

"Então olha pra mim..."

"Não..."

"Então está chorando?"

"Tô nada..."

"Então olha pra mimmm"

Ela desapoia seu rostinho vermelhinho de meu ombro agora o deixando livre, e me encara com lágrimas nos olhos e um sorriso maravilhoso em seus lábios.

"Assim tu me quebra..."

E antes que eu pudesse espersr por mais alguma coisa, ela me rouba um beijo, e fica na pontinha dos pés para quase, mas bem quase mesmo, ficar da minha altura.

"Eu te amo Lili..."

"Ei... Lili não..."

"O que? Nas mensagens você se apresentou assim"

"É mas..."

"Foi o início da nossa história sua insensível"

"Ain tá bom... pode me chamar de Lili..."

"Ebaa"

"Mas eu vou te chamar de mandona"

"Que?!"

"É"

"Acho um absurdo"

"Eu que vou chamar, então acho bem justo"

"Mas que audácia Lalisa Manoban!"

"A sua de me chamar de Lili! Dona Kim"

"Ai credo... parece que você chamou a minha mãe... imagina... estamos na cama aí do nada você fala isso..."

"Ninii" falo com um ar de indignação por estamos nesse nível de conversa.

"Ui que nojo... se você fizer isso eu peço divórcio."

"Mas foi você que pediu..."

"Anjo, quando te pedi em casamento, não foi obrigatoriamente pedir para gemer o nome da minha mãe!"

"Credo menina, sai daí"

"Tá... mudando de assunto já que estamos em um hospital..."

"Você tem notícias da Daniele?"

"Sei o mesmo que você... apenas a deixei aqui com os médicos e enfermeiras, e desci para tentar salvar a sua vida. E aliás... me dá a sua mão..."

Faço o que a mesma pede e lhe entrego minha mão, deixando-a mais ou menos na altura do seu peito, já que no meu ficaria um pouco mais alto pra ela. A morena segura minha mão direita delicadamente e no penúltimo dedo, encaixa o anel de prata detalhado com flores e brilhantes.

Depois do processo que a mesma realiza comigo, faço o mesmo com ela, mesmo não levando muito jeito para tal ato.

Pelo menos eu tentei.

Talkei?

Releva fazendo o favor.

Nunca fui pedida em casamento antes, não tenho experiência beleza?

🥀Lalisa off🥀

🥀Jennie on🥀

Depois dos anéis estarem encaixados em seus devidos lugares, minha mão esquerda segura sua mão direita e caminhamos até a recepção atrás de informações sobre a garota que trouxemos.

Já que não sabíamos nem se ela estava viva naquele momento.

O que foi beem desesperador na hora.

Mas estávamos bem.

Assim que recebemos notícia sobre a garota, já estava bem tarde, e nos encontrávamos sentadas nas cadeiras do lado de fora do quarto da Daniele.

Sinto um peso não tão pesado cair sobre a pele e o músculo tenso do meu ombro, olho para o lado e me deparo com a Lali dormindo no mesmo, ela deveria estar morrendo de sono... me sinto mal por ela... teve um dia/noite agitados demais para uma pessoa que não está acostumada com tamanha preocupação.

Tento acordá-la sem assustá-la, mas vejo que falhei assim que a mesma deu um saltinho da cadeira, provavelmente se assustando por estar sendo acordada repentinamente.

"Lali... se você quiser ir para casa... pode ir, eu fico aqui cuidando da Dani..."

"N-não..."

"Lisa, vai. Eu vou ficar bem. E se você for dormir aqui, vai ficar com torcicolo"

"E como a sabichona sabe?" Diz com a voz rouquinha e coçando os olhinhos vermelhinhos.

"Por que você estava dormindo no meu ombro, e estava forçando demais um dos lados do seu pescoço, seu músculo ficaria mais tenso do que já está e..."

"Tudo bem, eu entendi. Eu ia ficar com o pescoço lascado... porque tu não fala como gente em morena? Olha, cê tá falando com a sua nooiva" ela estende a mão me mostrando o anel e me fazendo rir um pouco "não tá dando uma palestra pra o O'bama não..."

"Mas quem é presidente hoje é o..."

"O água de salsicha loiro... eu sei..."

"Também sabe que ele é meu tio de 3° (terceiro grau)?"

"Né nada"

"Na verdade é sim"

"É sério?! Eu xingeui seu tio?!"

"Não, é brincadeira"

"Aish"

"Mas agora estou falando sério, vá para casa, tome um banho, coloque suas roupas para lavar ou... sei lá, faça o que quiser com elas. Apenas vá dormir"

"Se eu for, você promete chegar ainda hoje em casa?"

"Prometo..."

"Mas tem que ser antes de clarear!"

"Tudo beem eu chego antes de clarear meu anjo."

"Amo quando você me chama de anjo..."

"E eu amo quando você me chama de morena... agora toma as chaves do carro e vai..."

"E como você vai voltar?"

"Eu ligo pra Chay"

"Vai acordar a Chay unnie?"

"É! Aproveito e conto da novidade" agora eu que levanto a mão mostrando o anel "assim ela não briga tanto comigo."

"Você não existe kkk" a mesma ms dá um selinho, segura as chaves e some da minha visão.

Entro no quarto da Daniele e vejo a mesma dormindo, passo mais um tempo lá, e quando pego no meu celular, e vejo as horas, me espanto por já ser 03:45AM (três e quarenta e cinco da manhã) então saio do quarto depois de me organizar, vou chamar um médico para que possa trancar a porta e assim poder sair.

Ligo para a Chay assim como disse a Lali que faria, a mesma foi me xingando a metade do caminho todinho até eu lhe mostrar o anel que continuava em meu dedo e a mesma surtar.

Ela me deixou em casa e desejou um "feliz noivado" kkkk

Eu entrei em casa e já estava tudo escuro, vou até o quarto e vejo o meu anjo deitado na cama, com um pijama fino e fresco descoberta, e hoje estava fazendo muito frio, então apenas cheguei perto da mesma e a cobri, puxando o lençol da cama para cima de sí.

Tomei meu banho, troquei de roupa, fui na cozinha comi algo e volto para o quarto, escovo os dentes e deito na cama.

Finalmente em casa.

Finalmente na minha cama.

Virei para o lado e abraçei a Lali que resmungou baixinho um "deveria ter voltado mais cedo..." e eu rí de sua preocupação, mas ao mesmo tempo morrendo de amores.

"Pelo menos eu voltei antes de clarear como prometi"

"Vai dormir comigo agora?"

"Vou sim... boa noite minha noiva..."

"RRsboa noite morena... minha morena"

Selo sua bochecha e apoio minha cabeça no travesseiro, logo dormindo.



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