História Pray confession - Capítulo 3


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Categorias B.A.P, Bang Yong Gook
Personagens Bang Yong Gook, Bang Yongguk, Daehyun, Himchan, Jongup, Personagens Originais, Youngjae, Zelo
Tags Adolescente, Amor Platonico, Banglo, Bap, Boyxboy, Colegial, Daehyun, Daejae, Himchan, Himup, Jongup, Revelaçao, Romance, Yaoi, Yongguk, Youngjae, Zelo
Visualizações 7
Palavras 1.958
Terminada Não
NÃO RECOMENDADO PARA MENORES DE 18 ANOS
Gêneros: Crossover, Drama (Tragédia), Famí­lia, Fantasia, Festa, Ficção, Ficção Adolescente, Lemon, Literatura Feminina, Romance e Novela, Shonen-Ai, Shoujo (Romântico), Slash, Universo Alternativo, Violência, Yaoi (Gay)
Avisos: Álcool, Homossexualidade, Insinuação de sexo, Linguagem Imprópria, Nudez, Sexo, Tortura, Violência
Aviso legal
Os personagens encontrados nesta história são apenas alusões a pessoas reais e nenhuma das situações e personalidades aqui encontradas refletem a realidade, tratando-se esta obra, de uma ficção. Os eventuais personagens originais desta história são de minha propriedade intelectual. História sem fins lucrativos, feita apenas de fã para fã sem o objetivo de denegrir ou violar as imagens dos artistas.

Notas do Autor


Mais um, mais um, mais um capítulo fresquinho para vocês espero que vocês gostem dele tanto quanto eu gostei escreve-lo.

Boa leitura bolinhos

Ps: Ah vocês que estão me acompanhando, lendo e favoritando muitíssimo obrigada, vocês não sabem o quanto eu fico feliz quando vejo minhas histórias dando resultado, ah e senhores leitores fantasmas não se preocupem eu também amo vocês. Brijinhos

Capítulo 3 - Passeio


Fanfic / Fanfiction Pray confession - Capítulo 3 - Passeio


Minha relação com o meu padrasto não é nem muito boa e nem muito ruim, é apenas... Hmn, digamos, normal. Acredito que a razão de nós dois não brigarmos muito é o fato de que ele trabalha durante a noite e pela manhã quando eu acordo ele geralmente está dormindo, ás vezes quando ele acorda de tarde ou eu estou trancado no meu quarto ou então estou na rua andando de skate e de noite ele sai para trabalhar, já aconteceu de passarmos mais de três dias sem ver a cara um do outro. Somos praticamente dois estranhos dividindo o mesmo teto

Claro, isso acontece durante a semana, agora nos fins de semanas fica meio difícil.

No domingo é aquele dia da semana em que a minha mãe e ele tiram para “por o papo em dia”, eu particularmente odeio essas coisas, mais ás vezes não consigo escapar das garras de minha mãe.

Hoje é um desses dias, meu padrasto disse que seria uma boa sairmos para da uma volta, ver como está à cidade e as pessoas. Devo concordar que até achei interessante essa idéia, eu gosto de sair. Andávamos de carro pela avenida movimentada, eu sentado no banco de trás atrás da minha mãe ficava olhando pela janela as pessoas passando, as moças desfilando com suas roupas chiques e os caras andando a pouquíssimos metros delas, muitas pessoas ocupando o mesmo espaço sem realmente se importar, cada uma preocupada com seu próprio mundo e pouco se lixando com os problemas alheios.

Isso era cidade grande, pessoal, ninguém liga pra ninguém apenas com seu próprio umbigo.

Lembro-me de quando me mudei de Mokpo para cá, ficava igual um retardado olhando pros prédios, outdoors, lojas, carros. Neste mesmo dia acabei me perdendo de minha mãe, tinha apenas onze anos, fiquei assustado e morrendo de medo, chorava e pedia ajuda, algumas pessoas pararam para me ajudar, mais eu não conseguia falar nada apenas perguntava onde estava a minha mãe, ela apareceu meia hora depois, desesperada atrás de mim.

Quando chegamos em casa ela me deu o maior sermão e quase me deixou de castigo, só não me castigou por que reconheceu que ela também teve culpa. Hoje em dia eu dou risada daquele acontecimento, e assumo também que eu nunca senti tanto medo como naquele dia, antes dela aparecer na minha mente infantil já conseguia visualizar eu como menino de rua, tendo que pedir esmola para conseguir comer.

O carro para e eu acordo de meus pensamentos, olho pro lado e percebo que chegamos no famoso mercado de frutos do mar de Noryangjin. Quando entramos nos deparamos com várias pessoas andando pra lá e pra cá fazendo suas compras.

- Escolheremos quais iremos comer e depois vamos até o restaurante almoçar.

