História Ppoppo - Capítulo 3


Escrita por: ~ e ~Jinro

Postado
Categorias Bangtan Boys (BTS)
Personagens Jimin, Jungkook, Personagens Originais, V
Tags Amor Platonico, Beijinho, Beijo, Chimchim, Cute, Jeon, Jeon Jungkook, Jimin, Jungkook, Kim Taehyung, Kookie, Love, Originais, Park Jimin, Ppoppo, Selinho, Selo, Soft, Taehyung, Taekook, Taetae, Vkook
Visualizações 170
Palavras 1.282
Terminada Sim
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Colegial, Comédia, Famí­lia, Fluffy, Lemon, Romance e Novela, Shonen-Ai, Suspense, Universo Alternativo, Violência, Yaoi
Avisos: Bissexualidade, Heterossexualidade, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


HeyHoy~~

Sou eu de novo, Jinro~~
A nix está bem sim, só que ainda sem internet. Ela anda só conseguindo entrar pelo celular, por isso estou postando novamente! Mas me contem, estão bem?

Uma coisinha a se ressaltar, na nossa ideia - minha e nixinha ;3; a ppoppo teria somente esse último capítulo, contudo, o hot ficou muito grande, e para não ter que dividir e angustiá-los com isso, postamos a intro só. E o próximo, deve ser o último sim, o finalmente, esperado, Lemon. <3

Estamos trabalhando duro por isso, então, esperamos que gostem!

Boa leitura, e até lá em baixo~;3;

Capítulo 3 - Chapter 3 - Catastropic Love


Fanfic / Fanfiction Ppoppo - Capítulo 3 - Chapter 3 - Catastropic Love

– Hyung – Sussurrou – Faz de novo – Disse encostando seus lábios nos meus.

Quem seria eu para recusar um pedido feito dessa forma tão inocente e necessitada. Eu o beijei como sempre quis fazer. Seus lábios tão macios me fizeram ir ao paraíso, e ali em seus braços quentes, soube onde era meu lugar, e que não gostaria de sair dali jamais.

Seus lábios se esticaram em um sorriso tímido, acompanhado de um leve rubor. Ele se afastou e desviou o olhar, mas com um riso leve ainda adornando os lábios. Contudo, Jeon não o manteve por muito tempo.

– Hyung, quer ir lá em casa hoje? Acho que precisamos conversar sobre tudo que está acontecendo . – mexeu suas mãos inquietamente, num tique nervoso que ele tinha e que sempre se manifestava quando sentia-se desconfortável com algum assunto.

– Acho uma boa ideia, mas você tem certeza que deseja falar sobre isso agora? – perguntei, receoso. – Podemos esperar um pouco, sabe… É muita coisa pra lidar, até eu estou confuso com tudo que está acontecendo. – Disse, e era verdade, tudo o que ocorreu me deixou muito inseguro de como seria daqui pra frente.

– Eu tenho certeza, não quero perder mais tempo, já perdemos tempo demais… Preciso entender tudo que está acontecendo, e eu quero ficar contigo – disse e virou seus olhos negros e cintilantes na minha direção. Um choque passou pelo meu corpo, seguido de um suspiro.

Não consegui dizer nada, nem precisava, tudo que eu queria dizer já fora dito pelos lábios daquele garoto tão incrível; me levantei do banco e segurei no seu pulso, onde ele me seguiu no movimento. Quando estávamos os dois de pé, paramos por uns segundo para apreciar nossa troca de olhares. Não sabia o que se passava na sua cabeça quando me observava, porém com todo o brilho e leveza de sua íris, com certeza era algo bom.

– Vamos…? – perguntou, depois do que pareceu passar alguns segundos, fazendo-me perceber que estávamos nos encarando no meio de uma praça.

A noite já estava chegando, e provavelmente a mãe do Jungkook estaria ficando preocupada. Eu apenas acenei, concordando consigo, seguindo em direção a sua casa. Chegando lá eu avisaria para minha mãe que iria dormir na casa do Kook; ela provavelmente vai estranhar, pois faz bastante tempo que não durmo na casa do Jeon, mas era necessário, precisamos mesmo conversar sobre tudo que está acontecendo.

[...]

Ao chegarmos na casa do Kook, fomos recebidos por um silêncio e um breu, o que era realmente estranho, pois o irmão mais novo do Kookie, sempre dava um jeito de brincar por toda a casa e fazer muita bagunça e muito barulho.

Jungkook ligou a luz da casa e tudo pareceu muito mais estranho, pois a sala estava toda arrumada, coisa que não acontecia frequentemente. Eu fiquei um tanto preocupado quando o menor chamou sua mãe e ela não respondeu; e quando ele foi apressado em direção a cozinha, meu coração quase saiu pela boca.

Mas assim que o vi voltar com um pedaço de papel nas mãos e um sorrisinho discreto nos rosto, me permitir relaxar, sua mãe não estava em casa, e provavelmente tinha deixado um bilhete avisando.

Dito e certo, kookie me mostrou o bilhete, e nele estava escrito que sua mãe tinha saído, e levado seu irmão junto, não disse quando iria voltar, e, também dizia que quando Jungkook chegasse, ele deveria ligar pra ela, apenas pra confirmar que ele estava bem.

