História Possua-me. (Dramione) - Capítulo 20


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Categorias Harry Potter
Tags Brigas, Dramione, Hogwarts, Romance
Visualizações 211
Palavras 956
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Aventura, Comédia, Drama (Tragédia), Ecchi, Famí­lia, Festa, Hentai, Luta, Magia, Romance e Novela, Sobrenatural, Suspense, Violência
Avisos: Álcool, Heterossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sadomasoquismo, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Alguns dos personagens encontrados nesta história e/ou universo não me pertencem, mas são de propriedade intelectual de seus respectivos autores. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos criada de fã e para fã sem comprometer a obra original.

Notas do Autor


Obrigada gente pela força

Capítulo 20 - Me proteger?


Hermione pov

Esse negócio de carta anônima estava me tirando do sério. Malfoy me olhava sério, ele estava tenso.

- Nem falamos sobre isso com a Professora McGonagall. - Lembrei. 

- Eu pensei em falar, mas na verdade quero resolver isso sem ninguém ficar sabendo. 

- Não ouse lançar nenhum feitiço imperdoável. Já te falei isso.

Ele sorriu maldoso, Malfoy estava determinado a fazer uma besteira. Mas eu não iria permitir. 

- Calma, Granger. Não confia em mim? 

- Esse é o problema. - Joguei na cara.

- Muito bem, tem alguma ideia melhor? - Franziu o cenho. 

- Sim, mas é arriscado. - Tremi.

- E o que seria? - Arqueou uma sobrancelha. 

- Entrar no quarto dos meninos e enquanto Rony dorme, você invadir a mente dele. 

- O Potter vai notar nossa presença. O Weasley é um idiota, mas o Cicatriz não. 

- Eu posso lançar algum feitiço no Harry.


Draco pov

Era uma surpresa ouvir isso da Granger. Lançar um feitiço no seu melhor amigo? Mas dava pra ver que ela estava perturbada com isso, mas queria seguir com essa ideia maluca, assim como eu, ela estava cansada dessas ameaças sem sentido. 

- Vamos fazer esta noite? - Perguntei.

- Sim, mas temos nossa ronda hoje. Depois do nosso horário, todos vão está dormindo. Então colocaremos o plano em prática. 

- Mas você sabe a senha deles?

- Sim. 

- Então não ouse usar seu perfume na hora. Seu perfume bom vai atrapalhar o plano.

Ela sorriu, me toquei que falei demais, me deixando sem jeito. 

- Não precisa ficar sem jeito, doninha. Seu segredo será guardado. 

Dessa vez foi eu que sorri. Era incrível o poder que ela tinha. De me irritar e me fazer bem ao mesmo tempo.



E chega a noite, fizemos nossa ronda. Nada de anormal. Eu estava ansioso mesmo era pra invadir o quarto dos amiguinhos da Granger e pôr logo um fim nessa idiotice. 

Granger e eu nos encontrarmos no mesmo lugar que nos separamos pra iniciar nossa ronda. 

- Essa hora já devem está dormindo. Precisamos ir logo. - Ela se apressou, pegando em minha mão e me puxando rapidamente. Chegamos na Grifinória, assim chegando no quarto das donzelas. 

- BLACK. - Pronunciou a senha. Uma senha bem pequena. Mas não vinha ao caso.

Ela agarrou minha mão com força, foi ela que teve a bendita ideia e está super nervosa. Eu confesso que estou tranquilo. 

Andamos na ponta dos pés, o Cicatriz estava desmaiado, mas falando dormindo. No outro, o Weasley estava roncando. Patético. 

- Vai, faz sua parte, irei ficar de olho no Harry. - Ela falou bem baixinho. 

Assenti. Cheguei bem perto do Cabeça de Cenoura, fechei os olhos e mergulhei em sua mente. Acabei indo no momento que todos estavam no Expresso de Hogwarts. Onde o ruivo reclamava com a Granger sobre está me olhando e tal. Por surpresa minha, a Sabe-Tudo me defendeu. Era bom saber disso. Pulei essas lembranças e fui para depois da festa do pijama da Luna, no dia seguinte é claro. Depois da briga dos dois por minha causa, ainda estava tudo normal. 

Disso cheguei em um ponto para mim e para a castanha. Pansy dizendo que havia escrito a carta para a Granger e o ruivo dizendo que o dele já havia escrito também. Que mandou pela coruja para enviar até meu dormitório. Bingo, era tudo o que eu queria saber. Me afastei de sua cabeça, o mesmo continuava a dormir. Harry também estava dormindo também. Minha vontade foi de pular no pescoço do Weasley e matar ele aqui mesmo. Mas nunca que a Granger iria permitir tal ato. Minha cabeça estava fervendo. 

- Vamos! - Falei com ela, pegando em sua mão. 

Saímos no total silêncio, assim como entramos. Voltamos para nosso quarto, minha raiva ficando evidente, dei um chute na minha poltrona que voou longe, a raiva era tanta que nem o assento se livrou. 

A Granger me olhava um pouco assustada. 

- Foi ele? 

Assenti.

- Como aquele idiota ousou ameaçar um Malfoy? - Me explodi.



Hermione pov 

Rony passou dos limites. Nunca que iria imaginar ele fazer tal coisa. Eu já não reconheço mais meu amigo. Isso me dava um aperto no coração, passamos por tanta coisa juntos, ele sempre foi um bom garoto, sempre tão amigo, como pôde chegar a esse ponto? Ele sempre foi tão compreensível. Mas eu estava enganada, Rony tinha um lado que eu não conhecia. Eu não conhecia de verdade Ronald Weasley. 

- Calma, Malfoy. - Tentei acalmá-lo. Mas não estava adiantando muito. 

- Me acalmar? Me poupe, Granger. Eu não vou deixar barato o que seu amiguinho fez. Eu vou pegar ele e a Pansy juntos. Eles irão saber quem é Draco Malfoy. E não ouse tentar defender seu amigo. - Disse extremamente irritado. 

- Eu não vou defender o Rony. Eu só quero te proteger. 

Sua fisionomia se suavizou ao ouvir essas palavras. 

- Me proteger? - Ele repetiu. 

- Você pode me odiar, querer que eu me afaste, mas eu mesma irei resolver isso. Eu tenho outros métodos para colocar tudo nos eixos. Nem que eu lance um feitiço em você, mas você vai ficar quieto.

- Não me peça isso, Granger. - Reprovou. - Eu não sou o Potter e o Weasley que fazem tudo o que você manda. Eu sou um Malfoy e tenho minha reputação a zelar. - Ele nunca deixava aquela pose de lado. Parecia que eu estava falando com o pai dele. 

- Ah, cala a boca, Malfoy. Enfia essa reputação bem naquele lugar e por um vez na vida, confia em alguém.. Me escuta e confia em mim. 

Ele arregalou um pouco os olhos. 

- Tudo bem, Granger. - Bufou. 





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