Explica meu padrasto quando começamos a andar pelo corredor central, fomos de banca em banca, tudo aqui era bem limpo e organizado, algumas vendedoras eram simpáticas outras nem tanto mais em geral atendiam bem e sempre com um sorriso no rosto.

Eu escolhi apenas um camarão a minha mãe pegou uma lagosta e um peixinho meu padrasto resolveu se aventurar com um polvo.

Subimos as escadas até o primeiro andar onde havia um restaurante, entramos e pedimos para cozinhar o que havíamos escolhido e o meu padrasto pediu para deixar o polvo vivo mesmo, que era apenas para cortar o pobre bichinho.

Uma senhora nos guiou até uma mesa e nos sentamos no chão mesmo, eles pediram duas cervejas para beber, eu queria também mais a minha me repreendeu dizendo que “eu não tenho idade para beber”, me contive para não girar os olhos, se ela soubesse que uma vez eu e o Young Jae enchemos a cara na casa dele nunca mais me deixaria sair.

Tive então que me contentar com uma coca-cola mesmo.

Nossos pedidos chegaram rapidamente e logo começamos a comer, ficava olhando meu padrasto comer o coitadinho do polvo ainda se mexendo no prato e me questionado como ele conseguia comer aquilo com tanta facilidade, eu não conseguiria, alem do bicho está vivo, VIVO, você ainda tem que comer com todo cuidado, tentar mastigar bem – mesmo quando ele prega em sua boca – e engolir rapidamente se não você corre o risco dele grudar na sua garganta e acabar se engasgando, ou seja, é uma comida que pode te matar.

Só uma pessoa muito corajosa consegue comer aquilo.

Comemos em silencio e depois de pagar a conta, saímos.

- Para onde querem ir agora?

Pergunta meu padrasto, minha mãe dá de ombros sem idéia para onde podemos ir.

- Podemos dá uma voltinha na rua Hongdae.

Sugiro e eles concordam comigo e assim voltamos pro carro e partimos rumo à rua mais famosa de Seul. Quando chegamos, encontramos um pequeno aglomerado de pessoas próximo da calçada, aparentemente era uma apresentação que estava ocorrendo ali.

Quando nos aproximamos encontramos um rapaz um pouco mais velho do que eu, ele cantava uma musica americana para seu pequeno publico e fazia as pessoas sorrirem, realmente ele cantava muito bem. Sem perceber comecei a dançar, não dançar mesmo apenas balançava meu corpo no ritmo da musica dele.

- Legal, né?

Dou um pequeno pulo quando escuto alguém falando perto de mim, a voz grave e profunda me soou familiar. Olho pro lado e vejo Bang parado do meu lado, ele me olha de volta e sorri revelando gengivas escuras e dentes alinhados branquinhos e só então percebo que ele estava falando comigo.

- Sim, muito.

- Que coincidência te encontrar aqui, Choi.

- Digo o mesmo, alias pode me chamar de Jun Hong.

- Ás vezes escuto o seu amigo te chamar de Zelo.

- Apenas pessoas intimas podem me chamar assim. – Ele abaixa a cabeça, todo sem graça e eu acabo rindo da cara dele. – Brincadeira, pode me chamar de Zelo também.

Ele sorri

- Okay

- Jun vamos.

Minha mãe me chama mais adiante, o cantor já havia acabado e a multidão se dissipava aos poucos.

- Já vou, - grito pra ela – tenho que ir, agente se vê amanhã na escola, tchau Bang.

- Tchau Zelo.

- Quem era aquele garoto?

Pergunta ela me olhando meio estranho.

- Ele se chama Bang Yong Guk e estuda junto comigo, ele é novato lá na escola.

- Entendo, fico feliz que você esteja tentando fazer novas amizades.

É, quando a sua própria mãe fica feliz por você estar conhecendo outras pessoas significa que o seu nível “anti-social” atingiu níveis críticos, mais isso não me incomoda tanto assim.

Fizemos uma pequena tour pela rua e visitamos algumas lojinhas que ficavam perto da universidade Ewha, aproveitei e comprei alguns cremes para mim também, temos que nos cuidar, certo?

E assim passou a nossa tarde e pedacinho da noite. Como de costume acabo dormindo tarde e no outro dia quase perco o horário pelo simples fato de que eu estava em um sono tão pesado que nem ouvi meu despertador tocando. Mais claro, não perdi por causa de minha mãe que só faltou derrubar a casa de tanto bater em minha porta.

- Sinceramente, eu não sei por que você insisti em trancar a porta do seu quarto, você sabe o quanto seu sono é pesado e a idiota aqui só falta colocar a casa abaixo de tanto esmurrar aquela bendita porta, ás vezes tenho vontade de esconder a chave da sua porta e a copia dela também só para você para com essa sua mania.