— Vamos pro meu quarto...? Acho que ainda temos muitas coisas pra fazer. —  disse depois de ligar pra sua mãe, e segurou o meu pulso, puxando-me para fora da cozinha.

Eu percebi que ele não estava mais tão tímido, Kookie ainda possuía muita vergonha, mesmo que suas ações agora estivessem mais descontraídas e menos reservadas; talvez todos os acontecimentos, tenha nos deixado mais íntimos do que éramos antes.

Subimos e entramos em seu quarto. Eu sempre gostei desse lugar, os pôsteres nas paredes azuladas, os desenhos e folhas espalhados por todo o quarto, e os vários mangás nas estantes. Sempre me pareceu muito confortável e familiar.

— Pode ficar a vontade, Hyung. — disse sentando-se na cama. Fechei a porta, pois estava entrando uma brisa fria, e me sentei ao seu lado.

— Quer comer alguma coisa? — perguntou chegando perto de mim, onde seu calor me fazia ter vontade de abraçá-lo. Sempre senti mais frio do que as pessoas normais, e ficar perto dele sempre me aqueceu, tanto meu corpo quanto meu coração.

— Não.... Precisamos conversar, e eu não estou com fome. Mas se quiser comer algo, tudo bem por mim, eu te espero. — disse, minha mão fazendo um carinho sutil em sua coxa, enquanto olhava nos seus olhos.

— Eu também não quero comer, Hyung, mas acho que quero tomar um banho… Você pode esperar um pouco? — disse apertando minha mão por cima da sua coxa.

—  Eu posso esperar sim — disse pegando um mangá que estava em cima da cama.

— Já volto — então, se levantou, retirando o blusa do uniforme, eu tive que conter um suspiro que quase escapou dos meus lábios. Seu corpo era lindo, suas costas, pálida e magra, seu peitoral não muito definido, mas lindo e firme.

E como se minha sanidade não estivesse danificada o suficiente, ele retirou a calça do uniforme, como se fosse a coisa mais normal do mundo, e bem… era. Sempre nos trocamos na frente um do outro, mas agora era diferente, eu sentia uma tensão diferente no ar.

Eu fiquei olhando pra suas coxas, brancas e delineadas, sua pele macia em contraste com seus cabelos negros e brilhantes. Eu não conseguia desviar o olhar, pareceu que Kookie não tinha notado, pois continuou andando calmamente para o banheiro.

E somente quando ele entrou no cômodo, que eu pude soltar a respiração, que eu nem sabia que estava prendendo. Seu corpo, seus olhos, todo seu ser, me deixava completamente desorientado.

Passei as mãos no meu cabelo o penteando pra trás, num ato de nervosismo. Droga! Não podia pensar assim dele, era muito errado, contudo não conseguia sequer ficar longe dele. Sim, eu estava realmente muito apaixonado pelo garoto que um dia, quase, pensei que fosse meu irmão de outra mãe.

Quase.

Ouvi o chuveiro sendo ligado, e meus pensamentos foram interrompidos pelo barulho, mas isso não melhorou minha situação, ao contrário, piorou. Eu quase podia imaginar seu corpo molhado, as gotas em seus ombros, braços, peitoral. Minha respiração começou a ficar ofegante, e eu não sabia como controlá-la.

—  Hyung —  ouvi sua voz, quase não escutando de tão concentrado nos meus próprios pensamentos, e levei mais alguns segundos para raciocinar que ele estava me chamando.

— Jungkook…? O que aconteceu? Precisa de algo? — Perguntei tentando me recompor.

— Sim… Eu esqueci a toalha. Pode trazer ela pra mim, por favor? —  disse, com a voz meio abafada.

—  Sim… Já vou levá-la para você. — Respondi, procurando o tecido no meio daquela bagunça que era o quarto do Jeon.

Assim que a encontrei, a apanhei e bati na porta do banheiro, ouvi sua voz me deixando entrar. Entrei no banheiro, e fui recebido por uma nuvem de vapor, além de um cheiro muito bom de sabonete. Parei alguns segundos apenas para apreciar aquele aroma delicioso, era o mesmo que eu sempre sentia quando estava com Jungkook.

— Hyung…? — chamou-me. Virei em sua direção, e o vidro embaçado do box me impedia de ver seu corpo. Não queria, mas acabei soltando um suspiro de frustração.

— Estou aqui… A sua toalha, onde posso deixá-la? — perguntei, tentando não encarar muito seu contorno pelo vidro embaçado.

E o que eu menos esperava aconteceu, ele abriu a porta do box, mas apenas o suficiente para ver o seu tronco nu e molhado, e seus cabelos cheios de sabão.


Notas Finais


Aaaaaaaaaa, soaidjas, paramos bem ali, na HORA.

Hihihi, nos contem oque acharam, e o que esperam também! Será divertido ler as teorias de vocês! A quem comentou no último obrigada, vocês são todos uns fofos!

Nos vemos no último, ou seja, no porn ~3~

Xoxo, Jinro!


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