Minha mãe resmungava comigo, quase me batendo com o guardanapo que ela usava para secar a louça. Mais eu não tenho culpa de ter sono pesado eu simplesmente tenho, e o fato de eu trancar a porta é realmente um habito que eu tenho e não consigo largar, pronto.

- Aish, não precisa exagerar mãe.

- Não precisa exagerar? – Pergunta ela ameaçadora – tá bom, não vou te acordar mais, mais depois não vem reclamar se por acaso repetir o ultimo ano por causa das faltas, okay?

Ela nunca faria isso, eu sei.

Levanto-me depois de comer meu Lamen e coloco a tigela sobre a pia.

- Uhun, sei.

Ela resmunga mais alguma coisa, mais eu não dou ouvidos, vou até meu quarto e pego meu material. Como habito, encontro Young Jae na calçada e assim fomos juntos para a escola. Durante o caminho comentamos sobre como foi o nosso final de semana, ele falou que passou o dia jogando e assistindo filmes – novidade? Não nenhuma – e eu falei sobre o meu passeio de ontem, decidi ocultar apenas a parte em que eu me encontrei com o Bang, do jeito que o Jae é, é capaz de fazer mil e uma suposições uma mais louca que a outra.

A primeira aula que iremos ter é a de História Coreana com o professor mais bonitão da escola – de acordo com as alunas.

- Bom dia classe, hoje teremos um trabalho em grupo, eu quero cinco grupos de cinco integrantes cada, por favor.

Jae se vira em minha direção, ele estaria no meu grupo, óbvio, mais e os outros três?

- Podemos fazer um grupo, o que acha?

Yong Guk surgi ao meu lado acompanhado de seu amigo Dae Hyun e de um outro garoto de olhos pequenos que eu esqueci o nome agora, olho pra ele e em seguida pro Jae.

- Parece ser uma boa.

Comento e ele confirma.

- Okay

Fomos pro fundo da sala por que seria mais fácil para nós e nos sentamos, Young Jae ficou do meu lado direito do meu outro lado estava o tal menino que não lembro o nome, Bang ficou na ponta e Dae Hyun do lado de Young Jae.

- É, qual é o seu nome mesmo?

Pergunto pra ele e o mesmo sorri.

- Moon Jong Up, não precisa falar o seu nome, eu já sei, é Choi Jun Hong.

Franzo o cenho pronto para perguntar como ele sabia, mais o bonitão me interrompe.

- Faremos um sorteio, estou aqui com cinco papeis cada um contendo um numero, cada numero se refere a um tema, escolham um representante para pegar um papel.

No nosso grupo quem acabou indo foi o Jae, pegamos o numero um e ficamos aguardando o tema, descobrimos cinco minutos depois que o nosso será sobre a guerra das duas coréias.

- É um tema bem interessante.

Fala Young Jae empolgado.

- Verdade, mesmo sendo algo triste, eu adoro histórias sobre guerras.

Fala Bang e Jae se vira para ele com os olhos brilhando.

- Sério?

Ele confirma e Young Jae logo abre um sorriso de orelha a orelha, é parece que a pequena “rixa” que eles tiveram semana passada já se tornou passado.

- Temas distribuídos agora irei explicar, vocês terão até semana que vem para terminar, eu quero um escrito e a apresentação, se eu ver qualquer indícios de que teve copia da internet descontarei nota. Ah, a nota da apresentação será individual, agora podem abrir o livro e começar a pesquisa de vocês.

- O que vocês acham de colocarmos um vídeo na nossa apresentação? Sabe, como demonstração do que falaremos.

Bang dá a idéia, ele realmente estava empolgado com esse trabalho.

- Parece ser interessante, - comenta Jae pensativo – Pode ser um vídeo curto, como se fosse uma introdução.

- Ótima idéia, Young Jae. – Dae fala fazendo o bochechudo abaixar a cabeça meio envergonhado. – Vou ali conversar com o professor.

Depois da autorização do professor, distribuímos as partes de cada um e marcamos de estudar todo mundo junto na casa de Young Jae e Bang falou que iria abaixar o vídeo e depois mostraria para nós.

Percebia algumas vezes, quando os meninos estavam distraídos, Bang olhando pra mim de um jeito diferente, talvez seja alguma mania estranha dele, sei lá, talvez ela seja contagiosa por que nesses momentos eu o olhava de volta.

Não sei mais de nada, estou confuso.

Ele me deixa confuso.

Eu heim, que estranho.



To be continued




Notas Finais


E que a confusão mental comece!!!

Obrigada por terem chegado até aqui, tenham um excelente fim de semana e até o próximo capítulo.

Beijos de Nutella com morangos meus bolinhos


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